Autor: Jess Castro

  • Concurso Cultural

    Concurso Cultural

    Gostaria de ter esse belo poster autografado pela Floor Jansen?

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    É simples, use sua criatividade baseando-se no Wild Card, e crie um excelente wallpaper – em boa resolução também – . Os escolhidos entrarão na enquete, onde vocês fãs votarão no seu favorito.

    Envie-nos sua imagem no inbox da página Floor Jansen – Head up High  ou email para floorbrasil@gmail.com

    As imagens serão aceitas até o dia 18 de julho, iniciando a enquete no dia 19, com encerramento no dia 26 de julho.

    Não deixe de participar e boa sorte! 

    ♪  I’m your muse now, open up to me! Head up High, my dear.

    Por enquanto, promoção válida somente no território brasileiro.

  • Entrevista Metal Exposure

    Entrevista Metal Exposure

    No Tuska Open Air (Helsínquia) encontraram com a Floor Jansen antes de seu show com o Nightwish. Falamos sobre seu envolvimento com a banda e o novo álbum do ReVamp, Wild Card. Leia a entrevista abaixo! English version can be found at the bottom of the page!

    1003116_500638700001662_276872595_nComo você descreveria o seu tempo com o Nightwish?
    Tem sido ótimo, maravilhoso. Quem tem a oportunidade de fazer isso? Sei muito bem da extraordinária oportunidade que me foi dada, mas ao mesmo tempo ele vem muito natural. Todos nós temos o mesmo objetivo e a mesma mentalidade de trabalho. Eu não deveria me debruçar sobre a magnitude de tudo, porque eu vou ficar um pouco sobrecarregada.

    Você provavelmente teve que adaptar algumas músicas do Nightwish para sua voz, como você fez isso?

    Eu não tive muito tempo para fazer isso. O que provavelmente é uma coisa boa. Não houve tempo para eu testar os vocais. A única coisa que me foi dita foi: sem muitos vocais operísticos. Esse período da banda acabou. Eu nem mesmo cantava as músicas antigas em minha voz operística. Muitas pessoas pensam que a minha interpretação das músicas é uma mistura entre Tarja e Anette, do qual veem como uma coisa positiva. Mas eu acho que eu tenho dado para as músicas um toque pessoal ao longo do tempo. Ghost Love Score é a minha favorita para cantar.

    Como os fãs reagem?
    De forma muito positiva. No passado, a mudança de cantoras nesta banda tem sido acompanhada de um monte de comentários. Por alguma razão, os fãs realmente gostam de mim como a vocalista. Eles estão felizes com a vibe que eu trago e a interpretação que dou para as canções. Muitas pessoas querem que eu fique.

    Você quer ficar?
    Eu adoraria. Da maneira como as coisas estão agora, seria possível. O último show do Nightwish é no dia 11 de agosto e o álbum do ReVamp será lançado no dia 23 de agosto. Nightwish terá uma pausa de alguns meses e ReVamp estará em turnê. Ninguém sabe o que vai acontecer depois disso. As decisões serão tomadas no próximo ano, de modo que isso é muito empolgante. Nightwish tem um espaço para ensaios/estúdio em julho, agosto e setembro, então haveráum novo álbum. Mas eu não sei se farei parte disso.

    Com o ReVamp você iniciou uma campanha de financiamento público para uma turnê. Você acha que a Nuclear Blast tem a capacidade financeira para tal empreendimento?
    Na verdade, isso é o que você pensa. Mas, devido à diminuição nas vendas de CDs, a gravadora tem muito menos dinheiro para gastar. Há dinheiro, mas é para gravação e videoclipes. Mesmo que a Nuclear Blast fizesse uma proposta de turnê, esse dinheiro é recuperável. Isso significa que a banda tem de recuperá-lo através da venda de álbuns. Basicamente isso significa que você mesmo paga para a turnê e que você nunca vê qualquer dinheiro das vendas de discos. Isso não seria um grande problema, mas nós temos que pagar para viver também. Muitos fãs gostaram de estar envolvidos com este projeto e entenderam que não há muitos meios financeiros disponíveis. Se as pessoas parassem de fazer downloads gratuitos, o problema seria resolvido e não haveria necessidade de um projeto de financiamento público.
    Eu não sou contra o download, mas você tem que pagar por isso. Custa dinheiro para produzir um álbum. Uma gravação não é um item gratuito. Eu acho que é inacreditável que não há regulamentação para isso. Você vê todo o colapso da indústria lentamente.

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    O nome do novo álbum do ReVamp é Wild Card, você pode explicar isso?
    Eu sempre acho difícil descrever um álbum em uma palavra ou frase. Wild Card significa algo como um fator imprevisto, ardente. Se encaixa no álbum, porque você não sabe o que a próxima música traz. Então, musicalmente é um curinga. Além disso, é o título de uma canção.
    Não há tema do álbum. Eu escrevi sobre a minha crise nas três canções de The Anatomy of A Nervous Breakdown, cada uma a partir de uma perspectiva diferente. A Wolf and Dog é sobre outra coisa. O equilíbrio entre o meu lado performer / carreira que vai ‘caçar’ (lobo) e que o cão que quer estar seguro e confortável em casa. Esses dois lados são opostos um do outro em meu mundo.
    Musicalmente, o álbum é mais pesado. É mais orientado nos riffs, tem mais variação nos vocais e mais partes com orquestração. A gravação foi escrita com os outros membros da banda, principalmente com o guitarrista Jord Otto e o tecladista Ruben Wijga, eu e Joost van den Broek como guardiões do processo. No primeiro disco eu também escrevi a música, agora eu fiz principalmente as linhas vocais e letras. Há alguns músicos convidados. Marcela Bovio (Stream of Passion) e Daniel de Jongh (Textures) cantam comigo no coro. Devin Townsend canta em Neurasthenia e Mark Jansen (Epica) faz os guturais em Misery’s No Crime. Eu mesma fiz os outros guturais.

    Você esteve fora de cena por algum tempo devido a uma síndrome de Burn Out e agora você está na ativa novamente com ambos Nightwish e ReVamp. Assim, podemos concluir que está tudo melhor agora?

    Sim, estou. Posso realmente sentir a diferença em relação aos últimos anos. Também sei o porquê eu tive Burn Out e as coisas que faço com o Nightwish não estão relacionadas com nada disso, sequer. Eu sou uma boa cantora e compositora, me coloque no palco e eu me sinto em casa. Mas não me deixe fazer a gestão dos negócios financeiros. Eu posso fazer isso, mas custa muita energia. Essa foi a causa da minha crise. Agora eu sei onde quero colocar a minha energia. Eu tiro uma folga nos fins de semana de vez em quando, tento evitar as coisas que têm uma energia negativa e faço as coisas de forma diferente. Eu nunca vou deixar minha saúde vir em segundo lugar novamente. Você não vai gostar nada quando se tem uma crise. Eu não podia nem cantar por mais de meio ano.

    Metal Exposure

    English

    How would you describe your time with Nightwish? 
    It’s been great, wonderful. Who gets the opportunity to do this? I am very aware of the remarkable opportunity that I have been given, but at the same time it comes quite natural. All of us have the same goal and the same work mentality. I shouldn’t dwell on the magnitude of everything, because I’ll get a bit overwhelmed.

    You probably had to adapt some Nightwish songs to your own voice, how did you do that?
    I didn’t get a lot of time to do that. Which is probably a good thing. There wasn’t time for me to experiment with the vocals. The only thing they said to me was: not too much operatic vocals. That period of the band is over. I don’t even sing the old songs in my operatic voice. Many people think my interpretation of the songs is a mix between Tarja and Anette, which they see as a positive thing. But I think I have given the songs a personal touch over time. Ghost Love Score is my favorite to sing.

    How do the fans react? 
    Very positively. In the past, the changing of singers in this band has been accompanied with a lot of comments. For some reason, fans really like me as the singer. They are happy with the vibe I bring and the interpretation I give to the songs. Many people want me to stay.

    Do you want to stay?
    I would love to. The way things are now, it would be possible. The last show of Nightwish is on the 11th of August and the album of ReVamp will be released on August 23rd. Nightwish will have a break of a few months and ReVamp will be touring. Nobody knows what will happen after that. Decisions will be made next year, so that’s very exitcing. Nightwish does have a rehearsal/studio space for July, August and September, so there will be a new album. But I do not know if I will be a part of that.

    With ReVamp you started a crowd funding campaign for a tour. You’d think Nuclear Blast has the financial capability for such an enterprise. 
    Indeed, that’s what you’d think. But due to decrease in CD sales, the record company has much less money to spend. There is money, but that is for recording and video clips. Even if Nuclear Blast would do a tour proposal, the money of that is recoupable. That means that the band has to recoup it by selling albums. This basically means you pay for the tour yourself and that you never see any money from the record sales. That would not be much of a problem, but we have to pay for a living as well. Many fans liked to be involved with this project and understood that there are not much financial means available. If people would stop free downloading, the problem would be solved and there would be no need for a crowd funding project.

    I am not opposed to downloading, but you have to pay for it. It costs money to produce an album. A record is not a free item. I think it is unbelievable that there are no regulations for this. You see the entire industry collapse slowly.

    The name of the new ReVamp record is Wild Card, can you explain that? 
    I always find it hard to describe an album in one word or sentence. Wild Card means something as a unforeseen, burning factor. It fits with the album because you don’t know what the next song brings. So musically it is a wild card. Also, it is the title of a song.

    There is no theme in the album. I had my say about my break down in the three songs The Anatomy of A Nervous Breakdown, each from a different perspective. The song Wolf and Dog is about something else. The balance between the performer/career side of me that goes ‘hunting’ (wolf) and the dog that wants to be safe and comfortable at home. Those two sides are opposite of each other in my world.

    Musically, the album is heavier. It is more riff-orientated, more variation in vocals and more playing with the orchestration. The record is written with the other band members, mainly guitarist Jord Otto and keyboard player Ruben Wijga, me and Joost van den Broek as guardian of the process. On the first record I also wrote the music, now I mainly did the vocal lines and lyrics. There are some guest musicians. Marcela Bovio (Stream of Passion) and Daniel de Jongh (Textures) sing with me in the choir. Devin Townsend sings on Neurasthenia and Mark Jansen (Epica) grunts on Misery’s No Crime. I did all the other grunts myself.

    You’ve been out of the game for some time due to a burn out and now you are active again with both Nightwish and ReVamp. So can we conclude that you are all better now? 
    Yes I am. I can really feel the difference compared to the past years. I also know why I got the burn out and the things I do with Nightwish are not related to that at all. I am a good singer and songwriter, put me on stage and I feel right at home. But don’t let me do management of financial business. I can do it, but it costs too much energy. That was the cause of my break down. Now I know where I want to put my energy in. I take a weekend off now and then, try to avoid things that have a negative energy and I do things differently. I’ll never let my health come second again. You won’t enjoy anything when having a break down. I couldn’t even sing for more than half a year.

  • Wild Card part 2!

    ReVamp revela os nomes das músicas e as participações de seu segundo álbum, o Wild Card! Que será lançado dia 23 de agosto de 2013 pela Nuclear Blast!

    Músicos convidados: Mark Jansen (EPICA), Marcela Bovio e Johan van Stratum (STREAM OF PASSION), Daniel de Jongh (TEXTURES) e Devin Townsend.

    O resultado faz jus ao seu nome »Wild Card« em cada segundo! Floor explica: ” Esse álbum se tornou o álbum mais agressivo que eu já fiz e nas letras eu digo muito sobre minhas experiências pessoais dos últimos anos. Isso resultou em algumas histórias pesadas e alguns ‘gritos’ de coração aberto que eu precisava tirar do meu sistema. Ele coincide com a violência da música de uma forma grande, nós escrevemos como um grande time! Mas não é uma frase ou palavra que pode realmente definir o conteúdo desse álbum. Sua variedade em todos os seus ingredientes torna isso quase impossível. Um coringa é um fator imprevisível. Você não sabe o que  está vindo, ou quando. Esse álbum é isso! É 100% ReVamp e é o seu cartão selvagem!”

    Preparem-se para um inferno de passeio –  porque o REVAMP tem mais de um ás no buraco!

    » Wild Card «

    Trailer aqui

     

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    01. The Anatomy Of A Nervous Breakdown’: On The Sideline
    02. The Anatomy Of A Nervous Breakdown’: The Limbic System
    03. Wild Card
    04. Precibus
    05. Nothing
    06. ‘The Anatomy Of A Nervous Breakdown’: Neurasthenia
    07. Distorted Lullabies
    08. Amendatory
    09. I Can Become
    10. Misery’s No Crime
    11. Wolf and Dog
    Bonus track:
    12. Sins

     

     

     

  • Festa de Lançamento

    Festa de Lançamento

    Floor acaba de anunciar três shows do ReVamp para comemorar o lançamento do álbum Wild Card! Todos em setembro.

    Events here

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  • Título e arte do novo album revelados!

    Título e arte do novo album revelados!

    Hoje, os metaleiros holandeses do REVAMP estão felizes em apresentar o título e arte do seu próximo álbum, que será lançado pela Nuclear Blast em – atenção a nova data de lançamento – 23 de agosto de 2013!

    c4dac9d5a62 O disco se chamará  Wild Card (Carta Selvagem, mais conhecido como Curinga) – um título que, segundo a cantora Floor Jansen, surgiu assim: Este álbum se tornou o álbum mais agressivo que eu já fiz e nas letras eu digo muito sobre minhas experiências pessoais dos últimos anos. Isso resultou em algumas histórias pesadas e alguns ‘gritos’ de coração aberto que eu precisava por pra fora. Ele coincide com a violência da música de uma forma grande, nós escrevemos como um grande time! Mas nenhuma frase ou palavra pode realmente dizer o conteúdo deste álbum. Sua variedade em todos os seus ingredientes torna isso quase impossível. Um curinga é um fator impredizível e imprevisível. Você não sabe o que você está recebendo, ou quando. Esse é o álbum! É 100% ReVamp e é o seu curinga!

    Um conceito que é tomado literalmente na capa do álbum, como a “power woman” explica: Eu sou a rainha de copas nele, que é um curinga por si mesma. Você vê uma rainha “legal” e uma “desagradável”. A desagradável tem um lábio rachado, cortes no rosto e um coração sangrando em sua mão. A outra rainha parece boa, embora rainhas de copas nunca são verdadeiramente … Novamente, o que é que você vai receber? A respeito disso, isso visualiza a música a partir de agressiva e desagradável para melódica e bonita. Este tema tem sido importante para mim, pessoalmente, ao longo da minha carreira e também neste álbum que eu gravei ao máximo. Eu usei a minha voz em tantas maneiras diferentes agora! A música me convidou a fazer isso, estou super orgulhosa dos incríveis riffs de guitarra, as baterias versáteis e dançantes mas mega apertadas e os sons de teclado e arranjos que trazem algo de novo para a mesa. Nós esperamos que você goste de nosso curinga! “

    Clique aqui para assistir o trailer do primeiro álbum, incluindo imagens de vídeo do estúdio e um novo trecho de canção.

    A obra de arte foi criado por Richard Stark de NI Concept and Design.

    ReVamp Music | ReVamp Facebook | Nuclear Blast ReVamp

  • Interview with Ingeborg Steenhorst

    Interview with Ingeborg Steenhorst

    Thank you,  Ingeborg Steenhorst

    For an english version, just scroll down the interview page 😉

    Entrevistamos Ingeborg, do qual faz o design das roupas da Floor Jansen. Elas trabalharam juntas na época do After Forever, nas atuais roupas utilizadas na turnê do Nightwish, e agora estão juntas novamente no desenvolvimento das novas roupas para o novo álbum do ReVamp, que será lançado em setembro de 2013.

    Ω

    1. As peças que você cria possuem características próprias. Quais são suas referências na hora da criação? No que você se inspira?

    Ingeborg: Em geral, eu recebo inspiração de pesquisas sobre história da moda, influências étnicas e culturais, arte, música, cinema e fotografia, arquitetura e por último mas não menos importante, a natureza e a vida selvagem. Usando estas fontes de inspiração, eu gosto de misturar moda, figurino e design de jóias em uma única coisa.

    Quando faço designs para meus clientes de rock, a minha inspiração principal são eles próprios e suas músicas, letras e obras de arte de álbuns. Eu mergulho em sua personalidade e na atmosfera de suas músicas e tento criar projetos que os coloquem em um nível superior.

    Para criar meus projetos eu uso tecidos exclusivos, peles de couro fino, peças recicladas de roupas vintage, estampas gráficas e estampas a mão com cobertura de tinta em combinação com uma ampla gama de materiais de decoração como pérolas, pedras, strass, pérolas, tachas, flores de seda, penas exóticas e componentes de jóias vintage.

    Ingeborg Steenhorst2. Qual a maior dificuldade na hora da criação?

    Ingeborg: Às vezes, encontrar os materiais certos para uma peça que eu tenho em mente pode ser difícil. Além disso, eu sempre tenho que ter certeza de que os detalhes específicos são visíveis e impressionantes no palco, mesmo em um palco como do tamanho do Arena, e que os tecidos, os efeitos de pintura e decoração chamam atenção. E minhas roupas tem que ser capaz de suportar o uso intenso e o fato de passarem por muitas embalagens já que os artistas viajam para turnê mundial durante meses seguidos.

    Mas, a coisa mais difícil é gerir o tempo de produção necessário para criar uma peça. Eu posso passar horas e horas fazendo um projeto a fim de alcançar a perfeição. Se eu tivesse que calcular todas as horas investidas que uma peça muitas vezes exige, se tornaria inviável. Então, manter um olho no relógio e controlar meus impulsos na hora de fazer um design é a minha maior dificuldade 😉

    3. Já aconteceu de você criar algo na certeza de que estava incrível, e no final a pessoa reagir negativamente?

    Ingeborg: Não, eu nunca recebi reações negativas sobre os meus designs até agora… Na maior parte das vezes se resume a se é do gosto da pessoa ou não.

    4. Se você não fosse Designer, qual carreira seguiria?

    Ingeborg: Honestamente, eu gosto de pensar que cheguei ao meu destino 🙂 Antes de lançar meu estúdio de design de moda, em 2006, eu tive muitas carreiras. Com o passar dos anos, eu me formei em design gráfico e de moda, produção de artistas e saúde. Em resumo, eu trabalhei durante muitos anos como produtora de bandas holandesas como Cirrha Niva e the Gathering, como diretora de marketing naPsychonaut Records (gravadora do The Gathering). Antes de ficar na indústria musical em período integral, trabalhei como terapeuta ocupacional e enfermeira. Quando era mais nova, trabalhava em uma loja de sapatos. Por agora, de vez em quando ainda trabalho na área de saúde como enfermeira freelancer, mas, a maior parte do meu tempo é dedicada aos meus designs e às minhas atividades de estilista.

    5. Como é trabalhar com a Floor Jansen novamente? Comparada a ultima vez, ocorreu algum tipo de mudança?

    Ingeborg: Trabalhar com Floor é sempre divertido. Ela é uma pessoa muito agradável e inspiradora para se trabalhar. Em comparação com os figurinos que criei para ela na época do After Forever, em 2007, uma das maiores mudanças é que agora Floor, além do ReVamp, está cantando com o Nightwish. Ela tem que se apresentar em grandes palcos agora, com equipamento de show completo e para mim, como estilista, isso significa que eu preciso criar figurinos que realmente chamem atenção!

    6. Existe algum tipo de padrão para as criações relacionadas a Floor Jansen? 1234778_487960807967293_72238036_n

    Ingeborg: Floor gosta de ter suas roupas muito femininas mas com um pouco de balanço. Então, eu me esforço para criar silhuetas que expressam o melhor de suas curvas femininas, mas também algo mais obscuro e com uma atitude audaciosa. Seus projetos são totalmente adaptados para que se adequem à sua altura. E além de serem impressionantes, os figurinos também precisam ser práticos para que Floor mantenha a liberdade completa de seus movimentos.

    7. Quando estão juntas, o processo de criação é baseado em alguma idéia dela, ou ela entrega tudo em suas mãos?

    Ingeborg: É uma cooperação de 50% cada. Eu peço para que Floor me diga quais tipos de trajes ela gostaria de usar e então a aconselho sobre silhueta, materiais e tecidos com os quais eu gostaria de trabalhar. Para o resultado artístico final dos designs, ela me dá liberdade total. Floor sabe que eu inventarei efeitos e detalhes que ela jamais poderia imaginar. Essa é minha característica como figurinista.

    8. Como ocorre todo esse processo criativo? Suas idéias surgem no decorrer do dia, durante os sonhos, ou você cria de acordo com a ” personalidade ” do seu cliente?

    Ingeborg: Bem, primeiro eu começo com a criação de um perfil pessoal do artista baseado em conversas que tenho com eles. Eu preciso saber que tipo de pessoa ele/ela é e o que ele/ela gosta mais quando se trata de estilos, materiais e cores.

    Em segundo lugar eu mergulho em sua música, letras e, quando disponível, o seu trabalho de arte do álbum. Com base nessas impressões que eu começo a pensar sobre as silhuetas da e cada detalhe acerca de materiais e efeitos, como estampas, revestimentos de pintura e estrutura de tecidos.

    Minha idéia de projeto vem para mim tanto durante o dia quanto durante a noite (muitas vezes durante uma caminhada ou andando de bicicleta na natureza). Também tenho idéias olhando e tocando tecidos e materiais.

    9. Existe alguma pessoa em especial, que você gostaria de criar algo, e ainda não teve a oportunidade?

    Ingeborg: Na verdade, eu gosto de trabalhar com todos novos artistas se eles apresentam suas personalidades, estilo musical e necessidades específicas de figurino. O mais importante para mim é que o artista tenha sua própria identidade. Eu não gosto de trabalhar com clones ou artistas que tentam copiar outros.

    A respeito dos meus ídolos musicais, eu adoraria fazer designs para Sarah Brightman, conhecida por seu famoso papel como Christine Daaé em O Fantasma da Ópera. Ela ainda está viajando pelo mundo como artista solo e adora se apresentar com figurinos excêntricos e bijouterias. Ela canta de ópera a pop e rock. O dueto dela com Paul Stanley do Kiss (AQUI) será uma das músicas que tocarão no meu funeral.

    10. A música de certa forma te influencia em suas criações? Alguma música em especial?

    Ingeborg: A música é muito importante durante o meu processo de design. No entanto, não se resume a músicas específicas. É mais a atmosfera completa de um álbum que eu preciso inalar.

    Quando eu crio as roupas personalizadas para meus clientes de rock, sempre deixo CD’s deles tocando no volume mais alto para ficar realmente na atmosfera de suas músicas. Meus vizinhos nem sempre gostam disso hahaha, já que a maioria dos meus clientes toca rock ou heavy metal.

    Enquanto trabalho em minhas próprias coleções, eu deixo tocar a música que se encaixa na atmosfera enquanto estou olhando para o design. Pode ser rock e metal, mas também do ambiente, música clássica, música mundial ou trilhas sonoras de filmes.

    — Finalizo essa bela entrevista com a mensagem de que Floor e eu nos juntaremos muito em breve! Dessa vez, para lançar uma coleção de roupas exclusivas para fãs que se adequam a ela e à sua música, bem como à sua moda e estilo. Fique de olho em minha página do Facebook, se você gostaria de ser o primeiro a saber mais sobre a nossa co-coleção.

    Love!
    Ingeborg

    Você encontra mais sobre o seu trabalho nos links a seguir:

    Ingeborg Steenhorst – Jewellery, Accessory & Costume Designer

    Website

    Ω

     English

    We interviewed Ingeborg, design of Floor Jansen’s clothes. They worked together at the time of After Forever, clothes used in the current tour of Nightwish, and are now back together in the development of new clothes ReVamp’s new album which will be released in September 2013.

    Ω

    1. The designs you create have their own characteristics. What are your references? What inspires you?

    Ingeborg: In general, I get inspiration from researching fashion history, cultural and ethnic clothing influences, arts, music, film & photography, architecture and last but not least nature and wild life. Using these inspiration sources I like to blend fashion, costume and jewellery design in to one.

    Concerning designs for my rock clients in particular, my main inspiration are the artists themselves and their music, lyrics and album art works.  I dive into their personality and the atmosphere of their music and try to create designs that will lift them to a higher level.

    To create my designs I use exclusive fabrics, fine leather skins, recycled vintage clothing parts, graphic prints and hand dyed paint-coatings in combination with a wide range of stunning decorative materials like pearls, gemstones, rhinestones, beads, studs, silk flowers, exotic feathers and vintage jewellery components.

    Ingeborg Steenhorst2. What is your biggest difficulty while creating your designs?

    Ingeborg: Sometimes finding the right materials for a piece I have in mind can give me a hard time.

    Furthermore I always have to make sure that specific details in the stage outfits are visible and impressive even on a Arena sized stage and that the fabrics, paint effects and decorations work in a good way with the stage lightning.  And my stage clothing has to be able to endure intense rough use and a lot of packing stress since the artists are touring the globe with them for months in a row.

    But The most difficult thing I guess is managing the production-time needed to create a piece. I can spend hours and hours on decorating a design in order to reach the ultimate YES!!! level. If I had to calculate all invested hours a piece often requires, it would become unaffordable. So keeping an eye on the clock and controlling my designer drifts is often giving me the hardest time 😉

    3. Have you ever created something with the certainty that it was incredible, and in the end you received a negative reaction?

    Ingeborg: No I never received negative reactions on my designs so far….mostly it comes down to if a design is ones taste or not.

    4. If you were not a designer, what career would you follow?

    Ingeborg: Honestly I like to think that I have reached my final destination 🙂
    Before I launched my fashion design studio in 2006, I have had several careers already. Over the years I got my degrees in graphic and fashion design, artists management, and health care. In a nutshell; I’ve worked many years as artist manager for Dutch rock bands Cirrha Niva and the Gathering, as label/promotion manager at Psychonaut Records (record label owned by the Gathering). Before I started full time in the music industry I worked as occupational therapist and nurse in healthcare and in my younger days I started with a student job in a shoe store. For the moment I still sometimes work in health care as freelance nurse but most of my time now goes in to running my design and styling activities.

    1234778_487960807967293_72238036_n5. How is working with Floor Jansen again? Compared to last time, was there some kind of change?

    Ingeborg: Working with Floor is always great since she is a very nice and inspiring person to work with. Compared to the After Forever stage outfits I created for Floor in 2007, one of the biggest changes now is that Floor besides ReVamp is singing with Nightwish. She has to perform on very big stages now with full show equipment and for me as costume designer it means that I need to create stage outfits that are real show stoppers!

    6. Is there any kind of standard for the design creations related to Floor Jansen?

    Ingeborg: Floor likes to have her outfits very feminine but with a Rocking Edge. So I strive to create silhouettes that express the best of her female curves but also breath a dark and ‘smack in the face’ attitude. Her designs are completely tailored to make sure they have the proper length for her body height. And besides being stunning the stage outfits also have to be practical for Floor to use on stage and she needs to keep full movement freedom.

    7. When you are together, is the creation process based on ideas suggested by Floor or she leaves everything in your hands?

    Ingeborg: It is a 50/50 cooperation. I ask Floor to tell me what type of outfits she would like wear and then I advice her on the silhouette and fabric/materials I would like to use to create the design. For the final artistic outcome of the designs she grants me total freedom. Floor  knows that I will come up with effects and details she could never dreamed off. That is my added value as costume designer.

    8. How is your creation process while making new designs? Do your ideas emerge during the day, during dreams, or according to the “personality” of your client?

    Ingeborg:  Well first I start with creating a personal profile of the artist based on conversations I have with them. I need to know what kind of person he/she is and what he/she likes most when it comes to styles, materials and colours.

    Secondly I dive into their music, lyrics and when available, their album art work. Based on these impressions I start to think out the outfit silhouettes and specifics details in  materials and effects like prints, paint coatings and structure of fabrics.

    My design idea’s come to me during both day time (often while hiking or biking in nature) and during night time in my dreams. I also get idea’s out of looking and touching fabrics and materials.

    9. Is there anyone in particular that you would like to create some design for and haven’t got the opportunity yet?

    Ingeborg: Actually I like to work with every new artist since they bring their own personality, musical style and specific outfit needs. Most important for me is that the artist and his/her music has its ‘Own Personal Identity’.  I do not like to work with band-clones or artist who try to copy-cat others.

    When it comes to my personal music idols I would love to design for Sarah Brightman, know for her famous role as Christine Daaé in Andrew Lloyd Webber’s Phantom of the Opera. She still is touring the globe a solo artist and she loves to perform in eccentric outfits and costume jewellery. She sings in a wide musical range from opera, pop to rock. Her duet ‘I will be with you’ with Paul Stanley from Kiss (HERE) will be one of the songs played on my funeral.

    10. Does music somehow influence you on your creations? If that’s tha case, are there any songs in particular?

    Ingeborg: Music is very important during my designing processes. However it does not comes down to particular songs. It’s more the complete atmosphere of an album that I need to inhale.

    When I create the custom outfits for my rock clients I’m always playing their records in my studio in the highest level to really get in to the atmosphere of their songs. My neighbours do not always like that hahaha since most of my clients play heavy rock or metal.

    While working on my own collection pieces I play music that fits the atmosphere I’m looking for the design. This can be rock and metal but also ambient, classical music, world music or movie soundtracks.

    — Finishing this nice interview with the message that Floor and I will team up again very soon! This time to launch a exclusive clothing collection suiting fans of Floor and her music as well as rock style fashion addicts. Keep an close eye an my facebook page if you like to be the first to learn more about our co-collection.

    Love!
    Ingeborg

    You see more your work here:

    Ingeborg Steenhorst – Jewellery, Accessory & Costume Designer

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