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  • Louder: Floor X Troy – Gírias Rimadas

    Louder: Floor X Troy – Gírias Rimadas

    Troy e Floor em Competição de rimas Inglesas

    Troy: Faça uma rima para explicar que as gírias são rimadas (…) então ela rima com a frase…

    “Near and Far” (Perto e longe)
    Troy: Que tal irmos ao “Near and far”, tomar uma bebida?
    Floor: Tipo, ir ao bar?
    Troy: SIM! Viu só!

    “Pleasure and pain” (prazer e dor)
    Troy: Eu não vou lá fora hoje, é muito “Pleasure and pain”
    Floor: é muita chuva!
    Troy: SIM

    “Rats and Mice” (ratos e camundongos)

    Troy: Que tal se depois da passagem de som a gente brincar de “rats and mice”?
    Floor: oh, dados, boa!
    Troy: Sim!

    “Rattle and clank” (chocalho e estrondo)
    Troy: Que tal a gente colocar meias nas nossas cabeças e ir pro “rattle and clank”?
    Floor: hmm, vamos roubar um banco?
    Troy: SIM!

    “Bees and Honey” (abelhas e mel)
    Troy: Olha, eu realmente preciso comprar um cortador de grama. Você tem algum “bees and honey”?
    Floor: (pensa bastante)…não, essa eu não sei
    Troy: Que tal… tenho que pagar a conta, ah, eu não trouxe minha carteira, você tem algum “bees and honey”?
    Floor: Dinheiro?
    Troy: siiiim
    Floor: errei essa, desculpe.

    “Box of toys” (Caixa de brinquedos)
    Troy: “Booooox of tooooys” (cantarolando)
    Floor: Meninos?
    Troy: Box of toys
    Floor: Box of toys deveria ser alguma outra coisa?
    Troy: (cantarolando de novo) “booox of tooys” ( no ritmo de Noise- continua até o fim do refrão)
    Floor: NOISE? Hahaha
    Troy: chegou lá!
    Floor: desculpa haha

    Troy: Foi muito bom!


  • Entrevista: Face Culture – Floor Jansen

    Entrevista: Face Culture – Floor Jansen

    Em recente entrevista para o Face Culture, Floor recapitula sobre a turnê solo; o quão nervosa estava e, claro, sobre o Human. :||: Nature. Vem!

    Tradução: Head up High, my dear!

    Ω

     

    Floor: Olá, aqui estamos nós de novo!

    FaceCulture: Bom te ver de novo, obrigado por arranjar um tempo… Eu quero começar passando bem rapidamente sobre a sua turnê solo que falamos na última vez… Como você se sente tendo passado pelo processo e meio que tendo todo esse foco em você mesma?
    Floor: Bem, honestamente eu achei bem assustador e muito empolgante porque eu percebi que eu estava meio que juntando dois mundos e eu estava esperando que eu pudesse agradar a todos com o que eu estou fazendo… “É muito pesado? Não é pesado o suficiente? Como será o som?” Houveram coisas que se tornaram reais apenas no último instante, porque a maioria já estava planejada na minha cabeça, eu fiz um setlist, eu me comuniquei com a banda, como seria o show visualmente… Nós ensaiamos antes dos shows por conta da pressão de tempo e somando ao fato de que todos moram nos Países Baixos… Eu realmente não sabia se serias bom o suficiente até que ensaiamos; eu sei que a banda é ótima então dá para ter uma ideia de que seria bom – mas o sentimento de “isso vai funcionar” só se tornou realidade quando começamos a tocar e a música começou a criar vida e começou a se encaixar. Foi muito *oof*. Mas antes do primeiro show eu estava muito nervosa pra ver se tudo iria fluir, porque um show do Nightwish – claro que os primeiros shows são os mais empolgantes porque você ainda não pegou a rotina, sabendo o que você deve fazer… Mas dessa vez você pensa “Wow, tem o meu nome nisso, que estranho… Não é uma banda e eu nunca fiz isso antes.” Então acabei não trombando em situações que eram *novas*, mas que pareciam novas no sentido de eu nunca ter feito isso antes. Eu ia falar bem mais entre as canções também porque eu gostaria de conversar com as pessoas, fazer um show mais privado; diferente do Nightwish onde nós quase não falamos pois isso iria quebrar o ritmo do show, e nos shows solos as conversas faziam parte disso. E isso era algo que eu não queria praticar, eu não vou sentar e ensaiar as minhas falas…

    FaceCulture: Tem que ser natural!
    Floor: Tem que ser natural, mas ainda precisa acontecer… Então é um sentimento muito bom saber que isso aconteceu.

    FaceCulture: Sim, foi muito bom. E você disse que estava nervosa no inicio mas depois as coisas começaram a fluir.
    Floor: Sim, começaram. E eu fiquei muito aliviada! *risos*

    FaceCulture: E quando acabar, você terá que fazer a mudança de “Okay agora temos tudo isso para fazer com o Nightwish com o álbum novo que está para sair…”
    Floor: Sim, eu ainda estou revezando a minha atenção entre as duas coisas porque eu ainda tenho o décimo show para fazer e me pediram para me apresentar no Pinkpop e isso é uma coisa super legal e…

    FaceCulture: E isso é importante porque é um festival holandês, é algo importante para você?
    Floor: Sim, é algo importante para mim, e é outro passo nessa nova carreira solo que está acontecendo… Sim, se você tem a chance de fazer um festival grande como esse é algo importante… É, é um festival importante e claro que você quer trazer algo um pouco diferente, um pouco maior.. E também, o meu décimo show é o maior da turnê e há muitas preparações à serem feitas; eu achei que seria legal fazer uma gravação do show e fazer um vídeo para os fãs – não um dvd, mas um registro da apresentação – e eu fiz isso através de um crowdfunding.

    FaceCulture: E ainda vai ter um documentário disso…
    Floor: Sim, exatamente, então isso demanda tempo e atenção… Eu estou fazendo várias coisas ao mesmo tempo então é muito legal ver que as coisas estão se encaixando tão bem e ver que o entusiasmo dos fãs é enorme – a meta do crowdfunding foi atingida em 3 horas…

    FaceCulture: Isso é maluquice!
    Floor: Sim, é inacreditável… Então há apenas coisas ótimas acontecendo.

    FaceCulture: Isso é ótimo de ouvir! E você e o Nightwish já terminaram de gravar o álbum, e uma coisa que eu me lembro da ultima entrevista, acho que em uma entrevista com Tuomas, que você falou ele gosta de te desafiar vocalmente – e há algumas músicas que são bem rápidas e as melodias vão para cima e para baixo – então como que foi para você? Foi desafiador?
    Floor: Sim, absolutamente, realmente me desafiou porque as melodias… Digo, de um lado é a complexidade das melodias e do outro lado são todos os estilos diferentes de canto; essa ultima parte eu já fiz antes, claro, mas dessa vez parece que eu estive em extremos mais distantes que antes nesse álbum e mais espaço para esses estilos – há realmente partes operísticas do que apenas… Bem, tudo está bem encaixado! E isso é uma coisa ótima, foi muito desafiador de conseguir alcançar o resultado… Mas a coisa mais desafiadora, definitivamente, foi a velocidade e a complexidade das melodias em algumas músicas: elas são muito difíceis de cantar – e elas também são difíceis de cantar de um jeito que não pareça difícil – precisa soar como se fosse fácil, não pode parecer que o vocalista está se esforçando muito para cantar. Eu fiz soar como se não fosse tão complexo assim e foi *oof*…

    FaceCulture: porque eu estava ouvindo agorinha e começa, logo na primeira música (eu nao sou um cantor mas), me parece que as melodias sobem e descem muito rapidamente.
    Floor: sim!

    FaceCulture: então, como você se prepara para algo assim?
    Floor: bem, eu realmente meio que tive que dissecar as canções. Eu ouvia a melodia de como seria no piano, mas daí tem o piano e o texto, a letra, e aí primeiramente tenho que aprender quais são as palavras, onde elas se encaixam e como se encaixam. E, daí então eu tento cantar. O que leva um tempinho pra lembrar e pra falar corretamente e para as cordas vocais e músculos começarem a se adaptar e isso foi o que consegui tipo, no primeiro mês. De verdade (risos). Os primeiros ensaios foram mais ou menos duas semanas e aí levei o material para casa comigo após o fim dos ensaios e aí eu já sabia o que eu ia cantar e como eu ia cantar, mas eu ainda não estava de fato contando a história então, chega a parte onde eu preciso contar a história e adicionar emoção às canções. Então aos poucos eu estava aprendendo e sentindo e entendendo como eu ia transmitir isso através de mim. E isso levou outro mes inteiro haha. Por causa da complexidade, você quer ver isso fluir, você quer a emoção, quer contar a história e não apenas soar como uma cantora que está perfomando palavras em notas. E essa é a grande diferença entre o que conseguimos gravar durante o período de ensaios e a gravação em si.

    FaceCulture: pergunta final, você disse que gosta de se conectar as músicas e com o espírito dessas músicas canções e você escreveu um artigo “É hora de respeitar nosso planeta”
    Floor: sim.

    FaceCulture: Entao qual é sua conexão com a natureza no sentido de que você veio da Holanda e se mudou para a Suécia, entao qual a sua conexão e pensamentos sobre como nos tratamos nosso planeta?
    Floor: bom, eu não vou ser mais uma dessas críticas do clima mas é óbvio que temos que tomar conta de onde vivemos. Vivemos no planeta Terra então temos que cuidar dele melhor do que temos feito. E acho que estamos num bom caminho mas há ainda muito a ser feito. E, para mim, a natureza é super importante para recarregar nossas energias e eu preciso estar lá fora, no meio do nada, no meio dos animais, na floresta, pra clarear a minha mente e para me acalmar e para mim esse é o melhor lugar para recomeçar. É eu acho que muita pessoas tem isso. Essa reconexão com a natureza é muito importante, vital. E muitas vezes quase nos esquecemos que nós somos a natureza. Nós somos todos parte de um mundo natural. Quer dizer, nosso DNA difere de uma banana em 3% ou algo assim. A diferença é tão pequena, quer dizer 3% posso estar exagerando mas eu acho que do chimpanzé é realmente 3%, ou seja, nos somos parte e nao deveríamos nos esquecer disso. E assim acho que encontraremos a beleza da natureza e as “mais belas formas infinitas ” que estão, claro, neste álbum também.

    FaceCulture: é como se fosse uma continuação, certo?
    Floor: sim, pode realmente ser visto como uma sequência.

    FaceCulture: Floor, muito obrigado
    Floor: obrigada.

  • Turnê Solo ♡

    Turnê Solo ♡

    Musicalmente falando, os humilhados foram exaltados, hue.

    Não sei vocês, mas por aqui, as lágrimas foram reais, sejam elas nas músicas do After Forever, como nas músicas do ReVamp. Ela, com todo esse reconhecimento e revivendo momentos que jamais serão esquecidos, e nós, fãs tendo a chance de reviver cada um deles :’)

    Recentemente, nossa Floor Jansen deu início à sua primeira turnê solo. Com ingressos esgotados em menos de 24 horas. O primeiro show ocorreu no dia 23 de janeiro, no Doornroosje, em Nijmegen, lá na Holanda (crying in digital deceit language). Embora ela tenha cantado músicas bem conhecidas do Nightwish, (destaque para a nostalgia de Slow, Love, Slow) tivemos o privilégio (vocês, né?) de revivermos anos de ouro, com músicas do After Forever (O que foi Strong, minha gente? E Face Your Demons?) e ReVamp (lágrimas de sangue!), mas também tivemos o bônus de Northward, e diversas músicas do Beste Zangers, programa holandês, do qual, FINALMENTE deu a ela o merecido reconhecimento. Sua apresentação conta com a participação do Henk Poort, do qual tivemos uma explosão musical ao vê-los cantando The Phantom of the Opera e em Sweet Curse (ReVamp) , e contamos também, com a participação de sua irmã Irene Jansen, na música Wolf and Dog (ReVamp).


    Lembrando que o novo álbum do Nightwish, intitulado de “Human. .||. Nature.” será lançado no dia 10 de abril, e os teremos por aqui em maio (amém?), em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos dias 9 e 10 e todos os ingressos estão disponíveis. (Informações sobre o M&G serão divulgadas em breve). E o primeiro single, intitulado “Noise”, no dia 7 de fevereiro.


    MAS FOCO NESSA FUCKING TURNÊ

    O amor é forte, e o choro é mais do que livre. COME TO BRAZIL, FLOORGASM!

    Abaixo, alguns vídeos (amada, make a dvd, pfvr, nunca te pedimos nada!)


    Strong – After Forever (se você não se emocionou, você é um monstro!)

    Wolf and Dog feat Irene Jansen – ReVamp

    The Phantom of the Opera feat Henk Poort

    Storm In A Glass – Northward

    Slow, Love, Slow – Nightwish

    Shallow – Lady Gaga


    Turnê Solo

     23.01: Nijmegen, Netherlands
    24.01:Groningen, Netherlands
    26.01:Heerlen, Netherlands
    28.01: Amsterdam, Netherlands
    29.01: Utrecht, Netherlands
    30.01: Tilburg, Netherlands
    31.01: Tilburg, Netherlands

    01.02: Den Haag, Netherlands

    04.03: Amsterdam, Netherlands

    22.05: Rotterdam, Netherlands
    23.05: Rotterdam, Netherlands

    16.06: Amsterdam, Netherlands

  • pt 2: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    pt 2: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    Tradução: Head up High, my dear!

    Parte 1 AQUI

    FaceCulture: Uma coisa que eu pensei conforme eu assistia o programa, você teve meio que um feeling de “eu consigo cantar qualquer coisa que eu quero”?
    Floor Jansen: Bem, o programa realmente expandiu meus horizontes, digo, eu não acho que eu iria bem em um rap francês, por exemplo, e você não me veria fazer algo de hip-hop, mas eu realmente gostaria de experimentar, no sentido de que é interessante ser tão diversificada!

    FaceCulture: E você mencionou o Tuomas, eu acho que você tem tido muitas coisas para fazer durante todo o processo do álbum novo nesse ultimo verão… Primeiro sobre o jeito que você compõe, porque dentro das próprias músicas, há muitos desafios para os cantores, nesse caso você, de usar a voz em diferentes técnicas… Então como é para você, ser capaz de usar todos esses estilos e essas técnicas na sua voz para as musicas?
    Floor Jansen: É ótimo, não poderia ser melhor porque é algo que eu tentava fazer nas minhas próprias bandas antes e especialmente no Revamp eu realmente tentei… “Okay, eu não sou capaz de fazer gutural ou de fazer screams… Será que consigo aprender? Consigo integrar essas técnicas no álbum?” E com o Nightwish é bem diversificado, é um novo desafio novamente agora com esse novo álbum… Eu canto de jeitos que eu imaginei que eu não seria capaz quando as primeiras idéias foram aparecendo, é tipo [cara espantada] “Okay, eu preciso estudar isso” [risos]…

    FaceCulture: Então é realmente desafiador!

    Floor Jansen: Sim, é muito desafiador. E não é só para eu aumentar minhas técnicas, eu também preciso desafiar meus colegas de banda – e o que sair disso, ótimo – e veremos o que podemos fazer ou não e como podemos fazer com que soe bom. E é aí onde a banda entra, e onde eu entro, onde a minha criatividade entra em ação e é um processo muito agradável, onde nós fazemos primeiro durante as primeiras semanas de ensaios, nós tentamos definir tudo do jeito que tem que ser e então nós vamos  e gravamos. Esse é um ótimo jeito de trabalhar, e nós fizemos o mesmo no EFMB, e sim, é um enorme desafio!

    FaceCulture: Eu tenho certeza que você não pode falar muito disso, mas o que você notou ou qual foi o feeling que você sentiu durante esse verão sobre o novo álbum?
    Floor Jansen: Foi ótimo, eu acho que todos estavam bem ansiosos para isso, e também porque depois do último álbum, primeiro nós tiramos uma folga e depois nós saímos na Decades Tour, onde ao invés de focar no novo material, nós voltamos no tempo o que é algo muito muito legal de se fazer, mas agora é o momento de algo novo. E voltar para o acampamento de verão onde estivemos anos atrás, é uma área tão gostosa de se estar, no meio do nada na natureza finlandesa… É um luxo, quão especial é poder fazer isso?

    FaceCulture: E eu me lembro de falar com o Tuomas, quando ele estava em Auri, fazendo o Auri, e ele disse que fazer esse projeto meio que revitalizou a energia dele para o Nightwish… Você sentiu a mesma coisa com o Northward, e ter a possibilidade de fazer o que você faz melhor e criar sua filha… Ser capaz de fazer todas as essas coisas e agora voltar a se concentrar no Nightwish de novo.

    Floor Jansen: Sim, absolutamente, foi legal ter tido um tempo para me concentrar em algo que eu mesma escrevi, mesmo que eu me sinta muito parte do Nightwish – eu estou sempre sendo desafiada, mas Northward era música que eu ainda tinha, já tinha sido escrita, eu não teria tempo no momento… Tempo e paz mental para escrever um álbum inteiro mas foi fantástico de usar as coisas que tínhamos e finalizá-las; e claro isso vem com toda uma nova carga de energia criativa… Todos os passos criativos foram ótimos, e também o tempo que eu tive para criar a minha filha – ela tem apenas dois anos e meio então o processo de criá-la ainda não acabou [risos] – especialmente nesses dois primeiros anos é legal ter mais tempo em casa e eu tenho levado ela nas turnês também, então nós experimentamos como é combinar esses dois mundos… Ela estava comigo no acampamento de verão… Foi fantástico! É a melhor combinação dos mundos, de verdade!

    FaceCulture: Talvez essa seja uma pergunta estranha, mas como que é um dia comum nesse acampamento de verão? Como que é um dia Nightwish?
    Floor Jansen: Bem, a música é muito intensa, então pode-se dizer que começamos as 9 e paramos as 5, então são muitas horas de trabalho intenso. Depois paramos para almoçar e comer alguma coisa, então trabalhamos um pouco mais. Depois é hora de ir para a sauna e comer algumas salsichas veganas – muitos de nós não come carne. Então, super relaxado!

    FaceCulture: Você disse que tudo está praticamente pronto, que só falta masterizar ou mixar, mas então tudo está praticamente feito…
    Floor Jansen: A gravação por parte da banda já está feita. Então nós estamos terminando o resto…

    FaceCulture: Então você sabe que tipo de música estará lá. Como você acha que as pessoas reagirão ao que vocês fizeram?
    Floor Jansen: Eu não sei! Veremos isso ano que vem. Digo, o lançamento está marcado para a primavera do próximo ano… Eu só posso dizer que eu acho que nós fizemos um novo álbum muito legal, eu estou muito muito feliz com isso… Já nas primeiras notas das músicas eu pensei “Oh yeah, lá vamos nós!”… É o tanto de Nightwish que vocês podem esperar da gente, no sentido de “wow, o que está acontecendo agora?” Então, eu não posso dizer muitas coisas, porque há algumas coisas que são o mesmo e há algumas coisas que são diferentes, então tudo que eu posso dizer é que eu estou muito feliz com o resultado, e eu acho que as pessoas que já conhecem o Nightwish vão gostar muito! Talvez as pessoas que estão conhecendo aqui na Holanda talvez digam “Hey! Agora que sabemos quem é Floor Jansen e agora ela está vindo com um novo álbum, vamos descobrir como que é!”

    FaceCulture: Última pergunta. Com isso em mente, você está fazendo alguns shows solo aqui na Holanda e todos esgotaram imediatamente…
    Floor Jansen: Mas, boas notícias! Nós anunciamos um segundo show!

    FaceCulture: E pelo o que eu vi, está vendendo rapidamente!
    Floor Jansen: Os números… Sim, são muito impressionantes.

    FaceCulture: Sim! Com isso em mente… Você está animada para tudo isso começar de novo?
    Floor Jansen: NÃO…. [risos] Sim, absolutamente!

    FaceCulture: Porque eu consigo imaginar, já que será um trabalho enorme!
    Floor Jansen: Sim, digo, nós estamos animados e já estamos trabalhando com as coisas que acontecerão com o Nightwish ano que vem e todas as idéias para o show, quando e onde… Foi engraçado que meu foco nisso foi total – é o que eu faço para viver – então o que está acontecendo agora na Holanda vem como algo a mais disso. “Será se eu tenho tempo para isso?” – para começar com uma pergunta livre de ego e muito prática. Porque é ótimo quando todos falam “ooh isso é ótimo, nós queremos ver mais de você e você fará show solos?”… Bem, sim! Mas quando? Mas ai eu pensei “bem, eu tenho uma janela entre os compromissos com o Nightwish, não só para fazer os shows solo mas também para prepara-los”. É muito, mas eu estou muito feliz que eu topei fazê-los e estou mais que surpresa que tudo esgotou tão rápido quanto aconteceu… Mas é bem difícil fazer mais porque eu estou simplesmente numa turnê mundial com o Nightwish, e o mundo é um lugar enorme! E eu ainda tenho uma criança de dois anos e meio em casa que eu não posso levar em todas as viagens – ela precisa poder ser uma criança e ter aquela vida, e eu quero estar com ela, ela será uma criança por apenas uma vez. Então eu tenho o problema luxuoso de muitas coisas estarem acontecendo ao mesmo tempo. É um quebra-cabeça interessante.

    FaceCulture: É interessante, porque a razão que eu te perguntei isso, obviamente você é capaz de fazer tudo isso, é que nós falamos no passado sobre administrar o trabalho e não voltar àquele lugar em que você estava há uns anos atrás…[mencionando o Burnout]
    Floor Jansen: Sim, exatamente.

    FaceCulture: Mas é maravilhoso que você achou um jeito de conseguir fazer tudo!
    Floor Jansen: É um processo diário. E quando as coisas acontecem na velocidade que aconteceram nas ultimas semanas, você precisa tomar decisões ainda mais rápidas do que você normalmente tomaria. Entao agora é um período interessante para testar a teoria de quão bom é seu jeito de administrar seu trabalho, e o quanto que eu direi “sim” para as ofertas, e quão boa sou eu em dizer “não”. Então isso é uma coisa interessante, mas eu estou muito feliz que eu falei “sim” para os shows. Porque as pessoas com quem eu trabalho agora são pessoas incríveis e fantásticas, que falam o que precisa ser dito, não são um milhão de e-mails sendo trocados sobre o mesmo assunto, ou coisas pequenas que tomam muito da sua energia. E agora eu sei melhor o que eu quero, mais do que antes. Então vai ser isso, e será bem rápido… É um sentimento ótimo que eu não tinha quando eu era mais jovem. Claro que você precisa desenvolver essas coisas… Elas vem com a idade!

    FaceCulture: Floor, muito obrigado pelo seu tempo!
    Floor Jansen: Obrigada você também!

  • pt 1: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    pt 1: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    Tradução: Head up High, my dear!

    Parte 2 AQUI

    Parte 1

    FaceCulture: Antes de tudo, Floor como você está?

    Floor: Bem… um pouco cansada, mas feliz, cansada. Já faz um tempinho… Tempos ocupados, estou fazendo muitas coisas ao mesmo tempo de um jeito que eu nunca havia feito… mas apenas de um jeito bom.

    FaceCulture: Isso é bom saber… Estamos fazendo a entrevista em inglês para que seus fans internacionais poderem aproveitar também. Então onde eu quero começar, você fez o Beste Zangers, o programa.. E agora você está se tornando, ou se tornou, ou tem se tornado, uma celebridade nos Países Baixos…

    Floor Jansen: Sim, aparentemente.

    FaceCulture: Isso é meio estranho para você? Porque você tem estado numa das maiores bandas há um tempinho, e você teve o After Forever e o Revamp… Como que é o sentimento?

    Floor Jansen: Eu não tenho certeza de como reagir agora, então as coisas que têm mudado, eu não estive nos Países Baixos ainda, e como eu moro na Suécia eu não tenho notado… Entretanto eu posso ver as diferenças que estão acontecendo nas redes sociais e eu estou aqui… Sim, eu nunca ouvi meu nome numa estação de trem, e é engraçado porque as pessoas não tem muita certeza, eu acho que as pessoas não esperam ver alguém que elas conheçam da tv cara a cara, então é tipo “Ei, aquela é a Floor” – as pessoas realmente sabem meu nome agora, então você passa por umas situações engraçadas. Noutro dia umas pessoas me viram, mas eles não tinham certeza que era eu, eu podia escutar eles conversando, e eles estavam gritando do outro lado da estação de trem “Floor Floor” e eu estava tipo “O que você espera que eu façaGrite de volta e confirme para você que sou eu?” Situações engraçadas que eu nunca passei antes…

    FaceCulture: Foi importante para você, de um jeito, ter o reconhecimento das pessoas? Porque você tem tocado musica num subgênero que as rádios não prestam muito atenção e agora eles estão prestando! Entao, foi importante para você…?

    Floor Jansen: Foi importante para mim que a minha musica seja reconhecida, não foi importante para mim que eu me tornasse famosa. Nunca teve algo no meu algo que queira que eu diga “Uh, eu sou uma pessoa famosa na Holanda” – o contrario na verdade. Para mim, tem sido a musica. Metal é um subgênero, como você disse, musica underground na Holanda. Num nível que não realmente combina com sua qualidade e diversidade, de metal holandês. Além de outros países estrangeiros, o metal holandês é um fenômeno. “Wow, todas essas bandas que vem da Holanda, a Holanda deve estar orgulhosa”. E eles não tem a menor ideia! E isso me incomoda. Bandas como Nightwish e mais bandas que fazem musica, que não combinam com o padrão estético de metal que algumas pessoas daqui imaginam que seja. É muito “deve ser muito pesado, deve ser homens cabeludos gritando raivosamente e talvez seja satânico e agressivo, e não é para mim”. E todas essas ideias fazem com que se você diga “Nightwish é uma banda de metal” as pessoas automaticamente reagem com “Não, isso não é para mim então” e esses pensamentos que talvez não sejam verdade. Porque há uma diversidade que as pessoas não conhecem, e eu espero que todas as coisas que tem acontecido agora façam as pessoas quererem ouvir a musica. Voce ainda pode dizer “essa musica não é para mim” – justo – mas dê uma chance, por favor, se você poder evitar esses pré-conceitos e dizer “okay, talvez seja, talvez não seja para mim”, mas todas as vezes que eu toquei algo do Nightwish para pessoas que diziam que não gostavam de metal mas que haviam muitas coisas nas musicas que elas de fato gostavam. “Wow eu naio sabia que era tao melódico, eu não sabia que tinha tanta diversidade, wow é tao musical, wow é tao diferente do que eu esperava que fosse” – Isso eu quero desconstruir, porque eu acho que é uma percepção errada, e o gosto musical ainda importa, mas para mim é muito importante que as pessoas saibam da riqueza da cena de metal Holanda que talvez não seja completamente inacessível e com certeza eu devo dizer que há algumas bandas que fazem musicas super pesada e inacessíveis, que é para um grupo seleto de pessoas, e essas bandas não tem a ambição de ficar famoso, e eles não querem que eu seja a embaixadora e dizer “Sim, todas as pessoas precisam escutar esse tipo de musica” – claro, eu sou metaleira há tempo o suficiente para saber que nós somos orgulhosos das coisas que fazemos, e nós fazemos para as pessoas que querem escutar, e não para o grande publico. Mas eu acredito que há uma diversidade dentro do gênero que as pessoas da Holanda simplesmente não conhecem, e essa parte eu quero dar uma atenção especial e dizer “Ei, escute a nossa musica agora sem preconceitos”.

    FaceCulture: E há um fenômeno online, você deve saber agora, onde há pessoas se filmando escutando musicas suas…

    Floor Jansen: Ah sim, os  “treinadores vocais” sim, aquelas reações… Alguns deles realmente devem ser treinadores vocais. Eu não vi todos, eu sei que há muitas pessoas que estão compartilhando esses vídeos comigo, e parece que tem se espalhado bastante porque é um novo fenômeno, onde as pessoas fazem isso. E todas as semanas, de todas as musicas de Beste Zangers que saia… Risos… Eu não vi todos, mas alguns eram muito engraçados, ou muito emocionantes, e alguns de fato, digo, se fossem para ser uma analise técnica de verdade, para mim, como uma cantora técnica, eu sou meio nerd quando se trata desse tipo de coisa, eu gosto desse tipo de coisa, e eu aplico tudo! Então se alguém de fato reconhecer essas coisas que eu faço, eu fico muito grata.

    FaceCulture: O que eu acho muito interessante com o que você mencionou, sobre abrir portas e mostrar que o metal não é apenas esse homem cabeludo raivoso – esse tipo de fenômeno introduz o gênero para um novo grupo de pessoas, porque veja: todas as tribos que sabem o que metal é, as vezes é um ouvinte de hip-hop descobrindo…

    Floor Jansen: Sim, legal, nós podemos sair das nossas caixinhas…

    FaceCulture: Sim, e isso é legal que o Nightwish tem tentado fazer isso, e isso é um tipo de globalização no sentido de tornar as musicas mais universais. Como você ve isso? Porque você tem viajado por todo o planeta bem antes das pessoas na Holanda notarem, então….

    Floor Jansen: Sim, eu digo, metal tem sido conhecido por ser popular pelo planeta todo. Dependendo do país que você está, um grupo seleto de pessoas ainda ouvem, em outros países há mais ouvintes que outros… Eu gostaria que todos os países fossem igual a Finlândia, onde é normal que toquem metal nas rádios, onde Nightwish pode ser a maior banda do país… Mas isso é uma utopia para um metaleiro, mas eu realmente agradeço a queda das barreiras, onde um cara do hip-hop pode dizer “eu vou tentar escutar isso” e curtir o que estamos fazendo baseado apenas na música e não na idéia de “Nah, isso é metal” e todas as outras coisas… Eu acho que isso é apreciar a música de uma forma honesta, a essência do que fazemos, e não todas as coisas que vem com o gênero.

    FaceCulture: Sim… E agora, sobre ter essa atenção… Bem, deixe-me voltar um pouquinho, porque você disse que fez a Rock Academy, que foi onde você começou, e eu imagino que você era… Eles te deram toda uma variedade de técnicas para cantar. Então a pergunta é, você sabia desde do inicio que era metaleira, e você mencionou a parte técnica da sua voz, então você já sabia das diferenças entre como cantar?

    Floor Jansen: Sim e não. Eu já estava no After Forever antes de sequer haver uma ideia da Rock Academy, então pela época que nós começamos a fazer o nosso primeiro álbum, eu também comecei a estudar na Rock Academy. E meus vocais, na época, eram praticamente todos metais. Eu amo tudo sobre o que eu estava fazendo, e eu estava complemente sem treino. Pelo tempo em que estávamos gravando o primeiro álbum, eu nunca tinha tido uma única aula de canto na minha vida e eu também entrei na Rock Academy baseado no que eu conseguiria fazer, e não no que eu já sabia em relação a técnica. Mas eu estava muito sedenta para saber, muito interessada, e eu meio que esperei que eu desenvolveria essas coisas quando eu entrei na Rock Academy, mas ao invés disso nós entramos nesse sistema escolar onde “primeiro aprenderemos sobre os anos 50, então os 60, depois os 70, então os 80 e entraremos nos 90” – é importante que você saiba sua historia musical, sua diversidade… E eu entendi isso, especialmente olhando agora, mas na época eu estava “Anos 50? Eu quero saber como fazer as notas altas no álbum que estou fazendo. Nós aprenderemos sobre isso? Não. Primeiro aprenderemos isso, e depois aprenderemos aquilo…” E sobre as técnicas eles falaram também “primeiro aprenderemos isso, e depois aprenderemos aquilo”… Claro, precisa ter um sistema de ensino, para eles poderem medir o quanto você aprendeu, quantos pontos você tem, e você precisa ter um numero de pontos para poder ir para o próximo ano, bla bla bla… Precisa ser algo que eles podem medir, independente se eu posso fazer notas altas no meu próprio álbum… Não era algo que eles eram capazes de pontuar.. Eu acho que o sistema agora se tornou um pouco mais adaptado, mas não vamos esquecer que foi a primeira vez que eles fizeram uma escola desse tipo. Então tudo era muito novo – o mesmo para técnicas vocais. Se você analisa o canto lírico, ele existe há centenas de anos, então as técnicas por trás dele já foram desenvolvidas e lapidadas, onde o canto popular, algo não clássico, é algo relativamente novo – questão de décadas. Então aquilo era claro, os métodos vocais e os estilos vocais não eram não desenvolvidos quanto hoje – muito mais hoje em dia. Eu também me desenvolvi sozinha, com as coisas que vierem, todas as técnicas vocais e os métodos, um nome para isso e uma técnica para aquilo… Isso eriçou minha curiosidade nessa área, então eu aprendi sozinha, pelo tempo, tanto na Rock Academy, tanto na minha jornada depois… Eu ainda acho que é importante continuar desenvolvendo o canto, e expandir seus horizontes.. Porque eu noto que eu posso cantar canções que não são metal muito melhor agora que eu conseguia na época… Porque na época eu era muito jovem para entender o que eu estava fazendo, eu não estava interessada em nada disso, porque eu só queria fazer metal e meu próprio material, porque eu era tao nova nesse mundo… Então é também muito sobre a experiência que vem sobre ser uma boa cantora, além das coisas técnica…

    FaceCulture: Por exemplo, agora, fazendo o Beste Zangers, você teve que cantar todos os tipos de música… Essa é o tipo de experiência onde você aprende muito? E descobre algo sobre a sua voz ou o jeito que você usa seus vocais, passando por esse processo?

    Floor Jansen: Absolutamente. Eu acredito que sim. E eu acho que eu tenho que agradecer ao Nightwish por isso porque claro, quando eu comecei, especialmente no começo, eu estava cantando “covers” das musicas… Eu era nova na banda, com musicas que já existiam, que claro, logo passaram a fazer parte de mim, mas eu tive que aprender a faze-las serem minhas – e cantar tão bem quanto eu posso, e fazer soar como a Floor, e não uma copia de quem cantou primeiro. Entao eu aprendi muito fazendo isso, e quando comecei a trabalhar com musicas novas que eu não tinha escrito, diferente nas minhas bandas passadas, ambas After Forever e Revamp, e também Northward, eu tenho escrito minhas próprias musicas… E no Nightwish, eu tenho cantado o que o Tuomas escreve, o que é uma coisa fantástica de se fazer, ele é um dos melhores compositores do mundo pelo o que eu sei, é uma honra para mim cantar suas canções, mas isso significa que eu preciso trabalhar num nível diferente que eu normalmente trabalho quando eu escrevo minhas próprias musicas, e eu aprendi muito disso. E eu acho que eu pude usar isso quando eu fui cantar musicas que eram muito distante do que eu sou acostumada… “Uh, eu vou cantar Que Si Siente do Rolf Sanchez… É reggaeton e latino… É realmente diferente do que eu jamais tinha feito, como eu vou fazer isso, e fazer soar como eu mesma?” Não é minha cancao, não é meu estilo musical, então primeiro eu preciso ficar familiarizada com o estilo e então eu preciso encontrar um jeito de contar uma história… E foi algo muito interessante na minha curva de aprendizado… E também trabalhar com uma banda totalmente nova, eu estou acostumada a trabalhar com uma banda, sempre as mesmas pessoas, e do nada eu vou trabalhar com um monte de pessoas que eu nunca trabalhei antes e vamos aprender 8 musicas de uma vez, não iremos apenas tocar elas como são, nós iremos adapta-las em um gênero ou estilo mais próximo ao meu… Quanto que eles sabem sobre metal? Nós vamos colocar um baixo duplo em todas as musicas? O que faremos? Quanto é possível? Foi bastante novo para mim, muitos novos desafios, mas foi incrível ver quão talentosa essa banda era e como eles são acostumados a fazer esse tipo de coisa… E para mim dizer “Okay, eu sei o que fazer, quando passar a soar certo eu posso colocar o meu jeito na musica” – e então começou a funcionar. E é por isso que soa bom, pelo menos pelo o que eu posso dizer, eu estou orgulhosa, soa bem! Porque se eu não conseguir fazer a musica soar nem um pouquinho perto do que eu acho que é bom do meu próprio jeito, iria soar falso. É muito importante que seja genuíno…

     

    TO BE …


  • Interview: Andre Borgman

    Interview: Andre Borgman

    Thank you so much, Andre. ♥ Finally, we did it! Haha

    Ω

    1. It took a while, but we’re here. Tell us a little about Andre Borgman!
    Andre: Yes, considering the last AF show 7dec 2007…yes…damn time goes fast.
    But my name is Andre Borgman, born 13 september 1978. Raised by the parents I could possibly wished for. My mom and dad supported my interested for music from the very beginning. My dad bought me a drumkit at the age of 10 just because I wanted one and he managed my first real band and got us to play many gigs across The Netherlands, Germany and Belgium. My mother was just my biggest fan and loved and still loves every thing I do music wish. Little inside about them. My dad loves Pantera and my mom is big Ozzy fan. Oh man, so many stories to tell. Together with my mom to a Black Sabbath show and she fainted in front of the stage just when I was getting some drinks. One of the people told me what haven’t and I got to pick up my mother at the backstage with security. First thing I said: Mom, you are just doing anything to get backstage aren’t you???…haha, we had a big laugh. My fathers anecdote was when he was managing my band when I was 15 during a show we did a big pogo-pit was going on, and suddenly, from behind my drumkit, I saw a crowd surfer… I thought, this is just getting great. What a party, then I saw who the crowd surfer was. My dad. Hahaha. We we’re laughing so hard. That was just awesome. Just 2 examples of how it started. To many to tell. You’ll get bored haha…
    Right now, I am very relaxed and happy things are going, I took a big break since a year from drumming and only play in 1 band, guitar, the instrument I started with. I am hired at a zoo near my home and have the best and rewarding job I can ever imagine. …and no, I am not feeding the animals, we are responsible for the nice incitement for the visitors and the confined for the animals and nice and suitable stays enjoying live so to speak.

    2. After many years you guys worked together again. We got really happy, besides the huge nostalgia feeling. How was it, to work with Floor again?
    Andre: If you are(and you are;-)) referring to the Northward project that was just after the break-up of After Forever. As you may know by now I guess. But working with Floor and in this case with John Viggo was great and something I regret not taking place when it was written and If I remember right it would have been recorded in 2010. With was called Floor-Inc by then.

    3. Jorn said in an interview, that the ending of “Let Me Out” turned out to be really different from they way it had been thought in the beginning, even though its structure has remained the same. What was your reaction when you listened to its final version? Did you approve its development?
    Andre: Well, the tempo is faster and Jorn changed the main opening riff, the rest is exactly the same as I presented it, I can show you a recording I made in 2006 way before it was recorded. But I think it’s about royalties perhaps… I don’t mind. It’s ok…

    4. How was the creation process and development of “Let Me Out”, before being presented to Floor and Jorn?
    Andre: It was based on the ending riff I wrote in 98. Huge fan of Pantera and the rest came later, over the years you write some stuff that suddenly fits together with old stuff haha.

    5. With Nightwish’s tight schedule, we are aware that a tour for Northward would be something distant- but not impossible. Has there been a chance for you to talk about it so far?
    Andre: No, I am not sure if they will do a tour. If I will be part of it I doubt it. But would love to do it.

    6. How did your passion towards music began and what are your best references and influences?
    Andre: As answer one revealed. From a very young age. My grandma gave me some sort of snare drum when I was a baby haha. (Can I show pics?). When I was 6 years old my a guy in the street we lived in had some guitars at his room. Think he borrowed from his dad. We could play 2 guitar riffs and I nearly managed to do 1. His father one day came home with a snare drum he bought from a flee market. It was clear my friend who could play 2 riffs will stay at the guitar and I was stuck with the snare drum… I still love playing both instruments. The biggest influences on guitar are clearly Zakk Wylde, Dimebag… Drumwise it’s Nick Menza, Randy Castillo, Tommy Aldridge en Vinnie Paul.

    7. Back to the past: we still keep after forever alive in our days, and we believe you do the same since you sometimes post some old performances videos. Which songs are your favorite?
    Andre: Oef, …. hmmm. If I have to choose one. It’ll be Estranged.

    8. Do you still remember the creative process in After Forever? And your personal and professional development as a person and musician, all inside this experience of joining the band. What was it? What changed in you?
    Andre: Nothing really changed in me:-) The creative process was different each album. IC was written all together in one rehearsal room. 2 rehearsals a week in some months. The last A.F. album was mainly written by Joost and Sander at there studio. Totally different way.

    9. After Forever came to a premature end, and according to Floor, she believed that After Forever had much more to offer. Do you agree with it? Or it came to an end in the exact moment? Why?
    Andre: I also think A.F. had more to offer but after the break we took all faces where at other directions and to put it all together again wasn’t easy in a lot of ways. I don’t want to go to much in details but it was clear some bandmembers will leave anyway after we will continue…

    10. Today we know that Floor is an artist engaged in many projects. Have you ever thought about a possible AF reunion?
    Andre: That will never happen…

    11. When it comes about to your relationship with the other AF members, the possibility of a gathering, or even so a nostalgic concert, is still a fan’s dream or something that may be possible in a distant future?
    Andre: If we would do that, all the band members needs to be there. All or nothing!!!

    12. Many years have passed since your discovery for the drums, bands, projects, and others. How do you see your stability, when it comes to keep making a living out of the thing you love doing? What are your new goals, projects, and challenges?
    Andre: I do not live from making music. That is to difficult. Especially for a drummer…..I have a very cool job at the zoo which I like very much! 🙂

    13. In some kind of a “drum clinic” or even a specific drumming festival: Which would be the drummers you’d invite to join you?
    Andre: I am afraid most of them died already.

    14. We fans always try to meet our idols. What about you? What idol would you like to meet?
    Andre: Blackie Lawless, although he seems to be a very unpleasant guy..hahaha… Just to make a pic together would make my collection of WASP stuff complete.

    15. If you could ask something to the fans, what would you like to ask?
    Andre: They are already ding what I hope they would do. Keeping the After Forever Spirit Alive!!! Thank you all for that and will forever be in my memory!!! Cheers!

    Ω

    Português AQUI

  • Entrevista: Andre Borgman

    Entrevista: Andre Borgman

    Demorou, mas saiu. Muito obrigada, Andre!

    Ω

    1. Demorou um pouco, mas aqui estamos nós. Nos diga um pouquinho sobre Andre Borgman!
    Andre: Sim, considerando que k último show do After Forever foi em 7 de dezembro de 2007… Sim… Nossa, como o tempo passa rápido.
    Meu nome é Andre Borgman, nascido em 13 de setembro de 1978. Criado pelos melhores pais que eu poderia ter desejado. Meu pai e minha mãe apoiaram meu interesse pela música desde o início. Meu pai me comprou uma bateria aos 10 anos só porque eu pedi, e ele foi o manager da minha primeira banda, e nos ajudou a tocar em muitos shows pela Holanda, Alemanha e Bélgica. Minha mãe foi a minha maior fã, amava e ainda ama tudo o que eu faço sobre música. Uma curiosidade sobre eles: meu pai ama Pantera e minha mãe uma fanzona do Ozzy. Ah cara, tantas histórias para contar! Juntos, eu e minha mãe, fomos a um show do Black Sabbath e ela desmaiou na frente do palco bem quando eu fui pegar umas bebidas. Alguém me disse o que aconteceu e eu fui buscar a minha mãe no backstage, que estava com o segurança. A primeira coisa que eu disse foi: Mãe, você está fazendo isso só pra poder entrar no backstage, não é???… Hahahahah, nós rimos muito. A história sobre meu pai foi quando ele estava cuidando da minha banda quando eu tinha 15 anos. Durante um show, nos fizemos um grande moshpit, e do nada, por trás da bateria, eu vi uma pessoa surfando na plateia… Eu pensei “isso aqui tá ficando ótimo”. Uma festa enorme, então eu vi quem é que estava surfando na plateia: meu pai. Hahahahah. Nós rimos tanto! Aquilo foi simplesmente incrível. Apenas 2 exemplos de como tudo começou. E tantos outros pra contar. Você ficaria entediado AHHAHA… Agora, eu estou muito tranquilo e feliz com como as coisas estão, eu escolhi ter uma grande pausa de tocar baterias e agora toco só em uma banda como guitarrista, que foi o instrumento que eu comecei. Eu trabalho no zoológico perto da minha casa e eu tenho o melhor e mais recompensador que eu poderia imaginar… E não, eu não alimento os animais, nós somos responsáveis por engajar os visitantes e cuidar dos animais para que eles tenham uma vida agradável e feliz, assim por dizer.

    2. Depois de tantos anos vocês trabalharam juntos de novo. Nós ficamos muito felizes, além do sentimento de nostalgia. Como foi, trabalhar com a Floor novamente?
    Andre: Se você estiver (e você está 😉 ) se referindo ao projeto Northward, foi pouco depois do fim do After Forever, como vocês devem saber agora, imagino. Mas trabalhar com a Floor e nesse caso com o John Viggo foi ótimo e uma coisa que eu me arrependo foi não ter participado do processo de escrita, e se eu me lembro corretamente, seria gravado em 2010. Era chamado de Floor-Inc, na época.

    3. Jorn disse em uma entrevista que o final de “Let me Out” ficou bem diferente de como era pensado no início, apesar da estrutura ter permanecido a mesma. Qual foi a sua reação quando você escutou a versão final? Você aprovou o desenvolvimento da canção?
    Andre: Bem, o tempo é mais rápido e Jorn mudou o riff que abre a música. O resto é exatamente o que eu apresentei, eu posso te mostrar uma gravação que eu fiz em 2006, bem antes da gravação final. Acho que houve a mudança por causa dos royalties, talvez… Eu não me importo, está tudo bem.

    4. Como foi o processo de criação e desenvolvimento de “Let Me Out” antes de ser apresentado para Floor e Jorn?
    Andre: Foi baseada num riff de encerramento que eu escrevi em 98. Eu era um grande fã de Pantera e o resto apareceu depois, com o passar dos anos você escreve algumas coisas que do nada encaixa com as coisas antigas hahaha.

    5. Com o cronograma apertado do Nightwish, nós estamos cientes que uma turnê para o Northward seria algo muito distante – mas não impossível. Há alguma chance de você falar sobre isso?
    Andre: Não, eu não tenho certeza se farão uma tour. Se eles fizerem, eu duvido que eu participarei. Mas eu adoraria!

    6. Como que a sua paixão pela música começou e quais são suas maiores referências e influências?
    Andre: A primeira resposta já foi revelada. Desde muito jovem. Minha avó me deu um tipo de mini bateria quando eu era um bebê hahaha. (Posso mostrar fotos?). Quando eu tinha 6 anos um cara da minha rua tinha algumas guitarras no quarto dele. Acho que era de seu pai. Nós tocavamos 2 riffs na guitarra e eu quase criei um. Meu pai um dia veio pra casa com uma bateria que ele comprou numa loja de usados. Era claro que meu amigo que conseguia tocar dois riffs ficaria na guitarra e eu ficaria nas baterias. Eu ainda amo tocar os dos instrumentos. Minhas maiores influências na guitarra são claramente Zakk Wylde, Dimebag… Sobre as baterias, são Nick Menza, Randy Castillo, Tommy Aldridge a Vinnie Paul.

    7. Voltando ao passado: nós ainda mantemos o After Forever vivo na nossa vida, e imagino que você faça o mesmo, já que as vezes você posta algumas performances nas suas redes. Quais músicas são suas favoritas?
    Andre: Oef,….. Hm…. Se eu tivesse que escolher uma, seria Estranged.

    8. Você ainda se lembra do processo criativo do After Forever? E seu desenvolvimento pessoal e profissional, como músico e pessoa, e toda a experiência de estar numa banda. Como que era? O que mudou em você?
    Andre: Nada me mudou, realmente 🙂 o processo criativo foi diferente em cada álbum. Invisible Circles foi escrito tudo de uma vez em uma sala de ensaios. 2 ensaios por semana por alguns meses. O último álbum foi escrito principalmente pelo Joost e Sander no estúdio. Totalmente diferentes.

    9. O After Forever teve um término prematuro, de acordo com a Floor, ela acredita que o After Forever tinha muito mais a oferecer. Você concorda com isso? Ou a banda chegou ao fim no momento certo? Porque?
    Andre: Eu também acho que o After Forever tinha mais a oferecer mas depois da pausa que tiramos, todas as pessoas estavam em outras direções, e fazer com que todas voltem a ter a mesma direção não foi fácil, em muitas maneiras. Eu não quero entrar muito em detalhes mas era claro que alguns membros sairiam mesmo se tivéssemos continuado.

    10. Hoje nós sabemos que a Floor é uma artista engajada em muitos projetos. Você já considerou a possibilidade de uma reunião After Forever?
    Andre: Isso nunca irá acontecer…

    11. Se tratando sobre seu relacionamento com os outros membros do After Forever, uma possível reunião ou até um concerto nostálgico, ainda é algo que pode ser considerado um sonho de fã ou algo que pode acontecer num futuro distante?
    Andre: Se fôssemos fazer isso, todos os membros precisariam estar lá. Todos ou nada.

    12. Muitos anos passaram desde que você descobriu a bateria, participou de bandas, projetos e outros. Como você vê sua estabilidade, se tratando de conseguir viver de algo que você ama fazer? Quais são seus novos objetivos, projetos e desafios?
    Andre: Eu não sobrevivo fazendo música. Isso é muito difícil. Especialmente pra um baterista… Eu tenho um trabalho muito legal no zoológico que eu gosto muito! 🙂

    13. Supondo um possível evento de “drum clinic” ou outro evento específico para bateristas: Quem você convidaria para participar?
    Andre: Temo que todos os que eu chamaria já tenham morrido.

    14. Nós fãs sempre tentamos conhecer nossos ídolos. E você? Quem você gostaria de conhecer?
    Andre: Blackie Lawless, apesar dele parece ser um cara bem desagradável… HAHAHAH… Apenas uma foto juntos faria a minha coleção de coisas da WASP completa.

    15. Se você pudesse pedir alguma coisa aos fãs, o que seria?
    Andre: Eles já estão fazendo o que eu gostaria que eles fizessem: mantendo o espírito do After Forever vivo!!! Obrigado a todos, vocês estarão para sempre na minha memória!!!! Felicidades.

     

    Ω

    English HERE

  • Beste Zangers – Melhores Cantores

    Beste Zangers – Melhores Cantores

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    Como todos sabem, Floor Jansen foi convidada a participar do programa Beste Zangers. Programa focado em 7 cantores, com estilos diferentes, do qual cada participante canta a música de outro participante em seu próprio estilo. O post será atualizado conforme a programação

    Ω

    Episódio 1 (24 de agosto): Vilja Song para Henk Poort

    Episódio 2 (31 de agosto): para Samantha Steenwijk

    Episódio 3 (7 de setembro): Qué Se Siente para Rolf Sanchez

    Episódio 4 (14 de setembro):

    Desta vez, Floor Jansen se manteve no sofá, enquanto os cantores performaram músicas importantes de sua carreira.

    Strong – After Forever :’)

    Our Decades in the Sun – Nightwish – em holandês

    Nemo – Nightwish

    Episódio 5 (21 de setembro): About Love I Don’t Know a Thing para Ruben Annink

    Episódio 6 (28 de setembro): Shallow para Emma Heesters

    Episódio 7 (5 de outubro): Winner para Tim Akkerman

    Episódio 8 (12 de outubro): Tim Akkerman & Floor Jansen – Shallow

    Floor Jansen & Henk Poort – Phantom Of The Opera


  • Entrevista: Jorn Viggo – Northward

    Entrevista: Jorn Viggo – Northward

    O Head up High teve a oportunidade de entrevistar o Jorn Viggo, guitarrista da banda Northward!

    1. É inegável seu potencial como guitarrista. Partido da descoberta dessa paixão, seus estudos e as horas treinando para alcançar a perfeição, como você se você quando se trata da sua jornada e desenvolvimento para a habilidade que você tem hoje?
    Jorn: Eu sempre tive uma paixão por música e sempre terei até o dia que eu não existir mais. Eu comecei a tocar aos 14 anos. Eu nunca fiz nenhuma aula e eu não consigo ler música. Eu aprendi ouvindo e vendo os outros. Eu aprendi no início a tocar usando minha audição. Nos meus primeiros anos eu toquei bastante e eu tive sorte em tocar em uma banda com uns caras muito talentosos que eram 5 anos mais velhos que eu. Isso foi como um curso intensivo e eu estava absorvendo todo o conhecimento que eles me mostravam. Eu comecei tocando covers mas eu queria escrever minhas próprias músicas. Então eu comecei a fazer isso quando eu tinha por volta dos 20 anos. Mas eu acho que o início de tudo foi quando formamos Pagan’s Mind. Musicalmente a banda tem algo único e todos nós aprendemos e desenvolvemos muito tocando juntos. Foi uma época muito especial da minha vida tocar com Jörn Lande. Nós escrevemos 3 álbuns juntos, ele e eu, e eu era seu “guitarrista principal” por seis anos. Nós nos conectamos muito bem musicalmente e trabalhávamos também muito bem. Hoje eu estou mais sedento que nunca escrevendo novas músicas. Coisas novas do Pagan’s Mind estão progredindo e eu também tenho outro projeto tomando forma que eu mal posso esperar para mostrar pra todos!

    2. Sempre é dito que a Floor te contactou em 2016, e eu acredito que deve ter sido uma enorme surpresa ter recebido a ligação. Mas se ela não tivesse te ligado, você acha que você provavelmente teria contactado ela ou você manteria Northward engavetado por mais tempo?
    Jorn: Eu acho que ambos sabíamos que retomariamos esse projeto em algum momento. Eu acho que ambos pensamos que aconteceria mais cedo, mas não aconteceu. Mas foi um período ótimo para nós dois quando nós retomamos e eu acho que a longa “pausa” apenas tornou o álbum melhor. Como bom vinho 😉

    3. Você tomou conta da música e a Floor tomou conta dos vocais. Mas quando se trata das letras, qual te deu aquele sentimento de “woah eu consigo te entender totalmente” quando você leu/escutou pela primeira vez?
    Jorn: Floor escreveu as letras e nos dois escrevemos as melodias. A música também não foi feita apenas por mim. 90% desse álbum foi escrito com nós dois na mesma sala. Então é uma cooperação como um todo. Abrindo mais leques musicalmente um para o outro e achando um som e estilo que servisse para Floor e eu juntos.
    Eu lembro de ter escutado e lido a letra de While Love Died muito bem. Na época, era uma letra muito pessoal para ela e sobre uma situação que ela estava.

    4. Que episódio ou episódios da sua jornada como músico inspiraram de um jeito considerável a construção do álbum?
    Jorn: Foi tudo trabalho duro com uma boa vibe. Nós descobrimos na primeira sessão que nós tivemos que nós tínhamos uma boa química musical. E nós colocamos nossos corações e almas para fazer o melhor álbum que poderíamos.

    5. Desde o início da sua carreira, em todos seus projetos, você tem colocado um pouquinho de si mesmo em cada nota. Partindo disso, de todas as músicas que você já escreveu desde Pagan’s Mind até Northward, qual música seria a representação mais precisa de Jorn Viggo?
    Jorn: Hm… Isso é difícil de dizer. Northward, Jorn e Pagan’s Mind são o resultado de pessoas que tocam junto em cada banda. Eu cresci curtindo bandas clássicas de hard rock, Dio, Zeppelin, Purple, e eu também gosto de bandas como Os Beatles, Pink Floyd, Toto, etc etc então analisando isso, um hard rock direto com bons elementos musicais é o que mais atrai. Mas em Pagan’s Mind eu sou muito mais progressivo na minha forma de pensar e essa também é uma faceta minha. Eu só quero apenas fazer boas canções, independente do gênero. Eu não vejo sentido em escrever algo se eu não estiver tentando fazer o meu melhor. Agora minha cabeça está no melodic hard rock “coisas boas e de bom gosto” estado de espírito. E vocês todos poderão provar disso mais tarde 😉

    6. Nós sempre sonhamos com um dueto entre as irmãs Jansen e finalmente aconteceu! Apesar do processo de criação da música ser feito por vocês dois, teve algum tipo de participação mais direta da Irene, tal qual escolha da música, o desenvolvimento ou alguma mudança no geral? Ou foi algo como “E aí Irene, bora?”
    Jorn: O plano original em 2008 era que a Floor faria esse dueto com o Myles Kennedy (Alter Bridge) e ele topou, mas não aconteceu porque nós pausamos o projeto. Quando nós retomamos, Floor disse “eu realmente gostaria de cantar essa música com Irene” e eu amei a idéia. Eu amo a voz da Irene e fico super feliz que ela topou. Floor pediu pra ela e também a gravou quando a visitou em 2017. Irene fez uma performance irada.

    7. A faixa “Let me Out” teve a participação de um ex membro do After Forever, e foi uma das músicas que tiveram que ter o feeling correto para poder ser finalizada. A ideia do Jorn: Andrea para a música foi desenvolvida com você ou ele trouxe algo já pronto?
    Jorn: Quando nós começamos o projeto Andrea era quem deveria ter tocado a bateria (algo que nfelizmente não aconteceu) mas ele nos trouxe uma música. Ela tinha um tempo muito mais devagar, então nós a aceleramos. Nós também adicionamos um riff e escrevemos o refrão, a parte do meio e um solo. Mas a estrutura da música foi feita por Andrea.

    8. Apesar da percepção de cada canção do Northward ser singular, nós sempre temos uma primeira impressão quando escutamos a música, que muda conforme escutamos, absorvendo sua essência e descobrindo novos aspectos em cada canção. Como você descreveria essa sensação?
    Jorn: Uma vez que ela aconteceu com você, quando você escutou uma música com 10 anos de idade. Nós dois sabíamos que nós tínhamos escritos boas músicas quando pausamos o projeto em 2009. Mas eu estava curioso sobre como eu me sentiria em retomar tudo quase 10 anos depois. Surpreendente tudo soou novo! Nós decidimos seguir o plano de 2009. E depois de mixar o álbum eu ainda tive essa sensação boa. Eu acho que nós escrevemos músicas que resistiram ao tempo, e espero que as outras pessoas pensem assim também, peguem nosso álbum agora e escutem às nossas músicas.

    9. Num cenário utópico em que vocês dois tivessem tipo disponível para fazer uma tour com Northward, qual seria sua banda dos sonhos? Porque?
    Jorn: Fazer uma turnê com Northward, eu espero que os rapazes que tocaram no álbum também tocassem ao vivo! Eles também são uma grande parte do som do Northward.

    10. Na maioria dos trabalhos da Floor, há um Omega – mesmo que o estilo mude, sempre é um Omega. Northward é um projeto de vocês dois, mas nós notamos duas possíveis representações, na qual nós não temos muita certeza do significado (o veado e o “triângulo”, ambos presentes no merchandise). Partindo do conceito do álbum, há um significado mais profundo para esses dois símbolos ou foi algo “randomicamente nortenho” da escolha de vocês?
    Jorn: Todo trabalho de arte foi feito por Hannes van Dahl (marido da Floor) e Chris Rorland (guitarrista do Sabaton). No princípio, os elementos que você mencionou estariam na capa. A galhada do veado e a agulha do compasso apontando para o norte. Mas a Nuclear Blast queria uma arte com uma foto nossa na capa, então nós usamos a arte no booklet ao invés de no álbum.

    English HERE


    Tracklist:

    01. While Love Died
    02. Get What You Give
    03. Storm In A Glass
    04. Drifting Islands
    05. Paragon
    06. Let Me Out
    07. Big Boy
    08. Timebomb
    09. Bridle Passion
    10. I Need
    11. Northward

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    While Love Died

    Get What You Give

    Storm In A Glass


     

  • Interview: Jorn Viggo – Northward

    Interview: Jorn Viggo – Northward

    Head up High had the opportunity to make a interview with Jorn Viggo, from Northward!

    1. It is undeniable your potential as a guitarist. Coming from your discovery of this passion, your studies and hours training to achieve perfection, how do you see yourself when it comes to your journey and development to what you have today?
    Jorn: I have always had a passion for music and I will till the day I am no more. I started playing at the age of 14. I never took any lessons and I can not read music. I learned by listening and watching others. I learned from the beginning to play by using my ears. In my early years I played a lot and I was lucky and got to play in a band with some really talented guys that was 5 years older then me. That was like a learning fast track and I was sucking in all this knowledge they had and showed me. I started playing covers but I wanted to write my own music. So I started doing that in my earlie 20ties. But I guess that part first took of when we formed Pagans Mind. Musically that band has something unique and we have all learned and developed so much playing with each other. It was also a special time in my life playing with Jörn Lande. We wrote 3 albums together him and I and I was his ‘main guy’ for 6 years We click very well together musically and work very well together. Today I’m more hungry than ever writing lots new music. New Pagans Mind stuff progressing slowly and I also have some other really exciting stuff going on and I can’t wait to show it to everyone.

    2. It always mentioned about Floor’s contact to you in 2016, I believe it must have been an enormous surprise to have gotten that call. But if she wouldn’t have called you, do you think you’d probably have contacted her or would you keep Northward on the shelf for more time?
    Jorn: I guess we both knew that we would pick this up at some time. I think we bout thought it would happen much sooner also but it didn’t. But I was a good time for the both of us when we picked it up again and I think the long ‘pause’ just let the album age to be better. Like a good wine 😉

    3. You took care of the music and Floor took care of the lyrics and vocals. But when it comes to the lyrics, which one gave you that feeling of “Woah, I can totally understand you” when you read/heard for the first time?
    Jorn: Floor wrote the lyrics, we both wrote the melodies. The music not done only by me either. 90 % of this album was written with the both of us in the same room. So it’s a cooperation all the way. Feeding of each other’s musicallity and finding the sound and style that fitted Floor and me together.
    I remember hearing and reading the lyrics of While Love Died very well. That was ‘back then’ a very personal lyric for her and about a situation she was in.

    4. Which episode or episodes in your journey as a musician inspired in a meaningful way the construction of the album?
    Jorn: It was all the way hard work with a very good vibe. We understood the first time we had a session together that we had a good musical chemistry. And we put our hearth and souls into making it the best album we could.

    5. Ever since the beginning of your career, in all your projects, you’ve been putting a bit of yourself in every note. Coming from this aspect, out of all music you’ve ever written since Pagan’s Mind to Northward, which music would be the most accurate representation of Jorn Viggo?
    Jorn: Hmm that’s hard to say. Northward, Jorn and Pagans Mind is a result of the people who play together in each band. I grew up digging the classic hard rock bands, Dio, Zeppelin, Purple, and also bands like Beatles, Pink Floyd, Toto etc, etc, so looking at that straight forward hard rock with some nice musical elements is what appeals to me. But in Pagans Mind I’m much more progressive in my way of thinking and that’s also a part of me. I really just wanna make good songs no matter what genre. I don’t see the point of writing anything if not trying to do my best. Right now my head is in a melodic hard rock ‘tasteful cool stuff’ state of mind. And you will all be able to taste the fruit later 😉

    6. We have always dreamed of a duet between the Jansen sisters and it finally happened! Although the creation process was made by you two, were there any kind of more direct participation of Irene, such as song choice, its development or any change about it? or was it like: “Sup, Irene, let’s do this?”
    Jorn: The original plan in 2008 was that Floor would do this duet with Myles Kennedy (Alter Bridge) and he said Yes to, but that didn’t happen cause we put the project on hold. Picking it up again Floor said ‘I would really like to do this song with Irene’ and I loved that idea. I love Irene’s voice and I’m super happy she wanted to do it. Floor asked her and she also recorded Irene when visiting her late 2017. Irene did a killer performance.

    7. The track “Let me Out” had the participation of an After Forever ex-member, and it was one of the songs that had to have the correct feeling so it could be finalized. Andrea’s idea of the song was developed with you or it was something he brought “already ready“?
    Jorn: When we first started the project Andre was supposed to play drums (unfortunately that did not happen) but he brought one song to us. It’s had a much slower tempo, so we speeded it up. We also added some riffs and wrote the chorus and the mid part and solo section. But the foundation of the song was done by Andre.

    8. Even though the perception of each Northward song is singular, we always have a first impression when we listen to it, that changes as we listen to it, absorbing its essence and discovering new features in each song. How would you describe this kind of sensation? Once it has occurred to you, when you listened to a 10 year old song.
    Jorn: We both knew we had written good songs when putting the project on hold in 2009. But I was curious of what I felt about it all picking it up again almost 10 years later. Suprisinglie it felt fresh! We just decided to follow the 2009 plan. And after mixing the album I really still had that good feeling. I think we wrote a piece of music which stood the test of time, hopefully others think so too and will pick up the album now and then and listen to our songs.

    9. In a utopic scenario in which you both had time of touring with Northward, what would be your dream band? Why?
    Jorn: Touring with Northward I would hope that the guys who play on the album would also play live! They are also a big part of the Northward Sound.

    10. In the majority of Floor’s work, there’s an Omega – even if its style changes, it’s always an Omega. Northward is a project of you two, but we noticed two possible “representations” of it, in which we are not very sure about its meaning (the Deer and the “triangle”, both present on the merchandise). Coming from the album’s concept, is there a deeper meaning of both signs or it was something “randomly northy” of your choice?
    Jorn: All the artwork is done by Hannes Van Dahl (Floors husband) and Chris Rorland (guitar player of Sabaton) At first the elements you mention was to be on the front cover. The deer horns and the compass needle pointing to the North. But Nuclear Blast wanted artwork with a picture of us for the front cover so instead we used that artwork in the booklet.

    Português AQUI


    Tracklist:

    01. While Love Died
    02. Get What You Give
    03. Storm In A Glass
    04. Drifting Islands
    05. Paragon
    06. Let Me Out
    07. Big Boy
    08. Timebomb
    09. Bridle Passion
    10. I Need
    11. Northward

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    While Love Died

    Get What You Give

    Storm In A Glass