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  • Video EXCLUSIVO: Interview (part I) – Floor Jansen

    Video EXCLUSIVO: Interview (part I) – Floor Jansen

    Em sua primeira vez pelo Brasil com o ReVamp, o fã clube oficial Head up High teve a oportunidade de fazer sua primeira entrevista em vídeo com Floor Jansen. A princípio, achei que realmente não fosse acontecer devido inúmeros fatores, principalmente os locais. Peço também desculpas pela demora da divulgação,  os problemas foram demais também, mas é claro, como boa Head up High, aqui está! Espero que gostem, e ignorem também toda e qualquer tipo de falha existente afinal, não sou nenhuma profissional, mas realmente tentei. E claro, um imenso obrigada, Hugo Medeiros, responsável pelas legendas, e toda a paciência de tradução! 😉

    E obviamente, obrigada pela chance, Floor. Nós sabemos sobre as dificuldades e confusões, e mesmo assim, we did it! Ah, sim… Obrigada pela sua paciência do início ao fim.

    ♥ Head up high, my dear!

    Fiquem ligados, a segunda parte estará disponível em breve.


    In your first time in Brasil with ReVamp, the official fan-club Head up High had the opportunity to make your first video interview with Floor Jansen. At first I thought it  won’t would happen for numerous factors, speacially the places.  I’m sorry too for the delay, the problems were too much, but of course, as good Head up High am I, here it is! I hope you enjoy, and also ignores any type of fail that exists after all, I’m no professional, but I really tried. And of course, a big thanks to Hugo Medeiros, responsible for the subtitles, and all the patience to translate! 😉

    And obviously, thanks for this chance, Floor. We know about the difficulties and confusions, and even so, we did it! Ah, yes… Thank you for your patience from start until the end.

    ♥ Head up high, my dear!

     Floor Jansen | ReVamp | Nightwish

     Stay tuned, the second part available soon.

    ATIVE A LEGENDA PORTUGUÊS NO PRÓPRIO VIDEO.

    PARTE II

  • Matthias Landes – Interview

    Matthias Landes – Interview

    Muito OBRIGADA, Matthias!

      Depois da turnê no Brasil, tivemos a oportunidade de entrevistar o Matthias – o homem por trás da incrível bateria do Revamp!

    1. Por trás da bateria, quem é o Matthias Landes?
    Matthias: Espero que seja o mesmo cara quando não está atrás da bateria, haha. Eu apenas amo tocar bateria, é o que eu faço, e é quem eu sou. Então eu não acho que eu mude muito ou tenha que agir certo “papel” como baterista.

    2. Você realmente gosta da sua barba. Quais os seus cuidados?
    Matthias: Escovando duas vezes no dia, ocasionalmente usando cera de bigode e sussurrando palavras de encorajamento para que ela cresça e seja uma barba feliz.

    3. Bateria como sua paixão, quais foram suas maiores dificuldades?
    Matthias: Não passar fome, haha. É um negócio complicado, e acho que pra mim a parte mais complicada é conseguir empregos fora da cena que eu costumo trabalhar (metal). As pessoas supõem que se você é conhecido por um gênero musical, essa é a única coisa que você faz. Mas já que eu amo a diversidade, eu tento arrumar shows tocando outras músicas também, e isso pode ser bem difícil.

    4. Quais foram suas maiores referências e influências?
    Matthias: Esta é uma pergunta difícil. Como baterista, provavelmente são caras como Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer ou Benny Greb. Mas, é claro, eu também sou muito influenciado pelos meus professores do conservatório de Rotterdam, Hans Eijkenaar e Juan van Emmerloot. E eu também diria que as pessoas com quem eu toco também me influenciam. Então eu tenho várias influências, não só uma.

    5. Como você se uniu a banda? Já conhecia os caras antes, ou foi algo estritamente profissional?
    Matthias: Eu tive contato com a Floor através de um amigo em comum, Stef Broks (baterista da banda holandesa Textures) e ela me perguntou se eu queria fazer uma audição para a nova banda dela. Eu não poderia fazer a audição porque eu estava em turnê com Dark Fortess na época, então eu gravei um vídeo tocando as 3 músicas da audição (Head up High, Here’s my Hell e Kill Me with Silence) antes de sair em turnê. Aparentemente o que eu fiz foi bom, por que eu estou aqui, haha. 

    Além da audição por vídeo, eu encontrei a Floor no primeiro show da turnê com Dark Fortress, então nós pudemos conversar e ver se a gente se dava bem no nível pessoal também. Na verdade, eu nunca tinha visto o resto da banda até o primeiro ensaio e sessão de fotos, o que é meio bizarro, haha. Mas eu confiei na Floor e em suas decisões a respeito dos outros membros da banda, e deu tudo certo, por sorte todo mundo se deu bem com todo mundo… Bem, exceto pelo Ruben obviamente, já que ele toca teclado. Ninguém gosta de tecladistas …  😉

    6. O que você sente durante um show, ao ver os fãs gritando, cantando, se entregando totalmente ao show?
    Matthias: Escutar o quão animado o public está é incrível! Às vezes, como no Rio de Janeiro, é até assustador, porque não conseguia mais nem ouvir o que a gente estava tocando, hahaha.

    Mas para ser honesto, às vezes eu não curto o show mesmo quando o público é bom, simplesmente porque eu estou tendo um dia ruim e toco mal pra cacete. Eu sou meu pior crítico, e às vezes isso acaba com a diversão. Mas bem, c’est la vie, creio eu…

     7. Fora do ReVamp, quais são seus trabalhos/projetos?
    Matthias: Eu toco em uma banda alemã de Black Metal chamada Dark Fortress desde 2001 bem antes do ReVamp. Nós vamos lançar nosso novo album “Venereal Dawn” dia 1º de setembro, então fiquem de olho.

    Além disso, eu trabalho como técnico de bateria para outras bandas, como Rival Sons, Triptykon e também Sabaton ainda esse ano.

    Eu tenho alguns planos para novos projetos e bandas, mas ainda é muito cedo para falar sobre isso.

    8. Sabemos que a criação do Wild Card teve grande participação dos integrantes, representando de fato a união de todos vocês. Qual música é mais importante pra você?
    Matthias: Poderia ser Limbic System ou Neurasthenia. Eu amo a energia e a atmosfera de ambas as canções, e o que Devin Townsend fez em Neurasthenia é simplesmente brilhante.

        9. Como você vê essa “necessidade” de nós fãs de estarmos perto de nossos ídolos (fotografias, autógrafos, contato em si), que vai além de ir apenas em um show?
    Matthias: Eu não tenho problema com isso, eu considero isso como parte do meu trabalho, por assim dizer. Eu particularmente não entendo o que há de tão especial em meu autógrafo, haha, mas é algo que é claramente importante para eles, então eu não me importo de autografar coisas ou tirar fotos. As vezes quando nós temos que correr e não temos tempo de interagir, a gente não consegue fazê-lo e eu espero que os fãs entendam. Nós somos apenas pessoas no fim das contas… 😉

    10. Sobre a turnê do Sul, algo divertido ou até mesmo estranho ocorrido que poderia nos contar?
    Matthias: Eu receio ser a pessoa errada para responder essa questão. Eu sou um dos mais chatos na banda, hahaha. Isso é algo que você deveria perguntar para os “Três Mosqueteiros”, também conhecidos como Arjan, Henk e Sam, nosso cara do som na turnê do Sul… 😉

    11. Qual a maior loucura já feita durante um show?
    Matthias: Durante um show? Nada, eu toco a música. Não existe tempo para palhaçada, isso é sobre entregar uma ótima performance e tocar o melhor que você puder. Pelo menos é como eu vejo isso.

    12. Qual a melhor memória sobre sua passagem pelo Brasil?
    Matthias: Bem, o show no Rio, porque foi o primeiro show do ReVamp na América do Sul e eu não sabia o que esperar, e me surpreendi agradavelmente.
    A recepção calorosa das pessoas que conheci em todos os lugares, isso também foi muito legal.
    E a comida, haha. Eu adoro comer boa comida, então beber uma caipirinha enquanto comia uma boa comida brasileira foi uma experiência muito boa também… 😉

    Matthias Landes – Dark Fortress 

     Video: Dark Fortress – Ylem


     

    ENGLISH

    After Revamp Brazilian Tour, we’ve had the opportunity of interviewing Matthias – the man behind Revamp’s kickass drums!

    1. Who is Matthias Landes behind the drums?
    Matthias: Hopefully the same guy as when not behind the drums, haha. I just love playing drums, that’s what I do, and that’s who I am. So I don’t think I change much, or have to act a certain “role” as a drummer.

    2. How do you take care of your beard?
    Matthias: Brushing twice a day, occasionally using mustache wax, and whispering words of encouragement for it to grow and be a happy beard.

    3. How is the most difficulty of being a professional drummer?
    Matthias: Not starving, haha. It’s a tricky business, and I think for me the trickiest part is to get jobs outside of the scene I usually work in (metal). People assume that if they know you for one genre of music, that’s the only thing you do. But since I love diversity, I try to get gigs playing other music as well, and that can be quite difficult.

    4. Who is you biggest influence in music?
    Matthias: That’s a tough question. As far as drummers go, right now it’s probably guys like Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer or Benny Greb. But of course I also got very influenced by my teachers at the conservatory in Rotterdam, Hans Eijkenaar and Juan van Emmerloot. And the people I play with influence me as well I’d say, so really there are a lot of influences, not just one.

    5. How have you joined the band? Had you met the guys before, or was it strictly professional?
    Matthias: I got in contact with Floor through a mutual friend, Stef Broks (drummer of the Dutch band Textures), and she asked me if I wanted to do an audition for her new band. I couldn’t make the audition, because I was on tour with Dark Fortress at that time, so I recorded a video playing the three audition songs (Head Up High, Here’s My Hell and Kill Me With Silence) before I went on tour. Apparently what I did was good, cause here I am, haha.

    Additionally to the video audition I met Floor at the first show of my tour with Dark Fortress, so we could talk and see if we’d get along on a personal level as well. I had never met the rest of the band before the first rehearsal and photoshoot actually, which was a bit weird, haha.

    But I trusted Floor in her decisions concerning the other band members, and it turned out just fine, luckily everybody got along with everyone… Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders… 😉

    6. How do you feel during the show? Hearing the fans screaming and singing all the songs?
    Matthias: Hearing how enthusiastic the crowd is is amazing of course. Sometimes, like in Rio de Janeiro, it’s even scary, cause I couldn’t hear what we were playing anymore, hahaha.
    But to be honest, sometimes I don’t enjoy a show even when the crowd is good, just because I’m having a bad day and play like crap. I’m my own worst critic, and sometimes that kills the fun. But well, c’est la vie I guess…

    7. Besides ReVamp, which are your works/projects?
    Matthias: I play in a German black metal band called Dark Fortress, since 2001 already, long before ReVamp. We are going to release our new album “Venereal Dawn” on 1st of September, so check it out.
    Other than that I work as a drumtech for other bands, like Rival Sons, Triptykon, and also Sabaton later this year.
    I have some plans for new projects and bands right now, but it’s too early to talk about that.

    8. We know that the creation of Wild Card has had a great participation of the band members, which has shown the union of all of you. Which of the songs is your favourite?
    Matthias: That would be either Limbic System or Neurasthenia. I love the energy and atmosphere of both songs, and what Devin Townsend did on Neurasthenia is just brilliant.

    9. How do you see this “need” some of us fans have to stay to near our idols (taking pics, getting autographs, having contact in general), which goes beyond attending a concert?
    Matthias: I don’t have a problem with it, I consider it part of my job, so to speak. I personally don’t understand what’s so special about my autograph, haha, but it is something that is clearly important to them, so I don’t mind signing stuff or taking pics. Sometimes when we have to hurry and there is no time to hang out we can’t do it, and I hope that the fans understand that as well. We’re only people as well after all… 😉

    10. About south american tour: was there anything fun or even strange that happened? Could you tell us?
    Matthias: I’m afraid I’m the wrong person to answer that question, I’m the most boring one in the band, haha. That’s something you should ask the “Three Musketeers”, a.k.a. Arjan, Henk and Sam, our soundguy in South America… 😉

    11. What’s the craziest thing you’ve done during a concert?
    Matthias: During a show? Nothing, I play music. There is no time for bullshit, it’s about delivering a great performance, and playing the best you can. At least that’s how I see it.

    12. What’s your best memory regarding your stay in Brasil?
    Matthias: Well, the show in Rio, because it was the first show for ReVamp in South America, and I didn’t know what to expect, and was very pleasantly surprised.
    The warm welcome of the people I met everywhere, that was very cool as well.
    And the food, haha. I love eating good food, so sipping on a caipirinha while eating some nice brazilian food was a very nice experience as well… 😉

    Matthias Landes – Page: Dark Fortress – Video: Ylem


      Muito obrigada por toda ajuda na tradução, organização e afins, Carine & Tamira. 😉


  • Interview | Metal Divas

    Interview | Metal Divas

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    O novo álbum do ReVamp, intitulado “Wild Card” está previsto para ser lançado no dia 23 de agosto pela Nuclear Blast. Tivemos o prazer de conversar com a adorável Floor Jansen e discutimos o novo álbum e seus muitos colaboradores e músicos convidados, assim como a arte da capa, os planos de turnê e o paradeiro de Floor hoje em dia.

    ReVamp 2013

    Metal Divas: Bem vinda ao MetalDivas.Com e parabéns pelo seu novo álbum “Wild Card”, que é ótimo, eu fui ouvi-lo no dia 24!
    Floor: Oh, sério? Isso é bom de ouvir, obrigada (risos).

    Metal Divas: Como você se sente agora que ele está pronto para ser lançado, considerando tudo o que aconteceu com a sua doença, a turnê do Nightwish e assim por diante?
    Floor: Sim, eu estou muito animada. Tem sido um caminho e tanto, assim como você descreveu, não é necessariamente ruim, mas definitivamente com muitos desafios e é muito bom ver que agora está finalmente pronto e eu não posso esperar para realmente ter a cópia física do álbum, que é sempre um daqueles momentos, mas estou super orgulhosa de como as coisas acabaram.

    Metal Divas: Certo, e a data de lançamento é 23 de agosto, correto?
    Floor: É, sim.

    Metal Divas: Excelente! Bem, a primeira coisa que eu gostaria de abordar é que, para mim “Wild Card” é muito diferente de qualquer um dos seus álbuns anteriores e você muitos até agora. É muito agressivo, muito obscuro, muito moderno e muito complexo.
    Floor: Sim, isso é exatamente o que eu tinha em mente (risos).

    Metal Divas: Sim, há realmente tanta coisa acontecendo musicalmente, eu não sei por onde começar. Para começar, os diversos sons sintetizados criam quase uma atmosfera sinistra e um tanto industrial.
    Floor: Hm hm, sim é verdade.

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    Metal Divas: Isso é algo que vocês estavam planejando obter a respeito do som (da banda) neste disco?
    Floor: Sim, absolutamente. Na verdade, é engraçado, porque todas as coisas que você acabou de descrever, o que você tem ouvido são coisas que eu realmente tinha em mente, tipo, existem tantos álbuns feitos por mulheres na liderança que vamos tentar encontrar um som mais moderno e ver se nós podemos obter um álbum mais orientado pela guitarra. Isso é o que eu realmente queria, você sabe, ainda melódico e com elementos sinfônicos, mas com mais riffs e sim, mesmo com o uso de vários estilos vocais, o que era uma espécie de lista de ingredientes nossa para o álbum, e fizemos esta longa playlist com vários tipos de humor o uma espécie de humor musical para que o álbum tivesse um monte de fontes de inspiração diferentes e então você só começa a compor e ver o que acontece, e foi isso que ele se tornou, por isso estou muito feliz.

     

    Metal Divas: Sim, eu estou feliz por você ter falado sobre as guitarras porque é óbvio que podemos ouvir mais delas, mas também solos de teclado. É como os caras tivessem feito uma festa enquanto você estava em turnê com o Nightwish (risos). Você poderia, por favor, falar um pouco sobre o processo de composição? Eu sei que vocês têm tentado coisas diferentes neste álbum.
    Floor: Sim, nós tentamos, mas devo salientar que a maioria das músicas foram escritas antes de eu ir em turnê com o Nightwish, por isso (o Nightwish) não influenciou as músicas e nem foi tipo “Hey, agora que a Floor está em turnê, vamos adicionar quantos solos de guitarra nós quisermos”(risos), obviamente. Uma grande porcentagem das músicas foi realmente feita antes e ideias foram enviadas para mim por e-mail e, embora eu tenha notado que eu não poderia trabalhar nas coisas enquanto eu estava na estrada com o NIGHTWISH, quando eu voltei para casa, eu ouvi novamente e trabalhei, mas, definitivamente, alguns dos instrumentais foram feitos enquanto eu estava em turnê e eu acrescentei meus vocais mais tarde e, por vezes, isso muda algumas coisas no som, mas a maioria das coisas foi feita antes de eu sair.

    Metal Divas: Hm hm, ok. Você sabe que eu acho que você escolheu o título perfeito para este CD porque, para mim, “Wild Card” é exatamente isso, um curinga!
    Floor: Sim. (risos)

    Metal Divas: Refiro-me à direção geral da banda, que é muito mais pesada e muito focada na criação de vantagens e de novas fronteiras e, também, como você mencionou, alguns anos atrás, havia apenas algumas bandas lideradas por mulheres, enquanto que, hoje em dia parece que isso é uma norma.
    Floor: Hm, hm sim.

    Metal Divas: Então, eu quero dizer, você tem que criar algo provocativo e ir para outro lugar. Certo?
    Floor: Sim, isso é o que queríamos. Como … como você fica proeminente, como você pode fazer algo que não tenha sido feito uma centena de milhões de vezes, e eu tenho observado desde o início, talvez por isso para mim foi um importante elemento extra, tipo – hey, há muitas bandas com o tipo de som do AFTER FOREVER e estou super orgulhosa disso, o quenão significa que todo mundo acaba copiando, eu acho que você sabe o que eu quero dizer…

    Metal Divas: Bem, você tem inspirado muitas pessoas, não quero interrompê-la.
    Floor: Sim, e isso é um sentimento maravilhoso, mas para mim, pessoalmente, o próximo desafio é como você pode trazer novidades e como você pode fazer algo que não foi feito ou como você pode se manter inspiradora – e eu não sei se isso vai acontecer com este álbum – mas eu sinto que ele traz elementos novos para a mesa e esperamos inspirar e atualizar novamente.

    Metal Divas: Com certeza, eu acho que você está 100% correta, soa muito fresco.
    Floor: Bem, obrigada (risos).

    Metal Divas: Na verdade, ao ouvir o álbum, e isso pode parecer engraçado, eu não pude evitar, mas imagino que se eu fosse uma presa em um asilo psiquiátrico esta seria a trilha sonora da minha tortura! O que você acha disso?
    Floor: (risos) Oh! Eu não sei, que talvez diga algo sobre o meu estado mental (risos) ou estado mental dos caras quando escreveram (risos), mas, ahm, eu acho que sim, que poderia ser um elogio, eu acho (risos).

    Metal Divas: (gargalhadas) Sim, quero dizer, você sabe que há muito acontecendo e, para mim, o álbum tem uma sonoridade e uma produção muito industrial e eu continuo tendo essas imagens de uma máquina em minha mente, mas talvez seja só a minha interpretação.
    Floor: Bem, eu acho que é definitivamente verdade e a grande coisa sobre a música é que todo mundo pode ter sua própria interpretação ou imagens visuais ou, você sabe, os sentimentos de músicas ou letras, e que eu acho que é sempre tão agradável sobre música, que é uma língua internacional e é bom colocar o seu nela, como tudo o que fizemos nesse álbum, mas em seguida, nos desprender dele e deixá-lo ser interpretado de maneira diferente por outras pessoas … Isso é maravilhoso.

    5bdd40a1912f8fMetal Divas: Sem reprimir a música, parece-me que tudo para mim é construído e centrado nos seus vocais. Quero dizer, as linhas melódicas, as harmonias, os coros, tudo é tão avassalador, mas sem subjugar a banda. Isso foi feito de propósito ou sou só eu?
    Floor: Bem, é definitivamente uma meta, se você quiser ter tantos ingredientes para equilibrar direito. Nem sempre se pode ter tudo na frente, tipo uma conversa, na música que você tem que equilibrar isso. Às vezes, a guitarra tem um papel maior, às vezes os vocais e, por vezes, os teclados e é assim que temos tocado com todos os ingredientes, mantendo em mente que os vocais precisavam de espaço. Mesmo que seja complexo e, às vezes, mesmo com a música progressiva, por vezes, que tem a tendência de ofuscar os vocais completamente, é quase como um instrumento extra, enquanto a maioria das pessoas realmente ouve as vozes, como eu disse, nós fomos à procura de equilíbrio.

    Divas Metal: Eu estou contente que você mencionou os vocais, percebi a extrema versatilidade do seu desempenho vocal. Você vai de linhas vocais operísticos, a frente de metal quase instantemente, a grunhindo e rosnando e é tudo muito intenso! Eu acho que você tem feito um ótimo trabalho.
    Floor: Muitíssimo obrigada! Foi definitivamente um dos desafios, você sabe, os ingredientes que queríamos e algo para me experimentar como – hey, fiz músicas melódicas todos esses anos, eu finalmente encontrei como cantar cru e como dar uma borda de rock para as coisas, em seguida, o próximo passo foi aprender a rosnar e usar isso, e que realmente deu trabalho e não soa ridículo estou muito orgulhosa (risos).

    Metal Divas: Não totalmente, digo, é como se tornar -ou esperar que isso se torne- o que te caracteriza como cantora por que você pode perfeitamente cantar tudo que quiser e isso te põe no controle da música, no topo.
    Floor: Oh, ótimo, obrigada, era o que eu estava esperando, como se pudesse ser algo que faz de mim diferente dos meus outros colegas e que foi um objetivo que você nunca sabe se você pode alcançar por que talvez, você sabe, gritar vai soar muito estranho pra mim ou isso iria prejudicar minha voz a longo prazo. Sim, existiam desafios suficientes lá, mas foi ótimo para desafiar a mim mesma novamente.

    Metal Divas: Bem, parabéns. Um trabalho muito bem feito.
    Floor: Obrigada.

    Metal Divas: Então, liricamente falando nós temos os conceitos das canções todos conectados uns aos outros mas também temos outras de cunho muito pessoal, isso procede?
    Floor: Sim, ambas são combinadas ás vezes de fato. Algumas das coisas que mais combinam com as letras é que elas são de fato muito pessoais, umas mais do que as outras, é a coisa mais auto biográfica que eu já fiz na vida.

    Metal Divas: Vamos falar sobre os músicos convidados do album, que são poucos. Então por favor, releve tdos os detalhes para você sabe quem, eu não vou contar.(risos)
    Floor: (risos)Claro! Tínhamos em mente um solo de alguns músicos convidados e você precisa primeiro escrever a música direito para saber se a pessoa vai se encaixar naquilo em que você tem em mente e alguns convidados são Devin Townsend and Mark Jansen (EPICA). Mark faz os growls em “Misery’s no Crime” e Devin canta em “Neurasthenia “. Ambos deram um pouco de si nas canções, realmente soam como se, você sabe, poderia ser uma música reconhecida em seus albuns, genuinamente é reconhecido e estou muito feliz com isso. Bem, nossos outros convidados atualmente vieram. Bem, os outros convidados vieram, na verdade, mais por coincidência, porque, para começar com o nosso baixista Johan van Stratum que toca com STREAM OF PASSION, entrou realmente no último minuto, porque o nosso próprio baixista deixou muito perto das gravações e sim, quem você chama em um curto espaço de tempo que você sabe que pode fazer o trabalho, e ele tornou-se o cara, porque Joost (van den Broek) e ele são amigos desde a infância e se conhecem muito bem e eu sei que ele é um baixista muito bom, foi ótimo o que fez. Ótimo trabalho sobre ele.

    revamp-choir-recordings-300x223Metal Divas: Absolutamente.
    Floor: Sim, e com o coro, geralmente trabalhamos com no passado, com cantores de formação clássica que vêm para o estúdio, consiga as partituras escritas e faça sua magia, mas este álbum nem sempre exige muito uma abordagem clássica e é por isso que nós trabalhamos com mais cantores de metal mais voltados para brincar com o que a música precisava, mais do que apenas a abordagem clássica, para assim soar adequado para cada canção e, por vezes, mais clássico e, às vezes, você sabe, com diferentes tipos de harmonias e foi isso que fizemos com Marcela Bovio do Stream of Passion e com Daniel de Jongh de Textures. Por isso, tornou-se um verdadeiro processo criativo no estúdio, muito bom.

    Metal Divas: Tudo certo. Bem, eu sei que você faz suas próprias linhas melódicas, mas você também compõe as harmonias?
    Floor: Bem, eu fiz algumas, como na pré-produção fiz algumas harmonias, porque eu sempre faço todas as pré-produções em casa e começo a pensar nos backing vocals e harmonias. Então já haviam algumas idéias e todos os backing vocals foram feitos, mas já haviam idéias vindas de todos, de Joost, como Marcela e Daniel.

    Metal Divas: Ok muito bem. Vamos falar sobre a capa do CD, que é muito interessante, se assim pode-se dizer. Definitivamente reconhecível pelos fãs do ReVamp devido à sua ligação com o seu álbum de estréia.
    Floor: Na verdade sim.

    c4dac9d5a62Metal Divas: Gostaria de comentar alguma coisa sobre isso?
    Floor: Bem, eu estou feliz que você salientou que é reconhecível, era uma coisa que eu esperava, porque ele também tem esse fundo branco,a cor principa era o rosa no primeiro álbum e agora vermelho brilhante e o uso de minha imagem, não tipicamente como olha uma foto da Floor, mas é mais um estilo de arte, de modo que foi realmente feito de propósito para ter que voltar. A idéia do cartão de jogo realmente veio literalmente visualizar o cartão de palavra de “Wild Card” e depois com o uso de a Rainha de Copas de um baralho de cartas, que geralmente é um pouco de um wild card se em muitas histórias onde ela às vezes é uma boa rainha e, por vezes, muito cruel.Foi você sabe, de onde ela veio e foi uma boa idéia do homem que fez esta obra, Richard Stark, que disse, hey, se quisermos espelhar as rainhas isso pode ficar em uma agradável e uma rainha muito cruel,link para a música que às vezes é muito escura e agressiva, mas às vezes também é mais melódica e redonda. Então, sim, é assim que todos os elementos do tipo se reuniram, junto com roupas feitas por uma designer que desenhou todas as minhas roupas e agradáveis maquiagem de efeitos. Você sabe que é sempre há uma equipe criativa que precisa estar lá para fazer tudo.

    Metal Divas: Claro e você sabe, é algo que eu tenho que perguntar: quem é o coração que você está segurando?
    Floor: (risos) Pra mim, eu acho que simboliza o meu coração sangrando.

    Metal Divas: É um conceito muito bom e bem pensado e eu penso que realmente funciona com sua música.
    Floor: Obrigada.

    Metal Divas:  Certo, então Floor, quando você começou esta banda tinha uma visão em mente. Você sente que este novo álbum, realizou a sua visão?
    Floor: Acho que sim. Talvez até mais do que no primeiro álbum. Sim, porque você precisa crescer dentro dele e eu sempre fui uma pessoa de banda e agora fizemos muito mais como a banda e me dá muito prazer, realmente funcionou, você sabe, então, sim, eu sinto que com este álbum que tomamos um grande passo para tornarmos esta banda, uma banda e muito evoluiada e com o seu próprio som característico e esse era o objetivo, estou muito orgulhosa disso.

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    Metal Divas:  Vamos falar da turnê. Vocês anunciaram uma turnê européia apoiando o Kamelot, mas completou recentemente a campanha que levantou dinheiro para sair em turnê. Quais os detalhes sobre a agenda?
    Floor: Sim, é verdade! Bem, pode-se dizer que a campanha Kickstarter foi um sucesso, porque vimos um monte de coisas legais em que nós simplesmente não podíamos pagar, então foi realmente a campanha que tornou possível dizer um sim a mais, embora nós não tínhamos sido capazes de anunciar tudo, mas definitivamente há mais chegando em 2014, onde muito provavelmente também iremos fazer uma turnê extendida pelos EUA e uma extensa turnê sul-americana e estamos vendo mais datas europeias para o início de 2014. Há muito mais no ano que vem (risos).

    Metal Divas: Será que isso vai ser uma turnê?
    Floor: Ahm, alguns sim, outros não. é meio que depende.

    Metal Divas:  Ok ótimo, bem, eu sei que eu estou ocupando muito do seu tempo neste momento e eu gostaria de agradecer a você por ter tempo para responder às minhas perguntas.
    Floor: Bem, obrigado. Por ser tão bem preparado, e seu entusiasmo é muito bom também (risos).

    Metal Divas: (risos) Muito obrigada e desejo-lhe o melhor com “Wild Card”, sua turnê e os planos futuros. As palavras finais pertencem a você.
    Floor: Yeah, bem, eu quero agradecer a todos que tiveram a paciência de esperar por este álbum e também agradecer pessoalmente todas as pessoas que me apoiaram enquanto eu estive doente. Eu tinha tantas pessoas me apoiando e foi comovente, e por isso espero que a longa espera seja recompensada ​​com um álbum que você também goste.

    Trailer 1

    Trailer 2

    Trailer 3

    Trailer 4

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  • Entrevista Metal Exposure

    Entrevista Metal Exposure

    No Tuska Open Air (Helsínquia) encontraram com a Floor Jansen antes de seu show com o Nightwish. Falamos sobre seu envolvimento com a banda e o novo álbum do ReVamp, Wild Card. Leia a entrevista abaixo! English version can be found at the bottom of the page!

    1003116_500638700001662_276872595_nComo você descreveria o seu tempo com o Nightwish?
    Tem sido ótimo, maravilhoso. Quem tem a oportunidade de fazer isso? Sei muito bem da extraordinária oportunidade que me foi dada, mas ao mesmo tempo ele vem muito natural. Todos nós temos o mesmo objetivo e a mesma mentalidade de trabalho. Eu não deveria me debruçar sobre a magnitude de tudo, porque eu vou ficar um pouco sobrecarregada.

    Você provavelmente teve que adaptar algumas músicas do Nightwish para sua voz, como você fez isso?

    Eu não tive muito tempo para fazer isso. O que provavelmente é uma coisa boa. Não houve tempo para eu testar os vocais. A única coisa que me foi dita foi: sem muitos vocais operísticos. Esse período da banda acabou. Eu nem mesmo cantava as músicas antigas em minha voz operística. Muitas pessoas pensam que a minha interpretação das músicas é uma mistura entre Tarja e Anette, do qual veem como uma coisa positiva. Mas eu acho que eu tenho dado para as músicas um toque pessoal ao longo do tempo. Ghost Love Score é a minha favorita para cantar.

    Como os fãs reagem?
    De forma muito positiva. No passado, a mudança de cantoras nesta banda tem sido acompanhada de um monte de comentários. Por alguma razão, os fãs realmente gostam de mim como a vocalista. Eles estão felizes com a vibe que eu trago e a interpretação que dou para as canções. Muitas pessoas querem que eu fique.

    Você quer ficar?
    Eu adoraria. Da maneira como as coisas estão agora, seria possível. O último show do Nightwish é no dia 11 de agosto e o álbum do ReVamp será lançado no dia 23 de agosto. Nightwish terá uma pausa de alguns meses e ReVamp estará em turnê. Ninguém sabe o que vai acontecer depois disso. As decisões serão tomadas no próximo ano, de modo que isso é muito empolgante. Nightwish tem um espaço para ensaios/estúdio em julho, agosto e setembro, então haveráum novo álbum. Mas eu não sei se farei parte disso.

    Com o ReVamp você iniciou uma campanha de financiamento público para uma turnê. Você acha que a Nuclear Blast tem a capacidade financeira para tal empreendimento?
    Na verdade, isso é o que você pensa. Mas, devido à diminuição nas vendas de CDs, a gravadora tem muito menos dinheiro para gastar. Há dinheiro, mas é para gravação e videoclipes. Mesmo que a Nuclear Blast fizesse uma proposta de turnê, esse dinheiro é recuperável. Isso significa que a banda tem de recuperá-lo através da venda de álbuns. Basicamente isso significa que você mesmo paga para a turnê e que você nunca vê qualquer dinheiro das vendas de discos. Isso não seria um grande problema, mas nós temos que pagar para viver também. Muitos fãs gostaram de estar envolvidos com este projeto e entenderam que não há muitos meios financeiros disponíveis. Se as pessoas parassem de fazer downloads gratuitos, o problema seria resolvido e não haveria necessidade de um projeto de financiamento público.
    Eu não sou contra o download, mas você tem que pagar por isso. Custa dinheiro para produzir um álbum. Uma gravação não é um item gratuito. Eu acho que é inacreditável que não há regulamentação para isso. Você vê todo o colapso da indústria lentamente.

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    O nome do novo álbum do ReVamp é Wild Card, você pode explicar isso?
    Eu sempre acho difícil descrever um álbum em uma palavra ou frase. Wild Card significa algo como um fator imprevisto, ardente. Se encaixa no álbum, porque você não sabe o que a próxima música traz. Então, musicalmente é um curinga. Além disso, é o título de uma canção.
    Não há tema do álbum. Eu escrevi sobre a minha crise nas três canções de The Anatomy of A Nervous Breakdown, cada uma a partir de uma perspectiva diferente. A Wolf and Dog é sobre outra coisa. O equilíbrio entre o meu lado performer / carreira que vai ‘caçar’ (lobo) e que o cão que quer estar seguro e confortável em casa. Esses dois lados são opostos um do outro em meu mundo.
    Musicalmente, o álbum é mais pesado. É mais orientado nos riffs, tem mais variação nos vocais e mais partes com orquestração. A gravação foi escrita com os outros membros da banda, principalmente com o guitarrista Jord Otto e o tecladista Ruben Wijga, eu e Joost van den Broek como guardiões do processo. No primeiro disco eu também escrevi a música, agora eu fiz principalmente as linhas vocais e letras. Há alguns músicos convidados. Marcela Bovio (Stream of Passion) e Daniel de Jongh (Textures) cantam comigo no coro. Devin Townsend canta em Neurasthenia e Mark Jansen (Epica) faz os guturais em Misery’s No Crime. Eu mesma fiz os outros guturais.

    Você esteve fora de cena por algum tempo devido a uma síndrome de Burn Out e agora você está na ativa novamente com ambos Nightwish e ReVamp. Assim, podemos concluir que está tudo melhor agora?

    Sim, estou. Posso realmente sentir a diferença em relação aos últimos anos. Também sei o porquê eu tive Burn Out e as coisas que faço com o Nightwish não estão relacionadas com nada disso, sequer. Eu sou uma boa cantora e compositora, me coloque no palco e eu me sinto em casa. Mas não me deixe fazer a gestão dos negócios financeiros. Eu posso fazer isso, mas custa muita energia. Essa foi a causa da minha crise. Agora eu sei onde quero colocar a minha energia. Eu tiro uma folga nos fins de semana de vez em quando, tento evitar as coisas que têm uma energia negativa e faço as coisas de forma diferente. Eu nunca vou deixar minha saúde vir em segundo lugar novamente. Você não vai gostar nada quando se tem uma crise. Eu não podia nem cantar por mais de meio ano.

    Metal Exposure

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    How would you describe your time with Nightwish? 
    It’s been great, wonderful. Who gets the opportunity to do this? I am very aware of the remarkable opportunity that I have been given, but at the same time it comes quite natural. All of us have the same goal and the same work mentality. I shouldn’t dwell on the magnitude of everything, because I’ll get a bit overwhelmed.

    You probably had to adapt some Nightwish songs to your own voice, how did you do that?
    I didn’t get a lot of time to do that. Which is probably a good thing. There wasn’t time for me to experiment with the vocals. The only thing they said to me was: not too much operatic vocals. That period of the band is over. I don’t even sing the old songs in my operatic voice. Many people think my interpretation of the songs is a mix between Tarja and Anette, which they see as a positive thing. But I think I have given the songs a personal touch over time. Ghost Love Score is my favorite to sing.

    How do the fans react? 
    Very positively. In the past, the changing of singers in this band has been accompanied with a lot of comments. For some reason, fans really like me as the singer. They are happy with the vibe I bring and the interpretation I give to the songs. Many people want me to stay.

    Do you want to stay?
    I would love to. The way things are now, it would be possible. The last show of Nightwish is on the 11th of August and the album of ReVamp will be released on August 23rd. Nightwish will have a break of a few months and ReVamp will be touring. Nobody knows what will happen after that. Decisions will be made next year, so that’s very exitcing. Nightwish does have a rehearsal/studio space for July, August and September, so there will be a new album. But I do not know if I will be a part of that.

    With ReVamp you started a crowd funding campaign for a tour. You’d think Nuclear Blast has the financial capability for such an enterprise. 
    Indeed, that’s what you’d think. But due to decrease in CD sales, the record company has much less money to spend. There is money, but that is for recording and video clips. Even if Nuclear Blast would do a tour proposal, the money of that is recoupable. That means that the band has to recoup it by selling albums. This basically means you pay for the tour yourself and that you never see any money from the record sales. That would not be much of a problem, but we have to pay for a living as well. Many fans liked to be involved with this project and understood that there are not much financial means available. If people would stop free downloading, the problem would be solved and there would be no need for a crowd funding project.

    I am not opposed to downloading, but you have to pay for it. It costs money to produce an album. A record is not a free item. I think it is unbelievable that there are no regulations for this. You see the entire industry collapse slowly.

    The name of the new ReVamp record is Wild Card, can you explain that? 
    I always find it hard to describe an album in one word or sentence. Wild Card means something as a unforeseen, burning factor. It fits with the album because you don’t know what the next song brings. So musically it is a wild card. Also, it is the title of a song.

    There is no theme in the album. I had my say about my break down in the three songs The Anatomy of A Nervous Breakdown, each from a different perspective. The song Wolf and Dog is about something else. The balance between the performer/career side of me that goes ‘hunting’ (wolf) and the dog that wants to be safe and comfortable at home. Those two sides are opposite of each other in my world.

    Musically, the album is heavier. It is more riff-orientated, more variation in vocals and more playing with the orchestration. The record is written with the other band members, mainly guitarist Jord Otto and keyboard player Ruben Wijga, me and Joost van den Broek as guardian of the process. On the first record I also wrote the music, now I mainly did the vocal lines and lyrics. There are some guest musicians. Marcela Bovio (Stream of Passion) and Daniel de Jongh (Textures) sing with me in the choir. Devin Townsend sings on Neurasthenia and Mark Jansen (Epica) grunts on Misery’s No Crime. I did all the other grunts myself.

    You’ve been out of the game for some time due to a burn out and now you are active again with both Nightwish and ReVamp. So can we conclude that you are all better now? 
    Yes I am. I can really feel the difference compared to the past years. I also know why I got the burn out and the things I do with Nightwish are not related to that at all. I am a good singer and songwriter, put me on stage and I feel right at home. But don’t let me do management of financial business. I can do it, but it costs too much energy. That was the cause of my break down. Now I know where I want to put my energy in. I take a weekend off now and then, try to avoid things that have a negative energy and I do things differently. I’ll never let my health come second again. You won’t enjoy anything when having a break down. I couldn’t even sing for more than half a year.