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  • Metal Talks com o Spotify

    Metal Talks com o Spotify

    No Metal Talks (Spotify) da vez, a Floor falou bastante sobre o novo álbum, o Human. :||. Nature., mas também sobre sua história com o Nightwish. O Head up High traduziu para vocês, confere aí!


    Muita calma nessa hora, a postagem será atualizada diariamente

    Image may contain: 6 people, people sitting, text that says 'Metal Talks Nightwish'

    Ω

    Introdução (ouça aqui)

    Olá, aqui é a Floor Jansen, da banda Nightwish, e vocês estão ouvindo o Metal Talks no Spotify!

    Human & Nature (ouça aqui)

    Muito bem, então nós acabamos de lançar o álbum novo Human Nature, foram 5 anos desde o lançamento do nosso último álbum de estúdio que é chamado Endless Forms Most Beautiful… Depois do lançamento do nosso último álbum, claro, fizemos uma turnê mundial extensa então tiramos um ano inteiro de folga, sem banda, sem escrever, sem estúdios, sem nada sobre o Nightwish, algo que foi pedido por alguns membros que estavam na banda desde o início, o que foi uma jornada de 20 anos sem pausa para eles; então não é estranho querer um pouco de tempo para respirar… E isso deu uma chance para todo mundo na banda de ir atrás de seus projetos musicais e disso nasceu Auri, o projeto musical de ambos Tuomas e Troy do Nightwish, e isso me deu uma chance de lançar Northward… Sim, todos da banda se mantiveram ativos de seu próprio jeito. E depois daquele ano, nós… ao invés de fazer um novo álbum, nós decidimos fazer um “de volta ao tempo” porque nós estávamos celebrando os 20 anos de existência e começamos a fazer uma turnê mundial, a Decades Tour, onde tocamos canções de toda a nossa história – isso resultou num CD ao vivo e um DVD… Mas já era tempo de voltar ao estúdio e Tuomas Holopainen já estava escrevendo… Pelo curso de 2019 essas canções estavam finalizadas, demos, e para nós da banda para escutar e fazermos a nossa própria interpretação, para ensaiarmos juntos e transforma-las numa versão Nightwish, um álbum do Nightwish que agora está finalmente para todos.
    O álbum se chama Human Nature, e há alguns símbolos engraçados que são interpretados como “ferramenta” que seria a parte “Human” e a outra “natureza”, mas há mais para diferenciar as duas palavras e você ainda pode combina-las, ambas são sobre humanos, ambas são sobre natureza, e ambos são sobre a natureza humana. O álbum na verdade é dividido em duas partes, há 9 musicas no primeiro álbum que são todas tocadas pela banda toda, o que soa como nós obviamente, mas há um segundo álbum onde a banda não está tocando e é uma pura e doce sinfonia divida em 8 partes e tem mais de 30 minutos; então há duas coisas musicas acontecendo e você pode dizer que as duas primeiras canções são mais relacionadas aos assuntos “humanos” em toda a sua gloria e sua diversidade, histórias da nossa humanidade e a nossa natureza humana, enquanto a segunda parte “All the Works” é sobre a natureza, você pode fechar seus olhos e imaginar você no meio da floresta ou então encarando o oceano e o tópico “natureza” volta aos holofotes mas eu escutei questionamentos de outras pessoas: “isso é por conta da mudança de temperatura ou a crise ambiental e todas as coisas relacionadas a isso” – não é sobre isso, de verdade, é sobre ver a parte positiva das coisas, onde nós vemos a beleza nas coisas que podemos fazer como humanos, as coisas que conquistamos, coisas que não podem ser esquecidas e não devem ser subestimadas quando você olha para todas as partes negativas que nós fazemos, e que nós constantemente continuamos a fazer mas nós ainda vivemos no período mais seguro e fantástico da história humana, no aqui e no agora, onde a natureza é grandemente afetada por nós, mas nós ainda somos parte dela, e parece que  ainda nós nos enxergamos como seres distantes da natureza – Humanos e Natureza – mas nós ainda somos parte disso: 98% do nosso DNA compartilha as mesmas características com o DNA de um chimpanzé e 40% de uma simples banana, então como podemos esquecer que nós fazemos parte do mundo natural? Porque nós somos. E é a partir dessa perspectiva há uma esperança real, e uma beleza nisso. Bem, nós lançamos o nosso primeiro single no qual nós fizemos um clipe muito especial chamado “Noise” e essa é a parte da natureza humana onde falamos sobre – talvez não a parte mais positiva da natureza humana e a nossa tendência de ficar completamente viciado em algumas coisas como smartphones e redes sociais e uma forma falsa e artificial da vida real – e no vídeo nós falamos sobre isso e você pode ver bem no final um céu azul lindo e o nascimento de um dia, você vê o mundo real, o que significa que ele ainda existe – ele esta lá para que nós podemos fazer parte dele mais uma vez… Bem, eu adoraria tocar essa música como uma introdução à esse álbum.

    A Summer at the Boy Scouts Camp (ouça aqui)

    Quando nós escrevemos musica, e eu digo “nós” mas na verdade é Tuomas Holopainen que é o nosso mentor, ele também vem com todos os tópicos líricos, e o texto e as letras mais as musicas… E seria uma coisa estranha se alguém da nossa banda se sentisse desconfortável com o tópico das letras por exemplo mas nós não.. nós sempre concordamos nesses assuntos, nós compartilhamos dos mesmos interesses e definitivamente um amor pela natureza e o mundo natural e sim, não é a nossa intenção ensinar as pessoas algo coisa, nós não temos uma posição militante e política, nós não forçamos a nossa opinião, mas nós gostamos de criar algo que faça as pessoas a pensar e a sentir… Mas há o incrível mundo subjetivo da interpretação onde todos nós sentimos coisas diferentes, há espaço na musica e nas letras para você interpretar do jeito que você faria, porque você é diferente e eu sou diferente, então nós criamos emoções, nós criamos um caminho para que você poder escolher a sua interpretação. O processo de estúdio para o Human Nature foi similar ao processo do Endless Forms Most Beautiful, o nosso ultimo álbum. Tuomas Holopainen escreve as letras e a música; uma vez que ele sente que terminou ele faz uma demo e aí chega a parte mais assustadora, como ele costuma dizer, onde ele envia para nós, onde tudo deixa a segurança de sua cabeça basicamente – algo que é muito empolgante para nós membros da banda, nós ensaiamos em casa, eu pessoalmente estudo as melodias e as letras com o Tuomas porque eu preciso entender como que a métrica funciona da melodia e da letra, e a partir daí é internalizando e memorizando e então nós ensaiamos juntos. Nós fizemos isso como nós já tínhamos feito, num acampamento de verão dos escoteiros na Finlandia, realmente um lugar no meio do nada, onde nós construímos um lugar para ensaio e logo depois um estúdio em uma das suas estruturas principais… Nós basicamente acampamos nos outros prédios e nas outras áreas – é construído no meio da floresta perto de um lago lindo… Claro, estamos na finlandia, então há uma grande sauna que nós podemos entrar, há um lugar uma fogueira onde nós podemos grelhar nossos vegetais e linguiças [risos] toda a tarde. Nós sentamos lá e escutamos música e nós falamos sobre música, sobre as coisas que amamos, e é um ótimo lugar para se estar, até a possibilidade de compartilhar os prédios do acampamento com nossos amigos e família… Nós separamos um tempo para podermos tocar as canções juntos e assim que a bateria começa a tocar, tudo começa a mudar, então o baixo, a guitarra, os vocais, tudo… Nós agora temos tocado juntos por tempo o suficiente para sabermos como fazer a progressão das musicas sem precisar falar e é algo incrível de ver acontecer… Uma coisa muito legal que eu gostaria de mencionar sobre esse álbum é que as harmonias vocais que estão em todos os refrões, porque bem, não é novidade que nós temos vocais harmonizados, mas o que é novidade é que todos são cantados por Troy, Marco e eu. Então há canções no álbum, a maioria são cantadas por mim com o Troy e Marco fazendo as harmonias, mas há canções como Harvest onde Troy é o vocalista principal e nós fazemos as harmonias e porque é uma canção com um sentimento diferente, uma canção bem folk, as harmonias são feitas de uma forma diferente do que por exemplo a faixa Endlessness que é cantada por Marco, onde nos refrões e nos versos é necessário um approach diferente, não é apenas copiar e colar o fato de que nós três cantamos mas o tipo de harmonias é realmente adaptada ao tipo da musica, então nós normalmente ensaiamos com a banda na nossa sala de ensaio, então nós vamos à fogueira com uma guitarra e um pequeno piano onde nós treinamos essas harmonias, o que é algo incrível de fazer. A partir disso, a bateria foi gravada no Petrix Studios na Finlândia, diferente do ultimo álbum porque nós gravamos a bateria no nosso acampamento de verão, o que foi um desafio acústico e por isso nós resolvemos gravar as baterias deste álbum num estúdio, porque há muito mais percussão do estilo tribal, há mais coisas extras que realmente levaram nosso baterista Kai Kahto ao máximo… E basicamente todos os instrumentos foram gravados lá, os vocais também, então nós ficamos nesse acampamento por mais ou menos três meses onde nós tivemos um verão maravilhoso, nós adicionamos o coral e nós tivemos um quarteto de cordas no álbum com uma banda que foi gravado em Londres – e diferente dos outros álbuns, não há uma orquestra na parte da banda. Então isso nos dá bastante espaço para fazermos as coisas nós mesmos, você pode não notar mas é uma enorme diferença comparada aos álbuns anteriores. E então claro, há a ultima parte do álbum onde todos os instrumentos da orquestra tomam conta e é uma peça completamente orquestrada que também foi gravada em Londres… De lá houveram mais alguns detalhes a mais, alguns vocais extras que eu fiz em casa para adicionar e de lá foi mixado e masterizado na Finlandia… Foi um trabalho bem grande para juntar mas nós sempre trabalhamos com as mesmas pessoas, o Time de Ouro, e lá estava: Human Nature.

    How Are You Doing? (ouça aqui)

    Bem, “How’s the Heart?” é literalmente perguntar para alguém como que ela está se sentindo, empatia, a beleza de se importar por alguém, mostrar que você se importa e a parte extremamente poderosa disso… Num tempo onde as pessoas podem se sentir completamente isoladas socialmente, num tempo onde tudo é rápido, num tempo onde tudo deveria ser bem – se você olha nas redes sociais todos estão se sentindo muito bem o tempo todo, tudo é simplesmente é tão ótimo o tempo tudo, realmente, super ótimo – o que claro não é um reflexo do mundo real… Então há uma beleza em simplesmente perguntar como alguém está de um ponto de vista genuíno é lindo! E há até uma citação pessoal na letra que Tuomas escreveu sobre mim ou para mim, porque as letras são interpretáveis; as pessoas escutam elas de formas diferentes – todos escutam música com a sua própria bagagem emocional e formam sua própria interpretação, mas no segundo verso para mim é muito pessoal onde ele escreve “We met where the cliffs greet the sea” onde ele se refere à mim conhecendo ao amor da minha vida e toda essa parte é sobre isso e ela até continua para “Now there’s one that came from me” que é sobre a minha filha, “A child of love, another tale” e assim que ele me contou sobre isso, eu fiquei realmente emocionada e estou quase chorando só de falar sobre isso porque é simplesmente tão lindo e tão sincero que deve transparecer quando eu canto essas palavras e sim, “How’s the heart” é uma canção especial.

    Lyric Interpretations
    Vocal Challenges
    HIgh School Musical
    A Whole New Scne Emerging
    The Art of Singing
    Uncompromised Metal
    Is This For Real?
    What a World Tour is Like
    Thanks You For Listening

  • Turnê Solo ♡

    Turnê Solo ♡

    Musicalmente falando, os humilhados foram exaltados, hue.

    Não sei vocês, mas por aqui, as lágrimas foram reais, sejam elas nas músicas do After Forever, como nas músicas do ReVamp. Ela, com todo esse reconhecimento e revivendo momentos que jamais serão esquecidos, e nós, fãs tendo a chance de reviver cada um deles :’)

    Recentemente, nossa Floor Jansen deu início à sua primeira turnê solo. Com ingressos esgotados em menos de 24 horas. O primeiro show ocorreu no dia 23 de janeiro, no Doornroosje, em Nijmegen, lá na Holanda (crying in digital deceit language). Embora ela tenha cantado músicas bem conhecidas do Nightwish, (destaque para a nostalgia de Slow, Love, Slow) tivemos o privilégio (vocês, né?) de revivermos anos de ouro, com músicas do After Forever (O que foi Strong, minha gente? E Face Your Demons?) e ReVamp (lágrimas de sangue!), mas também tivemos o bônus de Northward, e diversas músicas do Beste Zangers, programa holandês, do qual, FINALMENTE deu a ela o merecido reconhecimento. Sua apresentação conta com a participação do Henk Poort, do qual tivemos uma explosão musical ao vê-los cantando The Phantom of the Opera e em Sweet Curse (ReVamp) , e contamos também, com a participação de sua irmã Irene Jansen, na música Wolf and Dog (ReVamp).


    Lembrando que o novo álbum do Nightwish, intitulado de “Human. .||. Nature.” será lançado no dia 10 de abril, e os teremos por aqui em maio (amém?), em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos dias 9 e 10 e todos os ingressos estão disponíveis. (Informações sobre o M&G serão divulgadas em breve). E o primeiro single, intitulado “Noise”, no dia 7 de fevereiro.


    MAS FOCO NESSA FUCKING TURNÊ

    O amor é forte, e o choro é mais do que livre. COME TO BRAZIL, FLOORGASM!

    Abaixo, alguns vídeos (amada, make a dvd, pfvr, nunca te pedimos nada!)


    Strong – After Forever (se você não se emocionou, você é um monstro!)

    Wolf and Dog feat Irene Jansen – ReVamp

    The Phantom of the Opera feat Henk Poort

    Storm In A Glass – Northward

    Slow, Love, Slow – Nightwish

    Shallow – Lady Gaga


    Turnê Solo

     23.01: Nijmegen, Netherlands
    24.01:Groningen, Netherlands
    26.01:Heerlen, Netherlands
    28.01: Amsterdam, Netherlands
    29.01: Utrecht, Netherlands
    30.01: Tilburg, Netherlands
    31.01: Tilburg, Netherlands

    01.02: Den Haag, Netherlands

    04.03: Amsterdam, Netherlands

    22.05: Rotterdam, Netherlands
    23.05: Rotterdam, Netherlands

    16.06: Amsterdam, Netherlands

  • Entrevista: Andre Borgman

    Entrevista: Andre Borgman

    Demorou, mas saiu. Muito obrigada, Andre!

    Ω

    1. Demorou um pouco, mas aqui estamos nós. Nos diga um pouquinho sobre Andre Borgman!
    Andre: Sim, considerando que k último show do After Forever foi em 7 de dezembro de 2007… Sim… Nossa, como o tempo passa rápido.
    Meu nome é Andre Borgman, nascido em 13 de setembro de 1978. Criado pelos melhores pais que eu poderia ter desejado. Meu pai e minha mãe apoiaram meu interesse pela música desde o início. Meu pai me comprou uma bateria aos 10 anos só porque eu pedi, e ele foi o manager da minha primeira banda, e nos ajudou a tocar em muitos shows pela Holanda, Alemanha e Bélgica. Minha mãe foi a minha maior fã, amava e ainda ama tudo o que eu faço sobre música. Uma curiosidade sobre eles: meu pai ama Pantera e minha mãe uma fanzona do Ozzy. Ah cara, tantas histórias para contar! Juntos, eu e minha mãe, fomos a um show do Black Sabbath e ela desmaiou na frente do palco bem quando eu fui pegar umas bebidas. Alguém me disse o que aconteceu e eu fui buscar a minha mãe no backstage, que estava com o segurança. A primeira coisa que eu disse foi: Mãe, você está fazendo isso só pra poder entrar no backstage, não é???… Hahahahah, nós rimos muito. A história sobre meu pai foi quando ele estava cuidando da minha banda quando eu tinha 15 anos. Durante um show, nos fizemos um grande moshpit, e do nada, por trás da bateria, eu vi uma pessoa surfando na plateia… Eu pensei “isso aqui tá ficando ótimo”. Uma festa enorme, então eu vi quem é que estava surfando na plateia: meu pai. Hahahahah. Nós rimos tanto! Aquilo foi simplesmente incrível. Apenas 2 exemplos de como tudo começou. E tantos outros pra contar. Você ficaria entediado AHHAHA… Agora, eu estou muito tranquilo e feliz com como as coisas estão, eu escolhi ter uma grande pausa de tocar baterias e agora toco só em uma banda como guitarrista, que foi o instrumento que eu comecei. Eu trabalho no zoológico perto da minha casa e eu tenho o melhor e mais recompensador que eu poderia imaginar… E não, eu não alimento os animais, nós somos responsáveis por engajar os visitantes e cuidar dos animais para que eles tenham uma vida agradável e feliz, assim por dizer.

    2. Depois de tantos anos vocês trabalharam juntos de novo. Nós ficamos muito felizes, além do sentimento de nostalgia. Como foi, trabalhar com a Floor novamente?
    Andre: Se você estiver (e você está 😉 ) se referindo ao projeto Northward, foi pouco depois do fim do After Forever, como vocês devem saber agora, imagino. Mas trabalhar com a Floor e nesse caso com o John Viggo foi ótimo e uma coisa que eu me arrependo foi não ter participado do processo de escrita, e se eu me lembro corretamente, seria gravado em 2010. Era chamado de Floor-Inc, na época.

    3. Jorn disse em uma entrevista que o final de “Let me Out” ficou bem diferente de como era pensado no início, apesar da estrutura ter permanecido a mesma. Qual foi a sua reação quando você escutou a versão final? Você aprovou o desenvolvimento da canção?
    Andre: Bem, o tempo é mais rápido e Jorn mudou o riff que abre a música. O resto é exatamente o que eu apresentei, eu posso te mostrar uma gravação que eu fiz em 2006, bem antes da gravação final. Acho que houve a mudança por causa dos royalties, talvez… Eu não me importo, está tudo bem.

    4. Como foi o processo de criação e desenvolvimento de “Let Me Out” antes de ser apresentado para Floor e Jorn?
    Andre: Foi baseada num riff de encerramento que eu escrevi em 98. Eu era um grande fã de Pantera e o resto apareceu depois, com o passar dos anos você escreve algumas coisas que do nada encaixa com as coisas antigas hahaha.

    5. Com o cronograma apertado do Nightwish, nós estamos cientes que uma turnê para o Northward seria algo muito distante – mas não impossível. Há alguma chance de você falar sobre isso?
    Andre: Não, eu não tenho certeza se farão uma tour. Se eles fizerem, eu duvido que eu participarei. Mas eu adoraria!

    6. Como que a sua paixão pela música começou e quais são suas maiores referências e influências?
    Andre: A primeira resposta já foi revelada. Desde muito jovem. Minha avó me deu um tipo de mini bateria quando eu era um bebê hahaha. (Posso mostrar fotos?). Quando eu tinha 6 anos um cara da minha rua tinha algumas guitarras no quarto dele. Acho que era de seu pai. Nós tocavamos 2 riffs na guitarra e eu quase criei um. Meu pai um dia veio pra casa com uma bateria que ele comprou numa loja de usados. Era claro que meu amigo que conseguia tocar dois riffs ficaria na guitarra e eu ficaria nas baterias. Eu ainda amo tocar os dos instrumentos. Minhas maiores influências na guitarra são claramente Zakk Wylde, Dimebag… Sobre as baterias, são Nick Menza, Randy Castillo, Tommy Aldridge a Vinnie Paul.

    7. Voltando ao passado: nós ainda mantemos o After Forever vivo na nossa vida, e imagino que você faça o mesmo, já que as vezes você posta algumas performances nas suas redes. Quais músicas são suas favoritas?
    Andre: Oef,….. Hm…. Se eu tivesse que escolher uma, seria Estranged.

    8. Você ainda se lembra do processo criativo do After Forever? E seu desenvolvimento pessoal e profissional, como músico e pessoa, e toda a experiência de estar numa banda. Como que era? O que mudou em você?
    Andre: Nada me mudou, realmente 🙂 o processo criativo foi diferente em cada álbum. Invisible Circles foi escrito tudo de uma vez em uma sala de ensaios. 2 ensaios por semana por alguns meses. O último álbum foi escrito principalmente pelo Joost e Sander no estúdio. Totalmente diferentes.

    9. O After Forever teve um término prematuro, de acordo com a Floor, ela acredita que o After Forever tinha muito mais a oferecer. Você concorda com isso? Ou a banda chegou ao fim no momento certo? Porque?
    Andre: Eu também acho que o After Forever tinha mais a oferecer mas depois da pausa que tiramos, todas as pessoas estavam em outras direções, e fazer com que todas voltem a ter a mesma direção não foi fácil, em muitas maneiras. Eu não quero entrar muito em detalhes mas era claro que alguns membros sairiam mesmo se tivéssemos continuado.

    10. Hoje nós sabemos que a Floor é uma artista engajada em muitos projetos. Você já considerou a possibilidade de uma reunião After Forever?
    Andre: Isso nunca irá acontecer…

    11. Se tratando sobre seu relacionamento com os outros membros do After Forever, uma possível reunião ou até um concerto nostálgico, ainda é algo que pode ser considerado um sonho de fã ou algo que pode acontecer num futuro distante?
    Andre: Se fôssemos fazer isso, todos os membros precisariam estar lá. Todos ou nada.

    12. Muitos anos passaram desde que você descobriu a bateria, participou de bandas, projetos e outros. Como você vê sua estabilidade, se tratando de conseguir viver de algo que você ama fazer? Quais são seus novos objetivos, projetos e desafios?
    Andre: Eu não sobrevivo fazendo música. Isso é muito difícil. Especialmente pra um baterista… Eu tenho um trabalho muito legal no zoológico que eu gosto muito! 🙂

    13. Supondo um possível evento de “drum clinic” ou outro evento específico para bateristas: Quem você convidaria para participar?
    Andre: Temo que todos os que eu chamaria já tenham morrido.

    14. Nós fãs sempre tentamos conhecer nossos ídolos. E você? Quem você gostaria de conhecer?
    Andre: Blackie Lawless, apesar dele parece ser um cara bem desagradável… HAHAHAH… Apenas uma foto juntos faria a minha coleção de coisas da WASP completa.

    15. Se você pudesse pedir alguma coisa aos fãs, o que seria?
    Andre: Eles já estão fazendo o que eu gostaria que eles fizessem: mantendo o espírito do After Forever vivo!!! Obrigado a todos, vocês estarão para sempre na minha memória!!!! Felicidades.

     

    Ω

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  • Nightwish retorna ao Brasil em maio de 2020!

    Nightwish retorna ao Brasil em maio de 2020!

    Que surpresa maravilhosa! O surto voltou!

    Em maio de 2020, Nightwish retorna ao sul, juntamente com o mais novo álbum que será lançado em breve. Os shows passarão por São Paulo, no Espaço das Américas, no dia 9 de maio e no Rio de Janeiro, lá no Vivo Rio, dia 10 de maio. O Chile também receberá a banda, em Santiago, no dia 5 de maio, e a Buenos Aires, na Argentina, no dia 7 de maio.

    Ingressos já disponíveis. Não deixem para a última hora!


    SÃO PAULO
    Local: ESPAÇO DAS AMÉRICAS
    Rua Tagipuru, 795
    Horário de Atendimento: (informações, em breve)
    Formas de pagamento: cartões de crédito e débito Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
    Abertura da casa: 18h30
    Show de abertura: Marko Hietala (horário em breve)
    Show do Nightwish: (horário em breve)
    Ingressos:
    Pista: R$ 190 (inteira, 1º lote)
    Pista Premium: R$ 290 (inteira, 1º lote)
    Mezanino: R$ 370 (inteira, 1º lote)
    Censura: Menores de 16 anos só com pais ou responsáveis.
    Ponto de venda: Bilheteria do Espaço das Américas.
    Venda online: www.ticket360.com.br a partir do dia 20 de agosto às 12h.
    Call-center: Ticket360: 11 2027 0777

    RIO DE JANEIRO
    Local: VIVO RIO
    Rua Infante Dom Henrique, 85.
    Horário de Atendimento: segunda a sábado: 12h às 21h e domingo e feriados: 12h às 20h.
    Formas de pagamento: dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners)
    Abertura da casa: 18h30
    Show de abertura: Marko Hietala às 19h15
    Show do Nightwish: 20h30
    Ingressos (MEDIANTE A ENTREGA DE 1KG DE ALIMENTO PARA INGRESSOS PROMOCIONAIS):
    Pista: R$ 140 (promocional e estudante)
    Pista Premium: R$ 190 (promocional e estudante)
    Camarote A: R$ 230 (promocional e estudante)
    Camarote B: R$ 190 (promocional e estudante)
    Frisa: R$ 150 (promocional e estudante)
    Balcão: R$ 190 (promocional e estudante)
    Pista: R$ 280
    Pista Premium: R$ 380
    Camarote A: R$ 460
    Camarote B: R$ 380
    Frisa: R$ 300
    Balcão: R$ 380
    Atenção: frisa, camarote e balcão nas mesas, os lugares são ocupados por ordem de chegada!

     

     

  • Interview: Jord Otto

    Interview: Jord Otto

    Recently Anneke van Giersbergen announced her new band, entitled of VUUR.
    Head up High‘ had the opportunity to interview the guitar player very known by us, Jord Otto.

    L’Oreal Paris: Because You’re Worth It! 😉

    Thank you, Jord!

     

    1461467_613717265342858_302837974_n1. Besides joining ‘The Blackest Grey’ and ‘My Propane’, what have you been doing during the past 2 years after the Wild Card tour ended?

    Jord: I didn’t join The Blackest Grey in these 2 years. It’s actually the first band I got in that became a bit more serious as we had a lot of shows compared to what I did before that. But we already exist in this formation from 2006. We just never released an album as it was more of a “hobby” band.  Now we’re trying to be mature and drink less beer during practice and actually record some new stuff 😉 What I’ve been doing: Mostly writing for the new My Propane album and just playing a lot of guitar as you can never be good enough! 🙂

    2. How were you invited to join VUUR?

    Jord: I got asked by Johan van Stratum if I was interested in playing with Anneke’s new band VUUR. And well… you can guess what my response was!

    13173336_10208146349489146_2650416933478047670_o 3. Vuur is formed by excellent musicians and, somehow, all of you have directly or indirectly worked together before. How is your relationship with the other band members? And have you ever worked with any of them before that?

    Jord: Hell yessss! I’m so glad I get to play music with every single one of the VUUR members. Next to the fact that they are all a bunch of sweet people the quality of musicianship is outstanding. We actually didn’t know each other that well. I once did a little ReVamp tour with Stream of Passion in Russia so I already knew Johan and Marcela. I have seen the others at gigs or on Facebook but didn’t know them in person. But once the first rehearsal kicked off I felt at home immediately.

    4. There are many female-fronted bands nowadays. What’s VUUR’s proposal so it can stand out in the current metal scene?

    Jord: We got Anneke AND Marcela. :p But hey fuck the “female-fronted” label right? Floor also had a grudge against it and I totally agree on that.

    You’ll just have to wait and listen once something gets out! 😉

    12998736_10153611194452894_8659112462937855031_n5. Besides VUUR, you are also part of ‘My Propane’ and play alongside Henk in ‘The Blackest Grey’. How do you see your growth and your evolution as a guitar player?
    Jord: Well I think my growth kinda lies in the fact that I am realizing that there’s so much more then my typical goto metal music. I listen to loadddddsss of different styles of music and try to get more inspiration out of that. It definitely reflects in my writing altough I keep things metal of course.

    6. How did the idea on The Blackest Grey come up? And what kind of inspiration was necessary to create the melody and lyrics for the song ‘Escapist’?

    Jord: Like I said before, it’s not really an idea of the present 🙂 Escapist is actually one of the first songs we wrote together. We just transformed it to fuck and re released it on our new album.

    14947729_1170012713044508_711419093329250201_n7. What can we musically expect from Vuur and what are your expectations for the future with it?

    Jord: The album is gonna be something else, something new, something beautiful yet heavy and bombastic at times. I think you’ll be pleased 😉 Expectations for the future… Loads of gigs, tours and fun!

    8. Since you are a known artist, it becomes inevitable for fans to come up, and, for some reason, bands to end or even some musicians to leave some their projects. How does it feel, for you, to continue in a totally different project and have the support from fans that you follow you from your past projects?

    Jord: It feels really good, obviously. It’s hard to earn a reasonable income in the music business and I have to keep working besides music. So all of my free time goes into writing music and playing. Getting some recognition and getting all your support just makes up for so much! It’s a bit of a cliché but without fans we can’t do it 😉

    So thank you all! 🙂

    15622649_1257478640978483_326487881659240469_n (1)9. Basically, all the bands and projects created by Anneke come to Brazil, so you’re probably coming over in a (not so) distant future. Do you remember something special from when you came here that you would like to tell your Brazilian fans? And we’re not talking about hair care (hahaha)

    Jord: How I wish to go there again! The crowd over there is just unbelievable and KICKS fucking ass! That was pretty damn special already. But next to that I just really need to drink caipirinhas again… :):):):)

    10. Apparently L’Oreal Paris has a new focus: men’s beard. Does your hair feel jealous for sharing its attention now? Hahaha

    Jord: It does get stuck in my beard sometimes but I like to believe it’s love, not jealousy.

    Português aqui


     Jord → Page | Instagram | Website

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    My Propane → Waves | The Blackest Grey → Escapist


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    Try-out: June, 9

    Venue: Neushoorn, Leeuwarden,  The Netherlands
    Tickets Event

     VUUR Brasil

    Members:

    Anneke Van Giersbergen – lead vocals
    Ed Warby – drums
    Johan Van Stratum – bass
    Ferry Duijsens – guitars
    Marcela Bovio – vocals
    Jord Otto – guitars


    Ω

    Official Ω BR: Your reference | Sua referência

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  • Concurso Cultural – Cards Oficiais

    Concurso Cultural – Cards Oficiais

    Gostaria de ganhar um Card Oficial disponibilizado pela Floor Jansen? Para participar, é simples: Seja criativo, atente-se as regras e boa sorte. Serão 3 cards, ou seja, 3 vencedores! Não deixe de participar, o resultado será divulgado no dia 31 de outubro. Lembrando que ao participar, você autoriza a utilização de sua criação no site e página (com os devidos créditos, é claro). Criações aceitas ATÉ o dia 27 de outubro. 

     

    Ω REGRAS:

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    • CRIE a nova capa da página (960 x 344)
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    Boa sorte a todos e Head up High, my dear!

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    Válido somente em território nacional
  • Ruben Wijga – Interview

    Ruben Wijga – Interview

    Muito obrigada, Ruben!

    1. Antes de tudo: O que as músicas Sweet Curse e Distorted Lullabies representam pra você? Existe algum tipo de relação entre as duas? E como você se sentiu tocando novamente I Lost Myself?

    Ruben Wijga: Ambas as músicas são baladas tocadas no piano. Mas, para mim, essa é a única ligação entre estas duas músicas. Antes de compormos “Distorted Lullabies”, já tínhamos a ideia de uma balada tocada no piano que tivesse uma espécie de “mudança brusca”. A “mudança brusca” acabou se tornando uma balada tocada no piano que, levemente, tornava-se uma música pesada e intensa.

    Tocar “I Lost Myself” ao vivo é sempre algo especial. É a única música do ReVamp em que os outros membros não participam. Então, há apenas os vocais e o piano. Toda vez que tocamos essa música, surge uma atmosfera única no palco, assim como entre o pessoal da plateia.

    2. Wild Card é um album concentual. Se comparado ao primeiro album, possui um peso bem maior. Como você ve o amadurecimento e a evolução do ReVamp, principalmente na sua participação nas mudanças tão visíveis em cada uma das músicas?
    Ruben Wijga: Todos nós queríamos que o segundo álbum fosse mais pesado do que primeiro. Antes de começarmos a compor, nóz fizemos um painel semântico com as músicas que gostávamos. Ao ouvir as músicas do painel, eu percebi que tinha de criar uma sonoridade “própria” para este álbum no que dizia respeito aos arranjos de teclado a fim de torná-lo único e interessante. Já que eu gosto muito de música eletrônica, decidi utilizar esse tipo de som e arranjos de sintetizador no “Wild Card”.

    3. Anos atrás, como foi o processo de integração ao ReVamp? Algo profissional, ou você já conhecia a Floor?
    Ruben Wijga: Eu não conhecia a Floor ou o pessoal da banda pessoalmente quanto entrei para o ReVamp, com a exceção do Jord. Eu o conheço desde o colegial. Nós dirigíamos juntos para os testes e, no caso, ambos conseguimos entrar.

    4. Quando você não está trabalhando com o ReVamp, quais são os tipos de projetos que você se dedica?
    Ruben Wijga: Atualmente, trabalho com Joost van den Broek com uma certa frequência. Ele é produtor de diversas bandas e projetos bacanas e, geralmente, não tem tempo de fazer tudo por conta própria. O meu trabalho é escrever as partituras musicais para os músicos que estão gravando baseado na préprodução do Joost.
    No ano passado, eu me juntei ao Christmas Metal Symphony. Neste ano, eu também farei algumas coisas nos bastidores, como a organização da orquestra.

    5. Além do teclado e violino, que outro tipo de instrumento você toca, ou agrade, ou tenha vontade de aprender?
    Ruben Wijga: Eu sei fazer algumas coisas simples no violão. 🙂 Antigamente, eu tocava baixo em alguns projetos. Até cheguei a tentar tocar baixo sem trastes por algum tempo.
    Eu gostaria de aprender a tocar gaita cromática, assim como Stevie Wondero e Toots Thielemans. Eu adoro o som daquele instrumento. Eu também gostaria de aprender a tocar triângulo, mas acho que é aí já é demais pra mim. 😉

    6. Poderia nos contar um pouco sobre sua rotina em turnê? Sabe-se que é difícil manter uma vida digamos que saudável quando se está na estrada. O que você faz para se cuidar, especialmente durante mudanças drásticas de tempo de um país para o outro?
    Ruben Wijga: Eu como e bebo até me satisfazer, de forma moderada. Procuro me exercitar sempre que posso, durmo bem e procuro relaxar sempre que preciso. Então, não é nada muito especial, mas algo bem simples e dinâmico.

    7. De repente, você começou a usar esse bigode peculiar e é visível a dedicação que você tem por ele. Quais são seus cuidados? hahaha’
    Ruben Wijga: Eu o penteio algumas vezes ao dia (com um pente que ganhei de presente de certos fãs incríveis. Obrigado! haha) e passo um pouco de cera modeladora para preservar a forma.

    8. Sobre os seus desenhos (que são lindos): Você os vê como uma paixão também ou apenas hobby?
    Ruben Wijga: Obrigado! Eu comecei a desenhar há pouco tempo, então, por enquanto, eu os vejo apenas como um hobby ainda que eu seja apaixonado por eles. Eu adoraria passar mais tempo praticando a fim de melhorar, mas o dia só tem 24 horas…

    9. Ainda sobre os seus desenhos: Já pensou na possibilidade de trabalhar na artwork do terceiro álbum do ReVamp?
    Ruben Wijga: Na verdade, não. Há muitas pessoas que podem fazer artworks fantásticas e eu não sou uma delas. Eu gosto de desenhar, mas produzir uma artwork é algo completamente diferente. Eu acho que, por enquanto, vou continuar com o lápis (preto ou cinza) e o papel. 🙂

    10. Qual é a sua melhor memória? Algo divertido ou até mesmo estranho sobre sua primeira vinda ao Brasil.
    Ruben Wijga: As turnês norte-americana e sul-americana foram fantásticas! Foi a minha primeira vez fora da Europa, então só isso já foi algo especial. Eu adorei ver as Cataratas do Niágara, o Cristo Redentor e a cidade maia de Chichén Itzá.

    BONUS

    (…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…”  Diga alguma coisa em defesa contra o baterista Matthias Landes 😛
    Ruben Wijga: Ele está coberto de razão. 😉

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    ENGLISH

    Thank you, Ruben!

    1. Before anything: What do the songs “Sweet Curse” and “Distorted Lullabies” represent to you? Are they related somehow? How did you feel playing “I Lost Myself” again?
    Ruben Wijga: They’re both piano ballads of course, but for me that’s the only connection between these two songs. Before we wrote Distorted Lullabies we already had the idea of a piano ballad with a twist somehow. The twist turned out to be a piano ballad that smoothly develops into a heavy and massive song.
    Playing I Lost Myself live is always special. It’s the only ReVamp song where the other guys don’t play. So only vocals and piano. Every time we play this song there’s an unique atmosphere on stage as well as in the audience.

    2. WildCard is a concept album. When compared to the first album, we notice it is a lot heavier. How do you see ReVamp’s coming of age and evolution, specially when it comes to your musical contribution in the change of style we can clearly notice in each of the songs?
    Ruben Wijga: Everyone of us wanted the second album to be heavier than the first album. Before we started the songwriting process we made a mood board with songs we liked. Listening to this mood board I realized I had to create an ‘own’ sound for this album concerning the keyboard parts to make it an interesting and unique album . Since I like electronic music a lot, I decided to use that kind of sounds and synth parts for the Wild Card album.
    For the orchestration part I didn’t want to make it too stereotype. I Like contemporary classical music a lot, and thought the tension, almost craziness, and atmosphere would suit some songs we wrote as well. For me, this was the perfect opportunity to make some interesting orchestra arrangements! Luckily the other guys and girl liked it as well 🙂

    3. How what the process of joining members for ReVamp years ago? Was it something strictly professional or did you already know Floor?
    Ruben Wijga: I didn’t know Floor and the guys personally when I joined ReVamp, except for Jord. I know him since high school. We drove together to the auditions, and both got the job.

    4 . On which projects do you focus when you’re not working with ReVamp?
    Ruben Wijga: I regularly work for Joost van den Broek these days. He produces a lot of cool bands and projects, and hasn’t always the time to do everything himself. My job is to make sheet music for the recording artists based on his preproduction.
    Last year I joined the Christmas Metal Symphony. For this year I will also do some things behind the scenes, like the organization of the orchestra.

    5. Besides playing violing and keyboard, is there any other instrument you play, enjoy or would like to learn how to play?
    Ruben Wijga: I can do some basic stuff on an acoustic guitar 🙂 I played bass guitar for some projects in the past. I even had a fretless bass for a while.
    I would like to learn to play a chromatic harmonica, like Stevie Wonder and Toots Thielemans. I love the sound of that instrument. I also would love to learn to play the triangle, but I think that’s far out of my league 😉

    6. Could you tell us a bit more about your tour routine? It’s known that it’s hard to keep healty when you’re on the road. What do you do to take care of your health specially during a sudden change in the weather when you’re going from one country to another?
    Ruben Wijga: Eat and drink decently and enough. Try to exercise when possible. Get enough sleep. And try to relax when possible. So nothing special, pretty straight forward.

    7. All from sudden, you started using this peculiar moustache and it’s noticeable how caring you are about it. How do you take care of it? hahaha’
    Ruben Wijga: I comb it a couple of times a day (with a comb I got as a present from some awesome fans, thanks!), and I put some wax / pomade in it to preserve the shape.

    8. About your drawings and paintings (which are beautiful, by the way): do you seem them as a passion or are they just a hobby?
    Ruben Wijga: Thanks! I just started to draw, so for now I see it just as a hobby, although I am very passionate about it. I would love to spend more time into it to get better. But there are only 24 hours in a day…

    9. Still about your drawings and paintings: have you ever thought about the possibility of working on the artwork for the third ReVamp’s album?
    Ruben Wijga: No, not at all. There are enough people who can make great artwork. And I’m not one of them. I like to draw, making artwork is a completely different thing. I think I will stick with graphite (black, grey) and paper for now 🙂

    10. Do you have any memory you consider the best? Could it be anything funny, weird or related to the first time you’ve been to Brasil?
    Ruben Wijga: The whole North and South America tour was a blast! It was my first time out of Europa, so that felt already special. I loved seeing the Niagara Falls, Christ the redeemer and the Chichen Itza Mayan temple city.

    BONUS

    “(…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…” Say something in your defense against the drummer Matthias Landes, hahaha 😛
    Ruben Wijga: He’s totally right 😉

  • Video EXCLUSIVO: INTERVIEW (PART II) – Floor Jansen

    Video EXCLUSIVO: INTERVIEW (PART II) – Floor Jansen

    Como prometemos, aqui está a segunda parte da entrevista com a Floor Jansen concedida ao Head up High durante a primeira passagem do ReVamp pelo Brasil!

    Bom, como podem ter percebido, chegamos à parte final desta entrevista, pessoal. Apesar do conjunto de fatores que seguia contra nós, conseguimos produzir esta entrevista para vocês e esperamos, do fundo do coração, que tenham curtido! O trabalho é feito com todo o carinho e dedicação possíveis, além de todo o profissionalismo possível para que produzamos conteúdo de qualidade. 😉

    Gostaríamos de agradecer, novamente, a todos os envolvidos, desde a Jess, responsável por conduzir a entrevista, até o Hugo, responsável pela tradução e legendagem! Além disso, é claro que gostaríamos de agradecer imensamente à Floor pela oportunidade e pela paciência, pois, como disse anteriormente, todos nós enfrentamos uma série de dificuldades para produzir esta entrevistas e conseguimos!

     

    Obrigado pelo apoio e esperamos que tenham gostado da entrevista!

    ♥ Head up high, my dear!


    As we promised, this is the second part of the interview  Floor Jansen gave to Head up High during ReVamp’s first tour in Brazil!

     

    Well, as you might have noticed, this is the final part of the interview, guys. Even though we faced a number of difficulties, we managed to produce this interview for you and reallywe hope you liked it! Our work is done out of love and dedication in addition to a professional approach so we can produce high quality content! 😉

    So, we’d like to say “thank you” to everybody involved in this, from Jess, who carried out the interview, to Hugo,  who worked on the translation and subtitling of the video!  And, of course, we’d like to say a big “thank you” to Floor for the opportunity and patience for, just like we mentioned before, we all had to face a number of difficulties in order to produce this interview and we did it!

     

    Thank you for your support and we hope you enjoyed the interview!

    ♥ Head up high, my dear!

     Floor Jansen | ReVamp Nightwish

    ATIVE A LEGENDA PORTUGUÊS NO PRÓPRIO VIDEO.

    PARTE I

  • Video EXCLUSIVO: Interview (part I) – Floor Jansen

    Video EXCLUSIVO: Interview (part I) – Floor Jansen

    Em sua primeira vez pelo Brasil com o ReVamp, o fã clube oficial Head up High teve a oportunidade de fazer sua primeira entrevista em vídeo com Floor Jansen. A princípio, achei que realmente não fosse acontecer devido inúmeros fatores, principalmente os locais. Peço também desculpas pela demora da divulgação,  os problemas foram demais também, mas é claro, como boa Head up High, aqui está! Espero que gostem, e ignorem também toda e qualquer tipo de falha existente afinal, não sou nenhuma profissional, mas realmente tentei. E claro, um imenso obrigada, Hugo Medeiros, responsável pelas legendas, e toda a paciência de tradução! 😉

    E obviamente, obrigada pela chance, Floor. Nós sabemos sobre as dificuldades e confusões, e mesmo assim, we did it! Ah, sim… Obrigada pela sua paciência do início ao fim.

    ♥ Head up high, my dear!

    Fiquem ligados, a segunda parte estará disponível em breve.


    In your first time in Brasil with ReVamp, the official fan-club Head up High had the opportunity to make your first video interview with Floor Jansen. At first I thought it  won’t would happen for numerous factors, speacially the places.  I’m sorry too for the delay, the problems were too much, but of course, as good Head up High am I, here it is! I hope you enjoy, and also ignores any type of fail that exists after all, I’m no professional, but I really tried. And of course, a big thanks to Hugo Medeiros, responsible for the subtitles, and all the patience to translate! 😉

    And obviously, thanks for this chance, Floor. We know about the difficulties and confusions, and even so, we did it! Ah, yes… Thank you for your patience from start until the end.

    ♥ Head up high, my dear!

     Floor Jansen | ReVamp | Nightwish

     Stay tuned, the second part available soon.

    ATIVE A LEGENDA PORTUGUÊS NO PRÓPRIO VIDEO.

    PARTE II

  • Matthias Landes – Interview

    Matthias Landes – Interview

    Muito OBRIGADA, Matthias!

      Depois da turnê no Brasil, tivemos a oportunidade de entrevistar o Matthias – o homem por trás da incrível bateria do Revamp!

    1. Por trás da bateria, quem é o Matthias Landes?
    Matthias: Espero que seja o mesmo cara quando não está atrás da bateria, haha. Eu apenas amo tocar bateria, é o que eu faço, e é quem eu sou. Então eu não acho que eu mude muito ou tenha que agir certo “papel” como baterista.

    2. Você realmente gosta da sua barba. Quais os seus cuidados?
    Matthias: Escovando duas vezes no dia, ocasionalmente usando cera de bigode e sussurrando palavras de encorajamento para que ela cresça e seja uma barba feliz.

    3. Bateria como sua paixão, quais foram suas maiores dificuldades?
    Matthias: Não passar fome, haha. É um negócio complicado, e acho que pra mim a parte mais complicada é conseguir empregos fora da cena que eu costumo trabalhar (metal). As pessoas supõem que se você é conhecido por um gênero musical, essa é a única coisa que você faz. Mas já que eu amo a diversidade, eu tento arrumar shows tocando outras músicas também, e isso pode ser bem difícil.

    4. Quais foram suas maiores referências e influências?
    Matthias: Esta é uma pergunta difícil. Como baterista, provavelmente são caras como Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer ou Benny Greb. Mas, é claro, eu também sou muito influenciado pelos meus professores do conservatório de Rotterdam, Hans Eijkenaar e Juan van Emmerloot. E eu também diria que as pessoas com quem eu toco também me influenciam. Então eu tenho várias influências, não só uma.

    5. Como você se uniu a banda? Já conhecia os caras antes, ou foi algo estritamente profissional?
    Matthias: Eu tive contato com a Floor através de um amigo em comum, Stef Broks (baterista da banda holandesa Textures) e ela me perguntou se eu queria fazer uma audição para a nova banda dela. Eu não poderia fazer a audição porque eu estava em turnê com Dark Fortess na época, então eu gravei um vídeo tocando as 3 músicas da audição (Head up High, Here’s my Hell e Kill Me with Silence) antes de sair em turnê. Aparentemente o que eu fiz foi bom, por que eu estou aqui, haha. 

    Além da audição por vídeo, eu encontrei a Floor no primeiro show da turnê com Dark Fortress, então nós pudemos conversar e ver se a gente se dava bem no nível pessoal também. Na verdade, eu nunca tinha visto o resto da banda até o primeiro ensaio e sessão de fotos, o que é meio bizarro, haha. Mas eu confiei na Floor e em suas decisões a respeito dos outros membros da banda, e deu tudo certo, por sorte todo mundo se deu bem com todo mundo… Bem, exceto pelo Ruben obviamente, já que ele toca teclado. Ninguém gosta de tecladistas …  😉

    6. O que você sente durante um show, ao ver os fãs gritando, cantando, se entregando totalmente ao show?
    Matthias: Escutar o quão animado o public está é incrível! Às vezes, como no Rio de Janeiro, é até assustador, porque não conseguia mais nem ouvir o que a gente estava tocando, hahaha.

    Mas para ser honesto, às vezes eu não curto o show mesmo quando o público é bom, simplesmente porque eu estou tendo um dia ruim e toco mal pra cacete. Eu sou meu pior crítico, e às vezes isso acaba com a diversão. Mas bem, c’est la vie, creio eu…

     7. Fora do ReVamp, quais são seus trabalhos/projetos?
    Matthias: Eu toco em uma banda alemã de Black Metal chamada Dark Fortress desde 2001 bem antes do ReVamp. Nós vamos lançar nosso novo album “Venereal Dawn” dia 1º de setembro, então fiquem de olho.

    Além disso, eu trabalho como técnico de bateria para outras bandas, como Rival Sons, Triptykon e também Sabaton ainda esse ano.

    Eu tenho alguns planos para novos projetos e bandas, mas ainda é muito cedo para falar sobre isso.

    8. Sabemos que a criação do Wild Card teve grande participação dos integrantes, representando de fato a união de todos vocês. Qual música é mais importante pra você?
    Matthias: Poderia ser Limbic System ou Neurasthenia. Eu amo a energia e a atmosfera de ambas as canções, e o que Devin Townsend fez em Neurasthenia é simplesmente brilhante.

        9. Como você vê essa “necessidade” de nós fãs de estarmos perto de nossos ídolos (fotografias, autógrafos, contato em si), que vai além de ir apenas em um show?
    Matthias: Eu não tenho problema com isso, eu considero isso como parte do meu trabalho, por assim dizer. Eu particularmente não entendo o que há de tão especial em meu autógrafo, haha, mas é algo que é claramente importante para eles, então eu não me importo de autografar coisas ou tirar fotos. As vezes quando nós temos que correr e não temos tempo de interagir, a gente não consegue fazê-lo e eu espero que os fãs entendam. Nós somos apenas pessoas no fim das contas… 😉

    10. Sobre a turnê do Sul, algo divertido ou até mesmo estranho ocorrido que poderia nos contar?
    Matthias: Eu receio ser a pessoa errada para responder essa questão. Eu sou um dos mais chatos na banda, hahaha. Isso é algo que você deveria perguntar para os “Três Mosqueteiros”, também conhecidos como Arjan, Henk e Sam, nosso cara do som na turnê do Sul… 😉

    11. Qual a maior loucura já feita durante um show?
    Matthias: Durante um show? Nada, eu toco a música. Não existe tempo para palhaçada, isso é sobre entregar uma ótima performance e tocar o melhor que você puder. Pelo menos é como eu vejo isso.

    12. Qual a melhor memória sobre sua passagem pelo Brasil?
    Matthias: Bem, o show no Rio, porque foi o primeiro show do ReVamp na América do Sul e eu não sabia o que esperar, e me surpreendi agradavelmente.
    A recepção calorosa das pessoas que conheci em todos os lugares, isso também foi muito legal.
    E a comida, haha. Eu adoro comer boa comida, então beber uma caipirinha enquanto comia uma boa comida brasileira foi uma experiência muito boa também… 😉

    Matthias Landes – Dark Fortress 

     Video: Dark Fortress – Ylem


     

    ENGLISH

    After Revamp Brazilian Tour, we’ve had the opportunity of interviewing Matthias – the man behind Revamp’s kickass drums!

    1. Who is Matthias Landes behind the drums?
    Matthias: Hopefully the same guy as when not behind the drums, haha. I just love playing drums, that’s what I do, and that’s who I am. So I don’t think I change much, or have to act a certain “role” as a drummer.

    2. How do you take care of your beard?
    Matthias: Brushing twice a day, occasionally using mustache wax, and whispering words of encouragement for it to grow and be a happy beard.

    3. How is the most difficulty of being a professional drummer?
    Matthias: Not starving, haha. It’s a tricky business, and I think for me the trickiest part is to get jobs outside of the scene I usually work in (metal). People assume that if they know you for one genre of music, that’s the only thing you do. But since I love diversity, I try to get gigs playing other music as well, and that can be quite difficult.

    4. Who is you biggest influence in music?
    Matthias: That’s a tough question. As far as drummers go, right now it’s probably guys like Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer or Benny Greb. But of course I also got very influenced by my teachers at the conservatory in Rotterdam, Hans Eijkenaar and Juan van Emmerloot. And the people I play with influence me as well I’d say, so really there are a lot of influences, not just one.

    5. How have you joined the band? Had you met the guys before, or was it strictly professional?
    Matthias: I got in contact with Floor through a mutual friend, Stef Broks (drummer of the Dutch band Textures), and she asked me if I wanted to do an audition for her new band. I couldn’t make the audition, because I was on tour with Dark Fortress at that time, so I recorded a video playing the three audition songs (Head Up High, Here’s My Hell and Kill Me With Silence) before I went on tour. Apparently what I did was good, cause here I am, haha.

    Additionally to the video audition I met Floor at the first show of my tour with Dark Fortress, so we could talk and see if we’d get along on a personal level as well. I had never met the rest of the band before the first rehearsal and photoshoot actually, which was a bit weird, haha.

    But I trusted Floor in her decisions concerning the other band members, and it turned out just fine, luckily everybody got along with everyone… Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders… 😉

    6. How do you feel during the show? Hearing the fans screaming and singing all the songs?
    Matthias: Hearing how enthusiastic the crowd is is amazing of course. Sometimes, like in Rio de Janeiro, it’s even scary, cause I couldn’t hear what we were playing anymore, hahaha.
    But to be honest, sometimes I don’t enjoy a show even when the crowd is good, just because I’m having a bad day and play like crap. I’m my own worst critic, and sometimes that kills the fun. But well, c’est la vie I guess…

    7. Besides ReVamp, which are your works/projects?
    Matthias: I play in a German black metal band called Dark Fortress, since 2001 already, long before ReVamp. We are going to release our new album “Venereal Dawn” on 1st of September, so check it out.
    Other than that I work as a drumtech for other bands, like Rival Sons, Triptykon, and also Sabaton later this year.
    I have some plans for new projects and bands right now, but it’s too early to talk about that.

    8. We know that the creation of Wild Card has had a great participation of the band members, which has shown the union of all of you. Which of the songs is your favourite?
    Matthias: That would be either Limbic System or Neurasthenia. I love the energy and atmosphere of both songs, and what Devin Townsend did on Neurasthenia is just brilliant.

    9. How do you see this “need” some of us fans have to stay to near our idols (taking pics, getting autographs, having contact in general), which goes beyond attending a concert?
    Matthias: I don’t have a problem with it, I consider it part of my job, so to speak. I personally don’t understand what’s so special about my autograph, haha, but it is something that is clearly important to them, so I don’t mind signing stuff or taking pics. Sometimes when we have to hurry and there is no time to hang out we can’t do it, and I hope that the fans understand that as well. We’re only people as well after all… 😉

    10. About south american tour: was there anything fun or even strange that happened? Could you tell us?
    Matthias: I’m afraid I’m the wrong person to answer that question, I’m the most boring one in the band, haha. That’s something you should ask the “Three Musketeers”, a.k.a. Arjan, Henk and Sam, our soundguy in South America… 😉

    11. What’s the craziest thing you’ve done during a concert?
    Matthias: During a show? Nothing, I play music. There is no time for bullshit, it’s about delivering a great performance, and playing the best you can. At least that’s how I see it.

    12. What’s your best memory regarding your stay in Brasil?
    Matthias: Well, the show in Rio, because it was the first show for ReVamp in South America, and I didn’t know what to expect, and was very pleasantly surprised.
    The warm welcome of the people I met everywhere, that was very cool as well.
    And the food, haha. I love eating good food, so sipping on a caipirinha while eating some nice brazilian food was a very nice experience as well… 😉

    Matthias Landes – Page: Dark Fortress – Video: Ylem


      Muito obrigada por toda ajuda na tradução, organização e afins, Carine & Tamira. 😉