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  • Metal Wani: Floor Jansen

    Metal Wani: Floor Jansen

    Via Metal Wani | Tradução: Head up High, my dear!

    No dia 19 de novembro, o Metal Wani conduziu uma entrevista por aúdio com Floor Jansen. A tradução você encontra à seguir:logo1

    MW: Hoje nós temos a incrível e eterna Floor Jansen.
    Floor: Ah, bom, obrigada!

    MW: Vocês tem o próximo capítulo da carreira do Nightwish prestes a começar, com o DVD novinho em folha, um outro passo na carreira do Nightwish sobre como vocês gostam de se apresentar no palco para os fãs que provavelmente não tiveram a chance de ver vocês ao vivo.
    Floor: Sim, claro. Nós realmente queríamos documentar a turnê mundial inteira, então temos dois shows completos, e muito material de outros lugares no mundo todo, para dar a impressão de como é em muitos lugares diferentes.

    MW: De fato e as locações dos shows parecem lugares especiais, por exemplo, a primeira por ser em casa com os fãs que estão com vocês por décadas e tem um local lendário como a Wembley que é uma das maiores, então, ter esses dois locais especiais com os sets de músicas que escolheram foi algo como uma escolha óbvia de músicas para Wembley ao invés de algo que vocês tenham feito por exemplo, na Itália ou em Sydney Opera House?12439204_1257100407650527_3426500180960296672_n

    Floor: Bom, não tocamos na Sidney Opera House, mas sim, Wembley Arena é muito especial, então quando o lugar especial se apresenta, isso nos ajuda a decidir que, sim, esse é o lugar perfeito para uma segunda imortalização, pois nós já tínhamos Tampere, mas sem saber ainda que esgotaríamos o lugar, sem saber ainda que o Richard Dawkins diria “claro que eu vou e vou narrar” e se juntaria ao nosso show ao vivo, sim…essas coisas fizeram o show extra especial.

    MW: Fantástico, bom ouvir isso. E a maneira como foi filmado, ficou muito legal, também os múltiplos ângulos das câmeras pegaram a essência do som do Nightwish e a performance da banda e a interação de vocês com o público, ou até mesmo a conexão entre o Tuomas e o Kai, me fez sentir como se estivesse presente em Wembley ou mesmo na Finlândia.
    Floor: Ótimo!

    MW: A forma como foi filmado, quando você dá uma olhada na edição final do DVD, qual foi a primeira coisa que veio à sua cabeça?
    Floor: Bom, eu não vi apenas à edição final do DVD, então eu fui parte como todos no Nightwish da realização dos cortes e, claro, o diretor e a banda fizeram esse DVD juntos assim como o trabalho anterior, “Showtime, Storytime”, então realmente fomos todos juntos através de todos os ângulos e foi idéia dele ( o diretor) fazer os ângulos assim, então de fato te dá a sensação de estar lá e você consegue ver o espetáculo todo por olhos diferentes e ângulos, então teve muita escolha pra fazer de onde vamos nos focar e o que vamos mostrar pois o show está acontecendo o tempo todo e estou muito emocionada com o resultado, e realmente te leva conosco para o show, estando no público ou no palco, dá essa impressão.

    MW: Absolutamente certo. E, também, o tipo de resposta que vocês tiveram do EFMB, sendo muito receptivos, vocês levaram os fãs ao conceito e os conectaram mais para o lado espiritual, e tenho certeza que isso dá a sensação de objetivo alcançado, que a banda não conecta as pessoas somente com a música, mas sabem pelo lado do conceito.
    Floor: Sim, certamente, os aspectos visuais do show são muito importantes, mas não o mais importante. Conseguimos ainda dar o nosso recado sem os elementos visuais do show e se acontecer de tocarmos num estádio ou arena então, é muito legal termos isso.

    MW: E o tipo de cenário que vocês tem levado nesta turnê foi fenomenal, acho que é o maior cenário que o Nightwish já levou na estrada até hoje, certo?
    Floor: Sim, nunca foi maior que isso, de fato.

    MW: E deve ter sido um tipo de desafio inovador pq vocês estão levando muitos projetores e emergem as pessoas nessas experiência. É muito legal ver como numa grande escala, vocês cresceram no termo da essência ao vivo. Para você, em especial, o quanto é importante os aspectos visuais para uma banda como o Nightwish ao vivo?
    hthzdsj_b7iFloor: É ótimo ter todos os elementos de show, como eu disse, quando se está no palco grande. Quando estamos num palco pequeno, temos uma espaço curto e luzes normais, sabe, sem pirotecnia ou algo mais, podemos ainda transmitir as histórias. Eu acho que essa é a coisa mais importante que o Nightwish pode trazer. Não precisamos de pirotecnia, ou de telas ou de palcos grandes para convencer. Mas esses elementos fazem ser ainda mais espetacular e grandioso quando se faz, e quando você toca num estádio ainda maior que a casa de show. Então é super legal ter esses elementos e esse é o toque final do que podemos trazer.

    MW: De fato. E você, obviamente, quando está à frente do microfone e anda pelo palco, em ambos os shows, bangueia, é mais do que você, é a plateia que está com você cantando as canções, os clássicos, também as novas do EFMB. Você deixou sua própria assinatura estampada no palco que os fãs de Floor Jansen amam. Você, quando estava no palco em Wembley, sentiu-se meio que nervosa antes de entrar e arrebentar no palco?
    Floor: Sim, digo, nervosa no sentido de estar mais preparada porque você sabe que vai ser um show especial mesmo que Wembley tenha vindo ao final de uma turnê de 5 semanas na Europa. Nós vínhamos tocando por 5 semanas em arenas. Nesse sentido, essa é a preparação perfeita para um show especial em arena. E, na gravação do DVD, nós não tivemos esse tipo de preparação para Tampere, então foi certamente mais animador nesse sentido. Nós tínhamos um palco maior, uma passarela que ia até o público, então tínhamos que decidir como usá-la e quando usá-la, você não quer pensar demais, porque senão você vai entrar na rotina, mas…Em Tampere tivemos que pensar um pouco mais e sim, então você sabe que realmente vai ter que sim, tem que estar pronto para as mudanças e percepções do show e, só de saber que o show vai ser filmado, definitivamente isso é mais que simplesmente animador. Então você tem que esquecer que isso vai acontecer, você não quer se distrair pensando nisso.

    MW: Sabe, mesmo a canção TGSOE, o momento mais incrível da banda até hoje, você esta lá no palco, a música épica de 23 minutos e a narração de Richard Dawkins expressando aquelas linhas extremamente boas, você fica emocionada no palco. Então me pergunto qual deve ter sido o momento mais especial para você enquanto cantora, ser parte dessa experiência, e tenho certeza que você nunca fez coisas assim na sua carreira. 1915522_836655903098340_3577088848676100356_n

    Floor: Não, certamente, nenhum de nós, quem diria que teríamos um cientista tão famoso no palco conosco, ainda mais narrando essas palavras tão famosas e uma coisa única que todos nós ficamos emocionados. E foi muito bom ver pelo dvd que a emoção não estava somente no palco, a reação da platéia foi clara. Eles pegaram a mensagem, eles foram tocados por ele, foi realmente um momento lindo.

    MW: E Richard, ele já fez muito, digo, não na frente de milhares de pessoas de fãs, mas…
    Floor: Exato!

    MW: Sim, mas isso foi planejado e tenho certeza que deve ter sido ensaiado antes, mas quando vocês estavam em Wembley e ele entra no palco, como foi estar lá e fazer algum ensaio no backstage antes de ir ao vivo?
    Floor: Bem, nós não ensaiamos lá atrás, porque não faria sentido. Ele poderia ler essas palavras em qualquer lugar, então fizemos na passagem de som. E então, óbvio, a arena estava vazia. Mas para ele estar no palco assim, ter a experiência de estar no palco, falando para muitas pessoas, mas não ao vivo. Digo, quando ele está na rádio ou TV, há muitas pessoas o ouvindo, mas não ao vivo. Mas essa foi uma situação única, foi bom para todos nós termos aquele momento, no palco juntos, sem ter a platéia toda lá ainda, para manter a mágica de verdade no palco quando a platéia estivesse.

    MW: Levei 13 anos para ver o Nightwish ao vivo. Eu viajei muito, agora estou na Índia e viajei até a Alemanha para vê-los em 13 de dezembro do ano passado.
    Floor: Uau, fantástico!

    MW: Então foi minha primeira experiência com Nightwish, e estava hipnotizado. Ver esse dvd me levou de volta para lá, para ser honesto, sabe… Uma noite que me lembrou os arrepios que tive ao ver, e tenho que ver vocês ao vivo de novo. Não sei se vocês virão para a Índia. Sei que tem fãs, mas não sei se virão, para ser honesto.
    Floor: Bom, esteve nas conversas por uns anos, isso eu sei. Infelizmente o mundo é um lugar grande, e planejamento tem que encaixar, e a oferta tem que ser possível para fazermos. Mas infelizmente não nessa turnê. Eu ficaria muito feliz de ir.

    MW: Seria ótimo. E você vai ser parte do novo CD do Ayreon como “The Biologist” eu estive conversando com o Arjen enquanto me preparava para a sua entrevista e ele pediu que eu lhe mandasse um grande abraço em nome dele.
    Floor: Ah, que bom de ouvir, obrigada.

    MW: E como você está se sentindo com a performance de “The Biologist“? Ele é louco, é um dos meus músicos favoritos do progressivo e tenho certeza que para você ser parte de um de seus álbuns de novo, é porque gosta.14907649_1325275030848568_8626279679314662490_n
    Floor: É sim sim, sabe, quando ele me mandou um email, “Hey, novo álbum vindo, estaria interessada novamente?” eu disse “Sim, claro! Eu não preciso ouvir a música antes, como sempre faço. Porque você sabe que, com ele, vai ser boa! Engraçado dizer que, eu não sabia que eu seria The biologist, então eu vi minhas letras e as partes da música que são basicamente pedacinhos delas, e me preparei para ensaiar para gravar no estudio dele. Me diverti, como sempre. E então falamos sobre como e quando anunciar, porque ele tem esse jogo onde as pessoas podem adivinhar que cantor está cantando qual parte, então, depois que as pessoas adivinharam que ele e me colocou como “The Biologist”, mas obviamente acho que nenhum dos cantores sabem como é todo o quadro da história, então aos poucos as partes do quebra-cabeça foram reveladas e ambos mundos e artistas sabem, e é incrível como se encaixa tão bem ao conceito que saiu e, nao sei se você leu sobre isso mas eu, quando criança, queria me tornar uma bióloga. Eu não sabia exatamente o que isso significava, mas eu sempre amei a natureza e sempre me importei com o planeta e senti esse desejo de criança de ajudar e ser parte disso, e aprendi que biólogos faziam isso, então queria me tornar uma.

    MW: Mas você acabou se tornando no álbum ele.
    Floor: Exatamente, e agora tudo se encaixou perfeitamente, sim. Hahaha

    MW: Fantástico. E você tbm fez uma aparição no novo CD do Evergrey, é um álbum muito pessoal e gostei de cada parte dele. Muito bom ver você naquele clipe.
    Floor: Ah, legal que você viu, muito obrigada.

    MW: E, nesse ponto de sua carreira, você está vivendo o sonho, sabe, você está amando a vibe do Nightwish, que é ótima, você está esperando seu primeiro filho, então meus parabéns por isso.
    Floor: Obrigada.

    MW: Há algo na sua lista de desejos que ainda precisa ser alcançado?
    10Floor: Não, de fato não. Como você disse, há muita coisa acontecendo no momento. Evergrey, nesse caso, engraçado você mencionar antes de dizer isso. Porque não aconteceu apenas porque eu sou do Nightwish, mas também porque meu marido tocava no Evergrey, então nos tornamos amigos, moramos na mesma área basicamente, na Suécia e sim, o convite veio mais junto com um drink entre amigos do que por razões profissionais. Claro que a decisão foi profissional, mas fazer música com amigos independente do nível em que você está, é a melhor e maior luxúria no mundo. E eu estou fazendo isso no Nightwish também. E se há alguma ambição ainda não completa, então nunca será, pois é algo do futuro, e a maior é fazer música com amigos de forma feliz e saudável como estou fazendo. E isso é meu sonho para o futuro.

    MW: Isso é muito bom de ouvir, Floor. Se você tiver que resumir o Vehicle of Spirit numa frase o que diria?
    Floor: É o Nightwish levando você numa viagem ao redor do mundo.

    MW: Muito obrigado, Floor! É sempre bom conversar com você, muita sorte com o lançamento, vai estar nos charts em cada lugar que for vendido. Aproveite este ano que está tirando para focar em sua vida, e então estarão de volta em 2018 para o novo CD do Nightwish, certo?
    Floor: Bem, estaremos de volta em 2018 mas estamos mantendo em segredo ainda o que vamos fazer. Estamos mantendo ainda em segredo porque é algo especial e algo que sei que os fãs do Nightwish vão realmente gostar mas, de fato, agora vamos dar uma pausa de tudo. Não que não tenha sido bom, mas justamente porque foi bom. É bom refletir na vida, dar um passo atrás e sentar e relaxar, fazer algo diferente e voltaremos em 2018!

    MW: Tenha uma noite maravilhosa e cuide-se!
    Floor: Você também, obrigada por essa maravilhosa entrevista! Tchau!

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  • Entrevista | Interview: Hannes Van Dahl – Sabaton

    Entrevista | Interview: Hannes Van Dahl – Sabaton

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    Cobras Fumantes, eterna é a sua vitória! ♥

    Durante a última passagem do Sabaton no Brasil, o Head up High entrevistou o baterista Hannes Van Dahl.

    During the last Sabaton Brazilian tour, ‘Head up High’ had an interview with the drummer Hannes Van Dahl.

    Enjoy ;D

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  • Musicalypse.net: Floor Jansen

    Musicalypse.net: Floor Jansen

    Via Musicalpse | Tradução: Head up High, my dear!

    Com o lançamento de “Vehicle of Spirit” marcado para o fim deste ano, Tuomas Holopainen, Marco Hietala e Floor Jansen viajaram para Helsinque no dia 29 de setembro para promover o futuro DVD da banda na mídia finlandesa da qual fazemos parte. Após a exibição exclusiva para a mídia, nós tivemos a chance de bater um papo rápido com a Floor sobre o DVD, a vida como vocalista do Nightwish e algumas outras experiências de vida.

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    Bom, acabamos de assistir ao novo DVD, “Vehicle of Spirit”. Como você se sente em relação a ele quando comparado ao “Showtime, Storytime”?
    Os shows ocorrem com alguns anos de diferença entre um e outro. Apesar dos shows que fazemos em festivais terem a nossa organização de palco, decoração e tudo mais, estes foram shows solo e não participações em festivais. Eu não quero fazer muitas comparações, pois eu acho que ambos os DVDs são trabalhos diferentes, com sentimentos diferentes e em momentos diferentes da nossa história. Este é o registro DESTA turnê mundial, então gravamos dois shows e conseguimos realizar bastantes filmagens em outros lugares, o que apresenta um conceito diferente do apresentado em “Showtime, Storytime”. Havia shows, mas tivemos um parte mais narrativa com um documentário bastante longo. Neste caso, é bem diferente, pois são apenas as filmagens ao vivo.

    2016-09-29-nightwish-pre-viewing-kalevalastudio-3Qual o seu momento preferido do DVD ou qual a sua memória preferida de alguns dos shows gravados?
    Floor: Para mim, um dos melhores momentos do show de Tampere foi cantar “Sleeping Sun” numa passarela em meio ao público. Foi bem assustador. Eu estava usando um par de sapatos que tornava… difícil andar [risos]. Eles eram lindos! Como qualquer mulher, eu quis usar algo muito bonito, mas que não é muito prático, especialmente ao descer sob uma superfície curva e lisa. Uma música como “Sleeping Sun” só é verdadeiramente linda quando cantada da maneira certa, então não se pode cometer erros. Tudo precisa estar de acordo com a dinâmica do momento e fazer tudo certo ao andar numa passarela em meio a 23 mil pessoas foi, de fato, um desafio. [risos] Mas eu fiquei muito feliz com o resultado.
    No show do Wembley, eu acho que foi o momento em que Richard Dawkins falou e fez aquela breve pausa ao final, dizendo “Where endless forms most beautiful… … …and most wonderful…“. Nessa hora, eu me lembro do quão ansiosa eu fiquei ao pensar “Será que ele esqueceu a fala dele? E agora?”. Mas, então, ele continuou e a reação do público, como vimos na exibição do DVD, foi muito mais intensa do que eu imaginava. Foi, de fato, de tirar o fôlego. Quando eu assisti pela primeira vez em casa, eu chorei de emoção e eu vi a plateia ter a mesma reação! As pessoas choravam e acenavam assim [veja a foto] ao ouvir o Richard. Foi incrivelmente emocionante ver que todos se sentiram como nós nos sentimos, que captaram o que queríamos compartilhar.

    Durante a turnê do “Endless Forms Most Beautiful”, vocês utilizaram um cenário de palco bem minimalista em comparação a peças utilizadas anteriormente, como, por exemplo, o órgão gigante do Imaginaerum ou o barco do Dark Passion Play. Quem elabora o cenário e por que ele se tornou mais simples desta vez?
    Floor: Nós mesmos elaboramos tudo. Acho que a maior parte das peças físicas do cenário foram substituídas por telas e conjuntos de telas, que eu garanto não serem minimalistas [risos]. Além disso, em Tampere, um grande conjunto de luzes desceu durante o show. Em geral, já utilizamos conjuntos de luzes diferentes, então, nesse sentido, ele não é mais minimalista, mas apenas mais tecnológico. Afinal, nós ainda tempos o nosso cenário. Há uma peça bem grande em volta dos teclados do Tuomas, peças especiais para o Troy, o Marco tem aquela árvore dele e eu também tenho a minha peça. Então, por isso, eu só vejo como algo diferente.

    2016-09-29-nightwish-pre-viewing-kalevalastudio-5Sabemos que o Nightwish planeja tirar um ano inteiro de folga após os shows na Ásia. Quais são os planos da banda para após essa pausa? Vocês pretendem voltar a trabalhar em estúdio?
    Floor: Temos alguns planos, mas não contaremos nada, pois temos algo muito especial planejado e eu costumo ver as pessoas interpretando coisas que dizemos em entrevistas de maneira distorcida. Por exemplo, coisas como “não faremos nada em 2017, mas faremos algo especial que só será revelado em 2018” são interpretadas como uma hipótese de “eles gravarão algo em estúdio em 2017”, mas, às vezes, as pessoas simplesmente publicam coisas assim como se fossem verdade e eu fico pensando “Mas nós não dissemos nada disso”. Nós vamos, sim, tirar um ano inteiro de folga para descansarmos da melhor maneira possível, até porque uma banda como o Nightwish merece isso. Simples assim. Após 20 anos de trabalho ininterrupto, não me parece algo estranho nem nada do tipo. Mas há algo, sim, em desenvolvimento que ainda não (nem iremos) podemos revelar. Tudo o que posso dizer é que é algo especial e que as pessoas gostarão.

    Você ou algum dos outros membros tem pensado em voltar a trabalhar em algum outro projeto, como o Brother Firetribe, o Tarot ou o ReVamp?
    Floor: Eu sei que o Emppu trabalhará com o Brother Firetribe e acho que o Kaitsu tem pensado em produzir algo com o Wintersun. Ele vai dar aulas. Marco está trabalhando num álbum solo, assim como o Troy. Eu percebi que ter uma banda como o Nightwish… torna muito difícil ter uma segunda banda. Eu tenho tido minhas dúvidas com o ReVamp, porque acho que eles merecem tanta atenção quanto qualquer outra banda. Mas fazer isso tem sido muito difícil e, agora que serei mãe, a dificuldade de me dedicar plenamente ao ReVamp é ainda maior. Por isso, decidi abandonar o ReVamp. Então, o meu foco será no meu bebê e em cuidar dele. Mas, em 2008, eu gravei um álbum com um guitarrista norueguês chamado Jorn Viggo Lovstad, do Pagan’s Mind. É algo interessante para nós dois, mas é um estilo musical diferente e nunca foi lançado. Então, sem prometer nada, confesso que temos, sim, o interesse em trabalhar neste álbum assim que possível.

    Com relação ao material do Nightwish, qual música foi mais difícil de cantar?
    Floor: Não consigo escolher uma música em particular que tenha sido mais difícil do que as outras. Há trechos nas músicas que não fluem naturalmente. “Amaranthe”, por exemplo, foi mais difícil no início por causa do ritmo mais pop, algo ao qual não estou acostumada e que, nesse sentido, tornou tudo mais difícil. “Sleeping Sun” foi difícil pelas razões que eu já mencionei, pois ela precisa ser cantada de uma maneira muito particular. Ela não pode soar muito operática nem suave demais, mas construir uma sensação conforme a música é tocada… esse é o desafio. E é claro que as notas mais agudas em “Ghost Love Score” são um desafio. Então, eu diria que são trechos das músicas e não as músicas inteiras.

    Você teve e aprender alguma técnica vocal nova para conseguir cantar as músicas do Nightwish ou o que você já sabia era suficiente?
    Floor: Era o suficiente, mas eu aprendi… não exatamente técnicas novas, mas aprender a cantar algo diferente, especialmente material voltado para um canto mais suave e delicado. Isso foi algo que eu raramente fiz na minha carreira.

    2016-09-29-nightwish-pre-viewing-kalevalastudio-7Há alguma canção mais antiga do Nightwish que você ainda não tenha cantado ao vivo, mas que gostaria de fazê-lo?
    Floor: [risos] Várias, várias! Há várias músicas menos comuns no catálogo do Nightwish que não conseguimos tocar em um show, pois há oito álbuns recheados de opções de músicas. Esta é a turnê mundial do Endless Forms Most Beautiful, então nós nos focamos nas músicas do álbum novo. Ainda assim, há músicas como “The End of All Hope”, cujo ritmo eu sempre achei acelerado. Sou péssima com nomes, mas “Gethsemane” e por aí vai.

    Você emprestou a sua voz a várias outras bandas nos últimos tempos. Você tem alguma participação que tenha feito de que goste mais?
    Floor: Não, mas, recentemente, eu participei de um álbum do Evergrey, uma banda sueca que eu ouvi bastante quando era adolescente. O meu futuro noivo era baterista no Evergrey, então, quando eu me mudei para a Suécia, eu conheci o vocalista outra vez (nós nos vimos antes, mas de maneira diferente). Quando ele me convidou para participar do álbum, foi algo muito especial, pois foi um pedido com base na amizade que tinhamos. Mas, com exceção de um projeto ou ouro, eu coloquei o meu coração em tudo o que fiz, pois eu realmente gosto das bandas com as quais trabalho e só trabalho com aquilo que realmente gosto nos dias de hoje.

    Você tem viajado bastante. Quais lugares você mais gostou de visitar? Há algum lugar que você ainda queira visitar?
    Floor: Um país novo para mim nesta turnê mundial foi a China. Por alguma razão, eu não imaginava que fosse gostar de lá. Há algumas coisas que os chineses fazem que não batem com a minha visão de mundo, mas eu gostei muito de visitar o país. A pessoas são fantásticas, a comida era ótima e tudo era muito… foi uma grande surpresa para mim.
    Gosto muito do Japão e acho o país sensacional. Também adoro o Canadá, especialmente a cidade de Vancouver. Os parques e outras áreas da cidade são muito bonitas.
    Agora, os lugares que ainda não visitei… já estive no Brasil várias vezes, mas nunca visitei a Amazônia e eu gostaria muito de ver essa região do país. Eu já visitei a Austrália algumas vezes, mas nunca vi nada além das cidades por lá. Não fui ao outback. Se eu fizesse uma lista de coisas a fazer, a Islândia seria um país que eu adoraria conhecer.

    Ainda nessa linha de perguntas, qual tipo de comida você mais gostou de experimentar quando em turnê?
    Floor: Tivemos um serviço de catering bem chique nos acompanhando na turnê e eles fizeram seitan. Sou vegetariana e, às vezes, é difícil encontrar algo para comer que seja gostoso. Não é tão difícil, mas parece que alguns serviços de catering têm dificuldade com isso. A quantidade de comida sem graça que eu preciso comer às vezes leva em consideração não haver carne nela, mas o serviço fez o que podia para cozinhar vários pratos vegetarianos. Apesar de o meu corpo não gostar tanto, o sabor era muito bom.

    2016-09-29-nightwish-pre-viewing-kalevalastudio-11Soubemos que você é uma fã de Kalevala. Você chegou a ler bastante?
    Floor: Eu li um pouco. Eu conheci especialmente por causa da minha marca de joias pra ser honesta. Eu me juntei a este projeto para crianças em que uma das histórias do Kalevala é contada. São contos muito bonitos.

    Há alguma parte que você considere marcante ou que goste bastante?
    Floor: Não conheço muita coisa. A que eu conheço é a história do Leminkainen, que era linda. No geral, o Kalevala é bem sombrio e pesado.

    Por último, eu percebi que o último álbum do ReVamp, o Wild Card, contou com a participação de Devin Townsend em “The Anatomy of a Nervous Breakdown: Neurasthenia” e ele é conhecido por não cantar nos projetos de outros artistas. Como você o conheceu e como conseguiu convencê-lo a cantar naquela música?
    Floor: Nossa, acho que nos conhecemos no backstage de um festival. Eu me aproximei, fiz o convite e ele disse “Olha, eu realmente não costumo fazer isso. Depende do material e eu quero poder compor ou escrever a letra do que eu vou cantar” e eu respondi “Maravilha!”. Então, eu mandei o instrumental da música e as minhas sugestões para os vocais junto, garantindo toda a liberdade para que ele fizesse o que achasse melhor. Mas, nesse período, eu acabei ficando super ocupada e tive medo de que ele decidisse não participar. Depois de algum tempo, ele disse “eu gostei muito do que você compôs e vou participar”, o que realmente foi algo incomum! E então foi aí que Devin Townsend deu aquele tom especial que só ele é capaz de produzir. Não é 100% cópia, mas é claro que as letras são minhas e a melodia-base que eu compus, então foi uma honra imensa ter a participação dele ao lado da minha. E foi muito importante ter essa diversidade vocal no álbum e poder contar com uma voz como aquela junto da minha no álbum foi um sonho realizado.

    Foi uma história incrível! Estas foram as minhas perguntas. Muito obrigado por aceitar participar desta entrevista!

    Texto: Amy Wiseman | Fotos: Jana Blomqvist

    Ω

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  • Fim do ReVamp

    Fim do ReVamp

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    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://assets.blabbermouth.net.s3.amazonaws.com/media/revampwildcard_600.jpg”] single – On The Sideline (2013) [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://static.qobuz.com/images/covers/64/64/0727361316464_600.jpg”] ReVamp – Wild Card (2013) [/image_slider]
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    Como tudo na vida, existe um ciclo. Com a música não poderia ser diferente. Ontem, mais um ciclo se encerrou deixando-nos com dois excelentes álbuns, muitos shows e inúmeras memórias.

    As everything in life, there’s a cycle. It couldn’t be different with music. Yesterday, one more cycle came to an end, leaving us with two excellent albums, many shows and uncountable memories.

    NO ONE CAN RUIN THE YEARS WE HAD! ♫

    Ω A vast range of intense emotions!

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    Ω

    Sem mais ReVamp …
    Estamos tristes em informar que o ReVamp, oficialmente, parou. Após dois ótimos discos, infelizmente não é possível para Floor Jansen permanecer com uma banda, estando junto ao Nightwish. Projetos, talvez, mas uma banda merece 100% de devoção, do qual é impossível realizar estando em duas bandas ao mesmo tempo.

    Floor: “Eu estou muito orgulhosa dos dois álbuns que nós fizemos juntos! O ReVamp tem músicos talentosos e ótimos, e eu não gostaria de deixá-los esperando por mim até que eu encontre tempo e paixões necessárias para fazer outro álbum. E eu também não quero dar aos fãs falsas esperanças. O ReVamp viveu uma vida curta, mas muito animada, mas agora é hora de novas bandas e começos de projetos. Eu agradeço à todos os envolvidos pelo amor e dedicação!”

    O ReVamp manterá a página no facebook aberta para suas reações por mais um mês. Se você está querendo saber o que nós estamos fazendo e o que foi feito, aqui está uma pequena atualização:

    Jord e Henk estão lançando seu álbum com o The Blackest Grey

    Jord também está trabalhando em um álbum com o My Propane
    Ruben está compondo e trabalhando em diferentes tipos de projetos : http://www.rubenwijga.com

    Nós agradecemos vocês por sua paixão, seu amor e devoção, e por seu incrível apoio! Nós não temos dúvidas de que todos nós da banda iremos nos encontrar de uma forma ou de outra, vivemos pela música, do qual o fim será sempre o começo de algo novo!
    Em música!

    ReVamp
    Floor – Jord – Ruben – Arjan – Matthias – Henk

  • Musikuniverse: Floor Jansen

    Musikuniverse: Floor Jansen

     Source: Musik Universe | Tradução: Head up High, my dear

    Antes de ocorrer o show no Heavy Montreal, no dia 6, o Musik Universe teve a oportunidade de entrevistá-la. A tradução você encontra logo após o vídeo  😉

    Ω
    Meu nome é Floor Jansen, do Nightwish, e você está assistindo ao Music Universe! Aproveitem a entrevista!

    13901459_1350383084979511_8757753751363805566_nMU: Estou com a Floor Jansen, do Nightwish. Olá, Floor!
    Floor: Olá!

    MU: Bom ver você! Como tem sido a sua passagem por Montreal?
    Floor: Muito boa!

    MU: Você gostou da cidade?
    Floor: Sim! Estive aqui pela primeira vez quando era adolescente para ver os “Montes”. Não sei se eles ainda existem, mas eram muito legais. Só me lembro disso, mas estive aqui muitas outras vezes em shows. Então, o bom dessa visita é que tivemos algum tempo para ver algumas coisas e ir ao Biodomo de Montreal para ver alguns animais, por exemplo.

    MU: Bom, vamos falar um pouco sobre o Nightwish. O álbum mais recente da banda, o “Endless Forms Most Beautiful”, foi lançado dois anos atrás, se não me engano.
    Floor:  Sim, há um ano e meio.

    MU: Desde então, vocês têm estado em turnê por vários países. Há planos de compor um novo álbum ou vocês pensam em descansar um pouco?
    Floor:  Antes de mais nada, vamos parar um pouco para descansar. Pra ser honesta, faremos uma pausa um pouco mais longa do que o normal, pois vamos tirar um ano de folga, o que pesar desse ano sabático, acontece pela primeira vez na história do Nightwish. Mas, apesar desse ano sabático, estaremos de volta em 2018. Tem bastante coisa ela frente, mas ainda não posso falar muito sobre isso (risos).

    MU: Você realmente pretende parar tudo ou ainda deve trabalhar nos seus projetos solo?
    Floor: Não, eu preciso muito de uma pausa para descansar, pois tenho trabalhado por um ano sem parar…

    MU: Bom, estamos em Montreal e acho que, pela primeira vez, vocês trouxeram toda a cenografia, o show completo para nós. O que podemos esperar?
    Floor: É verdade! Na Europa, quando tocamos em shows próprios e até mesmo em festivais, nós trazemos muitos equipamentos de pirotecnia, telões e muitas outras coisas. Também tivemos alguns equipamentos de efeitos móveis que, infelizmente, não pudemos trazer hoje, mas trouxemos muito do que costumamos usar em produções maiores na Europa. E é muito legal poder trazer tudo isso para a América do Norte. Até agora, isso não tinha sido possível por conta de algumas questões legais, mas estamos muito felizes em poder usar tudo isso no show de hoje.

    MU: Então, este será o último show em Montreal até aproximadaemente 2018 ou 2019?
    Floor:  Sim.

    MU: Então, é bom que vocês estejam lá! Bom, vou fazer algumas perguntas relacionadas ao álbum mais recente e aos títulos das músicas. Sobre “Our decades in the sun”, qual lugar com bastante sol você mais gosta de visitar nas férias?
    Floor: Bom, a música não tem nada a ver com o sol, mas…

    MU: Minha pergunta é..
    Floor:  É mais pessoal. Bom, até agora, na verdade, em casa. Pois temos viajado muito.

    MU: Sobre a música “Endless Forms Most Beautiful”. Diga algo que você ache muito bonito.
    Floor:  Bom, essa música é sobre o mundo em que vivemos e a natureza que existe nele e, se há algo por que eu seja apaixonada, o nosso planeta e a natureza são esse algo. Inclusive, ter estado aqui no Biodomo de Montreal foi incrível. Também visitamos no “Insetário” de lá e a quantidade de criaturas pequenininhas que existem por aí e são tão espetaculares é incrível. Esse conhecimento é algo incrível e mágico para mim. Espero que outras pessoas possam ver e sentir isso também. Esse mundo é, de fato, mágico por si só. Então, isso, para mim, é algo muito bonito.

    MU: Que bacana! Sobre “The Greatest Show On Earth”, qual a sua banda favorita ao vivo?
    Floor: Eu diria que é o Sabaton no momento. Eles mostram muita energia nos shows.

    MU: Você pretende assistir ao show deles hoje?
    Floor:  Sim.

    MU: Nós os entrevistamos hoje e eles disseram que também trouxeram uma grande produção para o show de hoje.
    Floor: Eu soube!

    MU: Duas grandes produções para nós hoje. Estamos com sorte! Sobre “Weak Fantasy”, o que esse título significa para você?
    Floor: O título se refere a uma fantasia relacionada a algo que não existe, como o conceito de religião, que, até onde sei, é baseado em contos de fadas. As pessoas querem acreditar em algo e outras pessoas tiram proveito disso, chamando isso de religião. Essa é uma forma de poder, de oferecer uma fantasia frágil, e é a isso que esse título me remete.

    MU: “The Eyes of Sharbat Gula”, você poderia dizer uma modelo feminina de quem você gosta?
    Floor: Bom, no ramo musical, eu diria que a Skin, do Skunk Anansie, porque ela é uma mulher negra botando pra quebrar no meio musical e por lutar tão bravamente por várias coisas. Por algum motivo, isso é algo difícil de se fazer enquanto mulher, o que é ridículo que aconteça, mas eu diria que ela é um modelo para mim em termos musicais e ideológicos.

    MU: Acho que você tem mais chances de vê-la ao vivo do que nós. Ela não faz muitos shows aqui, nos EUA.
    Floor: É uma questão de ponto de vista. Nós mesmos tocamos tanto que quase não sobra tempo para assistir a qualquer show.

    MU: Você já a viu ao vivo?
    Floor:  Infelizmente, não!

    MU: Está na sua lista de “shows a assistir”?
    Floor: Com certeza!

    MU: Uma última pergunta. Eu gostaria de saber qual música da turnê atual você mais gosta de cantar toda vez?
    Floor: É sempre difícil escolher, mas creio que continua sendo “Ghost Love Score”, pois eu adoro essa música e ela continua sendo um desafio toda vez. Todas as músicas são à sua própria maneira, mas essa, em particular, tornou-se tão popular que o desafio é ainda maior, sabe? Quando a expectativa de ouvir uma música tão popular é grande, o desafio também aumenta. É difícil explicar de maneira resumida, pois são vários obstáculos a serem enfrentados em termos vocais.

    MU: Do ponto de vista dos fãs, você sente que realmente tem um lugar dentro do Nightwish hoje em dia?
    Floor: Há sempre uma divisão de opiniões, mas eu me senti muito bem-vinda desde o início. Eu soube que a vocalista anterior teve problemas com isso, mas acho que ser a terceira vocalista talvez tenha facilitado a questão de mudança de vocais. Para mim, foi bastante fácil, pois eu fui fui bem recebida desde o início. É claro que, desde aquela época, surgiram pessoas que preferiam as outras vocalistas e não se pode agradar a todos, mas a sensação de ter sido bem recebida foi forte.

    MU: Eu diria que o seu talento fala por si só. Você consegue cantar muito bem as músicas novas, assim como as da fase Anette e da fase Tarja. Acho que eles tomaram a decisão certa.
    Floor: Obrigada!

    MU: Essa foi a entrevista com a belíssima Floor Jansen, do Nightwish. Eles tocarão em Montreal hoje à noite! Muito obrigado por vir.
    Floor: Muito obrigada!

    MU: E nos vemos novamente em Montreal lá pra 2018 ou 2019?
    Floor: Com certeza! Já estamos ansiosos.

    E: Bom descanse e até mais!
    Floor: Obrigada!

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  • Report: MasterClass – Nightwishers

    Report: MasterClass – Nightwishers

    Via Nightwishers Italy | Tradução: Head up High, my dear

    O fã clube italiano Nightwishers Italy  realizou o mais recente MasterClass da Floor Jansen realizado no dia 6 de junho, em Roma. O “diário” deles você encontra à seguir:

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    Texto e imagens por Silvia Blackstar Bavaglia para o Nightwishers

    Ω

    A minha viagem começou às 6:30 da manhã, em um trem que ia de Milano a Roma. Quando eu cheguei lá, encontrei os membros do fã clube italiano: Lenny, Lorenzo e Mario. Fomos todos juntos à Mississippi Music School, no centro de Roma. A nossa tão sonhada masterclass com a Floor estava prestes a começar.
    Ela chegou e acenou para nós, pedindo desculpas por estar um pouco atrasada (ela teve alguns problemas com o táxi e com uma visita guiada pelo Vaticano). Entramos na sala para a primeira aula, que era voltada para os iniciantes na área. Nós, moças, nos sentamos (era uma sala só de meninas), sentindo toda a empolgação e nervosismo de cantar na presença dela.
    Primeiro, ela nos explicou como a aula havia sido planejada: faríamos alguns exercícios para aprendermos a cantar com o nosso diafragma, pois o ar precisa fluir lentamente pelo estômago e não pelos pulmões. Ela pediu que imaginassemos alguém nos dando um soco na barriga como uma forma de fazer o ar, a voz e a energia saírem um pouco. Este é apenas um exemplo, pois ela ainda discorreu sobre várias coisas interessantes e eu não consegui anotar tudo. Se tentasse, eu acabaria escrevendo uma trilogia de livros!
    Lentamente, começamos a nos sentir mais relaxados e a Floor nos fez rir bastante, o que ajudou muito. Houve um momento engraçado em que ela nos disse para relaxar, mas não apenas o nosso corpo e sim o nosso rosto. Ela puxou as bochechas de lado e imitou o quadro “O Grito”, de Munch.
    mario-minchia-di-mareEntão, começamos o exercício prático com escalas de melodia e exercicios práticos de respiração.
    A última parte da aula foi a mais interessante: escolheríamos uma canção para cantar.
    E lá estávamos nós todos ansiosos novamente! A Floor perguntou se alguém se disporia a ser a primeira pessoa a cantar.
    Eu me imaginei na pele de Katniss Everdeen, de Jogos Vorazes, falando “Eu me voluntario como tributo!” Calmamente, levantei a minha mão, dizendo que gostaria de tentar.

    A Floor respondeu que essa era uma ótima atitude, já que eu estava lá para aprender.
    Eu estava conectando o meu celular ao hi-fi, quando o instrumental de “Elan” começou a tocar no talo e todos começaram a rir.
    A Floor quis saber por que eu havia escolhido aquela música em especial. Havia tantos motivos, como o ritmo alegre, como a música me faz feliz, como ela reflete quem eu sou… mas o que eu disse foi apenas “É a primeira música que você lançou com o Nightwish!”. Que tosco! Fiquei com vergonha!
    Cantar na frente dela me deixou muito nervosa. Senti a minha voz ficar fraca e o meu corpo tremer. Ainda assim, ela foi super paciente e gentil: ela explicou os erros que eu cometia e me deu alguns conselhos para melhorar o meu canto. Eu deveria cantar com mais suavidade. Ela, inclusive, me mostrou como colocar esse conselho em prática colocando o meu dedo atrás dos meus dentes caninos. Dessa maneira, eu só conseguiria abrir a minha boca até onde o meu dedo indicador fosse e, então, eu consegui relaxar os músculos do rosto. Mas não foi nada fácil, porque eu ainda a estava olhando nos olhos e cantando a música dela!
    No fim das contas, deu tudo certo. Eu preciso trabalhar nisso, em relaxar o corpo e os músculos do rosto. Esta parte também foi útil para as outras meninas, pois cada um tem um estilo de canto diferente e todas puderam aprender algo. Ter uma aula assim ajuda todos a aprenderem algo novo! No fim da masterclass, tivemos algum tempo para tirar fotos e conseguir autógrafos. Além disso, muitos de nós haviam trazido presentes para a Floor. Nossa professora foi muito gentil e cuidadosa com todos nós, além de ficar feliz ao receber o bolo de frutas com cappuccino vegetariano que eu fiz para ela.

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    Congrats, Nightwishers! ♥

    Link original (italian) – english version below

     

  • Уикенд в Киеве: Floor & Marco

    Уикенд в Киеве: Floor & Marco

    Via: Уикенд в Киеве | Tradução: Head up High, my dear

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    Nightwish fala sobre a Ucrânia: este é um país com um povo orgulhoso

    Ω

    No dia 22 de maio, no Palats Ukraina Concert Hall, o Nightwish, uma das bandas de metal mais importantes da atualidade, fez um show como parte da turnê “Endless Forms Most Beautiful” a fim de promover o álbum homônimo lançado no ano passado. A The Weekend ficou impressionada os fãs da banda e teve a oportunidade de conversar um pouquinho com os vocalistas Floor Jansen e Marko Hietala, além de assistirem ao show.

    Que tal colocarmos um pouco de música e começarmos? Vamos lá!

    O oitavo álbum da banda, cujo tema principal são as teorias de Charles Darwin, chegou à cidade de Kiev. Até mesmo o título do álbum foi tirado de uma das obras de Darwin – “A Origem das Espécies”.

    “FLOOR ESTÁ SORRINDO E EU ADORO O SORRISO DELA!”

    Os fãs do Nightwish se prepararam para o show com meses de antecedência. Conversamos com alguns membros do fã clube enquanto eles aguardavam pela sessão de Meet & Greet. Orgulhosos do seu trabalho, eles mostravam os presentes que entregariam à banda: Tuomas Holopainen ganhou uma camiseta com a palavra ““vyshyvanka” bordada e um bracelete artesanal; Floor ganhou um par de brincos de prata com detalhes citas e uma coroa de flores; Marco ganhou um cachimbo customizado e um cinzeiro; Emppu ganhou uma palheta gigante feita de vinil com sua silhueta gravada nela; Troy ganhou uma tradicional flauta dupla ucraniana do tipo dzholomyha; e tanto Jukka como Kai ganharam um pandeiro cada com suas imagens gravadas nestes. As fotos mostrando os presentes são apenas parte da surpresa, mas o principal ainda estava por vir.

    Todos os outros fãs da banda (mesmo que não fossem membros do fã clube) tiveram a chance de participar da sessão de Meet & Greet para pegar um autógrafo e tirar uma foto com a banda. Eles entravam sempre em grupos de 4 a cinco pessoas após checagem do ingresso e passaporte de cada um. Os fãs mostravam uns aos outros os itens que haviam acabado de ser autografados e conversando sobre o momento com emoção transbordando de suas palavras.
    – Eu estava tão ansioso que mal sabia onde ficar – disse um rapaz a seu amigo.
    – Essa não foi a melhor foto – disse uma moça enquanto mexia em sua câmera – Mesmo assim, a Floor está sorrindo e eu adoro o sorriso dela!
    Após várias fotos e itens assinados, a multidão desapareceu já que faltava apenas uma hora e meia para o início do show. Pouco depois, fomos entrevistar Floor Jansen e Marko Hietala.

    “ATÉ AS MELHORES DEMOCRACIAS TÊM SEUS PRESIDENTES”

    Como vocês estão hoje?
    Marko e Floor: Muito bem. Obrigado!

    Vocês tiveram a oportunidade de passear por Kiev e conhecer a cidade?
    Marko: Dessa vez, não. Na nossa outra visita, tivemos um ou dois dias para visitar o centro e a área da igreja.

    Vocês estão em turnê pela divulgação do álbum há mais de um ano. Vocês sentem que é difícil seguir uma rotina ou que fica cansativo tocar o mesmo setlist toda vez?
    (risos)
    Floor: De jeito nenhum. Sempre tocamos certas músicas, mas tentamos variar o restante do setlist. É muito bacana tocar as músicas. Não é nada cansativo.
    Marko: Na verdade, nós achamos um jeito de nos divertimos. E, é claro, quando se faz um show, tudo varia de acordo com a energia que a gente pega do público. Nós usamos essa energia para fazer um bom show e mandamos essa energia de volta, criando esse pingue-pongue. Além disso, fazer shows é algo que todos nós gostamos muito.

    É fisicamente desgastante viajar tanto assim?
    Floor: Às vezes, sim. Se tem algo no processo de fazer o show, esse algo são as viagens. Eu sou alta e acabo não me encaixando bem na maioria das vans. A mesma coisa acontece em aviões. Os meus joelhos ficam meio presos entre os dois assentos ou a poltrona fica muito inclinada para frente, o que torna tudo muito desconfortável.

    intervyu-s-nightwish_27389_20Vocês dois cantam na banda. Vocês têm algum tipo de espírito de rivalidade ou competição entre vocês?
    Floor: Sim, mas não queremos falar sobre isso.
    Marko: Você não vai querer vê-la me dando uma surra.
    Floor: (risos) É brincadeira. Rivalidade? Claro que não! É um prazer imenso cantar com ele!
    Marko: É algo muito confortável. É claro que temos as regras da banda e que nós as seguimos, mas acho que os vocais são parte essencial da obra como um todo e que, portanto, não deve haver rivalidade. É a maneira com que vejo as coisas, pelo menos.
    Floor: Acho que a minha voz e a dele soam bem junta e de uma maneira muito natural. Isto ocorreu de uma maneira tal que não tivemos nem de escolher qual parte cantar. Foi tudo muito fluído.

    Os fãs consideram o álbum mais recente impecável e até mesmo perfeito. Vocês concordam com essa opinião geral?
    Floor: Bom, “perfeito! é uma palavra muito forte. Como uma pessoa perfeccionista, eu acredito que sempre temos em mente que algo poderia ter sido um pouco melhor. Eu mesma gostaria que pudéssemos ter gravado as músicas mais uma vez após termos feito essa turnê. Tem um certo tipo de energia que vem desses momentos que não surge por completo na primeira vez em que as canções foram tocadas em estúdio. Infelizmente, nós ensaiamos por muito tempo e certas músicas meio que já entraram no “automático”. É algo conveniente para nós, mas ainda acho que poderíamos ter acrescentado algo mais. 

    intervyu-s-nightwish_27389_30Marko: Não há nada perfeito no mundo. Eu acho que algo é perfeito quando podemos fazer algo da melhor maneira possível num momento em particular.
    Floor: Fora que o meu perfeccionismo foi satisfeito e eu me sinto orgulhosa e feliz com o nosso trabalho
    Marko: Mas sempre fica aquela vontade de mudar algo.
    Floor: Tem razão. Sempre fica.

    Vocês se reúnem com os fãs com bastante frequência. Qual é a pergunta que vocês mais ouvem?
    Marko: Você poderia assinar essa foto pra mim? Podemos tirar uma foto?

    Eles perguntam algo sobre a música que vocês produzem ou algo até mesmo mais pessoal?
    Floor: A maioria das pessoas não quer perguntar nada, só conversar mesmo. Eles querem falar das experiências que tiveram com a nossa música. Na maioria das vezes, eles querem compartilhar toda a emoção que sentiram e o que sentiram de fato.
    Marko: Sim. Eles querem estabelecer um elo conosco por meio de uma música. Por exemplo, eles comentam sobre a vez em que ouviram uma música em particular pela primeira vez e como eles levaram isso para as suas vidas.
    Floor: As pessoas também têm interesse em saber o que pensamos sobre a cidade ou o país delas. Às vezes, são perguntas mais pessoais, mas eu não falo muito sobre isso.
    Marko: Basicamente, encontramos muita gente nas ruas e eles falam conosco sobre o trabalho deles, problemas que enfrentam e coisas do tipo. É possível encontrar gente de bom coração em qualquer país.

    intervyu-s-nightwish_27389_17Vocês têm alguma memória especial sobre os fãs ucranianos?
    Floor: Eu acabei de chegar e só conheci algumas poucas pessoas, mas posso dizer com toda certeza que este é um país com um povo orgulhoso. Eles querem saber o que pensamos deles e eles se sentem muito felizes por isso. O mercado musical é menos saturado por aqui em comparação aos EUA, por exemplo. Quando estamos em Michigan, por exemplo, as pessoas não perguntam o que achamos da cidade, mas as pessoas daqui perguntam, porque elas têm orgulho de suas raízes. Esse orgulho me deixa muito feliz. As pessoas querem compartilhar coisas típicas do país conosco.
    Marko: Com certeza. Eu ainda guardo um presente que ganhei na última visita. Eu me esqueci o nome… uma Estrela da Manhã?

    Um mangual (Bulava). É um símbolo de poder na história da Ucrânia.
    Marko: Isso! Agora, eu me lembro. Haviam me explicado na época.

    Reza a lenda que Tuomas Holopainen também é um tanto perfeccionista e acaba ditando cada palavra e cada acorde para os outros membros da banda. Isso é verdade?
    Marko: Já ouvi esse boato. O Tuomas não é nenhum tirano, ele é apenas o líder da banda, porque ele compõe a maior parte das músicas e o sucesso da banda se deve em grande parte à visão que ele tem dessas obras. O Tuomas manda as demos que ele tem e nós compomos algo em cima daquilo. Eu e o Emppu compomos parte da música e, se esse nosso material passar pela avaliação dele, ela acaba se tornando uma canção finalizada, que fará parte de um álbum. Tudo pode e é discutido.
    Floor: Mesmo se ele tentasse dizer o que precisamos fazer de uma maneira muito precisa, creio que soaria de uma maneira muito diferente do que se imagina. Ele encontrará uma maneira pessoal de conversar com todos e fazer com que não soe como uma ordem. E isso acontece com frequência durante o nosso período de trabalho. Isso faz com que as nossas demos tenham essa sonoridade típica do Nightwish. É a nossa colaboração musical.
    Marko: Até mesmo as melhores democracias têm seus presidentes.
    Floor: É importante ter alguém como líder.

    intervyu-s-nightwish_27389_28Você e a Floor participarão da composição no próximo álbum?
    Marko: Como eu disse, nós gravamos as nossas demos com o equipamento que eu tenho em casa e passamos tudo pro Tuomas. Se ele achar que ficou bom o suficiente, colocamos no álbum.
    Floor: Eu farei o mesmo se sentir que tenho coragem suficiente para tal. No fim das contas, vai ser algo divertido. Eu me sinto muito orgulhosa do que fizemos neste álbum e não me importo com quem compõe ou não.
    Marko: E, voltando a falar um pouco da minha atitude em relação ao Tuomas e o papel dele na banda, todos nós desempenhamos os nossos papéis sem a necessidade de competir um com o outro por uma parte em particular do álbum.
    Floor: A nossa música representa o que pensamos, não os nossos egos.

    Mais um boato cai por terra!
    Floor: É ridículo ver que um boato desses ganhou tanta força. O Tuomas é uma pessoa muito bacana e ele nunca faria nada do tipo.

    intervyu-s-nightwish_27389_22Vocês anunciaram que fariam uma pausa nas atividades. O que vocês pretendem fazer no meio tempo?
    Floor: Ainda não sei. Eu gostaria de trabalhar em algo, mas também gostaria de ficar em casa com as pessoas que me são queridas. Se eu fizer algo relacionado à música, não quero que seja algo com prazos e toda aquela pressão. Eu só quero viver no meu próprio ritmo e aproveitar esse tempo em casa, compondo. Eu tenho uma banda e, inclusive, tenho de tomar uma decisão quanto a ela. Muita gente está esperando por essa decisão e ela será anunciada em breve. É uma decisão um tanto difícil de tomar, pois ter uma banda e um projeto pessoal ao mesmo tempo é algo muito intenso, muito desgastante. Eu passei alguns anos nesse vivendo nesse ritmo e, agora, preciso escolher uma coisa ou outra. Fora isso, o que é certo é que eu preciso de algum tempo descansando em casa.
    Marko: Eu planejo tirar algum tempo para mim mesmo, também. É claro que temos um projeto de natal todo ano e eu faço parte dele quase todo ano. Bom, eu não consigo simplesmente ficar quieto em um canto, sem fazer nada, então é provável que eu componha algo.

    Marko, você compôs algumas letras recentemente. Elas também estão ligadas à ciência de alguma maneira?
    Marko: Sim. Nós temos várias opiniões e visões de mundo em comum. Não todas, mas a maioria delas.

    Qual é o seu campo preferido da ciência?
    Marko: Com certeza é a cosmologia e astronomia. São áreas que me interessam desde quando eu era criança. Os processos pelos quais tudo funciona ou, por exemplo, por que o sol brilha e o que são as reações nucleares acontecendo no sol. Eu conheço esses campos um pouco mais.

    Floor, e qual é o seu campo preferido?
    Floor: Eu nunca tive a paixão pela ciência que o Tuomas e o Marko têm, mas provavelmente seria biologia ou ciências relacionadas à vida. Digo isso, porque, em função do nosso álbum, eu li muito sobre o assunto, mas sei que a ciência é algo muito mais vasto que isso. 

    intervyu-s-nightwish_27389_34Então, vocês encorajam as pessoas a aprenderem mais sobre ciência e tentam torná-la mais popular, certo?
    Floor: É algo normal e muito importante. A ciência está presente na vida diária de qualquer pessoa e é ainda mais fascinante para mim do que alguns planetas distantes. Há pessoas que acham que é algo para nerds e acho que não deveria ser assim já que estamos em contato tão constante com ela. É curioso saber como temos eletricidade para as nossas lâmpadas, como a própria eletricidade é gerada ou como pesticidas afetam as abelhas e ainda achar que não temos alguma relação direta com tudo isso. Tudo no mundo está interconectado.
    Marko: Com certeza. Os efeitos do consumo constante de açúcar sobre o corpo ou coisas do tipo. Todas as respostas para essas perguntas podem ser encontradas até em revistas científicas populares de uma maneira compreensível para qualquer pessoa. Cosmologia é uma coisa até milagrosa. Pense um pouco sobre ela: o meu corpo é composto de átomos criados já bilhões de anos, no núcleo de estrelas mais antigas do que conseguimos imaginar. É um raciocínio brilhante e a ciência por si só é algo muito poético.
    Floor: Concordo. É incrível, assim como o fato de sabermos isso tudo. Eu cresci com um pouco de religião no meu ambiente social e, para mim, sempre foi um pouco difícil de entender esses conceitos. No entanto, eu percebi algum tempo depois que muitas pessoas ainda tomam como verdade absoluta as coisas encontradas em um livro escrito há milhares de anos, apesar do fato de que nos tornamos capazes de provar que as coisas funcionam de uma maneira diferente. As pessoas conscientemente ignoram esse tipo de coisa, porque da cobra falante no Jardim do Éden e por isso soar como verdade para elas. Eu fico embasbacada com isso. Todos têm o direito de acreditar no que quiserem, mas não se pode ignorar os fatos. As pessoas ignoram centenas de anos de desenvolvimento e milagres acontecendo nas nossas próprias mentes, e até mesmo das capacidades do ser humano.
    Marko: De fato. Superstições são mais importantes para muitas pessoas.
    Floor: Por essa razão, eu acredito que a ciência não deve ser algo “só para nerds”, mas para todos. Ela está ao nosso redor e isso são os fatos. Desculpem. Depois que você percebe isso é que você vê, de fato, mais milagres acontecendo na sua vida diária do que na Bíblia ou em qualquer outro livro religioso escrito em nome de alguma divindade.

    intervyu-s-nightwish_27389_5Floor, você poderia contar um pouco mais sobre a Academia do Rock (“Academy of Rock”)? Você foi uma aluna lá.
    Floor: Claro! É um conservatório para musicistas de rock e pop. Foi a primeira escola a fornecer este tipo de formação. Ela foi fundada em 1999 e eu fui uma das primeiras aulas de lá dentre outros milhares que queriam se matricular lá. Era um lugar único na época e tinha vários defeitos. Inclusive, eu estava criando a formação verdadeira e era algo envolvente, mas eu senti falta de um tipo de orientação desde os 19 anos. Eu me formei nessa escola, mas comecei a assistir a aulas de canto no conservatório e fiz outro ano de música para teatro, além de outro ano voltado para ópera lá. Tudo isso por não ter tido aulas de canto verdadeiramente boas.
    O que é interessante sobre vocal e formação musical é o seguinte: a ópera existe há centenas de anos e as técnicas de canto foram se aperfeiçoando com o tempo. O canto para o pop, por sua vez, é um fenômeno muito recente e tem apenas algumas décadas de existência. As pessoas cantavam dessa maneira, mas sem formação de verdade. Não era necessário, pois as pessoas não se importavam com isso e, quando eu comecei, não havia quase nada do tipo. Quando existia, não era bom.
    Marko: Eu fiz algumas aulas de canto na época do ensino médio e eu me lembro de um dos meus amigos dizer que os professores ficavam conversando sobre o tal do Marko que ficava com o casaco aberto em pleno inverno, não cantava muito bem e ainda por cima fumava. Eles diziam que esse rapaz não cantaria por mais do que três anos, já que vai perder a voz bem rápido. Isso foi quantos anos atrás? Trinta anos, talvez?
    intervyu-s-nightwish_27389_8Floor: Até mesmo o canto no pop era considerado algo nocivo à voz. Quando se pensa em gulturais, gritos e outras técnicas de vocal extremo? É claro, é preciso fazer tudo da maneira certa, além de controlar as suas cordas vocais. Houve uma evolução incrível no canto moderno e nas técnicas de canto. Eu gostaria de ser jovem de novo e poder voltar à escola. Por falar nisso, bons musicistas não precisam ter formação. Não acredito nisso. Eu tive aulas de canto por seis anos, ensino há treze anos e ouso dizer que, quando você é bom, você não precisa disso. Se você não sente que é tão bom, você não conseguirá evoluir muito mesmo com formação. Há muitas poucas pessoas capazes de fazer algo assim e eles são sempre os melhores ou os melhores em algum gênero. Uma pessoa pode ser uma musicista fantástica, mas, se ele ou ela não tem talento para a coisa, não haverá uma grande evolução. Há várias coisas que compõem um musicista bem sucedido, mas a formação é apenas uma pequena fração disso tudo.
    Marko: Ter formação significa ter algumas dicas. Consegue-se chegar a algum ponto específico mais rápido e compreender esse processo. Como eu disse, eu tive algumas aulas de canto, mas, naquela época, eu já cantava há três anos em várias bandas de escola. No fim das contas, eu aprendi apenas a como respirar e a relaxar certos músculos durante as minhas aulas de canto clássico.
    Floor: Quando se tem talento, descobre-se muitas dessas técnicas por conta própria. Ainda assim, ter formação acelera todo o processo.
    Marko: Além disso, se você tem paixão pelo que faz na linha de beirar à obsessão, você é capaz de evoluir e se destacar. Funcionou pra mim, pelo menos. 

    intervyu-s-nightwish_27389_43Floor, você dá aulas de canto em vários cursos. Você poderia nos contar um pouco mais sobre eles?
    Floor: Eu dou aulas desde 2003, mas sempre foi algo paralelo à minha carreira já que eu viajo bastante. Hoje em dia, eu não dou mais aulas particulares por não ter tempo disponível. Além disso, eu conseguiria escolher aluno por aluno, pois é impossível. Ainda assim, fico feliz que todos queiram se matricular, especialmente as pessoas que o fazem para cantar e mostrar do que são capazes. É muito chato dar aula para alguém que simplesmente fica lá, sentado, olhando pra sua cara. É um desperdício do meu tempo. É muito mais interessante e prazeroso trabalhar com pessoas que realmente vieram para cantar. Eu darei uma masterclass em Roma muito em breve. Geralmente, faço duas turmas – uma de alunos iniciantes e outra de alunos avançados.

    Qual é a sensação de fazer parte de uma das bandas mais populares de metal?intervyu-s-nightwish_27389_44
    Marko: É demais, na maior parte do tempo. É legal e muito prazeroso, mas também é esquisito. Algumas pessoas te admiram e prestam atenção até demais. Eu sou uma pessoa mais pé no chão e nunca vou conseguir entender as pessoas que me colocam num pedestal, porque eu nunca faria algo assim por ninguém. É uma situação meio chata. De qualquer maneira, eu respeito essa atitude.

    Vocês podem nos dizer algo sobre quando o baterista Jukka Nevalainen voltará?
    Floor: Gostaria de saber algo, mas, no geral, a recuperação dele vai bem.

    Nós o desejamos uma recuperação rápida!

    Floor e Marko: Obrigado!

    Ω

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  • Roppongi Rocks: Floor & Tuomas

    Roppongi Rocks: Floor & Tuomas

    Via: Roppongi Rocks by Stefan Nilsson | Tradução: Head up High, my dear

    Tokyo by Stefan Nilsson

    Floor Jansen e Tuomas Holopainen do Nightwish em Tóquio. Foto por: Stefan Nilsson

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    O fundador e gênio musical do Nightwish, Tuomas Holopainen, e a vocalista da banda, Floor Jansen, se reuniram com Stefan Nilsson, da Roppongi Rocks, um pouco antes do início de um incrivel show da banda em Tóquio, uma das cidades que fazem parte da turnê mundial que passa pela ásia no momento.

    A Finlândia foi o local de nascimento de muitas das maiores bandas de heavy metal do mundo nas últimas décadas. A vanguarda das banda de metal finlandesas conta com a banda de metal sinfônico Nightwish, que comemora o seu aniversário de 20 anos em 2016. Com a incrível holandesa Floor Jansen nos vocais desde 2012, a banda segue lançando ótimos álbuns e promovendo a sua turnê ao redor do mundo. Eles estão em melhor forma do que nunca e seu álbum mais recente, “Endless Forms Most Beautiful”, o oitavo álbum de estúdio da banda, foi lançado em Março de 2015. No entanto, assim que a atual turnê mundial for encerrada em outubro com o retorno do Nightwish ao Japão durante o Loudpark Festival, a banda pretende fazer o que seria uma pausa de um ano inteiro em 2017.

    Stefan NilssonÉ o que planejamos,” explica Tuomas Holopainen durante nosso encontro em Roppongi, Tóquio. “O último show desta turnê acontecerá em outubro e, então, vamos ficar 2017 descansando para voltarmos com tudo em 2018.”

    Tuomas é a força-motriz por trás do Nightwish nas últimas duas décadas, além de ter lançado um álbum solo e ter trabalhado na trilha sonora para filmes. Agora, no entanto, ele deseja tirar uma folga.

    Eu não acho que vou me envolver com música nesse período. Essa é a ideia de tirar uma folga! E, pra falar a verdade, eu não pensei muito nisso, pois simplesmente gosto da ideia de estar em casa, cuidar do meu jardim, cuidar dos meus cavalos e ficar um pouco mais quieto por um tempo.”

    floor-jansenTenho pensado um pouco e tido algumas ideias, mas nada oficial que eu possa divulgar no momento,” diz Floor Jansen sobre o que ela planeja fazer em seu ano sabático. Quando questionada sobre sua antiga banda, o ReVamp, estar em seus planos, ela diz com um sorriso mas sem confirmar nada: “É uma dessas coisas em que tenho pensado.”

    O que será que um Nightwish descansado e com as baterias recarregadas fará quando retornar em 2018 após um ano inteiro de descanso? “Ainda tem muito chão até lá pra revelarmos qualquer coisa, mas temos alguns planos até 2020 e até mais longe,” diz Tuomas.

    Com vinte anos de carreira nas costas, a banda finlandesa já coleciona várias conquistas, como o sucesso comercial e o carinho dos críticos. Qual foi o momento mais emocionante até agora? “O meu talvez tenha sido este novo álbum e especialmente a última música dele, a ‘The Greatest Show On Earth’, quando a tocamos nos shows, como foi o caso do Wembley, em dezembro do ano passado. Esta turnê como um todo foi incrível,” diz Tuomas com uma expressão de orgulho.

    Durante esses vinte anos, a banda teve três vocalistas diferentes, mas Tuomas e a banda conseguiram criar um som único para o Nightwish.

    Stefan Nilsson

    Eu acho que a questão principal acaba envolvendo muitas coisas e muito disso está ligado a escrever as letras, é claro, mas muito além disso. Precisamos da participação de todos os membros, dos vocalistas, da produção, da equipe, de tudo! Fomos até chamados de “um grupo que desafia rótulos”. Eu adorei essa saber disso! Essa questão toda vai até o centro de quem somos nós. Parece que nós, como grupo, precisamos seguir em frente independente de quem esteja cuidando dos vocais ou das composições.”

     

    Floor Jansen, uma das maiores vocalistas no meio do metal, se juntou ao Nightwish em 2012 em meio à turnê do álbum “Imaginaerum” como substituta da antiga vocalista Annete Olzon, que havia se separado da banda subitamente. Anette, por sua vez, substituiu a vocalista original Tarja Turunen, em 2007. Floor se encaixou bem na banda e tanto sua voz como sua presença de palco fora uma soma perfeita à banda, levando a vocalista a ser oficializada como nova vocalista permanente da banda. Ela já sabia que as coisas dariam certo quando a banda entrou em contato em 2012.

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    Floor Jansen do Nightwish durante o show em Tóquio. Foto: Stefan Nilsson

    Em 2002, eu tinha a minha banda, After Forever, e nós fizemos uma turnê com o Nightwish como banda de abertura durante algumas semanas pela Europa. Foi uma experiência fantástica e nós mantivemos contato. Se eles tocassem perto de onde eu estivesse, eu os visitava e vice-versa,” explica Floor sobre sua relação com o Nightwish.

    Quando eles me ligaram e fizeram a oferta para que eu me juntasse ao Nightwish naquela turnê, tudo aconteceu muito rápido,” explica Floor. “Não foi como se eles houvessem dito ‘Tivemos essa ideia e gostaríamos que você pensasse um pouco a respeito, pois voltaremos a falar com você na semana que vem’ ou algo do tipo. Não houve muito tempo para pensar direito, pra ser honesta. Então, a minha primeira reação foi ‘Sim!’ e eu me vi a caminho. Algum tempo depois, eu comecei a pensar mais sobre como continuaríamos trabalhando junto e sobre como conciliaria as coisas com o ReVamp. Além disso, tiramos algum tempo para ver se sentíamos que as coisas funcionariam ou não. Não foi algo do tipo ‘Tá bom, eu entrei na banda e as coisas serão assim pra sempre’. Foi meio que um momento de desespero, mas as coisas precisavam se acertar. E, defato, elas se acertaram. A partir daí, todo o resto do processo e de organizar as coisas aconteceu normalmente.”

    Stefan Nilsson

    Floor Jansen do Nightwish em Tóquio. Foto: Stefan Nilsson

    Floor se adaptou ao seu novo posto no Nightwish com rapidez. Ela não apenas aprendeu todo o catálogo de músicas da banda, como também ajudou a dar forma ao novo disco. Mas assumir o microfone numa banda famosa de metal que já havia lançado sete álbuns não foi nada fácil.

    Foi algo muito natural para mim, mas isso não significa que eu já cheguei arrasando logo no primeiro show. Não naquela época, mas, com o tempo, eu me adaptei bem rápido. É claro que eu conhecia as músicas, pois sou fã desde o segundo álbum deles e eu já estava familiarizada com boa parte das letras e melodias. Por isso, foi algo bem tranquilo, mas, ao mesmo tempo, foi um desafio cantar algo que não foi escrito ou co-escrito por mim e, ainda por cima, cantado originalmente por outra pessoa. Tudo isso sem parecer que eu estava tentando imitar alguém foi difícil. Encontrar o seu próprio jeito de cantar algo assim e encontrar a emoção por trás de tudo isso foi algo novo, são músicas tão bem escritas que uma parte disso aconteceu naturalmente para mim.”

    Stefan Nilsson

    Floor Jansen e Tuomas Holopainen do Nightwish em Tóquio. Foto: Stefan Nilsson

    Tuomas ficou impressionado com o impacto que Floor teve no último álbum, o primeiro que ela gravou com a banda.

    Stefan Nilsson

    Tuomas Holopainen do Nightwish durante o show em Tóquio. Foto: Stefan Nilsson

    Ter uma nova vocalista durante os ensaios foi algo que realmente abriu os meus olhos para algo completamente novo como compositor e para a banda toda, também, como músicos. Foi algo novo para todos nós. Para mim, pessoalmente, os vocais são o elemento indispensável de qualquer música. Nós meio que compusemos todos os arranjos instrumentais com base nesses vocais e não o contrário. Essa foi uma coisa que mudou todo o processo de composição e o tornou mais interessante. E ver a empolgação e a dedicação dela durante as gravações foi inspirador.”

    O Nightwish é uma das maiores bandas do cenário finlandês do heavy metal, que também conta com grandes nomes como Children of Bodom, Moonsorrow, Amorphis, Stratovarius, Sonata Arctica, Korpiklaani, Battle Beast, Rotten Sound, Apocalyptica, Michael Monroe e muito mais. Como a Finlândia se tornou um país líder mundial em termos de heavy metal?

    Tem algo a ver com a mentalidade comum lá e com um efeito bola de neve, pois as primeiras bandas bem sucecidas foram bandas de metal. Isso meio que estimulou as bandas mais novas a tentarem algo parecido. Esse estilo musical soa como algo muito natural para nós, escandinavos, com toda essa atmosfera sombria e pesada. Quando os finlandeses tentam tocar raggae ou samba, parece que não está certo ou que não soa bem. Acredita-se numa banda quando ela toca algo que parece autêntico.”

    Tuomas diz que a ainda se sente finlandesa ainda que, agora, conte com diversas nacionalidades na banda e trabalhe a nível mundial.

    A banda veio da Finlândia e eu acho que as características típicas do país transparecem nas minhas letras já que eu sou de lá. Não é algo deliberado. Eu nos considero parte da cena finlandesa do metal ainda que sejamos uma banda internacional.”

    Na atual turnê e no álbum mais recente, Kai Hahto (ex-Rotten Sound, Wintersun, Swallow the Sun) foi o baterista das gravações. Se ele, assim como Floor Jansen e Troy Donockley, deixará de ser um músico de gravação para se tornar um membro permanente, isso é algo que ainda não sabemos. “É uma decisão que tomaremos ano que vem,” diz Tuomas. “Ele entrou uma semana antes de começarmos as gravações da bateria. Foi bem inesperado.”

    A vida continuará sendo algo inesperado e agitado para Tuomas Holopainen, Floor Jansen e seus colegas de banda até o show no Loudpark Festival no Japão, em outubro. Só então eles poderão tirar algum tempo para diminuir o ritmo das coisas e pensar no futuro.

     

    Nightwish – band members

    Floor Jansen – lead vocals

    Tuomas Holopainen – keyboards

    Emppu Vuorinen – guitar

    Marco Hietala – bass, vocals

    Troy Donockley – pipes, whistles, guitar

    Kai Hahto – drums

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com

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  • Koen Herfst

    Koen Herfst

    Selvagens, tudo bem com vocês? | Hey, wild ones! How’s everything going?

    Revamp_-_ReVamp_artworkVocês sabiam que durante a gravação do primeiro álbum do ReVamp, a parte da bateria foi realizada pelo nosso Matthias Landes, mas pelo baterista Koen Herfst? O mesmo esteve em São Paulo juntamente com o projeto The Gentle Storm, realizado pela conhecida produtora Overload. Koen é conhecido pela sua versatilidade no rock, metal, pop, hip hop e dance. Conhecido pelo seu trabalho com o DJ Armin van Buuren, pela banda de death metal I CHAOS, na banda de trash metal Dew-Scented, entre outros projetos.

    Did you know that, during the recording sessions of ReVamp’s first album, the man behind the kit wasn’t Matthias Landes? It was Koen Herfst! And he was in São Paulo playing drums for the band The Gentle Storm in a concert produced by Overload. Koen is well-known for his musical versatility in rock, metal, pop, hip hop and dance music. Also, his works with DJ Armin van Buuren, the death metal band I CHAOS, the trash metal band Deu-Scented and some other projects have drawn a lot of attention as well.

    Envolveu ReVamp, a fanbase está em cima, é claro. O Head up High teve a oportunidade de conhecê-lo, e claro, ganhar uma cópia do seu álbum de metal Progressivo, entitulado de BACK TO BALANCE. 😉

    ‘Head Up High’ had the opportunity to meet him and get a copy of his progressive metal band BACK TO BALANCE. 😉

    O álbum consta com diversas parcerias, entre elas a Marcela Bovio do Stream of Passion (na faixa 4), e Daniël de Jongh do Textures (na faixa 7).

    The album features several artists, such as Marcela Bovio (Stream of Passion) on Track 4 and Daniël de Jongh (Textures) on Track 7.

     Todas as faixas estão disponíveis AQUI no Spotify | All tracks are available here on Spotify

     koen-b2b-800x800-max-w750Tracklist:

    1. Here I am
    2. Erase Or Rewind
    3. The Kramer
    4. I Don’t Need To Tell You
    5. Total Hate
    6. Back To Balance
    7. Begone
    8. 1916
    9. Ghetto Cornetto
    11. Now Is The Time
    12. Siamese Support
    13. Never Been So Wrong
    12. Attitude Of an Astronaut

    ✓ Destaque para |  Listen closely to these songs:

      I Don’t Need To Tell You, Begone, Ghetto Cornetto,  Now Is The Time,  Never Been So Wrong

    A compra do álbum Back to Balance poderá ser realizada AQUI. E se você quiser adquirir a baqueta personalizada, ela também está disponível  AQUI.

    You can buy the album Back to Balance HERE. Also, you can buy the customized drumstick HERE.

    Trailer

    Koen Herfst – Artistpage | Instagram | Twitter | Youtube

    😉

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    www.koenherfst.com

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  • AXS: Floor Jansen

    AXS: Floor Jansen

    Fonte: Blabbermouth.net | Tradução: Head up High

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    Ω

    Floor Jansen do Nightwish nega rumores de brigas internas após anúncio feito pela banda sobre pausa de um ano.

    Tracy Hecks do AXS conduziu uma entrevista com a cantora Floor Jansen da banda finlandesa de metal sinfônico NIGHTWISH no dia 26 de fevereiro, no Royal Oak Music Theatre da cidade de Royal Oak, no estado de Michigan. A conversa está logo abaixo.

    Ao falar sobre os planos do NIGHTWISH para os próximos meses, Floor disse: “Bom, a primeira coisa que deve acontecer após a turnê mundial é que nós vamos tirar um ano inteiro de folga, o que nunca aconteceu antes em vinte anos de atividade do NIGHTWISH.”

    Ela ainda acrescenta: “Apesar de termos esse tempo de folga, isso não tem nada a ver com o que acontece dentro da banda. Eu notei algumas pessoas iniciando boatos e fofocas sobre o porquê de tirarmos um ano de folga. Nós vamos fazer isso, porque podemos e queremos fazer algo assim. É só isso. Novamente, não tem nada a ver com o que acontece dentro da banda e também não significa que não estamos pensando sobre o que fazer no ano que vem. Estamos preparando um monte de coisas bacanas, então esperamos que, após essa pausa, as pessoas tão empolgadas quanto nós pra descobrir quais surpresas temos guardadas na manga para elas.”

    Quando questionada sobre a decisão do NIGHTWISH de parar por um ano estar relacionado ao fato das turnês da banda terem se tornado mais longas nos últimos anos, Floor respondeu: “Não, não está relacionado, porque as turnês mundiais não se tornaram mais longas do que as anteriores. Agora, se você para e pensa que a banda esteve ativa por 20 anos sem qualquer folga, aí sim há uma relação mais forte do que qualquer coisa. Além disso, somos pessoas com gênios criativos e todos temos projetos próprios fora do NIGHTWISH. Então, é legal ter tempo para trabalhar nesses projetos ou apenas para curtir um pouco. Às vezes, para manter o fluxo criativo, é preciso se distanciar um pouco, o que acho algo muito saudável para qualquer pessoa — mais saudável do que bandas que simplesmente tocam, tocam, tocam, tocam, tocam, tocam e tocam até se desgastarem. Eu vejo esta decisão com bons olhos. Ainda assim, a atual turnê mundial ainda durará alguns bons meses e nós temos um bocado de lugares em que gostaríamos de tocar. Então, ainda vamos tocar até vocês ficarem cansados. [risos]

    O NIGHTWISH lançou há pouco tempo uma edição extremamente limitada de turnê do seu disco mais recente, o “Endless Forms Most Beautiful”. A edição de turnê vem com um DVD bônus de performances ao vivo, um pequeno documentário e vídeos promocionais, além de uma imensa galeria de fotos.

    A turnê do NIGHTWISH pela américa do norte conta com mais de 26 shows e começou no dia 19 de fevereiro na cidade de Sayreville, no estado de Nova Jersey, e acabou em Tampa, no estado da Flórida, no dia 23 de Março. A banda de metal sinfônico DELAIN e os finlandeses do SONATA ARCTICA são as bandas de apoio da turnê.

    Vídeo da entrevista abaixo:

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