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  • Exclusive Interview | Entrevista Exclusiva – Floor & Marco

    Exclusive Interview | Entrevista Exclusiva – Floor & Marco

     

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    ♫ Wake up, child. I have a story to tell. Once upon a time … ♥

    Durante a última passagem do Nightwish pelo Brasil, nós do fã clube oficial Head up High entrevistamos Floor e Marco com exclusividade.

    During the last Nightwish Brazillian tour, Head up High team had an exclusive interview with Floor and Marco.

    Enjoy! ;D

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  • Me Naiset: Video

    Me Naiset: Video

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    Recentemente a revista Me Naiset entrevistou Floor Jansen. Além de entrevistada para a revista, foi realizada também uma breve entrevista em vídeo. Segue abaixo a tradução do vídeo. E fiquem ligados, que em breve a tradução da revista estará disponível na íntegra para vocês!

    Fonte: Me Naiset | Tradução: Head up High

    menaiset

    VIDEO AQUI

    Olá, aqui é Floor Jansen, do Nightwish e eu vou responder algumas perguntas para o Me Naiset agora.

    Me Naiset: O que mais a agrada a respeito da Finlândia?
    Floor: O amor pela natureza e o idioma. E a comida, é claro.

    Me Naiset: O que não chama muito a sua atenção na cultura finlandesa?
    Floor: As roupas no inverno (risos). É claro que, agora, eu percebi que é necessário vestir essa quantidade toda de roupas, mas, de onde venho, o conceito de calças duplas nunca havia passado pela minha cabeça. Então, eu sou adaptável quanto a isso, mas, de primeira pensei “cara, isso é tão estranho”. No entanto, o engraçado é que, quando a temperatura chega a -1°C, as pessoas já começam a se vestir assim. Não importa se a temperarura é de -1°C, 5°C ou -20°C, este tipo de roupa vira moda.

    Me Naiset: Qual é a coisa mais estranha na cultura finlandesa?
    Floor: O que acontece quando eles bebem, talvez? Claro que todos ficam alterados quando bebem, mas é engraçado perceber que os finlandeses tendem ser muito educados entre si e se respeitam. Pode ser que isso seja parte da cultura, pode ser que seja uma forma de ser educado com pessoas de fora e tudo isso fica muito claro com rolam algumas bebidas. As pessoas ficam bem falantes e soltas. (risos)

    Me Naiset: Do que você mais gosta a respeito dos seus companheiros banda?
    Floor: O talento musical extraordinário que eles têm, além do senso de humor, do amor pelo que estamos fazendo, do amor que temos uns pelos outros e simplesmente quem eles são.

    Me Naiset: O que mais a irrita a respeito dos seus companheiros de banda?
    Floor: Bom, não gosto das roupas fedorentas, das meias espalhadas pelo ônibus, sabe? Não gosto de sapatos no meio do ônibus, pois eles rolam para debaixo da cama e ficam lá, perdidos na escuridão. Isso é bem incômodo. (risos) Bom, acho que é isso. Tudo tem limite. (risos)

    Me Naiset: Qual a coisa mais estranha a respeito de seus companheiros de banda?
    Floor: Olha, acredito que seja o amor deles por poker dice. Nós amamos jogar poker dice. Digo, agora, eu costumo dizer “nós”, mas, quando me juntei à banda, eles ficavam loucos por causa de um monte de dados por horas a fio. É só um jogo de dados. Bom, todos tem apelidos e desafiamos uns aos outros enquanto jogamos. Definitivamente, somos estranhos.

    Floor: Foi bom?

    Ω

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  • Bravewords: Floor Jansen

    Bravewords: Floor Jansen

    via BraveWords | tradução Head up High, my dear!

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    Ω

    Eu estava em boas mãos.” A vocalista do Nightwish, Floor Jansen, estava à vontade enquanto discutia o novo álbum Endless Forms Most Beautiful. O álbum recebeu boa colocação nos charts e um sucesso crítico, e os mestres do Metal Sinfônico estão curtindo uma turnê na América do Norte com numerosos shows esgotados. Era um processo de adaptação para Floor estar envolvida num álbum no qual ela não teve oportunidades para co-escrever, mas ela sabia que não havia nada para se preocupar com as qualidades  das composições o líder Tuomas Holopainen.  Jansen não somente pôde levar as canções e cantá-las muito bem, como também colocou seu próprio molde nas palavras e as trouxe à vida.

    Meu toque criativo foi traduzir uma melodia de piano em uma melodia vocal completa e contar a história e decidir entre os tipos diferentes de vocal.” Jansen explica. “Eu não senti como se estivesse apenas cantando, o toque criativo foi necessário para fazer disso algo meu também.”

    Jansen também não teve nenhum problema com o conteúdo lírico do álbum e também não encontrou problema algum com as músicas mais antigas. Ela explica que, ainda que ela não possa não ter entendido literalmente o que o chefe compositor Holopainen quizesse dizer quando ele escreveu uma certa canção, isso ajuda a aplicar  experiência pessoal. “Para poder sentir e contar e contectar algo seu à isso e foi algo bem fácil para eu fazer“, ela acrescenta.

    O Nightwish é conhecido pelo seu lado suave e por entregar alguns músicas num estilo mais pop. Isso foi uma grande adaptação para a cantora holandesa porque ela estava acostumada a trazer o calor com vocais pesados e trazer alguns guturais aos poucos para acompanhar a música pesada. Uma das mais alegres e saltitantes canções no Endless Forms Most Beautiful, é My Walden e essa foi a canção mais difícil para Jansen absorver.

    Eu não estou acostumada à canções mais pop e felizes”, ela explica, “My Walden, por exemplo, foi algo que eu realmente não senti, especialmente no refrão, é tão feliz.  Eu pensei: Como eu faço isso?

    Cover

    Canções antigas, como Nemo e Amaranth também foram difíceis de absorver mas Jansen estava preparada para o desafio e trouxe para o seu lado mais leve para conseguir fazer um bom trabalho nessas  favoritas. “Estas foram as canções que foram mais difíceis para traduzir e eu fiquei feliz pois nesta turnê nós realmente tiramos um tempo para ensaiar as canções, pois posso ouvir como eu as canto e eu posso fazer isso ou aquilo melhor.” Ela diz.

    Algo de que Jansen pode se apropriar é a história da banda já que é evidente que ela tem um grande respeito e grande animação para um conto antigo do Nightwish, Stargazers colocando-o no setlist da turnê atual. Jansen, entretanto, é totalmente contra a idéia da possibilidade de fazer um álbum com canções regravadas.

    Jansen  diz: “É ótimo ter tido isso no passado e é ótimo cantar as canções antigas ao vivo, mas eu estou presente aqui e agora, e acho que regravá-las não as faria soar melhor em nada.

    Nightwish sempre teve e vestiu a tag Metal Sinfônico sem o banda de vocal feminino atrelado à ela. Jansen recentemente expressou sua opinião quanto à esta tag ainda descrevendo bandas de Heavy Metal. Fazendo uma viagem na máquina do tempo, está claro que este rótulo fazia sentido nos anos 80, quando Doro Pesch estava à frente do Warlock e era uma novidade na época.  Jansen  não se ressabia ao discutir o tópico.

    Ville Akseli Juurikkala

    O rótulo Banda de Vocal Feminino não é o único tópico sobre o qual Jansen possui fortes opiniões. Nessa Era da mídia social, onde todos têm voz, parece que os fãs da indústria musical são mais críticos para com o artista do que apoiam numa banda como o Nightwish que sempre teve tantas manchetes e tem um certo segmento de fãs que apreciam a época da vocalista original, Tarja Turunen. Há comentários que podem ser diretamente maldosos.

    Todos têm o direito do discurso livre e a Internet é uma grande plataforma para isso.” Jansen diz. “Mas as pessoas precisam pensar duas vezes antes de, de fato, digitar alguma coisa, pois uma certa emoção que vem à mente pode ser muito cruel e artistas podem de fato ler isso e realmente sentir às palavras entrando. Se você é, de fato, tão rude e cruel assim, isso não é algo que eu veja em situações no dia-a-dia, onde eu conheço pessoas que são amigáveis. Elas não gritam na sua cara que você é uma vadia, uma cadela, ou que sua roupa é feia, ou que você é muito gorda. Se você tem uma boca muito grande na segurança de sua própria casa então isso pode ser talvez um pouco … bem, você sabe.”

    Com Jansen numa posição mais exigente e a maneira como seu mundo mudou desde que se tornou a terceira vocalista do Nightwish em 2013, sua outra banda, sua própria banda, ReVamp, teve que ser posta de lado depois de terminar uma turnê do seu segundo álbum, Wild Card, lançado em agosto de 2013.  Devido a estar trabalhando e estando na estrada durante os últimos dois anos e se recuperando de um Burnout logo antes de entrar no Nightwish, Jansen não se vê querendo se jogar de volta ao estúdio depois do fim da turnê de Endless Forms Most Beautiful.

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    Eu não tenho tido férias, tenho trabalhado sem parar.” Diz Jansen. “Eu não consigo me imaginar, ao final desta turnê, querendo voltar correndo pro estúdio ou para o ônibus da turnê, mas pode ser que eu queira, eu realmente não sei.

    Isso, entretando, não muda o fato de que Jansen está satisfeita com seu trabalho no ReVamp, mas agora a banda está em hiatus com o futuro incerto. “Estou super feliz e orgulhosa com o que fizemos com estes dois álbuns e grata pelo apoio que tive com isso mas honestamente não posso dizer sim ou não“.

    Eu espero que eles façam algo com seu tempo e não sentem e esperem por mim, então acho que em uns dois anos veremos como todo mundo está e como estão se sentindo.” Ela encerra.

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  • ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    
    

    Via The Institute | Tradução: Head up High, my dear!

    Floor Jansen foi recentemente entrevistada pelo  Instituto de Londres . Segue abaixo as perguntas e respostas, e mais abaixo, o vídeo de sua entrevista. 😉

    02

    Ω

    1. Quais bandas ou artistas tem sido sua maior influência?
    Floor: Sempre achei muito difícil responder a esta pergunta porque há tantas pessoas e basicamente tudo o que eu ouço se torna um pouco de influência para mim. Mas alguns momentos chave, há um tempo atrás, foram “The Gathering” com a Anneke van Giesbergen, ouvir sua voz, aquele tipo de vocal numa banda de metal foi tipo… yeah! Eu quero isso também. Eu sempre fui uma grande admiradora de Skunk Nancy , muitos vocais bons em músicas pesadas, coisas bem escritas e um bom som. E,sabe, no metal não há muitas bandas com vocal feminino que me faziam ficar tipo, “WOW”, mas de fato o Nightwish, quando começou na mesma época em que eu estava me tornando um pouco mais profissional também foi um tipo de inspiração.

    2. Você tem algum ritual pré-show para que a sua voz esteja preparada?
    Floor: Sim, tenho. Com certeza tenho meus rituais e geralmente eu começo a cantar antes do show com a checagem de som. Eu geralmente tiro algum tempo para aquecer minhas cordas vocais e estar preparada para cantar, basicamente, porque se fica fazendo outras coisas e eu quero ficar preparada para ter certeza de que a voz não estará tensa em momento nenhum, nem mesmo na checagem de som e, antes do show, eu realmente gosto da minha hora na qual eu sento com minha maquiagem e minhas roupas e tiro um tempo para colocar tudo no lugar e liberar um pouquinho do stress de pensar “Ah, merda, estou em cima da hora” e ter minha adrenalina liberada e a última injeção de adrenalina vem quando a música de abertura começa e tudo isso me deixa preparada para o show!

    3. Quais foram os maiores desafios de sua carreira?
    Floor: Acho que me tornar a vocalista do Nightwish foi meu maior desafio e, também, da maneira como isso aconteceu tão em cima da hora. Aquele foi “O momento” na minha carreira para de alguma forma provar que, sim, eu posso fazer isso. De todas as coisas para as quais eu venho estudado, trabalhado, vivido em direção a este momento sem sequer saber se ele viria e se viesse, de que maneira, eu acho que pra mim foi este momento e, acho que o show ao vivo que fizemos no Wacken Open Air e gravamos um CD e DVD ao vivo na frente de 80.000 pessoas, aquilo foi algo massivo de fazer e também, vocalmente, você realmente quer arrebentar. Você quer ouvir a este álbum daqui a dez anos e pensar “Sim, eu arrebentei” e “Nós fizemos”. Nesse momento eu acho que penso assim e, tomara que em dez anos também. (risos)

    4. Qual tem sido o ponto mais alto de sua carreira até agora?
    Floor: Acho que este mesmo show, Wacken Open Air foi o ponto alto, junto com o processo de fazer funcionar com o Nightwish no geral, e esta também seria o minha ambição para o resto dos meus anos como uma musicista bem sucedida e feliz… Sim, e manter o equilibrio com o Nightwish e continuar fazendo músicas lindas.

    5. Qual conselho você daria para as pessoas que estão começando agora na indústria?
    Floor: Bem, não é um negócio fácil, realmente não é. E você não pode simplesmente estagnar e pensar: “ Eu consegui”, pois há muitas coisas sempre a serem feitas, desafios para serem aceitos e lições a serem aprendidas. Então é bom ter a atitude certa desde o ínicio. Ter um bom network, especialmente numa escola. Se você começa com um network implícito, você vai acabar chamando seus antigos alunos em 10 anos também e é bom mantê-los, sabe, por perto e ser leal a si mesmo e reconhecer seus limites, aprender onde eles estão e não ultrapassá-los e continuar amando a música , pois a indústria em si, não é bonita, mas a música é o melhor de tudo e sempre será, então mantenha o foco nisso.

    Entrevista em vídeo

     

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  • Blabbermouth: Floor Jansen

    Blabbermouth: Floor Jansen

    Fonte:  Blabbermouth  | Tradução: Diego Muniz - Head up High

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    Ω

    Floor Jansen, da banda Nightwish: “Já era tempo das pessoas pararem de se referirem às bandas como “Bandas com vocal feminino.

    O apresentador da Metal Nation radio, também editor chefe Owais “Vitek” Nabi recentemente conduziu uma entrevista com a cantora do Nightwish, Floor Jansen. Você pode ouvir a conversa no vídeo do youtube abaixo.

    Questionada acerca de sua opinião sobre bandas como Nightwish serem atiradas à categoria de “Metal sinfônico com vocal feminino”, Floor diz: “Agora já há o “Metal sinfônico” por trás do nome, o que já restringe, já fala um pouco mais sobre que tipo de música realmente é.”
    Ela continua: “Às vezes parece que há todo um gênero chamado “Metal com vocal feminino”.’Oh, então você está numa banda com vocal feminino” ‘Ah, sim, estou?“O que isso quer dizer? Porque até então Revamp (Trabalho paralelo da Floor) é uma banda de vocal feminino e também assim é o Nightwish. Mas estas bandas não soam similar, de forma alguma. Arch Enemy é uma banda de metal com vocal feminino, mas o Delain também é. Elas não soam parecido em nada. A única coisa que ambas têm em comum é serem bandas de metal, mas o estilo por dentro do metal é tão monumentalmente diferente que não diz muito o fato de ter uma garota cantando ou não. Então isso não é tão importante. Ainda mais, para enfatizar a diferença sexual entre homem e mulher, acho que já ultrapassamos isso.

    Jansen acrescentou: Não é tão surpreendente que há mais mulheres em bandas de metal. E elas não estão apenas cantando à frente das bandas. Há bateristas, guitarristas, baixistas…Então…eu diria, passe por cima disso e simplesmente chame de “Metal sinfônico”. Não importa, realmente, quem está cantando.

     Ouça a entrevista no vídeo abaixo:

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  • Entrevista: Lords of Metal

    Entrevista: Lords of Metal

    Fonte: Lords of Metal | Tradução: Head up High

    Recentemente Floor Jansen e Tuomas Holopainen foram entrevistados pelo Lords of Metal. Segue abaixo a tradução relacionada a Floor Jansen!

    Ω

    Lords of Metal: Qual foi a pior pergunta que você ouviu nos últimos dias?
    Floor: Foi a “Bom, sobre o álbum, você pode nos falar a respeito dele?” Digo, não foi nem uma pergunta ruim, só não foi específica. O nível das perguntas foi bom, então eu diria que a maioria das entrevistas foram muito divertidas.

    Lords of Metal: Os últimos dias foram cheios de entrevistas atrás de entrevistas, inúmeras viagens e muita espera. Como você lida com períodos assim?
    Floor: Não foi nem um pouco difícil. Eu gosto de falar sobre música e, talvez por causa do meu ego, também gosto de falar sobre mim mesma (ela começa a rir em voz alta). Agora, é sério. É claro que tudo isso exige muita energia porque o que se quer é manter o foco no seguinte: todos os jornalistas devem receber atenção. Mas eu adorei fâze-lo e estou tão orgulhosa do que produzimos neste álbum e é algo ainda muito novo para mim poder falar sobre o primeiro álbum do Nightwish em que eu sou a vocalista. Digo isso porque as pessoas tiveram a chance de ouvir ao álbum antes de uma entrevista, então isso os ajudou a formar uma opinião e nos deu a oportunidade de falar detalhadamente sobre tudo. Além das entrevistas, também é ótimo conhecer todas as cidades pelas quais temos o privilégio de passar, além das culturas diferentes e toda a experiência ao conhecê-las melhor. Eu me diverti muito!

    Lords of Metal: Você pode nos contar mais sobre como foi o período entre o final da turnê Imaginaerum e o momento em que você se tornou um membro fixo do Nightwish? Você havia saído de uma fase turbulenta da sua vida e teve de aprender as letras em 48hrs, além de se ver em uma montanha-russa quando, de repente, a turnê havia acabado e você estava lá, de volta a sua casa.
    Floor: Na verdade, o segundo álbum do ReVamp foi lançado dois dias após o último show do Nightwish, então eu passei a trabalhar para divulgar o álbum, além de fazer shows com o ReVamp. De um trabalho para outro. No entanto, eu já sabia que o Troy e eu tínhamos nos tornado membros do Nightwish. Antes de me convidarem a ser a nova vocalista, eu tinha decidido que iria apenas aproveitar a turnê o máximo possível e a via como uma ótima experiência. E claro que houveram momentos muito difíceis, mas, quando percebíamos como as coisas estavam indo, conseguimos aproveitar melhor e perceber que o fim da turnê estava logo ali. Foi aí que participamos dos nosso primeiro festival na FInlândia e, após o show, fomos beber um pouco no hotel com outros amigos. O pessoal da banda perguntou se eu e o Troy teríamos um minuto e foi então que ouvimos a frase: “gostaríamos que vocês se tornassem membros fixos da banda”. Foi um momento muito emocionante e lá estava eu, sem palavras e sem saber como reagir. Eu fiquei tão, mas tão feliz que me senti como se fosse a rainha do mundo. E, sim, o anúncio oficial veio meses depois.

    nightwish2Lords of Metal: O que mudou na forma com que vocês compõem as músicas?
    Floor: O Tuomas compõe a maior parte. Todos os membros compartilham suas ideias, sugestões de riffs e até de trechos de alguma música. É aí que a banda se reúne ou, por exemplo, que o Tuomas se sente com o Marco para conversar e ouvir algumas das sugestões que um tem a mostrar ao outro. As ideias boas acabam no produto final. O Tuomas é um compositos incrível capaz de produzir letras lindas, então faz sentido que ele tome a dianteira na parte criativa do álbum. Eu nunca senti a necessidade de levar as minhas próprias letras, porque eu adoro as que o Tuomas produz. É uma sensação muito boa a ele gera ao dar liberdade a todos os membros para trabalharem em suas próprias sugestões e composições. Por essa razão, eu me senti capaz de experimentar diversos tipos de canto. Nós conversamos sobre isso ao ponto de debatermos sobre como cantar uma determinada sílaba, o que gera uma sensação de plenitude muito boa ao trabalhar por meio de um processo criativo como esse. Nós já haviamos feito isso durante a turnê. Eu ganhei espaço para mudar algumas formas de cantar e adaptá-las à minha voz, e confesso que eu precisava delas. As antigas vocalistas eram fantásticas, mas eu não sou uma cantora de karaokê. O fato de que pudemos passar um grande período ensaiando nos ajudou a juntar tudo o que havíamos produzido.

    Lords of Metal: O que você acha dos temas tratados no álbum?
    Floor: É quase o oposto do álbum anterior, que era um pouco mais surreal e fantástico. Este álbum tem uma abordagem muito mais científica, pois ele da evolução e de qual é o objetivo da humanidade e da terra em si após terem resistido por tanto tempo. Vivemos em um mundo impaciente e que muda muito rapidamente. O Tuomas lê bastante e ele adora os livros do Richard Dawkins, do Carl Sagan, dentre outros. Ele acredita que, quando se deseja fugir deste mundo, é melhor analisá-lo antes. Isso me ajudou a me recuperar da minha crise de burnout: ousar observar a forma com que uma colmeia, um formigueiro ou qualquer colônia de seres vivos pensa e funciona. É incrível e me traz muita calma. Vá viver a vida e não fique achando que as coisas simplesmente acontecerão. Você se lembra de quando era mais novo e ficava esperando, economizando os trocados para o novo disco daquele seu artista favorito? Hoje em dia, as coisas simplesmente são lançadas no Spotify. Estas coisas trouxeram grandes inovações, mas nem tudo é bom. Eu apoio a ideia contrária ao aumento das vendas dos vinis. Nós tentamos fazer com que vocês aproveitem mais e melhor a vida de vocês.

    Lords of Metal: A presença de dois membros não finlandeses teve algo a ver com a mudança na sonoridade e nas músicas em comparação aos discos anteriores?
    Floor: Eu não acredito que isso tenha a ver com a cultura. Somos todos seres individuais. Eu acho que o Imaginaerum foi composto em grande parte por uma sonoridade de orquestra. O novo álbum tem um feeling mais forte de banda que surgiu como resultado do período que passamos juntos nos ensaios trabalhando em cada detalhe que gostaríamos de produzir da melhor forma possível. Além disso, o Nightwish nunca compôs uma música de 24 minutos!

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    Lords of Metal: Ser um membro de uma nova banda talvez traga novos objetivos, novos desejos e novos sonhos. Isso é verdade?
    Floor: Pra ser honesta, eu não vejo as coisas dessa forma. Já é difícil o suficiente manter o ritmo com tudo o que tem mudado na minha vida. Felizmente, eu ainda tenho os meus pais e a minha irmã comigo. No entanto, ela se casou e, agora, eu sou tia. Isso é ótimo! Eu ainda tenho os meus amigos na Holanda e tudo isso me dá a sensação de ter uma base boa e muito positiva. Por outro lado, basta analisar os últimos dois anos e meio da minha vida: eu fui convidada a ser a vocalista temporária do Nightwish logo após a minha recuperação da minha crise de burnout e tentar retomar o controle das coisas na minha vida, além de estar tentando entender como eu lidaria com tudo o que aconteceu na minha vida naquela época. Eu me apresentei com eles por todo o mundo, incluindo em festivais, e acabei me mudando pra Finlândia, lancei o segundo disco do ReVamp, gravei o novo disco do Nightwish e por aí vai. Eu só quero aproveitar esse momento e não achar que as coisas simplesmente vão acontecer do nada.

    Lords of Metal: Floor, você saiu da Holanda e se mudou para a Finlândia. Qual é a diferença cultural entre estes países?
    Floor: A diferença está nos detalhes. Se começar a fazer muito frio ou nevar, a população recebe um alerta vermelho na Holanda. Um finlandês comum, no entanto, não se deixa impressionar se os trens não andam por causa da quantidade absurda de neve nos trilhos. Eles estão acostumados com isso e não se aborrecem. A alimentação é diferente, porque eles preferem refeições mais saudáveis e acho que o que eu mais gosto é o hábito de ir à sauna. Os estabelecimentos não estão sempre abertos, como na Holanda, mas eles são mais diretos no diálogo e mostram um humor mais negro e sarcástico. Além disso, eles não ficam bêbados, eles ficam MUITO bêbados (ri alto). Mas, no geral, eu me sinto muito em casa aqui, na Finlândia.

    Lords of Metal: Como foram as masterclasses até agora?
    Floor: Foram legais! Eu ainda amo ser professora de canto e ajudar as pessoas a melhorar suas técnicas vocais. Eu não tenho mais a disponibilidade para ser uma professora em tempo integral, então as masterclasses são uma ótima oportunidade pra exercer a funlão. As turmas são divididas em duas: as pessoas que começaram a aprender canto agora e as que já são cantoras e cantores experientes. Eu gosto de saber, pelo bem do próprio desenvolvimento artístico deles, a qual grupo cada um pertence e isso funciona na maioria das vezes. A partir desse momento, só há um objetivo para mim: após a aula, os alunos tem de sentir que aprenderam algo que os inspirará a progredir por bastante tempo. Foi assim que eu comecei; Eu dei essas aulas na Holanda, na Inglaterra e na Finlândia, também, mas também tenho mais algumas planejadas. Até agora, todas as vagas para qualquer uma das masterclasses se esgotaram em menos de dois dias. Fica claro que é divertido, mas que também é muito trabalhoso porque eu produto todo o conteúdo da aula sozinha. Eu alugo o local das aulas, cuido da parte financeira, me certifico de que os alunos me enviem uma música etc. Então, talvez seja bom encontrar alguém que me ajude nesse aspecto organizacional.

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    Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen! 😉

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  • YLE Areena: Floor Jansen

    YLE Areena: Floor Jansen

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    Assista AQUI | Watch HERE

    Segue abaixo a tradução da entrevista em vídeo realizada pela tv finlandesa: YLE Areena

    Ω

     

    YLE — Qual a sua palavra favorita em finlandês?

    Floor: Não é bem uma palavra, haha. É a primeira palavra que eu aprendi, eu acho, porque você sempre aprende primeiro os palavrões. Estava em turnê com o Nightwish há 11 ou 12 anos atrás, em 2003. Foram 3 semanas, uma banda holandesa com duas bandas finlandesas, e a única palavra do qual me lembro é Perkele. E até hoje eu ainda acredito que seja fantástica a maneira como se escuta. (Perkele: O diabo)

    YLE — Você tem vivido na Finlândia desde julho, e como tem sido?

    Floor: Infelizmente eu não tenho estado muito em casa, eu tenho viajado bastante, mas tem sido muito bom ver este lado da Finlândia. Em Joensuu estávamos gravando o novo álbum do Nightwish, e eu vi três estações até agora. O verão, as cores do outono e agora no inverno, temos um pouco de neve. Eu estou apaixonada pela Finlândia, pela forma como as coisas acontecem por aqui, o espaço na natureza. Quando eu decidi que me mudaria para a Finlândia, eu gostei de Joensuu, porque não é uma cidade grande, e mesmo assim, você tem o conforto de uma cidade grande, tudo que você precisa, você tem, como ir ao restaurante, e mesmo se você quiser ir beber alguma coisa, os bares por lá são o suficiente para mim. Eu não preciso estar em uma cidade grande o tempo inteiro, porque quando eu viajo e retorno para casa, eu quero apenas tranquilidade.

    YLE — Vamos falar sobre o novo álbum que será lançado no ano que vem, e lançará seu primeiro single em fevereiro. O quanto está emocionada sobre este novo álbum?

    Floor: Muito! Realmente não posso esperar, já que estávamos esperando por este momento por tanto tempo, e claro, Tuomas e Marco tem esperado muito mais do que eu. É como uma pintura ou escultura, do qual está agrega coisas pouco a pouco, e termina com um resultado interessante; e agora está aqui. Nós sabemos como soará e isso é emocionante. Gostaríamos de compartilhá-lo, mas devemos ser pacientes. Estou pronta para a turnê. Nós levamos muito tempo ensaiando, as demos nos foram enviadas, e nos empenhamos em ensaiar juntos como uma banda. Foi super agradável, correu tudo bem. Para mim, colocar a parte vocal, as melodias vocais e em seguida a letra, é como poder jogar com este estilo vocal, conseguimos encaixar e buscamos este metal que encanta. Foi agradável poder trabalhar com isso e deixar que todas as coisas aconteçam, porque tem que crescer primeiramente em você. É agradável ter esse tempo antes de iniciar a gravação.

    Floor Jansen – Head up High, Your best reference. Official BR.

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com
  • Interview – Richard Stark

    Interview – Richard Stark

    Tivemos a oportunidade de entrevistar o Richard Stark. Responsável por ambas as artes dos álbuns (ReVamp, lançado em 2010 e Wild Card, lançado em 2013) do ReVamp, inclusive as fotos promocionais do Wild Card. Segue abaixo algumas curiosidades não somente sobre o ReVamp, mas sobre seu trabalho como fotógrafo e designer gráfico.

    Muito obrigada, Stark!

     1. Para começar, quais são as suas maiores influências de design no mundo do entretenimento (música, cinema, TV, livros, etc.) e como essas influências ajudaram a melhorar seus trabalhos?
    Stark: Basicamente, tudo o que já existe é uma influência. Como designer, eu continuo tentando misturar essas coisas para criar algo a partir disso. Uma coisa que eu sempre amei é a arte fotográfica do fotógrafo holandês Anton Corbijn. Algumas das maiores capas de álbum do U2 e Depeche Mode são seu trabalho.

    2. Como você relaciona a ilustração e fotografia à tipografia em seus trabalhos com música?
    Stark: Bem, depende do tipo de música música e da messagem que se deseja passar. O mais importante é que os sentimentos que a música e a imagem passam têm de ser os mesmos. Então, isso também permite que o designer decida que tipo de mídia utilizar a fim de passar a mensagem da forma mais clara possível.

     3. Dentre todas as suas criações gráficas e fotográficas, qual delas é a mais importante para você?
    Stark:  Eu abri a minha própria empresa Stark Artworks no ramo de design gráfico e fotografia, em setembro de 2013. Desde então, meu trabalho favorito é uma fotografia do prefeito de Masstricht bebendo chá pela manhã e lendo o jornal em seu enorme escritório. Uma cena simples com algo épico acontecendo. Esse ensaio fotográfico foi realizado em poucos minutos e, parte dele, se tornou a imagem-chave para a Stark Artworks.
    Ambos os álbuns do ReVamp com certeza foram dois dos meus projetos favoritos no estúdio NI I, em que trabalhei durante sete anos. Especialmente no segundo album, o “Wild Card”. Eles me deixaram tomar conta do projeto do início ao fim. Com certeza foi algo muito divertido!

    Mas, como fotógrafo e designer, eu estou sempre à procura de algo novo. Os meus melhores trabalhos ainda estão por vir!

    4. Como foi criar a arte gráfica e fotográfica dos álbuns do ReVamp e quais os maiores desafios e/ou dificuldades que eles apresentaram?
    Stark: Bom, a princípio, a arte da capa era muito diferente. Uma capa para o album foi finalizada antes que o ensaio fotográfico ocorresse. Uma imagem que passava uma sensação de serenidade e abandono, além de não ter a Floor ou a própria banda nela. Essa capa não foi cativante o bastante, e percebemos que os fãs adorariam ter “sua Floor” na capa. Nós elaboramos um conceito completamente novo durante o ensaio fotográfico para o material promocional.
    Ainda assim, a imagem antiga ainda pode ser vista no meio do encarte. O quarto vazio com o coração na balança. Originalmente, essa imagem deveria ser a capa.

    5. Que tipo de material você pode utilizar quando você estava criando as imagens do Wild Card? Entregaram-lhe somente a idéia inicial, mostraram as músicas como forma de inspirá-lo ou deixaram tudo nas suas mãos?
    Stark:  Durante o processo de criação da arte, eu não ouvi nenhuma das músicas. A Floor descreveu o conceito do álbum durante o nosso ensaio fotográfico. Eu captei toda a ideia rapidamente. No entanto, o coração sangrando foi a parte mais difícil. Não foi fácil obter ou fazer um. Eu liguei para diversos matadouros procurando por um coração de porco porque eles se parecem muito com o coração humano. Mas, por alguma razão, eles não estavam dispostos a nos fornecer um e não tínhamos muito tempo sobrando por termos tido de mudar o conceito da capa. Então, eu encontrei algumas imagens de corações humanos e juntei vários pedaços destas imagens a fim de criar um coração que parecesse um pouco aberto. Para as partes que sangravam, eu usei apenas geléia de cereja e de morango que eu ainda tinha na geladeira! Você pode imaginar que isso foi divertido.

    6. Sobre as imagens promocionais da Floor para o Wild Card: Você teve total liberdade de imaginação ao criar as poses ou todas elas foram indicadas pela Floor?
    Stark: Até onde me lembro, nós gastamos um dia trabalhando nas fotos do album e nas fotos promocionais, além de vários figurinos. A Floor é uma profissional, então ela improvisou nas poses a maior parte do tempo. Então, para mim, como um fotógrafo, foi incrível. O que eu adorei é o fato da imagem mais espontânea que surgiu ter sido a do dedo, no CD. (Espero que não tenha sido especialmente para mim.)

    7. Você já teve algum conflito criativo com alguma banda com que trabalhou por causa de algum “choque” entre o seu conceito e o conceito da música?
    Stark: Eu não fiz muitas artes de album no decorrer dos anos. Mas não houve qualquer problema durante aquele período. Eu acho que sou capaz de captar a essência da ideia de cada um rapidamente. Eu acho, inclusive, que isso é crucial para esse tipo de trabalho. É tudo uma questão de prazos. Então, é melhor não disperdiçar o tempo de ninguém!

    8. Como foi o primeiro contato com a Floor e o que ela tem de diferente no trabalho dela?
    Stark:  Conheci a Floor pela primeira vez em um corredor, quando chegava na empresa em que eu trabalhava. Ela estava conversando com um colega de trabalho e eu pensei que ela fosse uma amiga dele. Eu disse “Bom dia” e segui reto. Mais tarde, eu soube quem ela era e me lembrei que já a havia visto na TV com o After Forever. Acho que foi mais cedo, naquele dia. (Risos)

    Como você sabe, o encanto dela como cantora, de forma geral, é bem enérgico e incrivelmente forte. Mas eu adoro os momentos em que ela é apenas a Floor, agindo naturalmente e sem salto alto. Talvez seja porque, nesses momentos, ela não é mais alta do que eu! (Risos)

    9. Sendo o Design e a fotografia as suas paixões, quais foram as suas maiores dificuldades no início da carreira?
    Stark: Acredito que, antes de mais nada, conhecer todos os softwares que ajudam a converter as suas idéias e visões em arte digital. Isso se torna uma ferramenta cuja prática tem de se tornar tão natural quando andar de bicicleta. Mas isso leva tempo, anos e, acima de tudo, experiência. E experiência traz confiança. Eu tenho de ser confiante. Por que como posso criar ou visualizar a imagem de alguém se eu não tenho certeza sobre a minha? Eu acho que é isso.

    10. Olhando o seu site, é vísivel que você não trabalha exclusivamente com o mundo da música. Sobre essa vasta área, existe algum tipo de trabalho ainda não realizado, mas que você realmente almeja realizar?
    Stark: Eu amo os projetos relacionados à música, mas eles surgem com menos frequência do que os relacionados ao design gráfico ou outras ensaios fotográficos. Geralmente, eu faço alguns trabalhos de retoque para fotógrafos que trabalham com música ou para revistas de Metal. Ainda assim, eu adoraria fazer mais alguns trabalhos de arte como o que fiz para o ReVamp! E o metal é uma cena musical em que, como designer, eu tenho liberdade para agir como desejo. Nessas horas, aquele meu lado negro surge. 😉

    11. Com quais outras bandas que você já trabalhou e de que trabalho específico você mais se orgulha do resultado?
    Stark: Já trabalhei, sim. Mas, a maioria eram artistas holandeses de fama local. Uma vez, eu criei a capa de um álbum mostrando a banda sentada em um foguete feito de ferro-velho e máquinas de lavar que decolava em um campo com uma ovelha. Esse trabalho foi algo bem diferente de uma mulher com um olhar maligno segurando em sua mão um coração recém arrancado e que ainda sangrava, não é mesmo?

    12. Você é o tipo de pessoa que viaja bastante. Qual a melhor lembrança de um país desconhecido e que país você planeja visitar um dia?
    Stark: O Brazil, é claro! Será que alguém aí tem um sofá em que eu possa dormir? 😉 Parece que eu tenho alguns fãs por lá! (Risos) Na minha opinião, as melhores viagens são aquelas que ocorrem fora da sua zona de conforto. Para mim, o Japão, a China e a Islândia são parte desse grupo de lugares. Você vai encontrar um novo mundo fora daqui e, de certa forma, também encontrará uma nova versão de você mesmo, porque você acaba em situações que você nunca imaginaria que fosse estar. Uma das viagens mais memoráveis foi a que fiz ao Japão. Eu viajei por lá durante um mês com um amigo. Nós viajamos por todo o país planejando as coisas a cada dia que passava. Foi a aminha primeira experiência na Ásia. O fato de você não conseguir ler os símbolos, não conseguir entender as pessoas ou não saber que tipo de comida você acabou de pedir faz disso tudo algo surreal. O contato com outras pessoas chega a outro nível pelo fato de você não poder bater um papo nessas horas, o que torna tudo mais direto em todos os aspectos.

    13. Para encerrar, qual é a sua música favorita dentre todas na carreira da Floor Jansen?
    Stark: A “Kill me with Silence”, do disco “ReVamp”, é uma música que chamou a minha atenção e que ficou na minha cabeça por algum tempo. Eu amo o início instrumental e o fato de eu ser apaixonado pela voz da Floor quando ela canta de forma suave. A voz dela é uma das melhores aqui, nos Países Baixos. Tenho certeza disso. O alcance da voz dela de primeira linha! Eu espero muito que nós nos encontremos por aí novamente!

    Obrigado pela entrevista!

    E obrigado a você, Jess, e aos fãs do ReVamp por ainda estarem interessados em mim após tanto tempo. Fico muito feliz por isso!

    Saudações dos Países Baixos,
    Richard Stark.

     

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    English

    We had the opportunity to interview Richard Stark, the man behind the artworks used in ReVamp’s albuns (ReVamp, in 2010, and Wild Card, in 2013) and the promo album art for the “Wild Card” album. In the following part, there is some trivia about Richard’s work not only with ReVamp, but as a photographer and graphic designer.

     Thank you, Richard!

    1. Let’s start this interview with this question: What are your major influences on design in the entertainment business (music, cinema, television, literature, etc.) and how did they help you improve your art?
    Stark: Basically everything that already exists is an influence. As a designer I keep trying mixing these things up to get something new out of it. Something I’ve always loved is the artwork photography of the Dutch photographer Anton Corbijn. Some of the greatest album covers of U2 and Depeche Mode are his work.

    2. When you work with music-related art, how do you link illustration, photography, and typography and incorporate these elements into your art?
    Stark: Well, it depends on the Music and what message you want to tell. The main thing is that the feeling of the artwork has to be the same as the music it has to visualize. So that also let’s you decide, as a designer, what media you’re going to use in order to make that message clear in the most effective way.

    3.  Among your works (photographies and artworks, for example), which one of them is the most important to you?
    Stark: I started my own company Stark Artworks in graphic design and photography in september 2013. Since then my favorite work is a photograph of the mayor of Maastricht, drinking his tea in the early morning and reading the paper at his huge office room. A simpel scene with something epic going on. This photo-shoot was realized in just a couple of minutes. It became a key-image for Stark Artworks.

    Both ReVamp albums were definitely two of my favorite projects at Studio NI I worked there for seven years. Especially the second album Wild Card. They let me go all the way. It was definitely a fun ride!

    But as a photographer and designer I always keep looking forward. My best work is still in front of me!

    4.  How was the process of creating the art for ReVamp’s albums? What has been the greatest challenges you have faced to create these arts?
    Stark: Well, the cover artwork looked very different at first. An album cover was finished before the photoshoot took place. An image that was more sereen and abandoned, without even Floor or the band on it. That wasn’t catchy enough, and we realized that the fans would love to have „their Floor” on that cover. We made up a complete new concept during the photo-shoot for the promo-material.

    The old image can still be seen in the middle of the booklet though. The empty room with the heart on the scale. It was originally made for the cover.

    5. When you were creating the art for the “Wild Card” album, what kind of material did you have available? Was there a main idea? Did they present you some of the songs so you could get some inspiration or did they let you work on your own ideas?
    Stark: During the artwork process I haven’t heard the music at all. Floor described it during our photo-shoot. I had it all in mind very quickly. The bleeding heart was the hardest part though. It was not that easy to get or make one. I called up several slaughter houses for a pig heart. Because they seem to look very similar to human hearts. But it was in some way a big deal for them to give one away and there wasn’t that much time left because of the fact we had to switch the cover concept. So eventually I found some stock footage of human hearts and pasted parts of them together to create a new heart that seem to be torn open a bit. For the bleeding parts I just used cherry and strawberry jam I had left in the fridge! You can guess that this was fun.

    6 – About the promo album art of Floor for “Wild Card”: did you have artistic freedom when suggesting poses? Or were they made by Floor herself?
    Stark: As I remember we spend a day on the fotoshoot for the album and promo pictures. Including various outfits. Floor is a pro, so she improvised her poses mostly all the way. So for me as a photographer that was amazing. What I love is that the most spontaneous picture went up on the disc itself. The finger.(I Hope it wasn’t meant personally towards me)

    7. Have you ever had a conflict of ideas with any band you worked with? If so, did it happen because of a difference in interpreting a concept?
    Stark: I haven’t done that much album artwork over the years. But there weren’t any problems during those times. I think, i’m able to catch the essence of someone’s idea quite quickly. I think that’s also crucial for this job. It’s all about deadlines. So I better don’t waste anybody’s time!

    8. How was your first contact with Floor? In which aspect do you think her work stands out?
    Stark: The first time I met Floor was in a hallway when I arrived at work. She was talking to my college and I thought she was a friend. I said „Goodmorning” and walked just past her. Later on I heard who she was and I realized that I have seen her on TV with After Forever before. I guess it was very early that day. (laughing)

    As you know her overall appeal is very energetic and amazingly strong as a singer. But I love the moments when she’s just the natural Floor and without heels. Maybe this is only because, in those moments, she’s not taller than me! (laughing)

    9. Since design and photography are your greatest passions, we have a question about it: what were the greatest obstacles you had to overcome in the beginning of your career?
    Stark:  I guess first of all; learning all the computer programs that help to convert your idea’s and visions into digital art. It has to become a tool that’s has to be as normal as your tooth brush. But it takes time, years and most of all experience. And experience brings confidence. I have to be confident. Because how can I create or visualize someone else’s image if i’m not sure about my own? I guess.

    10. By taking a look at your website, it is clear that you don’t work exclusively with the music business. Do you have any kind of project you’d like to work on?
    Stark: I love the music projects but they come in less then graphic designs or various other photo-shoots. On regularly basis I do some retouch work for Music photographers and Metal Magazines though. I would love to do more album artwork like I did for Revamp! And Metal music is a scene where I can go crazy as a designer. It’s that dark side deep inside of me that comes out at these moments. 😉

    11. Have you worked with other bands? If so, is there any project you are proud of?
    Stark:  Yes I have, but mostly local Dutch music. I once created an album cover showing a band taking off on a rocket made of junk and washing-machines in a field with sheep. That’s quite different than a evil looking woman holding a fresh torn-out bleeding heart in her hand, right?

    12. You’re the kind of person who travels a lot. What is the greatest memory you have from travelling to a country you’ve never been to before? Is there any country you’d like to visit someday?
    Stark: Brasil someday of course! Does somebody have a spare couch left? 😉 Seems like I have fans myself down there! (laughing) In my opinion the best travels are those out of your comfort zone. Japan, China and Iceland are for me some of those places. You’ll find a new world out there and, in a way, also a new version of yourself. Because you end up in situations you could never think of in the first place. One of the most memorable trips was Japan. I went there for a month with a friend. We travelled through the whole country planning it day by day. It was my first Asian experience. The fact that you can’t read signs, can’t understand people or not knowing what food you just ordered makes it a kind of surreal. The contact with people is on another level because of the fact that you can’t chit-chat at those moments what makes it very direct in all kinds of ways.

    13. Just to finish: which song is your favorite from Floor Jansen’s career?
    Stark: “Kill me with Silence” of the ReVamp debut Album is a song that caught my attention and didn’t let me go for a while. I love the instrumental beginning. And the fact that I’m a sucker for Floor’s voice when she’s singing in a gentle way. Her singing voice is one of the best here in the Netherlands, i’m sure of that. The variousity of her voice is world class! I surely hope we’ll run into each other some day!

    Thank all of you for this interview!
    And thank you Jess and the ReVamp fans for being still interested in me after all this time! Appreciate it a lot!

    Greetings from the Netherlands,
    Richard Stark.

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  • Ruben Wijga – Interview

    Ruben Wijga – Interview

    Muito obrigada, Ruben!

    1. Antes de tudo: O que as músicas Sweet Curse e Distorted Lullabies representam pra você? Existe algum tipo de relação entre as duas? E como você se sentiu tocando novamente I Lost Myself?

    Ruben Wijga: Ambas as músicas são baladas tocadas no piano. Mas, para mim, essa é a única ligação entre estas duas músicas. Antes de compormos “Distorted Lullabies”, já tínhamos a ideia de uma balada tocada no piano que tivesse uma espécie de “mudança brusca”. A “mudança brusca” acabou se tornando uma balada tocada no piano que, levemente, tornava-se uma música pesada e intensa.

    Tocar “I Lost Myself” ao vivo é sempre algo especial. É a única música do ReVamp em que os outros membros não participam. Então, há apenas os vocais e o piano. Toda vez que tocamos essa música, surge uma atmosfera única no palco, assim como entre o pessoal da plateia.

    2. Wild Card é um album concentual. Se comparado ao primeiro album, possui um peso bem maior. Como você ve o amadurecimento e a evolução do ReVamp, principalmente na sua participação nas mudanças tão visíveis em cada uma das músicas?
    Ruben Wijga: Todos nós queríamos que o segundo álbum fosse mais pesado do que primeiro. Antes de começarmos a compor, nóz fizemos um painel semântico com as músicas que gostávamos. Ao ouvir as músicas do painel, eu percebi que tinha de criar uma sonoridade “própria” para este álbum no que dizia respeito aos arranjos de teclado a fim de torná-lo único e interessante. Já que eu gosto muito de música eletrônica, decidi utilizar esse tipo de som e arranjos de sintetizador no “Wild Card”.

    3. Anos atrás, como foi o processo de integração ao ReVamp? Algo profissional, ou você já conhecia a Floor?
    Ruben Wijga: Eu não conhecia a Floor ou o pessoal da banda pessoalmente quanto entrei para o ReVamp, com a exceção do Jord. Eu o conheço desde o colegial. Nós dirigíamos juntos para os testes e, no caso, ambos conseguimos entrar.

    4. Quando você não está trabalhando com o ReVamp, quais são os tipos de projetos que você se dedica?
    Ruben Wijga: Atualmente, trabalho com Joost van den Broek com uma certa frequência. Ele é produtor de diversas bandas e projetos bacanas e, geralmente, não tem tempo de fazer tudo por conta própria. O meu trabalho é escrever as partituras musicais para os músicos que estão gravando baseado na préprodução do Joost.
    No ano passado, eu me juntei ao Christmas Metal Symphony. Neste ano, eu também farei algumas coisas nos bastidores, como a organização da orquestra.

    5. Além do teclado e violino, que outro tipo de instrumento você toca, ou agrade, ou tenha vontade de aprender?
    Ruben Wijga: Eu sei fazer algumas coisas simples no violão. 🙂 Antigamente, eu tocava baixo em alguns projetos. Até cheguei a tentar tocar baixo sem trastes por algum tempo.
    Eu gostaria de aprender a tocar gaita cromática, assim como Stevie Wondero e Toots Thielemans. Eu adoro o som daquele instrumento. Eu também gostaria de aprender a tocar triângulo, mas acho que é aí já é demais pra mim. 😉

    6. Poderia nos contar um pouco sobre sua rotina em turnê? Sabe-se que é difícil manter uma vida digamos que saudável quando se está na estrada. O que você faz para se cuidar, especialmente durante mudanças drásticas de tempo de um país para o outro?
    Ruben Wijga: Eu como e bebo até me satisfazer, de forma moderada. Procuro me exercitar sempre que posso, durmo bem e procuro relaxar sempre que preciso. Então, não é nada muito especial, mas algo bem simples e dinâmico.

    7. De repente, você começou a usar esse bigode peculiar e é visível a dedicação que você tem por ele. Quais são seus cuidados? hahaha’
    Ruben Wijga: Eu o penteio algumas vezes ao dia (com um pente que ganhei de presente de certos fãs incríveis. Obrigado! haha) e passo um pouco de cera modeladora para preservar a forma.

    8. Sobre os seus desenhos (que são lindos): Você os vê como uma paixão também ou apenas hobby?
    Ruben Wijga: Obrigado! Eu comecei a desenhar há pouco tempo, então, por enquanto, eu os vejo apenas como um hobby ainda que eu seja apaixonado por eles. Eu adoraria passar mais tempo praticando a fim de melhorar, mas o dia só tem 24 horas…

    9. Ainda sobre os seus desenhos: Já pensou na possibilidade de trabalhar na artwork do terceiro álbum do ReVamp?
    Ruben Wijga: Na verdade, não. Há muitas pessoas que podem fazer artworks fantásticas e eu não sou uma delas. Eu gosto de desenhar, mas produzir uma artwork é algo completamente diferente. Eu acho que, por enquanto, vou continuar com o lápis (preto ou cinza) e o papel. 🙂

    10. Qual é a sua melhor memória? Algo divertido ou até mesmo estranho sobre sua primeira vinda ao Brasil.
    Ruben Wijga: As turnês norte-americana e sul-americana foram fantásticas! Foi a minha primeira vez fora da Europa, então só isso já foi algo especial. Eu adorei ver as Cataratas do Niágara, o Cristo Redentor e a cidade maia de Chichén Itzá.

    BONUS

    (…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…”  Diga alguma coisa em defesa contra o baterista Matthias Landes 😛
    Ruben Wijga: Ele está coberto de razão. 😉

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    ENGLISH

    Thank you, Ruben!

    1. Before anything: What do the songs “Sweet Curse” and “Distorted Lullabies” represent to you? Are they related somehow? How did you feel playing “I Lost Myself” again?
    Ruben Wijga: They’re both piano ballads of course, but for me that’s the only connection between these two songs. Before we wrote Distorted Lullabies we already had the idea of a piano ballad with a twist somehow. The twist turned out to be a piano ballad that smoothly develops into a heavy and massive song.
    Playing I Lost Myself live is always special. It’s the only ReVamp song where the other guys don’t play. So only vocals and piano. Every time we play this song there’s an unique atmosphere on stage as well as in the audience.

    2. WildCard is a concept album. When compared to the first album, we notice it is a lot heavier. How do you see ReVamp’s coming of age and evolution, specially when it comes to your musical contribution in the change of style we can clearly notice in each of the songs?
    Ruben Wijga: Everyone of us wanted the second album to be heavier than the first album. Before we started the songwriting process we made a mood board with songs we liked. Listening to this mood board I realized I had to create an ‘own’ sound for this album concerning the keyboard parts to make it an interesting and unique album . Since I like electronic music a lot, I decided to use that kind of sounds and synth parts for the Wild Card album.
    For the orchestration part I didn’t want to make it too stereotype. I Like contemporary classical music a lot, and thought the tension, almost craziness, and atmosphere would suit some songs we wrote as well. For me, this was the perfect opportunity to make some interesting orchestra arrangements! Luckily the other guys and girl liked it as well 🙂

    3. How what the process of joining members for ReVamp years ago? Was it something strictly professional or did you already know Floor?
    Ruben Wijga: I didn’t know Floor and the guys personally when I joined ReVamp, except for Jord. I know him since high school. We drove together to the auditions, and both got the job.

    4 . On which projects do you focus when you’re not working with ReVamp?
    Ruben Wijga: I regularly work for Joost van den Broek these days. He produces a lot of cool bands and projects, and hasn’t always the time to do everything himself. My job is to make sheet music for the recording artists based on his preproduction.
    Last year I joined the Christmas Metal Symphony. For this year I will also do some things behind the scenes, like the organization of the orchestra.

    5. Besides playing violing and keyboard, is there any other instrument you play, enjoy or would like to learn how to play?
    Ruben Wijga: I can do some basic stuff on an acoustic guitar 🙂 I played bass guitar for some projects in the past. I even had a fretless bass for a while.
    I would like to learn to play a chromatic harmonica, like Stevie Wonder and Toots Thielemans. I love the sound of that instrument. I also would love to learn to play the triangle, but I think that’s far out of my league 😉

    6. Could you tell us a bit more about your tour routine? It’s known that it’s hard to keep healty when you’re on the road. What do you do to take care of your health specially during a sudden change in the weather when you’re going from one country to another?
    Ruben Wijga: Eat and drink decently and enough. Try to exercise when possible. Get enough sleep. And try to relax when possible. So nothing special, pretty straight forward.

    7. All from sudden, you started using this peculiar moustache and it’s noticeable how caring you are about it. How do you take care of it? hahaha’
    Ruben Wijga: I comb it a couple of times a day (with a comb I got as a present from some awesome fans, thanks!), and I put some wax / pomade in it to preserve the shape.

    8. About your drawings and paintings (which are beautiful, by the way): do you seem them as a passion or are they just a hobby?
    Ruben Wijga: Thanks! I just started to draw, so for now I see it just as a hobby, although I am very passionate about it. I would love to spend more time into it to get better. But there are only 24 hours in a day…

    9. Still about your drawings and paintings: have you ever thought about the possibility of working on the artwork for the third ReVamp’s album?
    Ruben Wijga: No, not at all. There are enough people who can make great artwork. And I’m not one of them. I like to draw, making artwork is a completely different thing. I think I will stick with graphite (black, grey) and paper for now 🙂

    10. Do you have any memory you consider the best? Could it be anything funny, weird or related to the first time you’ve been to Brasil?
    Ruben Wijga: The whole North and South America tour was a blast! It was my first time out of Europa, so that felt already special. I loved seeing the Niagara Falls, Christ the redeemer and the Chichen Itza Mayan temple city.

    BONUS

    “(…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…” Say something in your defense against the drummer Matthias Landes, hahaha 😛
    Ruben Wijga: He’s totally right 😉

  • Video EXCLUSIVO: INTERVIEW (PART II) – Floor Jansen

    Video EXCLUSIVO: INTERVIEW (PART II) – Floor Jansen

    Como prometemos, aqui está a segunda parte da entrevista com a Floor Jansen concedida ao Head up High durante a primeira passagem do ReVamp pelo Brasil!

    Bom, como podem ter percebido, chegamos à parte final desta entrevista, pessoal. Apesar do conjunto de fatores que seguia contra nós, conseguimos produzir esta entrevista para vocês e esperamos, do fundo do coração, que tenham curtido! O trabalho é feito com todo o carinho e dedicação possíveis, além de todo o profissionalismo possível para que produzamos conteúdo de qualidade. 😉

    Gostaríamos de agradecer, novamente, a todos os envolvidos, desde a Jess, responsável por conduzir a entrevista, até o Hugo, responsável pela tradução e legendagem! Além disso, é claro que gostaríamos de agradecer imensamente à Floor pela oportunidade e pela paciência, pois, como disse anteriormente, todos nós enfrentamos uma série de dificuldades para produzir esta entrevistas e conseguimos!

     

    Obrigado pelo apoio e esperamos que tenham gostado da entrevista!

    ♥ Head up high, my dear!


    As we promised, this is the second part of the interview  Floor Jansen gave to Head up High during ReVamp’s first tour in Brazil!

     

    Well, as you might have noticed, this is the final part of the interview, guys. Even though we faced a number of difficulties, we managed to produce this interview for you and reallywe hope you liked it! Our work is done out of love and dedication in addition to a professional approach so we can produce high quality content! 😉

    So, we’d like to say “thank you” to everybody involved in this, from Jess, who carried out the interview, to Hugo,  who worked on the translation and subtitling of the video!  And, of course, we’d like to say a big “thank you” to Floor for the opportunity and patience for, just like we mentioned before, we all had to face a number of difficulties in order to produce this interview and we did it!

     

    Thank you for your support and we hope you enjoyed the interview!

    ♥ Head up high, my dear!

     Floor Jansen | ReVamp Nightwish

    ATIVE A LEGENDA PORTUGUÊS NO PRÓPRIO VIDEO.

    PARTE I