Categoria: Floor Jansen

  • Metal Hammer – tradução

    Metal Hammer – tradução

    Fonte: Metal Hammer  | Tradução: Head up High

    Ω

    Depois de três vocalistas, o Nightwish está na sua melhor forma

    Metal Hammer

    O que não matou o Nightwish apenas o tornou mais forte.

    Há muitas coisas que são verdades no meio do metal, mas que não devem ser ditas. Não se deve dizer que, na hora do “vamos ver”, o Megadeth e o Mayhem são piores do que o time West Ham United jogando em casa (numa semana eles mandam ver e na outra perdem pra um time qualquer), por exemplo. Não é nem um pouco educado dizer que, apesar de influentes, o disco “Scum” está longe de ser o melhor do Napal Death. Além disso, ninguém quer ser o primeiro a admitir que o gênero do death metal está num limbo criativo desde o lançamento do disco “Organic Hallucinosis”, do Decapitated. Mas se tem algo que vai render um bocado de fãs furiosos te dizendo pra ir tomar num canto meio incomum, esse algo é dizer que o Nightwish com os vocais de Floor Jansen não é apenas melhor do que na época da Anette, mas melhor até mesmo do que a época da própria Tarja. A verdade é que a banda nunca foi tão boa como é agora.

    Discutir a questão “Anette vs Floor” não é difícil e, apesar de ser um tanto duro com a antiga vocalista, é possível encontrar algumas opiniões contrárias por aí, mas em número menor. Não é possível negar que a Anette foi uma ótima vocalista de metal com um tom mais “pop”, mas Floor consegue ir além e com mais intensidade, ênfase nos tons e muito mais personalidade nas canções para começo de conversa. Mas é claro que não é só isso: ela sabe muito bem lidar com as canções antigas, também. Músicas como Stargazers voltaram ao setlist da banda recentemente (uma das melhores surpresas do Hellfest deste ano) com direito à toda a interpretação dramática e pormenores da música – algo que Anette não conseguia fazer tão bem. Fora tudo o que foi mencionado, Floor sempre foi uma cantora de metal com uma carreira sólida e vocais guturais agressivos. Ainda assim, apesar da contribuição de Anette em Imaginaerum ter sido sensacional, foram necessários apenas 15 minutos de show e três do novo disco do Nightwish, Endless Forms Most Beautiful, para perceber que a sueca não faz tanta falta.

    Já a questão envolvendo Tarja é bem mais difícil até porque ela foi a vocalista que com a qual a banda se firmou e colocou seu nome na história e a vocalista com quem compuseram seus álbuns mais famosos, ajudando a definit (para bem ou mal) todo um nobo subgênero no heavy metal europeu. Os fatos são inegáveis. Os primeiros cinco álbuns (até mesmo Angells Fall First, que serviu mais de base para o som da banda) ainda são alguns dos melhores mesmo após quase 20 anos. O disco Wishmaster tem tantos clássicos que não seria relançá-lo como um “Best of”. Quanto ao disco Oceanborn e sua atmosfera sombria, não houve nenhuma banda com uma vocalista vestindo espartilho que conseguisse alcançar o mesmo nível. Por último, o disco Century Child provou que a banda era capaz de produzir muito mais do que simples hits.

    No entanto, foi o disco Once que mostrou algumas rachaduras na base de tudo e isso não diz respeito às composições de Tuomas, que eram incríveis, ou à voz de Marco cada vez mais presente (a presença deste ilustre membro da Tarot, inclusive, foi uma grande revelação para o Nightwish e chega a ser até estranha a ideia de ele não cantar desde o início). Não é uma questão da clareza e da capacidade de canto do Marco, mas de sua capacidade de adaptar uma música tão facilmente a um contexto (basta comparar suas participações em I Wish I Had An Angel, The Crow, The Owl and the Dove e em Weak Fantasy, por exemplo).

    O problema é que, olhando para trás, percebe-se que o Nightwish se desviava cada vez mais do subgênero “opera metal” (é possível dizer que até o abandonaram a partir desde ponto da carreira). As doces melodias vocais presentes nos primeiros trabalhos da banda passou a abrir espaço para um tipo de metal mais tradicional e com menos espaço para a letra, fazendo com que a variedade de tons se tornasse parte adicional e não vital das canções. Tarja, por sua vez, encaixava-se bem nesse gênero, mas é talvez a sua performance mais fraca. Na canção Wanderlust, ela soava como uma superstar, ao passo que parecia dificuldade para manter o tom em Nemo.

    Tanto Tarja como Anette são especialistas: dê-lhes um estilo em que elas se encaixam e elas vão acabar com todo mundo se for uma questão de competição. Mas, como Sam Burgess, coloque-as num formato que elas conhecem menos e elas mostrarão ter dificuldades bem rápido.

    Floor, no entanto, não sofre com nenhum desdes problemas. Ela é perfeitamente capaz de fazer um gancho que soe mais pop, o vozerio poderoso do metal e o rico estilo operático na mesma música e de maneira brilhante, como mostrou no mais recente álbum da banda. Não é como se ela dominasse tudo e fosse a melhor vocalista, como parece. Na verdade, é algo simples: a Floor se destaca em todos os estilos musicais que precisa atuar.

    A melhor parte é que ainda há mais: Floor não é o único “plus” com o qual o Nightwish agora conta. Eles também contam com Kai Hahto na bateria e ele é um músico fantástico. A prova disso é que ele ensinou o antigo baterista, Jukka Nevalainen a tocar bateria no estilo jazz para a música Slow, Love, Slow durante as gravações do disco Imaginaerum. Ah, sim, e ele é o produtos da banda Wintersun, que costumam ser mestres no que fazem (ainda que lancem albuns na mesma frequência com que o Axl Rose consegue começar um show na hora certa). O Nightwish agora também conta com um músico folk Troy Donockley (que é um tremendo de um cantor, também), da Inglaterra, o que os permite acrescentar algumas músicas ao seu setlist e deixar de lado o playback das uileann pipes, as gaitas de fole típicas da Irlanda. Acrescente a essa mistura o talento vocal de Marco e temos uma variedade artística muito maior do que a banda jamais teve. Além disso, eles se tornaram uma banda grande o suficiente pra assumir comando total de suas finanças e, assim, produzir o que quiserem como desejarem.

    Isso faz com que o Nightwish consiga ser mais flexível do que nunca. Se Tuomas quiser compor um álbum de 40 minutos com dez faixas repleto de hits sem se aventurar muito e com refrões simples, ele pode fazê-lo sem problema. Se ele quiser compor um álbum ridiculamente bombástico, com músicas de 24 minutos, gaitas de fole, piano, arranjos de orquesta, canto operático, vocais pop, belíssimos ganchos vocais, sons de macacos e de baleias, além da participação do próprio Richard Dawkins… bom, ele também pode fazer isso sem problema.

    É claro que não é possível dizer que Endless Forms Most Beautiful é, sem sombra de dúvidas, o melhor disco da banda simplesmente porque não é. É muito bom, mas eles já produziram álbuns melhores e com duas antigas vocalistas. As partes negativas podem ser vistas em uma ou duas coisas do disco (o refrão da faixa que dá nome ao disco é bem forçada) ou até mesmo nos deslizes quanto à qualidade das canções (a música Edema Ruh, por exemplo, que é um pouco piegas, sem falar que é inspirada em um livro que pode ser descrito de forma singela como um monte de excrementos saídos direto do reto arreganhado da bunda da literatura fantástica e que é tão infancil que fariam Harry Potter parecer Game of Thrones).

    Nada disso, no entanto, é um indício de como será o futuro do Nightwish. Os períodos de transição são, no mínimo, difíceis e, ainda que a canção The Poet and The Pendulum seja uma das melhores da banda, o disco Dark Passion Play, o primeiro do Nightwish com Anette nos vocais, é um de seus mais fracos lançamentos. Não é ruim, mas não é tão bom como alguns dos clássicos da banda. Já Endless Forms Most Beautiful é só um pouco pior do que a média, o que, ainda assim, se resume a alguns poucos deslizes. Quando se pensa no futuro, no entanto, isto pode ser algo bastante encorajador, pois o próximo disco pode ser ainda melhor.

    Ninguém está impedindo o Nightwish de fazer o que realmente quer e, aparentemente, tem o bom senso de não tomar más decisões musicais (veja aqui Tuomas falando sobre o seu projeto musical de musicalidade duvidosa sobre Scrooge McDuck lançado com seu próprio nome – FAO Metallica). Eles tem a melhor e mais versátil vocalista possível, são capazes de tocar ao vivo qualquer música que já compuseram e conseguiram passar por todas as mudanças na formação sem perder seus mais fiéis fãs. Pelo jeito, aquele ditado “o que não mata nos fortalece” tem um quê de verdade.

  • Exclusive Interview | Entrevista Exclusiva – Floor & Marco

    Exclusive Interview | Entrevista Exclusiva – Floor & Marco

     

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    ♫ Wake up, child. I have a story to tell. Once upon a time … ♥

    Durante a última passagem do Nightwish pelo Brasil, nós do fã clube oficial Head up High entrevistamos Floor e Marco com exclusividade.

    During the last Nightwish Brazillian tour, Head up High team had an exclusive interview with Floor and Marco.

    Enjoy! ;D

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  • Memories: Turnê brasileira

    Memories: Turnê brasileira

    FLYER-BRASILEntão selvagens & sonhadores, que tal relembrarmos juntos sobre essa maravilhosa turnê brasileira? Acreditamos que as surpresas foram inúmeras, inclusive sobre a “nova” Floor Jansen 😉 . Entrem neste passeio, e nostalgiem com o Head up High, sobre esse mágico final de setembro, do qual ficará em nossos corações por um longo tempo, se não para sempre, dã!

    Eles chegaram ao Brasil no dia 22, mas a turnê se iniciou no dia 23 de setembro em Fortaleza. Embora a turnê seja pela Dynamo, cada cidade teve seu responsável. A primeira produtora responsável por este show, foi a Phoenix Produções juntamente com a Produções 4U. O show foi ao ar livre, do qual um dos nossos administradores teve a oportunidade de comparecer. Ah sim, e um obrigada especial ao Rodrigo Winter que nos ajudou com as atualizações em tempo real.

    12048436_1187979351229030_778922564_nSetlist:

    Shudder Before The Beautiful – Yours Is An Empty Hope  – Ever Dream – She Is My Sin – Wishmaster – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days To Te Wolves – Storytime – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show On Eart  2&3 – Ghost Love Score – Last Ride Of The Day.

    Segue abaixo o vídeo realizado por c e r t a s c o m u n i d a d e s; conhecida como Comunidade Branca 😛

    No dia 24 de setembro, a banda chegou na cidade maravilhosa; Rio de Janeiro. Mas não para um simples show. O Nightwish teve a oportunidade de fazer parte de um dos nossos maiores festivais, incluindo a comemoração de 30 anos, o famoso Rock in Rio! A banda se apresentou no palco Sunset, que resultou em inúmeras críticas: Por que não no Palco Mundo? 12049217_1013512442024830_3464131725111137950_n

    A banda ganhou destaque em inúmeros veículos de imprensa, todos com excelente crítica devido a incrível apresentação digna de PALCO MUNDO! E com razão, né?

    G1: Com força para Palco Mundo

    Multishow: Um dos Melhores Shows

    Vamos torcer para que a próxima edição em 2017, o Nightwish tenha a oportunidade de representar ainda mais, mas no Palco Mundo! Ok, Eric de Haas?

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    Ao que diz respeito ao evento, o setlist foi bem limitado, mas ainda assim, surpreendeu. Tocando tanto músicas do último álbum, como as clássicas Wishmaster e Stargazers. Ah sim, tivemos a participação especial de Tony Kakko na faixa The Islander. A opinião sobre essa participação ficou dividida entre aqueles que realmente amaram, e aqueles que julgaram fraca ou até mesmo desnecessária. (?)

    Segue abaixo um trecho de Yours Is An Empty Hope! \m/

    E claro, uma bela reportagem realizada no Rock in Rio por c e r t o s p a r c e i r o s 🙂

    (Foto: Inácio Moraes/GshowSetlist:

    Shudder Before The Beautiful – Yours Is An Empty Hope – Wishmaster – My Walden – Weak Fantasy – Stargazers – The Islander (w/ Tony) – Last Ride Of The Day – Ghost Love Score.

    Após o Rock in Rio, a banda embarcou para a “cidade do metal”; São Paulo, no dia 26 de setembro. O show foi realizado pela Dynamo no Tom Brasil (antigo HSBC Brasil). A casa estava praticamente lotada. Do setlist até a interação com a público, nada ficou a desejar. Assim como nas duas cidades anteriores, a banda atendeu a cada um de seus fãs, deixando-os satisfeitos. Ah sim, não podemos esquecer de mencionar que no palco de São Paulo, tivemos dois convidados: OS GORILAS! \õ\ obviamente na faixa The Greatest on Earth. ^^

    Resenha pela Metal Revolution. A opinião a respeito será sempre muito subjetiva. Mas ao menos para nós e a grande maioria, o show de São Paulo, foi incrível! 😉

    IMG_3828Setlist:

    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – My Walden -The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves – Storytime – I Want My Tears Back – Wishmaster – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV)

    12144787_1019114731464601_6032917730098635739_nE não podemos esquecer de mencionar, que ao menos para a equipe, um ponto importante de São Paulo, foi a realização de nossa entrevista não somente com a querida Floor Jansen, mas com o Marko Hietala também. Algo que a princípio estava distante de acontecer, mas que por fim, conseguimos realizar. Portanto, não deixem de acompanhar o Head up High, que em breve nossa entrevista estará disponível. E caso não conheçam o nosso canal, é só acessar e assinar AQUI 😉

    Após São Paulo, a banda embarcou para seu quarto show, no dia 27 de setembro. A cidade da vez? Curitiba. Show realizado pela produtora conhecida por todos nós, Overload. Lembrando que Curitiba foi a última cidade com data confirmada, mas finalmente fechada e realizada com sucesso. \õ/ Em Curitiba tivemos duas surpresas: Alpenglow, que você confere a seguir:

    Nota pessoal: Como lidar com essa agitação feat caras&bocas? s2‘. A empolgação nesta música estava muito mais do que clara, e todos que ali estavam, se divertiram muito! Outra surpresa foi a performance de Dark Chest of Wonders!

    IMG_2150Setlist:
    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – Dark Chest of Wonders – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves – Alpenglow – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV)

    E após um dia de descanso, a banda seguiu para a última cidade, encerrando a turnê brasileira. 12079663_862212407210374_20165789403206392_nChegaram em Porto Alegre no dia 28. O show que foi realizado pela produtora Abstratti, ocorreu no dia 29 de setembro. E existe forma melhor de encerrar uma turnê recebendo uma ótima surpresa dos fãs? O fã clube oficial brasileiro Nightwish “The Beginning of a New Era” mobilizou os fãs para nada mais, nada menos que surpreendê-los com um belo flash mob na música The Greatest on Earth.  Detalhes pela Heavy Talk.

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    Setlist:
    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves -Alpenglow – Dark Chest of Wonders – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV) 

    ♥ My fall will be for you, my love will be in you

    Embora o lançamento do álbum Endless Forms Most Beautiful tenha tido inúmeras críticas (sendo elas positivas E negativas), podemos dizer que a turnê foi incrível. Inúmeras músicas poderiam ter feito parte do setlist, algumas poderiam ter ficado de fora, mas essa questão será um eterno debate devido o gosto de cada um. Felizmente tivemos uma ótima turnê, e agora nos resta acompanhar essa trajetória e aguardar o próximo retorno. ♥

    Um obrigada especial ao Eric de Haas devido ao imenso apoio -e paciência-! E que cada um de vocês tenham tido uma ótima memória em seus respectivos shows, uma incrível experiência em cada um dos encontros com a banda, e claro, uma nova imagem da Floor Jansen!  😉

    Ω

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    😉

  • Me Naiset: Video

    Me Naiset: Video

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    Recentemente a revista Me Naiset entrevistou Floor Jansen. Além de entrevistada para a revista, foi realizada também uma breve entrevista em vídeo. Segue abaixo a tradução do vídeo. E fiquem ligados, que em breve a tradução da revista estará disponível na íntegra para vocês!

    Fonte: Me Naiset | Tradução: Head up High

    menaiset

    VIDEO AQUI

    Olá, aqui é Floor Jansen, do Nightwish e eu vou responder algumas perguntas para o Me Naiset agora.

    Me Naiset: O que mais a agrada a respeito da Finlândia?
    Floor: O amor pela natureza e o idioma. E a comida, é claro.

    Me Naiset: O que não chama muito a sua atenção na cultura finlandesa?
    Floor: As roupas no inverno (risos). É claro que, agora, eu percebi que é necessário vestir essa quantidade toda de roupas, mas, de onde venho, o conceito de calças duplas nunca havia passado pela minha cabeça. Então, eu sou adaptável quanto a isso, mas, de primeira pensei “cara, isso é tão estranho”. No entanto, o engraçado é que, quando a temperatura chega a -1°C, as pessoas já começam a se vestir assim. Não importa se a temperarura é de -1°C, 5°C ou -20°C, este tipo de roupa vira moda.

    Me Naiset: Qual é a coisa mais estranha na cultura finlandesa?
    Floor: O que acontece quando eles bebem, talvez? Claro que todos ficam alterados quando bebem, mas é engraçado perceber que os finlandeses tendem ser muito educados entre si e se respeitam. Pode ser que isso seja parte da cultura, pode ser que seja uma forma de ser educado com pessoas de fora e tudo isso fica muito claro com rolam algumas bebidas. As pessoas ficam bem falantes e soltas. (risos)

    Me Naiset: Do que você mais gosta a respeito dos seus companheiros banda?
    Floor: O talento musical extraordinário que eles têm, além do senso de humor, do amor pelo que estamos fazendo, do amor que temos uns pelos outros e simplesmente quem eles são.

    Me Naiset: O que mais a irrita a respeito dos seus companheiros de banda?
    Floor: Bom, não gosto das roupas fedorentas, das meias espalhadas pelo ônibus, sabe? Não gosto de sapatos no meio do ônibus, pois eles rolam para debaixo da cama e ficam lá, perdidos na escuridão. Isso é bem incômodo. (risos) Bom, acho que é isso. Tudo tem limite. (risos)

    Me Naiset: Qual a coisa mais estranha a respeito de seus companheiros de banda?
    Floor: Olha, acredito que seja o amor deles por poker dice. Nós amamos jogar poker dice. Digo, agora, eu costumo dizer “nós”, mas, quando me juntei à banda, eles ficavam loucos por causa de um monte de dados por horas a fio. É só um jogo de dados. Bom, todos tem apelidos e desafiamos uns aos outros enquanto jogamos. Definitivamente, somos estranhos.

    Floor: Foi bom?

    Ω

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  • Nightwish: turnê brasileira

    Nightwish: turnê brasileira

    Ω

    HOTSITE DYNAMOFLYER-BRASIL

    23 de setembro de 2015  | Fortaleza – Ceará

    Phoenix Produções/Produções 4U | Ingressos

    Pista: R$160,00 | Meia: R$80,00
    Frontstage: R$320,00 | Meia: R$160,00
    Camarote Preço único: R$320,00

    Promocional

     Pista – Combo Nightwish & Tarja Turunen: R$140,00
    Frontstage – Combo Nightwish & Tarja Turunen: R$280,00
    Camarote – Combo Nightwish & Tarja Turunen: R$500,00

    Festival:

    25 de setembro de 2015 |  Rio de Janeiro

    Rock in Rio – sold out

    26 de setembro de 2015 | São Paulo

    Eric de Haas – DYNAMO |  HSBC Brasil

    Camarote: R$300,00 | Meia: R$150,00
    Frisas: R$280,00 | Meia R$140,00
    Cadeira Alta: R$240,00 | Meia: R$120,00
    Pista VIP: R$380,00 | Meia: R$190,00
    Pista 1ºLote: R$200,00 | Meia: R$100,00

    27 de setembro de 2015 | Curitiba

    Overload | Ingressos 

    Pista
    Meia-entrada: R$120,00 + taxa R$6,00 = R$126,00
    Inteira: R$240,00 + taxa R$6,00 = R$246,00

    Área VIP – Borda do Violão
    Meia-entrada: R$140,00 + taxa R$6,00 = R$146,00
    Inteira: R$280,00 + taxa R$6,00 = R$286,00

    Área VIP – Frente ao Palco
    Meia-entrada: R$170,00 + taxa R$6,00 = R$176,00
    Inteira: R$340,00 + taxa R$6,00 = R$346,00

    Camarote:
    Meia-entrada: R$190,00 + taxa R$6,00 = R$196,00
    Inteira: R$380,00 + taxa R$6,00 = R$386,00

    Mesa:
    Meia-entrada: R$190,00 + taxa R$6,00 = R$196,00
    Inteira: R$380,00 + taxa R$6,00 = R$386,00

    29 de setembro de 2015 | Porto Alegre

    Abstratti Produtora – Evento Ingressos

    Pista Inteira: R$240,00 | Meia-entrada R$120,00
    Promocional R$140,00 (limitado)
    HotPass: R$ 40,00

    Ω

    CLIQUE e Participe!

    PROMO-SÃO PAULO11060451_980007088708699_897926110669363526_n

    www.floorjansen.com | dynamoprod.com.br | www.nightwish.com

    Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen
  • Bravewords: Floor Jansen

    Bravewords: Floor Jansen

    via BraveWords | tradução Head up High, my dear!

    NightwishFloorLive515Image

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    Eu estava em boas mãos.” A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, estava à vontade enquanto discutia o novo álbum Endless Forms Most Beautiful. O álbum recebeu boa colocação nos charts e um sucesso crítico, e os mestres do Metal Sinfônico estão curtindo uma turnê na América do Norte com numerosos shows esgotados. Era um processo de adaptação para Floor estar envolvida num álbum no qual ela não teve oportunidades para co-escrever, mas ela sabia que não havia nada para se preocupar com as qualidades  das composições o líder Tuomas Holopainen.  Jansen não somente pôde levar as canções e cantá-las muito bem, como também colocou seu próprio molde nas palavras e as trouxe à vida.

    Meu toque criativo foi traduzir uma melodia de piano em uma melodia vocal completa e contar a história e decidir entre os tipos diferentes de vocal.” Jansen explica. “Eu não senti como se estivesse apenas cantando, o toque criativo foi necessário para fazer disso algo meu também.”

    Jansen também não teve nenhum problema com o conteúdo lírico do álbum e também não encontrou problema algum com as músicas mais antigas. Ela explica que, ainda que ela não possa não ter entendido literalmente o que o chefe compositor Holopainen quizesse dizer quando ele escreveu uma certa canção, isso ajuda a aplicar  experiência pessoal. “Para poder sentir e contar e contectar algo seu à isso e foi algo bem fácil para eu fazer“, ela acrescenta.

    O Nightwish é conhecido pelo seu lado suave e por entregar alguns músicas num estilo mais pop. Isso foi uma grande adaptação para a cantora holandesa porque ela estava acostumada a trazer o calor com vocais pesados e trazer alguns guturais aos poucos para acompanhar a música pesada. Uma das mais alegres e saltitantes canções no Endless Forms Most Beautiful, é My Walden e essa foi a canção mais difícil para Jansen absorver.

    Eu não estou acostumada à canções mais pop e felizes”, ela explica, “My Walden, por exemplo, foi algo que eu realmente não senti, especialmente no refrão, é tão feliz.  Eu pensei: Como eu faço isso?

    Cover

    Canções antigas, como Nemo e Amaranth também foram difíceis de absorver mas Jansen estava preparada para o desafio e trouxe para o seu lado mais leve para conseguir fazer um bom trabalho nessas  favoritas. “Estas foram as canções que foram mais difíceis para traduzir e eu fiquei feliz pois nesta turnê nós realmente tiramos um tempo para ensaiar as canções, pois posso ouvir como eu as canto e eu posso fazer isso ou aquilo melhor.” Ela diz.

    Algo de que Jansen pode se apropriar é a história da banda já que é evidente que ela tem um grande respeito e grande animação para um conto antigo do Nightwish, Stargazers colocando-o no setlist da turnê atual. Jansen, entretanto, é totalmente contra a idéia da possibilidade de fazer um álbum com canções regravadas.

    Jansen  diz: “É ótimo ter tido isso no passado e é ótimo cantar as canções antigas ao vivo, mas eu estou presente aqui e agora, e acho que regravá-las não as faria soar melhor em nada.

    Nightwish sempre teve e vestiu a tag Metal Sinfônico sem o banda de vocal feminino atrelado à ela. Jansen recentemente expressou sua opinião quanto à esta tag ainda descrevendo bandas de Heavy Metal. Fazendo uma viagem na máquina do tempo, está claro que este rótulo fazia sentido nos anos 80, quando Doro Pesch estava à frente do Warlock e era uma novidade na época.  Jansen  não se ressabia ao discutir o tópico.

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    O rótulo Banda de Vocal Feminino não é o único tópico sobre o qual Jansen possui fortes opiniões. Nessa Era da mídia social, onde todos têm voz, parece que os fãs da indústria musical são mais críticos para com o artista do que apoiam numa banda como o Nightwish que sempre teve tantas manchetes e tem um certo segmento de fãs que apreciam a época da vocalista original, Tarja Turunen. Há comentários que podem ser diretamente maldosos.

    Todos têm o direito do discurso livre e a Internet é uma grande plataforma para isso.” Jansen diz. “Mas as pessoas precisam pensar duas vezes antes de, de fato, digitar alguma coisa, pois uma certa emoção que vem à mente pode ser muito cruel e artistas podem de fato ler isso e realmente sentir às palavras entrando. Se você é, de fato, tão rude e cruel assim, isso não é algo que eu veja em situações no dia-a-dia, onde eu conheço pessoas que são amigáveis. Elas não gritam na sua cara que você é uma vadia, uma cadela, ou que sua roupa é feia, ou que você é muito gorda. Se você tem uma boca muito grande na segurança de sua própria casa então isso pode ser talvez um pouco … bem, você sabe.”

    Com Jansen numa posição mais exigente e a maneira como seu mundo mudou desde que se tornou a terceira vocalista do Nightwish em 2013, sua outra banda, sua própria banda, ReVamp, teve que ser posta de lado depois de terminar uma turnê do seu segundo álbum, Wild Card, lançado em agosto de 2013.  Devido a estar trabalhando e estando na estrada durante os últimos dois anos e se recuperando de um Burnout logo antes de entrar no Nightwish, Jansen não se vê querendo se jogar de volta ao estúdio depois do fim da turnê de Endless Forms Most Beautiful.

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    Eu não tenho tido férias, tenho trabalhado sem parar.” Diz Jansen. “Eu não consigo me imaginar, ao final desta turnê, querendo voltar correndo pro estúdio ou para o ônibus da turnê, mas pode ser que eu queira, eu realmente não sei.

    Isso, entretando, não muda o fato de que Jansen está satisfeita com seu trabalho no ReVamp, mas agora a banda está em hiatus com o futuro incerto. “Estou super feliz e orgulhosa com o que fizemos com estes dois álbuns e grata pelo apoio que tive com isso mas honestamente não posso dizer sim ou não“.

    Eu espero que eles façam algo com seu tempo e não sentem e esperem por mim, então acho que em uns dois anos veremos como todo mundo está e como estão se sentindo.” Ela encerra.

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    Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen
  • Pretty Attitude: Floor Jansen

    Pretty Attitude: Floor Jansen

    Metal Muse: Floor Jansen do Nightwish

    Fonte: Pretty-Attitude | Tradução: Head up High

    As outras fotos poderão ser encontradas AQUI
    Se há apenas uma palavra para descrever Floor Jansen do Nightwish: Badass! A musicista holandesa não é somente uma cantora fenomenal, mas também uma incrível compositora e professora de canto.
    A bela vocalista de 33 anos de idade tinha feito seu nome no mundo do metal em seus dias no After Forever e seu trabalho solo no ReVamp, quando ela recebeu um telefonema em setembro de 2012 pela banda finlandesa de Metal Sinfônico Nightwish. Perguntaramlhe se poderia substituir a vocalista Anette Olzon em sua atual turnê da América do Norte. Algumas horas mais tarde Floor  estava no avião para seu primeiro show do Nightwish em Seattle. Ela teve dois dias para aprender todas as músicas; a turnê foi concluída com êxito e foi convidada a integrar oficialmente a banda em 2013.

    A artista holandesa está tão empenhada em seu novo trabalho que mudou-se paraFinlândia no ano passado, onde o Nightwish gravou seu álbum mais recente Endless Forms Most Beautiful.

    Ficamos felizes quando Floor tirou algum tempo em sua ocupada agenda de gravação no outono, sendo então fotografada para algumas peças do Pretty Attitude, junto com nossa querida amiga e talentosa fotógrafa Andrea Becker. 
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  • ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    
    

    Via The Institute | Tradução: Head up High, my dear!

    Floor Jansen foi recentemente entrevistada pelo  Instituto de Londres . Segue abaixo as perguntas e respostas, e mais abaixo, o vídeo de sua entrevista. 😉

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    1. Quais bandas ou artistas tem sido sua maior influência?
    Floor: Sempre achei muito difícil responder a esta pergunta porque há tantas pessoas e basicamente tudo o que eu ouço se torna um pouco de influência para mim. Mas alguns momentos chave, há um tempo atrás, foram “The Gathering” com a Anneke van Giesbergen, ouvir sua voz, aquele tipo de vocal numa banda de metal foi tipo… yeah! Eu quero isso também. Eu sempre fui uma grande admiradora de Skunk Nancy , muitos vocais bons em músicas pesadas, coisas bem escritas e um bom som. E,sabe, no metal não há muitas bandas com vocal feminino que me faziam ficar tipo, “WOW”, mas de fato o Nightwish, quando começou na mesma época em que eu estava me tornando um pouco mais profissional também foi um tipo de inspiração.

    2. Você tem algum ritual pré-show para que a sua voz esteja preparada?
    Floor: Sim, tenho. Com certeza tenho meus rituais e geralmente eu começo a cantar antes do show com a checagem de som. Eu geralmente tiro algum tempo para aquecer minhas cordas vocais e estar preparada para cantar, basicamente, porque se fica fazendo outras coisas e eu quero ficar preparada para ter certeza de que a voz não estará tensa em momento nenhum, nem mesmo na checagem de som e, antes do show, eu realmente gosto da minha hora na qual eu sento com minha maquiagem e minhas roupas e tiro um tempo para colocar tudo no lugar e liberar um pouquinho do stress de pensar “Ah, merda, estou em cima da hora” e ter minha adrenalina liberada e a última injeção de adrenalina vem quando a música de abertura começa e tudo isso me deixa preparada para o show!

    3. Quais foram os maiores desafios de sua carreira?
    Floor: Acho que me tornar a vocalista do Nightwish foi meu maior desafio e, também, da maneira como isso aconteceu tão em cima da hora. Aquele foi “O momento” na minha carreira para de alguma forma provar que, sim, eu posso fazer isso. De todas as coisas para as quais eu venho estudado, trabalhado, vivido em direção a este momento sem sequer saber se ele viria e se viesse, de que maneira, eu acho que pra mim foi este momento e, acho que o show ao vivo que fizemos no Wacken Open Air e gravamos um CD e DVD ao vivo na frente de 80.000 pessoas, aquilo foi algo massivo de fazer e também, vocalmente, você realmente quer arrebentar. Você quer ouvir a este álbum daqui a dez anos e pensar “Sim, eu arrebentei” e “Nós fizemos”. Nesse momento eu acho que penso assim e, tomara que em dez anos também. (risos)

    4. Qual tem sido o ponto mais alto de sua carreira até agora?
    Floor: Acho que este mesmo show, Wacken Open Air foi o ponto alto, junto com o processo de fazer funcionar com o Nightwish no geral, e esta também seria o minha ambição para o resto dos meus anos como uma musicista bem sucedida e feliz… Sim, e manter o equilibrio com o Nightwish e continuar fazendo músicas lindas.

    5. Qual conselho você daria para as pessoas que estão começando agora na indústria?
    Floor: Bem, não é um negócio fácil, realmente não é. E você não pode simplesmente estagnar e pensar: “ Eu consegui”, pois há muitas coisas sempre a serem feitas, desafios para serem aceitos e lições a serem aprendidas. Então é bom ter a atitude certa desde o ínicio. Ter um bom network, especialmente numa escola. Se você começa com um network implícito, você vai acabar chamando seus antigos alunos em 10 anos também e é bom mantê-los, sabe, por perto e ser leal a si mesmo e reconhecer seus limites, aprender onde eles estão e não ultrapassá-los e continuar amando a música , pois a indústria em si, não é bonita, mas a música é o melhor de tudo e sempre será, então mantenha o foco nisso.

    Entrevista em vídeo

     

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  • Nightwish: DVD

    Nightwish: DVD

    Fonte: Blabbermouth | Tradução: Diego Muniz - Head up High

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    O show de Vancouver será filmado para lançamento de DVD

    Metaltitans e The Invisible Orange anunciaram que o show do Nightwish em Vancouver, British Columbia em 25 de abril no “The OrpheumOrpheum4-1será filmado para um futuro lançamento em DVD.

    Nightwish está, atualmente, na estrada na América do Norte com os convidados especiais SABATON, uma banda de metal Sueca que nos dá uma lição de história nas suas músicas sobre guerra e batalhas históricas e os metaleiros de vocal feminino holandeses DELAIN.

    O Pacote VIP para o show em Vancouver -que está esgotado- inclui Meet & Greet com a banda, pôster autografado, programa do show e um assento na seção da orquestra (chão).

    O novo álbum do NIGHTWISH, “Endless Forms Most Beautiful”, foi lançado em 27 de março na Europa e em 31 de Março nos Estados Unidos, pela Nuclear Blast.

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    O single de 4 músicas “Élan”, que chegou em 13 de Fevereiro, contém a versão do álbum da faixa-título, uma versão para as rádios bem como a faixa bônus não contida no álbum “Sagan”.
    A arte da capa de “Endless Forms Most Beaufitul” foi criada pelo colaborador de longa data ToxicAngel. O famoso biólogo evolucionário e ateísta escritor Richard Dawkins aparece como uma participação especial.
    O baterista de longa data Jukka Nevelainen se afastou nas sessões de gravações devido a problemas de saúde. Desde então, ele foi substituído por Kai Hahto (WINTERSUN, SWALLOW THE SUN, TREES OF ETERNITY).

    A cantora Floor Jansen, que se juntou à banda oficialmente em 2013, teve sua estreia ao vivo como vocalista da banda em 1º de outubro de 2012 na Showbox Sodo, em Seattle, Washington.

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  • Blabbermouth: Floor Jansen

    Blabbermouth: Floor Jansen

    Fonte:  Blabbermouth  | Tradução: Diego Muniz - Head up High

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    Floor Jansen, da banda Nightwish: “Já era tempo das pessoas pararem de se referirem às bandas como “Bandas com vocal feminino.

    O apresentador da Metal Nation radio, também editor chefe Owais “Vitek” Nabi recentemente conduziu uma entrevista com a cantora do Nightwish, Floor Jansen. Você pode ouvir a conversa no vídeo do youtube abaixo.

    Questionada acerca de sua opinião sobre bandas como Nightwish serem atiradas à categoria de “Metal sinfônico com vocal feminino”, Floor diz: “Agora já há o “Metal sinfônico” por trás do nome, o que já restringe, já fala um pouco mais sobre que tipo de música realmente é.”
    Ela continua: “Às vezes parece que há todo um gênero chamado “Metal com vocal feminino”.’Oh, então você está numa banda com vocal feminino” ‘Ah, sim, estou?“O que isso quer dizer? Porque até então Revamp (Trabalho paralelo da Floor) é uma banda de vocal feminino e também assim é o Nightwish. Mas estas bandas não soam similar, de forma alguma. Arch Enemy é uma banda de metal com vocal feminino, mas o Delain também é. Elas não soam parecido em nada. A única coisa que ambas têm em comum é serem bandas de metal, mas o estilo por dentro do metal é tão monumentalmente diferente que não diz muito o fato de ter uma garota cantando ou não. Então isso não é tão importante. Ainda mais, para enfatizar a diferença sexual entre homem e mulher, acho que já ultrapassamos isso.

    Jansen acrescentou: Não é tão surpreendente que há mais mulheres em bandas de metal. E elas não estão apenas cantando à frente das bandas. Há bateristas, guitarristas, baixistas…Então…eu diria, passe por cima disso e simplesmente chame de “Metal sinfônico”. Não importa, realmente, quem está cantando.

     Ouça a entrevista no vídeo abaixo:

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