Se há apenas uma palavra para descrever Floor Jansen do Nightwish: Badass! A musicista holandesa não é somente uma cantora fenomenal, mas também uma incrível compositora e professora de canto.
Abela vocalista de33 anos de idadejátinhafeitoseu nomenomundodometalemseus diasno AfterForevereseutrabalhosolo no ReVamp,quandoelarecebeuum telefonemaemsetembrode2012pelabanda finlandesa de Metal SinfônicoNightwish.Perguntaram–lhese poderia substituir a vocalistaAnetteOlzonem suaatualturnê da Américado Norte.Algumashorasmais tardeFloor jáestavano aviãoparaseuprimeiroshowdo NightwishemSeattle.Elatevedoisdiaspara aprendertodasasmúsicas;aturnê foi concluídacom êxitoefoiconvidadaaintegrar oficialmenteabandaem2013.
Aartistaholandesaestátãoempenhadaemseunovotrabalho quemudou-se para a Finlândia no anopassado, onde o Nightwishgravouseuálbummais recenteEndless Forms Most Beautiful.
FicamosfelizesquandoFloor tirou algumtempo emsua ocupada agenda de gravação no outono, sendo então fotografada para algumas peças do Pretty Attitude, junto com nossa querida amiga e talentosa fotógrafa Andrea Becker.
Após um cancelamento, finalmente em maio de 2014 ocorreu a turnê do ReVamp no Brasil (Amém, irmãos!). E nada mais justo do que o Head up High organizar o segundo encontro de fãs no mesmo mês.
Aos que foram, se divertiram (assim espero), e aos que não foram, eis a nova chance! Juntem-se a maior fanbase dedicada a Floor Jansen, e não percam a chance de fazer novas amizades, plantar a Neyde, comer (comida!), beber um pouco e obviamente, cantar! (isso eu deixo pro’s cantores de plantão, mas a música é liberada!)
Floor Jansen foi recentemente entrevistada pelo Instituto de Londres . Segue abaixo as perguntas e respostas, e mais abaixo, o vídeo de sua entrevista. 😉
Ω
1. Quais bandas ou artistas tem sido sua maior influência? Floor: Sempre achei muito difícil responder a esta pergunta porque há tantas pessoas e basicamente tudo o que eu ouço se torna um pouco de influência para mim. Mas alguns momentos chave, há um tempo atrás, foram “The Gathering” com a Anneke van Giesbergen, ouvir sua voz, aquele tipo de vocal numa banda de metal foi tipo… yeah! Eu quero isso também. Eu sempre fui uma grande admiradora de Skunk Nancy , muitos vocais bons em músicas pesadas, coisas bem escritas e um bom som. E,sabe, no metal não há muitas bandas com vocal feminino que me faziam ficar tipo, “WOW”, mas de fato o Nightwish, quando começou na mesma época em que eu estava me tornando um pouco mais profissional também foi um tipo de inspiração.
2. Você tem algum ritual pré-show para que a sua voz esteja preparada? Floor: Sim, tenho. Com certeza tenho meus rituais e geralmente eu começo a cantar antes do show com a checagem de som. Eu geralmente tiro algum tempo para aquecer minhas cordas vocais e estar preparada para cantar, basicamente, porque se fica fazendo outras coisas e eu quero ficar preparada para ter certeza de que a voz não estará tensa em momento nenhum, nem mesmo na checagem de som e, antes do show, eu realmente gosto da minha hora na qual eu sento com minha maquiagem e minhas roupas e tiro um tempo para colocar tudo no lugar e liberar um pouquinho do stress de pensar “Ah, merda, estou em cima da hora” e ter minha adrenalina liberada e a última injeção de adrenalina vem quando a música de abertura começa e tudo isso me deixa preparada para o show!
3. Quais foram os maiores desafios de sua carreira? Floor: Acho que me tornar a vocalista do Nightwish foi meu maior desafio e, também, da maneira como isso aconteceu tão em cima da hora. Aquele foi “O momento” na minha carreira para de alguma forma provar que, sim, eu posso fazer isso. De todas as coisas para as quais eu venho estudado, trabalhado, vivido em direção a este momento sem sequer saber se ele viria e se viesse, de que maneira, eu acho que pra mim foi este momento e, acho que o show ao vivo que fizemos no Wacken Open Air e gravamos um CD e DVD ao vivo na frente de 80.000 pessoas, aquilo foi algo massivo de fazer e também, vocalmente, você realmente quer arrebentar. Você quer ouvir a este álbum daqui a dez anos e pensar “Sim, eu arrebentei” e “Nós fizemos”. Nesse momento eu acho que penso assim e, tomara que em dez anos também. (risos)
4. Qual tem sido o ponto mais alto de sua carreira até agora? Floor: Acho que este mesmo show, Wacken Open Air foi o ponto alto, junto com o processo de fazer funcionar com o Nightwish no geral, e esta também seria o minha ambição para o resto dos meus anos como uma musicista bem sucedida e feliz… Sim, e manter o equilibrio com o Nightwish e continuar fazendo músicas lindas.
5. Qual conselho você daria para as pessoas que estão começando agora na indústria? Floor: Bem, não é um negócio fácil, realmente não é. E você não pode simplesmente estagnar e pensar: “ Eu consegui”, pois há muitas coisas sempre a serem feitas, desafios para serem aceitos e lições a serem aprendidas. Então é bom ter a atitude certa desde o ínicio. Ter um bom network, especialmente numa escola. Se você começa com um network implícito, você vai acabar chamando seus antigos alunos em 10 anos também e é bom mantê-los, sabe, por perto e ser leal a si mesmo e reconhecer seus limites, aprender onde eles estão e não ultrapassá-los e continuar amando a música , pois a indústria em si, não é bonita, mas a música é o melhor de tudo e sempre será, então mantenha o foco nisso.
Entrevista em vídeo
Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen
www.floorjansen.com | www.revampmusic.com | www.nightwish.com
Floor Jansen, da banda Nightwish: “Já era tempo das pessoas pararem de se referirem às bandas como “Bandas com vocal feminino.”
O apresentador da Metal Nation radio, também editor chefe Owais “Vitek” Nabi recentemente conduziu uma entrevista com a cantora do Nightwish, Floor Jansen. Você pode ouvir a conversa no vídeo do youtube abaixo.
Questionada acerca de sua opinião sobre bandas como Nightwish serem atiradas à categoria de “Metal sinfônico com vocal feminino”, Floor diz: “Agora já há o “Metal sinfônico” por trás do nome, o que já restringe, já fala um pouco mais sobre que tipo de música realmente é.”
Ela continua: “Às vezes parece que há todo um gênero chamado “Metal com vocal feminino”.’Oh, então você está numa banda com vocal feminino” ‘Ah, sim, estou?’ “O que isso quer dizer? Porque até então Revamp (Trabalho paralelo da Floor) é uma banda de vocal feminino e também assim é o Nightwish. Mas estas bandas não soam similar, de forma alguma. Arch Enemy é uma banda de metal com vocal feminino, mas o Delain também é. Elas não soam parecido em nada. A única coisa que ambas têm em comum é serem bandas de metal, mas o estilo por dentro do metal é tão monumentalmente diferente que não diz muito o fato de ter uma garota cantando ou não. Então isso não é tão importante. Ainda mais, para enfatizar a diferença sexual entre homem e mulher, acho que já ultrapassamos isso.
Jansen acrescentou: Não é tão surpreendente que há mais mulheres em bandas de metal. E elas não estão apenas cantando à frente das bandas. Há bateristas, guitarristas, baixistas…Então…eu diria, passe por cima disso e simplesmente chame de “Metal sinfônico”. Não importa, realmente, quem está cantando.
Recentemente Floor Jansen e Tuomas Holopainen foram entrevistados pelo Lords of Metal. Segue abaixo a tradução relacionada a Floor Jansen!
Ω
Lords of Metal: Qual foi a pior pergunta que você ouviu nos últimos dias? Floor: Foi a “Bom, sobre o álbum, você pode nos falar a respeito dele?” Digo, não foi nem uma pergunta ruim, só não foi específica. O nível das perguntas foi bom, então eu diria que a maioria das entrevistas foram muito divertidas.
Lords of Metal: Os últimos dias foram cheios de entrevistas atrás de entrevistas, inúmeras viagens e muita espera. Como você lida com períodos assim? Floor: Não foi nem um pouco difícil. Eu gosto de falar sobre música e, talvez por causa do meu ego, também gosto de falar sobre mim mesma (ela começa a rir em voz alta). Agora, é sério. É claro que tudo isso exige muita energia porque o que se quer é manter o foco no seguinte: todos os jornalistas devem receber atenção. Mas eu adorei fâze-lo e estou tão orgulhosa do que produzimos neste álbum e é algo ainda muito novo para mim poder falar sobre o primeiro álbum do Nightwish em que eu sou a vocalista. Digo isso porque as pessoas tiveram a chance de ouvir ao álbum antes de uma entrevista, então isso os ajudou a formar uma opinião e nos deu a oportunidade de falar detalhadamente sobre tudo. Além das entrevistas, também é ótimo conhecer todas as cidades pelas quais temos o privilégio de passar, além das culturas diferentes e toda a experiência ao conhecê-las melhor. Eu me diverti muito!
Lords of Metal: Você pode nos contar mais sobre como foi o período entre o final da turnê Imaginaerum e o momento em que você se tornou um membro fixo do Nightwish? Você havia saído de uma fase turbulenta da sua vida e teve de aprender as letras em 48hrs, além de se ver em uma montanha-russa quando, de repente, a turnê havia acabado e você estava lá, de volta a sua casa. Floor: Na verdade, o segundo álbum do ReVamp foi lançado dois dias após o último show do Nightwish, então eu passei a trabalhar para divulgar o álbum, além de fazer shows com o ReVamp. De um trabalho para outro. No entanto, eu já sabia que o Troy e eu tínhamos nos tornado membros do Nightwish. Antes de me convidarem a ser a nova vocalista, eu tinha decidido que iria apenas aproveitar a turnê o máximo possível e a via como uma ótima experiência. E claro que houveram momentos muito difíceis, mas, quando percebíamos como as coisas estavam indo, conseguimos aproveitar melhor e perceber que o fim da turnê estava logo ali. Foi aí que participamos dos nosso primeiro festival na FInlândia e, após o show, fomos beber um pouco no hotel com outros amigos. O pessoal da banda perguntou se eu e o Troy teríamos um minuto e foi então que ouvimos a frase: “gostaríamos que vocês se tornassem membros fixos da banda”. Foi um momento muito emocionante e lá estava eu, sem palavras e sem saber como reagir. Eu fiquei tão, mas tão feliz que me senti como se fosse a rainha do mundo. E, sim, o anúncio oficial veio meses depois.
Lords of Metal: O que mudou na forma com que vocês compõem as músicas? Floor: O Tuomas compõe a maior parte. Todos os membros compartilham suas ideias, sugestões de riffs e até de trechos de alguma música. É aí que a banda se reúne ou, por exemplo, que o Tuomas se sente com o Marco para conversar e ouvir algumas das sugestões que um tem a mostrar ao outro. As ideias boas acabam no produto final. O Tuomas é um compositos incrível capaz de produzir letras lindas, então faz sentido que ele tome a dianteira na parte criativa do álbum. Eu nunca senti a necessidade de levar as minhas próprias letras, porque eu adoro as que o Tuomas produz. É uma sensação muito boa a ele gera ao dar liberdade a todos os membros para trabalharem em suas próprias sugestões e composições. Por essa razão, eu me senti capaz de experimentar diversos tipos de canto. Nós conversamos sobre isso ao ponto de debatermos sobre como cantar uma determinada sílaba, o que gera uma sensação de plenitude muito boa ao trabalhar por meio de um processo criativo como esse. Nós já haviamos feito isso durante a turnê. Eu ganhei espaço para mudar algumas formas de cantar e adaptá-las à minha voz, e confesso que eu precisava delas. As antigas vocalistas eram fantásticas, mas eu não sou uma cantora de karaokê. O fato de que pudemos passar um grande período ensaiando nos ajudou a juntar tudo o que havíamos produzido.
Lords of Metal: O que você acha dos temas tratados no álbum? Floor: É quase o oposto do álbum anterior, que era um pouco mais surreal e fantástico. Este álbum tem uma abordagem muito mais científica, pois ele da evolução e de qual é o objetivo da humanidade e da terra em si após terem resistido por tanto tempo. Vivemos em um mundo impaciente e que muda muito rapidamente. O Tuomas lê bastante e ele adora os livros do Richard Dawkins, do Carl Sagan, dentre outros. Ele acredita que, quando se deseja fugir deste mundo, é melhor analisá-lo antes. Isso me ajudou a me recuperar da minha crise de burnout: ousar observar a forma com que uma colmeia, um formigueiro ou qualquer colônia de seres vivos pensa e funciona. É incrível e me traz muita calma. Vá viver a vida e não fique achando que as coisas simplesmente acontecerão. Você se lembra de quando era mais novo e ficava esperando, economizando os trocados para o novo disco daquele seu artista favorito? Hoje em dia, as coisas simplesmente são lançadas no Spotify. Estas coisas trouxeram grandes inovações, mas nem tudo é bom. Eu apoio a ideia contrária ao aumento das vendas dos vinis. Nós tentamos fazer com que vocês aproveitem mais e melhor a vida de vocês.
Lords of Metal: A presença de dois membros não finlandeses teve algo a ver com a mudança na sonoridade e nas músicas em comparação aos discos anteriores? Floor: Eu não acredito que isso tenha a ver com a cultura. Somos todos seres individuais. Eu acho que o Imaginaerum foi composto em grande parte por uma sonoridade de orquestra. O novo álbum tem um feeling mais forte de banda que surgiu como resultado do período que passamos juntos nos ensaios trabalhando em cada detalhe que gostaríamos de produzir da melhor forma possível. Além disso, o Nightwish nunca compôs uma música de 24 minutos!
Lords of Metal: Ser um membro de uma nova banda talvez traga novos objetivos, novos desejos e novos sonhos. Isso é verdade? Floor: Pra ser honesta, eu não vejo as coisas dessa forma. Já é difícil o suficiente manter o ritmo com tudo o que tem mudado na minha vida. Felizmente, eu ainda tenho os meus pais e a minha irmã comigo. No entanto, ela se casou e, agora, eu sou tia. Isso é ótimo! Eu ainda tenho os meus amigos na Holanda e tudo isso me dá a sensação de ter uma base boa e muito positiva. Por outro lado, basta analisar os últimos dois anos e meio da minha vida: eu fui convidada a ser a vocalista temporária do Nightwish logo após a minha recuperação da minha crise de burnout e tentar retomar o controle das coisas na minha vida, além de estar tentando entender como eu lidaria com tudo o que aconteceu na minha vida naquela época. Eu me apresentei com eles por todo o mundo, incluindo em festivais, e acabei me mudando pra Finlândia, lancei o segundo disco do ReVamp, gravei o novo disco do Nightwish e por aí vai. Eu só quero aproveitar esse momento e não achar que as coisas simplesmente vão acontecer do nada.
Lords of Metal: Floor, você saiu da Holanda e se mudou para a Finlândia. Qual é a diferença cultural entre estes países? Floor: A diferença está nos detalhes. Se começar a fazer muito frio ou nevar, a população recebe um alerta vermelho na Holanda. Um finlandês comum, no entanto, não se deixa impressionar se os trens não andam por causa da quantidade absurda de neve nos trilhos. Eles estão acostumados com isso e não se aborrecem. A alimentação é diferente, porque eles preferem refeições mais saudáveis e acho que o que eu mais gosto é o hábito de ir à sauna. Os estabelecimentos não estão sempre abertos, como na Holanda, mas eles são mais diretos no diálogo e mostram um humor mais negro e sarcástico. Além disso, eles não ficam bêbados, eles ficam MUITO bêbados (ri alto). Mas, no geral, eu me sinto muito em casa aqui, na Finlândia.
Lords of Metal: Como foram as masterclasses até agora? Floor: Foram legais! Eu ainda amo ser professora de canto e ajudar as pessoas a melhorar suas técnicas vocais. Eu não tenho mais a disponibilidade para ser uma professora em tempo integral, então as masterclasses são uma ótima oportunidade pra exercer a funlão. As turmas são divididas em duas: as pessoas que começaram a aprender canto agora e as que já são cantoras e cantores experientes. Eu gosto de saber, pelo bem do próprio desenvolvimento artístico deles, a qual grupo cada um pertence e isso funciona na maioria das vezes. A partir desse momento, só há um objetivo para mim: após a aula, os alunos tem de sentir que aprenderam algo que os inspirará a progredir por bastante tempo. Foi assim que eu comecei; Eu dei essas aulas na Holanda, na Inglaterra e na Finlândia, também, mas também tenho mais algumas planejadas. Até agora, todas as vagas para qualquer uma das masterclasses se esgotaram em menos de dois dias. Fica claro que é divertido, mas que também é muito trabalhoso porque eu produto todo o conteúdo da aula sozinha. Eu alugo o local das aulas, cuido da parte financeira, me certifico de que os alunos me enviem uma música etc. Então, talvez seja bom encontrar alguém que me ajude nesse aspecto organizacional.
Ω
Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen! 😉
Memóriassãoimportantesevalem a pena relembrar demuitascoisas.Agora,durante seuaniversário, o Head up Highdecidiudestacaralgunsmomentos do último ano, que fez parte de uma carreira íncrivel cheia de grandes mudanças como a sua.
–
Memories are important and a lot of things are worth remembering. Now, during your birthday, ‘Head Up High‘ decided to highlight a few moments from the last year that was a part of such an amazing carreer so full of great changes as yours.
😉
Quevocêviva a cadaumdeseussonhosequea cada obstáculo que a vida impor, nunca impeça de você ser uma pessoa melhor, de ser quem você é: Floorgasm. Whoops, Floor Jansen!
Feliz Aniversário, coisa selvagem! ♥
May you live each one of you dreams and that the obstacles life imposes never keep you from being a better person, from being who you are: Floorgasm. Whoops, Floor Jansen!
Mudança de cidade | Change of city:
Países Baixos (The Netherlands) to Finlândia (Finnland) (22.06)
Conheceu sua sobrinha Rose Olivia | Met her niece, Rose Olivia – Irene Jansen (30.06)
JULHO | July (2014)
Primeira visita ao Acampamento de Verão | First time at the Nightwish Summer Camp (05.07)
Ensaios do Nightwish | Nightwish Rehearsals (09.07)
Acampamento de Verão | Summer Camp (11.07)