Tag: São Paulo

  • Being Your Vocal Coach 🎤

    Being Your Vocal Coach 🎤

    Tradução: Head up High, my dear!

    Sem Fan Friday e sem Master Class esta semana, mas em vez disso, eu apresento à vocês o primeiro “Questions from The Class“. Uma minissérie onde eu respondo perguntas vocais dos membros. Espero que vocês gostem disso e estou ansiosa para ler os comentários de vocês aqui embaixo e talvez vocês façam parte desta série!

    Ω

    Olá, bem vindos ao primeiro “Perguntas sobre a Aula“.

    Temos uma pergunta de Erika Von Tilburg, que me parece bem Holandesa. Ela está perguntando se eu pratico de forma regular e a resposta é sim. Eu não faço os exercícios com tanta frequência mais, mas se eu estiver me preparando para uma turnê mundial ou para cantar algo além do que estou cantando, então eu começo a praticar as músicas que vou cantar através de exercícios. Como eu disse na Master Class número 3, se colocar no modo “agora vou cantar” é muito importante e basicamente configurar minha mente e corpo nesse modo para começar a cantar.

    Temos um comentário muito legal do Marcos Bonde, que toca o trombone e perguntou se pode ganhar mais confiança sem o aparato na boca, ao fazer os exercícios de respiração abrindo a boca basicamente. E eu diria sim, por que não? Pq não tem tentar? Cantar é sobre confiança, e abrir a sua boca na frente de outras pessoss e cantar é uma sensação de estar nu assustadora, então eu diria para tentar que é algo libertador.

    Outro comentário bem legal da Pekka Karppinen que diz que eu me tornei sua coach vocal pessoal, bem vinda! Eu espero que eu esteja te ajudando a melhorar suas habilidades vocais. E que você esteja praticando todos os dias em frente ao espelho como eu te ensinei. De qualquer forma é ótimo estar te inspirando e eu espero que eu esteja fazendo com que cantar seja mais divertido para você.

    Tom Ward, obrigada pelo seu comentário. Sim, cantar tem a ver com confiança, então se você se sente confiante com o que está fazendo, eu espero que você possa compartilhar com outras pessoas. Cantar não é uma competição, não é sobre saber quem é o melhor, é sobre ter alegria e compartilhá-la com outras pessoas. Não é sobre “se mostrar”, é sobre diversão. É assim que tem que ser do começo ao fim.

    MasterClass #1 – MasterClass #2 – MasterClass #3

    Fan Friday – One Minute

  • Metal Talks com o Spotify

    Metal Talks com o Spotify

    No Metal Talks (Spotify) da vez, a Floor falou bastante sobre o novo álbum, o Human. :||. Nature., mas também sobre sua história com o Nightwish. O Head up High traduziu para vocês, confere aí!


    Muita calma nessa hora, a postagem será atualizada diariamente

    Image may contain: 6 people, people sitting, text that says 'Metal Talks Nightwish'

    Ω

    Introdução (ouça aqui)

    Olá, aqui é a Floor Jansen, da banda Nightwish, e vocês estão ouvindo o Metal Talks no Spotify!

    Human & Nature (ouça aqui)

    Muito bem, então nós acabamos de lançar o álbum novo Human Nature, foram 5 anos desde o lançamento do nosso último álbum de estúdio que é chamado Endless Forms Most Beautiful… Depois do lançamento do nosso último álbum, claro, fizemos uma turnê mundial extensa então tiramos um ano inteiro de folga, sem banda, sem escrever, sem estúdios, sem nada sobre o Nightwish, algo que foi pedido por alguns membros que estavam na banda desde o início, o que foi uma jornada de 20 anos sem pausa para eles; então não é estranho querer um pouco de tempo para respirar… E isso deu uma chance para todo mundo na banda de ir atrás de seus projetos musicais e disso nasceu Auri, o projeto musical de ambos Tuomas e Troy do Nightwish, e isso me deu uma chance de lançar Northward… Sim, todos da banda se mantiveram ativos de seu próprio jeito. E depois daquele ano, nós… ao invés de fazer um novo álbum, nós decidimos fazer um “de volta ao tempo” porque nós estávamos celebrando os 20 anos de existência e começamos a fazer uma turnê mundial, a Decades Tour, onde tocamos canções de toda a nossa história – isso resultou num CD ao vivo e um DVD… Mas já era tempo de voltar ao estúdio e Tuomas Holopainen já estava escrevendo… Pelo curso de 2019 essas canções estavam finalizadas, demos, e para nós da banda para escutar e fazermos a nossa própria interpretação, para ensaiarmos juntos e transforma-las numa versão Nightwish, um álbum do Nightwish que agora está finalmente para todos.
    O álbum se chama Human Nature, e há alguns símbolos engraçados que são interpretados como “ferramenta” que seria a parte “Human” e a outra “natureza”, mas há mais para diferenciar as duas palavras e você ainda pode combina-las, ambas são sobre humanos, ambas são sobre natureza, e ambos são sobre a natureza humana. O álbum na verdade é dividido em duas partes, há 9 musicas no primeiro álbum que são todas tocadas pela banda toda, o que soa como nós obviamente, mas há um segundo álbum onde a banda não está tocando e é uma pura e doce sinfonia divida em 8 partes e tem mais de 30 minutos; então há duas coisas musicas acontecendo e você pode dizer que as duas primeiras canções são mais relacionadas aos assuntos “humanos” em toda a sua gloria e sua diversidade, histórias da nossa humanidade e a nossa natureza humana, enquanto a segunda parte “All the Works” é sobre a natureza, você pode fechar seus olhos e imaginar você no meio da floresta ou então encarando o oceano e o tópico “natureza” volta aos holofotes mas eu escutei questionamentos de outras pessoas: “isso é por conta da mudança de temperatura ou a crise ambiental e todas as coisas relacionadas a isso” – não é sobre isso, de verdade, é sobre ver a parte positiva das coisas, onde nós vemos a beleza nas coisas que podemos fazer como humanos, as coisas que conquistamos, coisas que não podem ser esquecidas e não devem ser subestimadas quando você olha para todas as partes negativas que nós fazemos, e que nós constantemente continuamos a fazer mas nós ainda vivemos no período mais seguro e fantástico da história humana, no aqui e no agora, onde a natureza é grandemente afetada por nós, mas nós ainda somos parte dela, e parece que  ainda nós nos enxergamos como seres distantes da natureza – Humanos e Natureza – mas nós ainda somos parte disso: 98% do nosso DNA compartilha as mesmas características com o DNA de um chimpanzé e 40% de uma simples banana, então como podemos esquecer que nós fazemos parte do mundo natural? Porque nós somos. E é a partir dessa perspectiva há uma esperança real, e uma beleza nisso. Bem, nós lançamos o nosso primeiro single no qual nós fizemos um clipe muito especial chamado “Noise” e essa é a parte da natureza humana onde falamos sobre – talvez não a parte mais positiva da natureza humana e a nossa tendência de ficar completamente viciado em algumas coisas como smartphones e redes sociais e uma forma falsa e artificial da vida real – e no vídeo nós falamos sobre isso e você pode ver bem no final um céu azul lindo e o nascimento de um dia, você vê o mundo real, o que significa que ele ainda existe – ele esta lá para que nós podemos fazer parte dele mais uma vez… Bem, eu adoraria tocar essa música como uma introdução à esse álbum.

    A Summer at the Boy Scouts Camp (ouça aqui)

    Quando nós escrevemos musica, e eu digo “nós” mas na verdade é Tuomas Holopainen que é o nosso mentor, ele também vem com todos os tópicos líricos, e o texto e as letras mais as musicas… E seria uma coisa estranha se alguém da nossa banda se sentisse desconfortável com o tópico das letras por exemplo mas nós não.. nós sempre concordamos nesses assuntos, nós compartilhamos dos mesmos interesses e definitivamente um amor pela natureza e o mundo natural e sim, não é a nossa intenção ensinar as pessoas algo coisa, nós não temos uma posição militante e política, nós não forçamos a nossa opinião, mas nós gostamos de criar algo que faça as pessoas a pensar e a sentir… Mas há o incrível mundo subjetivo da interpretação onde todos nós sentimos coisas diferentes, há espaço na musica e nas letras para você interpretar do jeito que você faria, porque você é diferente e eu sou diferente, então nós criamos emoções, nós criamos um caminho para que você poder escolher a sua interpretação. O processo de estúdio para o Human Nature foi similar ao processo do Endless Forms Most Beautiful, o nosso ultimo álbum. Tuomas Holopainen escreve as letras e a música; uma vez que ele sente que terminou ele faz uma demo e aí chega a parte mais assustadora, como ele costuma dizer, onde ele envia para nós, onde tudo deixa a segurança de sua cabeça basicamente – algo que é muito empolgante para nós membros da banda, nós ensaiamos em casa, eu pessoalmente estudo as melodias e as letras com o Tuomas porque eu preciso entender como que a métrica funciona da melodia e da letra, e a partir daí é internalizando e memorizando e então nós ensaiamos juntos. Nós fizemos isso como nós já tínhamos feito, num acampamento de verão dos escoteiros na Finlandia, realmente um lugar no meio do nada, onde nós construímos um lugar para ensaio e logo depois um estúdio em uma das suas estruturas principais… Nós basicamente acampamos nos outros prédios e nas outras áreas – é construído no meio da floresta perto de um lago lindo… Claro, estamos na finlandia, então há uma grande sauna que nós podemos entrar, há um lugar uma fogueira onde nós podemos grelhar nossos vegetais e linguiças [risos] toda a tarde. Nós sentamos lá e escutamos música e nós falamos sobre música, sobre as coisas que amamos, e é um ótimo lugar para se estar, até a possibilidade de compartilhar os prédios do acampamento com nossos amigos e família… Nós separamos um tempo para podermos tocar as canções juntos e assim que a bateria começa a tocar, tudo começa a mudar, então o baixo, a guitarra, os vocais, tudo… Nós agora temos tocado juntos por tempo o suficiente para sabermos como fazer a progressão das musicas sem precisar falar e é algo incrível de ver acontecer… Uma coisa muito legal que eu gostaria de mencionar sobre esse álbum é que as harmonias vocais que estão em todos os refrões, porque bem, não é novidade que nós temos vocais harmonizados, mas o que é novidade é que todos são cantados por Troy, Marco e eu. Então há canções no álbum, a maioria são cantadas por mim com o Troy e Marco fazendo as harmonias, mas há canções como Harvest onde Troy é o vocalista principal e nós fazemos as harmonias e porque é uma canção com um sentimento diferente, uma canção bem folk, as harmonias são feitas de uma forma diferente do que por exemplo a faixa Endlessness que é cantada por Marco, onde nos refrões e nos versos é necessário um approach diferente, não é apenas copiar e colar o fato de que nós três cantamos mas o tipo de harmonias é realmente adaptada ao tipo da musica, então nós normalmente ensaiamos com a banda na nossa sala de ensaio, então nós vamos à fogueira com uma guitarra e um pequeno piano onde nós treinamos essas harmonias, o que é algo incrível de fazer. A partir disso, a bateria foi gravada no Petrix Studios na Finlândia, diferente do ultimo álbum porque nós gravamos a bateria no nosso acampamento de verão, o que foi um desafio acústico e por isso nós resolvemos gravar as baterias deste álbum num estúdio, porque há muito mais percussão do estilo tribal, há mais coisas extras que realmente levaram nosso baterista Kai Kahto ao máximo… E basicamente todos os instrumentos foram gravados lá, os vocais também, então nós ficamos nesse acampamento por mais ou menos três meses onde nós tivemos um verão maravilhoso, nós adicionamos o coral e nós tivemos um quarteto de cordas no álbum com uma banda que foi gravado em Londres – e diferente dos outros álbuns, não há uma orquestra na parte da banda. Então isso nos dá bastante espaço para fazermos as coisas nós mesmos, você pode não notar mas é uma enorme diferença comparada aos álbuns anteriores. E então claro, há a ultima parte do álbum onde todos os instrumentos da orquestra tomam conta e é uma peça completamente orquestrada que também foi gravada em Londres… De lá houveram mais alguns detalhes a mais, alguns vocais extras que eu fiz em casa para adicionar e de lá foi mixado e masterizado na Finlandia… Foi um trabalho bem grande para juntar mas nós sempre trabalhamos com as mesmas pessoas, o Time de Ouro, e lá estava: Human Nature.

    How Are You Doing? (ouça aqui)

    Bem, “How’s the Heart?” é literalmente perguntar para alguém como que ela está se sentindo, empatia, a beleza de se importar por alguém, mostrar que você se importa e a parte extremamente poderosa disso… Num tempo onde as pessoas podem se sentir completamente isoladas socialmente, num tempo onde tudo é rápido, num tempo onde tudo deveria ser bem – se você olha nas redes sociais todos estão se sentindo muito bem o tempo todo, tudo é simplesmente é tão ótimo o tempo tudo, realmente, super ótimo – o que claro não é um reflexo do mundo real… Então há uma beleza em simplesmente perguntar como alguém está de um ponto de vista genuíno é lindo! E há até uma citação pessoal na letra que Tuomas escreveu sobre mim ou para mim, porque as letras são interpretáveis; as pessoas escutam elas de formas diferentes – todos escutam música com a sua própria bagagem emocional e formam sua própria interpretação, mas no segundo verso para mim é muito pessoal onde ele escreve “We met where the cliffs greet the sea” onde ele se refere à mim conhecendo ao amor da minha vida e toda essa parte é sobre isso e ela até continua para “Now there’s one that came from me” que é sobre a minha filha, “A child of love, another tale” e assim que ele me contou sobre isso, eu fiquei realmente emocionada e estou quase chorando só de falar sobre isso porque é simplesmente tão lindo e tão sincero que deve transparecer quando eu canto essas palavras e sim, “How’s the heart” é uma canção especial.

    Lyric Interpretations
    Vocal Challenges
    HIgh School Musical
    A Whole New Scne Emerging
    The Art of Singing
    Uncompromised Metal
    Is This For Real?
    What a World Tour is Like
    Thanks You For Listening

  • Turnê Solo ♡

    Turnê Solo ♡

    Musicalmente falando, os humilhados foram exaltados, hue.

    Não sei vocês, mas por aqui, as lágrimas foram reais, sejam elas nas músicas do After Forever, como nas músicas do ReVamp. Ela, com todo esse reconhecimento e revivendo momentos que jamais serão esquecidos, e nós, fãs tendo a chance de reviver cada um deles :’)

    Recentemente, nossa Floor Jansen deu início à sua primeira turnê solo. Com ingressos esgotados em menos de 24 horas. O primeiro show ocorreu no dia 23 de janeiro, no Doornroosje, em Nijmegen, lá na Holanda (crying in digital deceit language). Embora ela tenha cantado músicas bem conhecidas do Nightwish, (destaque para a nostalgia de Slow, Love, Slow) tivemos o privilégio (vocês, né?) de revivermos anos de ouro, com músicas do After Forever (O que foi Strong, minha gente? E Face Your Demons?) e ReVamp (lágrimas de sangue!), mas também tivemos o bônus de Northward, e diversas músicas do Beste Zangers, programa holandês, do qual, FINALMENTE deu a ela o merecido reconhecimento. Sua apresentação conta com a participação do Henk Poort, do qual tivemos uma explosão musical ao vê-los cantando The Phantom of the Opera e em Sweet Curse (ReVamp) , e contamos também, com a participação de sua irmã Irene Jansen, na música Wolf and Dog (ReVamp).


    Lembrando que o novo álbum do Nightwish, intitulado de “Human. .||. Nature.” será lançado no dia 10 de abril, e os teremos por aqui em maio (amém?), em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos dias 9 e 10 e todos os ingressos estão disponíveis. (Informações sobre o M&G serão divulgadas em breve). E o primeiro single, intitulado “Noise”, no dia 7 de fevereiro.


    MAS FOCO NESSA FUCKING TURNÊ

    O amor é forte, e o choro é mais do que livre. COME TO BRAZIL, FLOORGASM!

    Abaixo, alguns vídeos (amada, make a dvd, pfvr, nunca te pedimos nada!)


    Strong – After Forever (se você não se emocionou, você é um monstro!)

    Wolf and Dog feat Irene Jansen – ReVamp

    The Phantom of the Opera feat Henk Poort

    Storm In A Glass – Northward

    Slow, Love, Slow – Nightwish

    Shallow – Lady Gaga


    Turnê Solo

     23.01: Nijmegen, Netherlands
    24.01:Groningen, Netherlands
    26.01:Heerlen, Netherlands
    28.01: Amsterdam, Netherlands
    29.01: Utrecht, Netherlands
    30.01: Tilburg, Netherlands
    31.01: Tilburg, Netherlands

    01.02: Den Haag, Netherlands

    04.03: Amsterdam, Netherlands

    22.05: Rotterdam, Netherlands
    23.05: Rotterdam, Netherlands

    16.06: Amsterdam, Netherlands

  • pt 2: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    pt 2: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    Tradução: Head up High, my dear!

    Parte 1 AQUI

    FaceCulture: Uma coisa que eu pensei conforme eu assistia o programa, você teve meio que um feeling de “eu consigo cantar qualquer coisa que eu quero”?
    Floor Jansen: Bem, o programa realmente expandiu meus horizontes, digo, eu não acho que eu iria bem em um rap francês, por exemplo, e você não me veria fazer algo de hip-hop, mas eu realmente gostaria de experimentar, no sentido de que é interessante ser tão diversificada!

    FaceCulture: E você mencionou o Tuomas, eu acho que você tem tido muitas coisas para fazer durante todo o processo do álbum novo nesse ultimo verão… Primeiro sobre o jeito que você compõe, porque dentro das próprias músicas, há muitos desafios para os cantores, nesse caso você, de usar a voz em diferentes técnicas… Então como é para você, ser capaz de usar todos esses estilos e essas técnicas na sua voz para as musicas?
    Floor Jansen: É ótimo, não poderia ser melhor porque é algo que eu tentava fazer nas minhas próprias bandas antes e especialmente no Revamp eu realmente tentei… “Okay, eu não sou capaz de fazer gutural ou de fazer screams… Será que consigo aprender? Consigo integrar essas técnicas no álbum?” E com o Nightwish é bem diversificado, é um novo desafio novamente agora com esse novo álbum… Eu canto de jeitos que eu imaginei que eu não seria capaz quando as primeiras idéias foram aparecendo, é tipo [cara espantada] “Okay, eu preciso estudar isso” [risos]…

    FaceCulture: Então é realmente desafiador!

    Floor Jansen: Sim, é muito desafiador. E não é só para eu aumentar minhas técnicas, eu também preciso desafiar meus colegas de banda – e o que sair disso, ótimo – e veremos o que podemos fazer ou não e como podemos fazer com que soe bom. E é aí onde a banda entra, e onde eu entro, onde a minha criatividade entra em ação e é um processo muito agradável, onde nós fazemos primeiro durante as primeiras semanas de ensaios, nós tentamos definir tudo do jeito que tem que ser e então nós vamos  e gravamos. Esse é um ótimo jeito de trabalhar, e nós fizemos o mesmo no EFMB, e sim, é um enorme desafio!

    FaceCulture: Eu tenho certeza que você não pode falar muito disso, mas o que você notou ou qual foi o feeling que você sentiu durante esse verão sobre o novo álbum?
    Floor Jansen: Foi ótimo, eu acho que todos estavam bem ansiosos para isso, e também porque depois do último álbum, primeiro nós tiramos uma folga e depois nós saímos na Decades Tour, onde ao invés de focar no novo material, nós voltamos no tempo o que é algo muito muito legal de se fazer, mas agora é o momento de algo novo. E voltar para o acampamento de verão onde estivemos anos atrás, é uma área tão gostosa de se estar, no meio do nada na natureza finlandesa… É um luxo, quão especial é poder fazer isso?

    FaceCulture: E eu me lembro de falar com o Tuomas, quando ele estava em Auri, fazendo o Auri, e ele disse que fazer esse projeto meio que revitalizou a energia dele para o Nightwish… Você sentiu a mesma coisa com o Northward, e ter a possibilidade de fazer o que você faz melhor e criar sua filha… Ser capaz de fazer todas as essas coisas e agora voltar a se concentrar no Nightwish de novo.

    Floor Jansen: Sim, absolutamente, foi legal ter tido um tempo para me concentrar em algo que eu mesma escrevi, mesmo que eu me sinta muito parte do Nightwish – eu estou sempre sendo desafiada, mas Northward era música que eu ainda tinha, já tinha sido escrita, eu não teria tempo no momento… Tempo e paz mental para escrever um álbum inteiro mas foi fantástico de usar as coisas que tínhamos e finalizá-las; e claro isso vem com toda uma nova carga de energia criativa… Todos os passos criativos foram ótimos, e também o tempo que eu tive para criar a minha filha – ela tem apenas dois anos e meio então o processo de criá-la ainda não acabou [risos] – especialmente nesses dois primeiros anos é legal ter mais tempo em casa e eu tenho levado ela nas turnês também, então nós experimentamos como é combinar esses dois mundos… Ela estava comigo no acampamento de verão… Foi fantástico! É a melhor combinação dos mundos, de verdade!

    FaceCulture: Talvez essa seja uma pergunta estranha, mas como que é um dia comum nesse acampamento de verão? Como que é um dia Nightwish?
    Floor Jansen: Bem, a música é muito intensa, então pode-se dizer que começamos as 9 e paramos as 5, então são muitas horas de trabalho intenso. Depois paramos para almoçar e comer alguma coisa, então trabalhamos um pouco mais. Depois é hora de ir para a sauna e comer algumas salsichas veganas – muitos de nós não come carne. Então, super relaxado!

    FaceCulture: Você disse que tudo está praticamente pronto, que só falta masterizar ou mixar, mas então tudo está praticamente feito…
    Floor Jansen: A gravação por parte da banda já está feita. Então nós estamos terminando o resto…

    FaceCulture: Então você sabe que tipo de música estará lá. Como você acha que as pessoas reagirão ao que vocês fizeram?
    Floor Jansen: Eu não sei! Veremos isso ano que vem. Digo, o lançamento está marcado para a primavera do próximo ano… Eu só posso dizer que eu acho que nós fizemos um novo álbum muito legal, eu estou muito muito feliz com isso… Já nas primeiras notas das músicas eu pensei “Oh yeah, lá vamos nós!”… É o tanto de Nightwish que vocês podem esperar da gente, no sentido de “wow, o que está acontecendo agora?” Então, eu não posso dizer muitas coisas, porque há algumas coisas que são o mesmo e há algumas coisas que são diferentes, então tudo que eu posso dizer é que eu estou muito feliz com o resultado, e eu acho que as pessoas que já conhecem o Nightwish vão gostar muito! Talvez as pessoas que estão conhecendo aqui na Holanda talvez digam “Hey! Agora que sabemos quem é Floor Jansen e agora ela está vindo com um novo álbum, vamos descobrir como que é!”

    FaceCulture: Última pergunta. Com isso em mente, você está fazendo alguns shows solo aqui na Holanda e todos esgotaram imediatamente…
    Floor Jansen: Mas, boas notícias! Nós anunciamos um segundo show!

    FaceCulture: E pelo o que eu vi, está vendendo rapidamente!
    Floor Jansen: Os números… Sim, são muito impressionantes.

    FaceCulture: Sim! Com isso em mente… Você está animada para tudo isso começar de novo?
    Floor Jansen: NÃO…. [risos] Sim, absolutamente!

    FaceCulture: Porque eu consigo imaginar, já que será um trabalho enorme!
    Floor Jansen: Sim, digo, nós estamos animados e já estamos trabalhando com as coisas que acontecerão com o Nightwish ano que vem e todas as idéias para o show, quando e onde… Foi engraçado que meu foco nisso foi total – é o que eu faço para viver – então o que está acontecendo agora na Holanda vem como algo a mais disso. “Será se eu tenho tempo para isso?” – para começar com uma pergunta livre de ego e muito prática. Porque é ótimo quando todos falam “ooh isso é ótimo, nós queremos ver mais de você e você fará show solos?”… Bem, sim! Mas quando? Mas ai eu pensei “bem, eu tenho uma janela entre os compromissos com o Nightwish, não só para fazer os shows solo mas também para prepara-los”. É muito, mas eu estou muito feliz que eu topei fazê-los e estou mais que surpresa que tudo esgotou tão rápido quanto aconteceu… Mas é bem difícil fazer mais porque eu estou simplesmente numa turnê mundial com o Nightwish, e o mundo é um lugar enorme! E eu ainda tenho uma criança de dois anos e meio em casa que eu não posso levar em todas as viagens – ela precisa poder ser uma criança e ter aquela vida, e eu quero estar com ela, ela será uma criança por apenas uma vez. Então eu tenho o problema luxuoso de muitas coisas estarem acontecendo ao mesmo tempo. É um quebra-cabeça interessante.

    FaceCulture: É interessante, porque a razão que eu te perguntei isso, obviamente você é capaz de fazer tudo isso, é que nós falamos no passado sobre administrar o trabalho e não voltar àquele lugar em que você estava há uns anos atrás…[mencionando o Burnout]
    Floor Jansen: Sim, exatamente.

    FaceCulture: Mas é maravilhoso que você achou um jeito de conseguir fazer tudo!
    Floor Jansen: É um processo diário. E quando as coisas acontecem na velocidade que aconteceram nas ultimas semanas, você precisa tomar decisões ainda mais rápidas do que você normalmente tomaria. Entao agora é um período interessante para testar a teoria de quão bom é seu jeito de administrar seu trabalho, e o quanto que eu direi “sim” para as ofertas, e quão boa sou eu em dizer “não”. Então isso é uma coisa interessante, mas eu estou muito feliz que eu falei “sim” para os shows. Porque as pessoas com quem eu trabalho agora são pessoas incríveis e fantásticas, que falam o que precisa ser dito, não são um milhão de e-mails sendo trocados sobre o mesmo assunto, ou coisas pequenas que tomam muito da sua energia. E agora eu sei melhor o que eu quero, mais do que antes. Então vai ser isso, e será bem rápido… É um sentimento ótimo que eu não tinha quando eu era mais jovem. Claro que você precisa desenvolver essas coisas… Elas vem com a idade!

    FaceCulture: Floor, muito obrigado pelo seu tempo!
    Floor Jansen: Obrigada você também!

  • pt 1: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    pt 1: Entrevista: FaceCulture – Floor Jansen

    Tradução: Head up High, my dear!

    Parte 2 AQUI

    Parte 1

    FaceCulture: Antes de tudo, Floor como você está?

    Floor: Bem… um pouco cansada, mas feliz, cansada. Já faz um tempinho… Tempos ocupados, estou fazendo muitas coisas ao mesmo tempo de um jeito que eu nunca havia feito… mas apenas de um jeito bom.

    FaceCulture: Isso é bom saber… Estamos fazendo a entrevista em inglês para que seus fans internacionais poderem aproveitar também. Então onde eu quero começar, você fez o Beste Zangers, o programa.. E agora você está se tornando, ou se tornou, ou tem se tornado, uma celebridade nos Países Baixos…

    Floor Jansen: Sim, aparentemente.

    FaceCulture: Isso é meio estranho para você? Porque você tem estado numa das maiores bandas há um tempinho, e você teve o After Forever e o Revamp… Como que é o sentimento?

    Floor Jansen: Eu não tenho certeza de como reagir agora, então as coisas que têm mudado, eu não estive nos Países Baixos ainda, e como eu moro na Suécia eu não tenho notado… Entretanto eu posso ver as diferenças que estão acontecendo nas redes sociais e eu estou aqui… Sim, eu nunca ouvi meu nome numa estação de trem, e é engraçado porque as pessoas não tem muita certeza, eu acho que as pessoas não esperam ver alguém que elas conheçam da tv cara a cara, então é tipo “Ei, aquela é a Floor” – as pessoas realmente sabem meu nome agora, então você passa por umas situações engraçadas. Noutro dia umas pessoas me viram, mas eles não tinham certeza que era eu, eu podia escutar eles conversando, e eles estavam gritando do outro lado da estação de trem “Floor Floor” e eu estava tipo “O que você espera que eu façaGrite de volta e confirme para você que sou eu?” Situações engraçadas que eu nunca passei antes…

    FaceCulture: Foi importante para você, de um jeito, ter o reconhecimento das pessoas? Porque você tem tocado musica num subgênero que as rádios não prestam muito atenção e agora eles estão prestando! Entao, foi importante para você…?

    Floor Jansen: Foi importante para mim que a minha musica seja reconhecida, não foi importante para mim que eu me tornasse famosa. Nunca teve algo no meu algo que queira que eu diga “Uh, eu sou uma pessoa famosa na Holanda” – o contrario na verdade. Para mim, tem sido a musica. Metal é um subgênero, como você disse, musica underground na Holanda. Num nível que não realmente combina com sua qualidade e diversidade, de metal holandês. Além de outros países estrangeiros, o metal holandês é um fenômeno. “Wow, todas essas bandas que vem da Holanda, a Holanda deve estar orgulhosa”. E eles não tem a menor ideia! E isso me incomoda. Bandas como Nightwish e mais bandas que fazem musica, que não combinam com o padrão estético de metal que algumas pessoas daqui imaginam que seja. É muito “deve ser muito pesado, deve ser homens cabeludos gritando raivosamente e talvez seja satânico e agressivo, e não é para mim”. E todas essas ideias fazem com que se você diga “Nightwish é uma banda de metal” as pessoas automaticamente reagem com “Não, isso não é para mim então” e esses pensamentos que talvez não sejam verdade. Porque há uma diversidade que as pessoas não conhecem, e eu espero que todas as coisas que tem acontecido agora façam as pessoas quererem ouvir a musica. Voce ainda pode dizer “essa musica não é para mim” – justo – mas dê uma chance, por favor, se você poder evitar esses pré-conceitos e dizer “okay, talvez seja, talvez não seja para mim”, mas todas as vezes que eu toquei algo do Nightwish para pessoas que diziam que não gostavam de metal mas que haviam muitas coisas nas musicas que elas de fato gostavam. “Wow eu naio sabia que era tao melódico, eu não sabia que tinha tanta diversidade, wow é tao musical, wow é tao diferente do que eu esperava que fosse” – Isso eu quero desconstruir, porque eu acho que é uma percepção errada, e o gosto musical ainda importa, mas para mim é muito importante que as pessoas saibam da riqueza da cena de metal Holanda que talvez não seja completamente inacessível e com certeza eu devo dizer que há algumas bandas que fazem musicas super pesada e inacessíveis, que é para um grupo seleto de pessoas, e essas bandas não tem a ambição de ficar famoso, e eles não querem que eu seja a embaixadora e dizer “Sim, todas as pessoas precisam escutar esse tipo de musica” – claro, eu sou metaleira há tempo o suficiente para saber que nós somos orgulhosos das coisas que fazemos, e nós fazemos para as pessoas que querem escutar, e não para o grande publico. Mas eu acredito que há uma diversidade dentro do gênero que as pessoas da Holanda simplesmente não conhecem, e essa parte eu quero dar uma atenção especial e dizer “Ei, escute a nossa musica agora sem preconceitos”.

    FaceCulture: E há um fenômeno online, você deve saber agora, onde há pessoas se filmando escutando musicas suas…

    Floor Jansen: Ah sim, os  “treinadores vocais” sim, aquelas reações… Alguns deles realmente devem ser treinadores vocais. Eu não vi todos, eu sei que há muitas pessoas que estão compartilhando esses vídeos comigo, e parece que tem se espalhado bastante porque é um novo fenômeno, onde as pessoas fazem isso. E todas as semanas, de todas as musicas de Beste Zangers que saia… Risos… Eu não vi todos, mas alguns eram muito engraçados, ou muito emocionantes, e alguns de fato, digo, se fossem para ser uma analise técnica de verdade, para mim, como uma cantora técnica, eu sou meio nerd quando se trata desse tipo de coisa, eu gosto desse tipo de coisa, e eu aplico tudo! Então se alguém de fato reconhecer essas coisas que eu faço, eu fico muito grata.

    FaceCulture: O que eu acho muito interessante com o que você mencionou, sobre abrir portas e mostrar que o metal não é apenas esse homem cabeludo raivoso – esse tipo de fenômeno introduz o gênero para um novo grupo de pessoas, porque veja: todas as tribos que sabem o que metal é, as vezes é um ouvinte de hip-hop descobrindo…

    Floor Jansen: Sim, legal, nós podemos sair das nossas caixinhas…

    FaceCulture: Sim, e isso é legal que o Nightwish tem tentado fazer isso, e isso é um tipo de globalização no sentido de tornar as musicas mais universais. Como você ve isso? Porque você tem viajado por todo o planeta bem antes das pessoas na Holanda notarem, então….

    Floor Jansen: Sim, eu digo, metal tem sido conhecido por ser popular pelo planeta todo. Dependendo do país que você está, um grupo seleto de pessoas ainda ouvem, em outros países há mais ouvintes que outros… Eu gostaria que todos os países fossem igual a Finlândia, onde é normal que toquem metal nas rádios, onde Nightwish pode ser a maior banda do país… Mas isso é uma utopia para um metaleiro, mas eu realmente agradeço a queda das barreiras, onde um cara do hip-hop pode dizer “eu vou tentar escutar isso” e curtir o que estamos fazendo baseado apenas na música e não na idéia de “Nah, isso é metal” e todas as outras coisas… Eu acho que isso é apreciar a música de uma forma honesta, a essência do que fazemos, e não todas as coisas que vem com o gênero.

    FaceCulture: Sim… E agora, sobre ter essa atenção… Bem, deixe-me voltar um pouquinho, porque você disse que fez a Rock Academy, que foi onde você começou, e eu imagino que você era… Eles te deram toda uma variedade de técnicas para cantar. Então a pergunta é, você sabia desde do inicio que era metaleira, e você mencionou a parte técnica da sua voz, então você já sabia das diferenças entre como cantar?

    Floor Jansen: Sim e não. Eu já estava no After Forever antes de sequer haver uma ideia da Rock Academy, então pela época que nós começamos a fazer o nosso primeiro álbum, eu também comecei a estudar na Rock Academy. E meus vocais, na época, eram praticamente todos metais. Eu amo tudo sobre o que eu estava fazendo, e eu estava complemente sem treino. Pelo tempo em que estávamos gravando o primeiro álbum, eu nunca tinha tido uma única aula de canto na minha vida e eu também entrei na Rock Academy baseado no que eu conseguiria fazer, e não no que eu já sabia em relação a técnica. Mas eu estava muito sedenta para saber, muito interessada, e eu meio que esperei que eu desenvolveria essas coisas quando eu entrei na Rock Academy, mas ao invés disso nós entramos nesse sistema escolar onde “primeiro aprenderemos sobre os anos 50, então os 60, depois os 70, então os 80 e entraremos nos 90” – é importante que você saiba sua historia musical, sua diversidade… E eu entendi isso, especialmente olhando agora, mas na época eu estava “Anos 50? Eu quero saber como fazer as notas altas no álbum que estou fazendo. Nós aprenderemos sobre isso? Não. Primeiro aprenderemos isso, e depois aprenderemos aquilo…” E sobre as técnicas eles falaram também “primeiro aprenderemos isso, e depois aprenderemos aquilo”… Claro, precisa ter um sistema de ensino, para eles poderem medir o quanto você aprendeu, quantos pontos você tem, e você precisa ter um numero de pontos para poder ir para o próximo ano, bla bla bla… Precisa ser algo que eles podem medir, independente se eu posso fazer notas altas no meu próprio álbum… Não era algo que eles eram capazes de pontuar.. Eu acho que o sistema agora se tornou um pouco mais adaptado, mas não vamos esquecer que foi a primeira vez que eles fizeram uma escola desse tipo. Então tudo era muito novo – o mesmo para técnicas vocais. Se você analisa o canto lírico, ele existe há centenas de anos, então as técnicas por trás dele já foram desenvolvidas e lapidadas, onde o canto popular, algo não clássico, é algo relativamente novo – questão de décadas. Então aquilo era claro, os métodos vocais e os estilos vocais não eram não desenvolvidos quanto hoje – muito mais hoje em dia. Eu também me desenvolvi sozinha, com as coisas que vierem, todas as técnicas vocais e os métodos, um nome para isso e uma técnica para aquilo… Isso eriçou minha curiosidade nessa área, então eu aprendi sozinha, pelo tempo, tanto na Rock Academy, tanto na minha jornada depois… Eu ainda acho que é importante continuar desenvolvendo o canto, e expandir seus horizontes.. Porque eu noto que eu posso cantar canções que não são metal muito melhor agora que eu conseguia na época… Porque na época eu era muito jovem para entender o que eu estava fazendo, eu não estava interessada em nada disso, porque eu só queria fazer metal e meu próprio material, porque eu era tao nova nesse mundo… Então é também muito sobre a experiência que vem sobre ser uma boa cantora, além das coisas técnica…

    FaceCulture: Por exemplo, agora, fazendo o Beste Zangers, você teve que cantar todos os tipos de música… Essa é o tipo de experiência onde você aprende muito? E descobre algo sobre a sua voz ou o jeito que você usa seus vocais, passando por esse processo?

    Floor Jansen: Absolutamente. Eu acredito que sim. E eu acho que eu tenho que agradecer ao Nightwish por isso porque claro, quando eu comecei, especialmente no começo, eu estava cantando “covers” das musicas… Eu era nova na banda, com musicas que já existiam, que claro, logo passaram a fazer parte de mim, mas eu tive que aprender a faze-las serem minhas – e cantar tão bem quanto eu posso, e fazer soar como a Floor, e não uma copia de quem cantou primeiro. Entao eu aprendi muito fazendo isso, e quando comecei a trabalhar com musicas novas que eu não tinha escrito, diferente nas minhas bandas passadas, ambas After Forever e Revamp, e também Northward, eu tenho escrito minhas próprias musicas… E no Nightwish, eu tenho cantado o que o Tuomas escreve, o que é uma coisa fantástica de se fazer, ele é um dos melhores compositores do mundo pelo o que eu sei, é uma honra para mim cantar suas canções, mas isso significa que eu preciso trabalhar num nível diferente que eu normalmente trabalho quando eu escrevo minhas próprias musicas, e eu aprendi muito disso. E eu acho que eu pude usar isso quando eu fui cantar musicas que eram muito distante do que eu sou acostumada… “Uh, eu vou cantar Que Si Siente do Rolf Sanchez… É reggaeton e latino… É realmente diferente do que eu jamais tinha feito, como eu vou fazer isso, e fazer soar como eu mesma?” Não é minha cancao, não é meu estilo musical, então primeiro eu preciso ficar familiarizada com o estilo e então eu preciso encontrar um jeito de contar uma história… E foi algo muito interessante na minha curva de aprendizado… E também trabalhar com uma banda totalmente nova, eu estou acostumada a trabalhar com uma banda, sempre as mesmas pessoas, e do nada eu vou trabalhar com um monte de pessoas que eu nunca trabalhei antes e vamos aprender 8 musicas de uma vez, não iremos apenas tocar elas como são, nós iremos adapta-las em um gênero ou estilo mais próximo ao meu… Quanto que eles sabem sobre metal? Nós vamos colocar um baixo duplo em todas as musicas? O que faremos? Quanto é possível? Foi bastante novo para mim, muitos novos desafios, mas foi incrível ver quão talentosa essa banda era e como eles são acostumados a fazer esse tipo de coisa… E para mim dizer “Okay, eu sei o que fazer, quando passar a soar certo eu posso colocar o meu jeito na musica” – e então começou a funcionar. E é por isso que soa bom, pelo menos pelo o que eu posso dizer, eu estou orgulhosa, soa bem! Porque se eu não conseguir fazer a musica soar nem um pouquinho perto do que eu acho que é bom do meu próprio jeito, iria soar falso. É muito importante que seja genuíno…

     

    TO BE …


  • Nightwish retorna ao Brasil em maio de 2020!

    Nightwish retorna ao Brasil em maio de 2020!

    Que surpresa maravilhosa! O surto voltou!

    Em maio de 2020, Nightwish retorna ao sul, juntamente com o mais novo álbum que será lançado em breve. Os shows passarão por São Paulo, no Espaço das Américas, no dia 9 de maio e no Rio de Janeiro, lá no Vivo Rio, dia 10 de maio. O Chile também receberá a banda, em Santiago, no dia 5 de maio, e a Buenos Aires, na Argentina, no dia 7 de maio.

    Ingressos já disponíveis. Não deixem para a última hora!


    SÃO PAULO
    Local: ESPAÇO DAS AMÉRICAS
    Rua Tagipuru, 795
    Horário de Atendimento: (informações, em breve)
    Formas de pagamento: cartões de crédito e débito Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
    Abertura da casa: 18h30
    Show de abertura: Marko Hietala (horário em breve)
    Show do Nightwish: (horário em breve)
    Ingressos:
    Pista: R$ 190 (inteira, 1º lote)
    Pista Premium: R$ 290 (inteira, 1º lote)
    Mezanino: R$ 370 (inteira, 1º lote)
    Censura: Menores de 16 anos só com pais ou responsáveis.
    Ponto de venda: Bilheteria do Espaço das Américas.
    Venda online: www.ticket360.com.br a partir do dia 20 de agosto às 12h.
    Call-center: Ticket360: 11 2027 0777

    RIO DE JANEIRO
    Local: VIVO RIO
    Rua Infante Dom Henrique, 85.
    Horário de Atendimento: segunda a sábado: 12h às 21h e domingo e feriados: 12h às 20h.
    Formas de pagamento: dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners)
    Abertura da casa: 18h30
    Show de abertura: Marko Hietala às 19h15
    Show do Nightwish: 20h30
    Ingressos (MEDIANTE A ENTREGA DE 1KG DE ALIMENTO PARA INGRESSOS PROMOCIONAIS):
    Pista: R$ 140 (promocional e estudante)
    Pista Premium: R$ 190 (promocional e estudante)
    Camarote A: R$ 230 (promocional e estudante)
    Camarote B: R$ 190 (promocional e estudante)
    Frisa: R$ 150 (promocional e estudante)
    Balcão: R$ 190 (promocional e estudante)
    Pista: R$ 280
    Pista Premium: R$ 380
    Camarote A: R$ 460
    Camarote B: R$ 380
    Frisa: R$ 300
    Balcão: R$ 380
    Atenção: frisa, camarote e balcão nas mesas, os lugares são ocupados por ordem de chegada!

     

     

  • Memories: Turnê brasileira

    Memories: Turnê brasileira

    FLYER-BRASILEntão selvagens & sonhadores, que tal relembrarmos juntos sobre essa maravilhosa turnê brasileira? Acreditamos que as surpresas foram inúmeras, inclusive sobre a “nova” Floor Jansen 😉 . Entrem neste passeio, e nostalgiem com o Head up High, sobre esse mágico final de setembro, do qual ficará em nossos corações por um longo tempo, se não para sempre, dã!

    Eles chegaram ao Brasil no dia 22, mas a turnê se iniciou no dia 23 de setembro em Fortaleza. Embora a turnê seja pela Dynamo, cada cidade teve seu responsável. A primeira produtora responsável por este show, foi a Phoenix Produções juntamente com a Produções 4U. O show foi ao ar livre, do qual um dos nossos administradores teve a oportunidade de comparecer. Ah sim, e um obrigada especial ao Rodrigo Winter que nos ajudou com as atualizações em tempo real.

    12048436_1187979351229030_778922564_nSetlist:

    Shudder Before The Beautiful – Yours Is An Empty Hope  – Ever Dream – She Is My Sin – Wishmaster – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days To Te Wolves – Storytime – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show On Eart  2&3 – Ghost Love Score – Last Ride Of The Day.

    Segue abaixo o vídeo realizado por c e r t a s c o m u n i d a d e s; conhecida como Comunidade Branca 😛

    No dia 24 de setembro, a banda chegou na cidade maravilhosa; Rio de Janeiro. Mas não para um simples show. O Nightwish teve a oportunidade de fazer parte de um dos nossos maiores festivais, incluindo a comemoração de 30 anos, o famoso Rock in Rio! A banda se apresentou no palco Sunset, que resultou em inúmeras críticas: Por que não no Palco Mundo? 12049217_1013512442024830_3464131725111137950_n

    A banda ganhou destaque em inúmeros veículos de imprensa, todos com excelente crítica devido a incrível apresentação digna de PALCO MUNDO! E com razão, né?

    G1: Com força para Palco Mundo

    Multishow: Um dos Melhores Shows

    Vamos torcer para que a próxima edição em 2017, o Nightwish tenha a oportunidade de representar ainda mais, mas no Palco Mundo! Ok, Eric de Haas?

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    Ao que diz respeito ao evento, o setlist foi bem limitado, mas ainda assim, surpreendeu. Tocando tanto músicas do último álbum, como as clássicas Wishmaster e Stargazers. Ah sim, tivemos a participação especial de Tony Kakko na faixa The Islander. A opinião sobre essa participação ficou dividida entre aqueles que realmente amaram, e aqueles que julgaram fraca ou até mesmo desnecessária. (?)

    Segue abaixo um trecho de Yours Is An Empty Hope! \m/

    E claro, uma bela reportagem realizada no Rock in Rio por c e r t o s p a r c e i r o s 🙂

    (Foto: Inácio Moraes/GshowSetlist:

    Shudder Before The Beautiful – Yours Is An Empty Hope – Wishmaster – My Walden – Weak Fantasy – Stargazers – The Islander (w/ Tony) – Last Ride Of The Day – Ghost Love Score.

    Após o Rock in Rio, a banda embarcou para a “cidade do metal”; São Paulo, no dia 26 de setembro. O show foi realizado pela Dynamo no Tom Brasil (antigo HSBC Brasil). A casa estava praticamente lotada. Do setlist até a interação com a público, nada ficou a desejar. Assim como nas duas cidades anteriores, a banda atendeu a cada um de seus fãs, deixando-os satisfeitos. Ah sim, não podemos esquecer de mencionar que no palco de São Paulo, tivemos dois convidados: OS GORILAS! \õ\ obviamente na faixa The Greatest on Earth. ^^

    Resenha pela Metal Revolution. A opinião a respeito será sempre muito subjetiva. Mas ao menos para nós e a grande maioria, o show de São Paulo, foi incrível! 😉

    IMG_3828Setlist:

    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – My Walden -The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves – Storytime – I Want My Tears Back – Wishmaster – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV)

    12144787_1019114731464601_6032917730098635739_nE não podemos esquecer de mencionar, que ao menos para a equipe, um ponto importante de São Paulo, foi a realização de nossa entrevista não somente com a querida Floor Jansen, mas com o Marko Hietala também. Algo que a princípio estava distante de acontecer, mas que por fim, conseguimos realizar. Portanto, não deixem de acompanhar o Head up High, que em breve nossa entrevista estará disponível. E caso não conheçam o nosso canal, é só acessar e assinar AQUI 😉

    Após São Paulo, a banda embarcou para seu quarto show, no dia 27 de setembro. A cidade da vez? Curitiba. Show realizado pela produtora conhecida por todos nós, Overload. Lembrando que Curitiba foi a última cidade com data confirmada, mas finalmente fechada e realizada com sucesso. \õ/ Em Curitiba tivemos duas surpresas: Alpenglow, que você confere a seguir:

    Nota pessoal: Como lidar com essa agitação feat caras&bocas? s2‘. A empolgação nesta música estava muito mais do que clara, e todos que ali estavam, se divertiram muito! Outra surpresa foi a performance de Dark Chest of Wonders!

    IMG_2150Setlist:
    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – Dark Chest of Wonders – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves – Alpenglow – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV)

    E após um dia de descanso, a banda seguiu para a última cidade, encerrando a turnê brasileira. 12079663_862212407210374_20165789403206392_nChegaram em Porto Alegre no dia 28. O show que foi realizado pela produtora Abstratti, ocorreu no dia 29 de setembro. E existe forma melhor de encerrar uma turnê recebendo uma ótima surpresa dos fãs? O fã clube oficial brasileiro Nightwish “The Beginning of a New Era” mobilizou os fãs para nada mais, nada menos que surpreendê-los com um belo flash mob na música The Greatest on Earth.  Detalhes pela Heavy Talk.

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    Setlist:
    Shudder Before the Beautiful – Yours Is an Empty Hope – Ever Dream – She Is My Sin – My Walden – The Islander – Élan – Weak Fantasy – 7 Days to the Wolves -Alpenglow – Dark Chest of Wonders – I Want My Tears Back – Stargazers – Sleeping Sun – The Greatest Show on Earth (II&III) – Ghost Love Score – Last Ride of the Day – The Greatest Show on Earth (IV) 

    ♥ My fall will be for you, my love will be in you

    Embora o lançamento do álbum Endless Forms Most Beautiful tenha tido inúmeras críticas (sendo elas positivas E negativas), podemos dizer que a turnê foi incrível. Inúmeras músicas poderiam ter feito parte do setlist, algumas poderiam ter ficado de fora, mas essa questão será um eterno debate devido o gosto de cada um. Felizmente tivemos uma ótima turnê, e agora nos resta acompanhar essa trajetória e aguardar o próximo retorno. ♥

    Um obrigada especial ao Eric de Haas devido ao imenso apoio -e paciência-! E que cada um de vocês tenham tido uma ótima memória em seus respectivos shows, uma incrível experiência em cada um dos encontros com a banda, e claro, uma nova imagem da Floor Jansen!  😉

    Ω

    Head up High: Sua melhor referência sobre a Floor Jansen

    Instagram | Twitter | Google+ | Youtube | Grupo

    Mídias Oficiais:

    Floor Jansen | Nightwish | ReVamp

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com

    😉

  • Encontro de fãs

    Encontro de fãs

    Selvagens, é com empolgação que convido vocês a participarem do primeiro encontro de fãs do Head up High. Normalmente encontramos a galera em shows, então que tal um dia com um novo foco? Conhecer pessoas novas, reencontrar pessoas antigas. Um dia bem divertido, com música, (alguém tem violão?) risadas, fotos (o flash é permitido, e todas serão utilizadas no site), sorteio de cards e claro, comida.

    Não vou especificar o que cada um precisa levar, mas não é legal ficarmos apenas em torno da cerveja. 😛 No decorrer dos dias, conversaremos a respeito, ok? Por enquanto é isso.

    See you there!

    Data: 22 de novembro |  Horário: 11:00hrs

      Local:  Avenida Pedro Álvares Cabral | Ponto de encontro: Ponte.

    PARQUE DO IBIRAPUERA – Próximo ao metrô Ana Rosa

    Evento  | Grupo Oficial

    Dúvidas de como chegar, favor entrar em contato com o Google Maps

    91173

    www.floorjansen.com | www.revampmusic.com | www.nightwish.com

  • Review – ReVamp BRASIL

    Review – ReVamp BRASIL

    Português – English

    E finalmente, depois de um cancelamento e um longo tempo de espera, ReVamp esteve no Brasil. A turnê com direito a 6 shows (Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória da Conquista, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre) do qual foi marcante para muitos fãs, inclusive para a própria banda, de forma positiva como também negativa. Entre inúmeros problemas técnicos, alguns que por sua vez conseguiram ser resolvidos durante o show, encontros com fãs, etc…

    A turnê se iniciou no Rio de Janeiro, dia 19 de maio. Do qual inúmeros fãs não tiveram do que reclamar.  A banda por sua vez, foi bem recebida pelos fãs, e os fãs, é claro, tiveram um ótimo retorno também. Um setlist impecável contando com inúmeras faixas tanto do primeiro album ReVamp, como do último álbum recém- lançado entitulado Wild Card. Críticas extremamente positivas da parte dos fãs, tanto no quesito show, que não ficou a desejar, alcançando uma nota 10, como sobre os momentos em que todos membros do ReVamp passaram ao lado de seus fãs. Destaque para I Lost Myself, faixa que nenhum fã realmente esperava um dia ouví-la. Floor Jansen e seu alcance incrível, performance impecável e como sempre, uma ótima presença de palco, acompanhada de músicos incríveis que realmente amam aquilo que fazem. Cada interação memorável para inúmeros fãs.

    And finally, after a canceling and a long wait, Revam has finally come to Brazil! The tour of 6 shows (Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória da Conquista, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre) which was a milestone for many fans, as well as the own band – both in positive and negative aspects, among many technical problems, some of which could be solved during the show, meetings with fans, etc.

    The tour had started in Rio de Janeiro on may 19th, and the fans had nothing to complain. The band was well received by the fans, and the fans, of course, had it paid back. A flawless setlist with many tracks both from the first and second ReVamp albuns. The critics from the fans were extremely positive, both regarding the show – which scored a perfect 10 – and the moments where all the members spent beside the fans. We should highlight the performance of “I Lost Myself” – an unexxpected track. Floor Jansen, with her amazing range, flawless performance and – as usual – a great stage presence, followed by awesome musicians who relly love what they do. Each interaction was remarcable to many fans.

    Setlist: On the Sideline – The Limbic System – All Goodbyes Are Said – Wild Card – Kill Me with Silence – Precibus – Sweet Curse – Amendatory – I Can Become – Million – Distorted Lullabies – I Lost Myself – Here’s My Hell – Head Up High – Neurasthenia – Misery’s No Crime – Disdain – Wolf and Dog – Encore: Disgraced – Nothing – Sins.


    Após Rio de Janeiro, o show da vez foi São Paulo, 20 de maio. Em meio ao caos paulistano, atrasos de voos, resultando até mesmo no atraso da própria banda na casa de show, dificultando também a chegada de muitos fãs numa terça feira, o show teve a mesma repercussão do Rio de Janeiro. Uma noite incrível e inesquecível para muitos de nós. Incrível interação, todos os fãs cantando juntos, deixando transparecer cada uma de suas emoções, numa sincronia fantástica. (A propósito, muito obrigada pela fantástica surpresa em São Paulo!) Floor Jansen interagia de forma carinhosa com cada um de seus fãs, pegando cada um dos presentes. Depois do show ocorreu o M&G, do qual muitos fãs puderam estar frente a frente do ReVamp, conversar, e claro, tirar algumas fotos. Não terminou por aí, ao término do show, muitos ainda tiveram a oportunidade de encontrá-los no hotel, do qual foram muito bem recebidos pelo ReVamp também.

    After Rio, it was São Paulo’s turn, on may 20th! Overcoming the Paulistan chaos and the flight delays – which not only delayed the band’s arrival but also turned the arrival of some fans from all over the country in a quest – the show had as many great reviews as Rio’s. It was such an amazing and unforgettable night to many of us.The interaction was great with many fans singing along, showing their emotions in a fantastic synchrony! (Btw, thanks A LOT for the pleasant surprise in São Paulo). Floor Jansen interacted nicely with each of her fans, taking every gift. After the show there was the M&G, where many fans could get to know the band, talk and – of course – take some pictures. And it’s not all: After the show, many also had the opportunity of meeting them at the hotel, where they were well received by the band.

    Setlist: On the Sideline – The Limbic System – All Goodbyes Are Said – Wild Card – Kill Me with Silence – Precibus -Sweet Curse – Amendatory – I Can Become – Million – Distorted Lullabies – I Lost Myself – Here’s My Hell – Head Up High – Neurasthenia – Misery’s No Crime – Disdain – Wolf and Dog – Encore: Disgraced – Nothing – Sins.


    A turnê seguiu para Vitória da Conquista, 21 de maio. Ressaltando por ser um grande evento internacional em 10 anos – se não me engano – . Apesar -também- dos problemas técnicos no início do show, inclusive atraso da banda de abertura (Maldita), obteve um bom público, e de acordo com fãs presentes, mesmo com problemas, a banda manteve a simpatia e interação durante o show.

    The tour went on in Vitória da Conquista on may 21st – highlighted by the fact that it’s the first international event in 10 years – if I’m not mistaken. Besides the technical problems – as well as other things – at the beginning of the show, includind the delay of the opening band (Maldita), they had a good public and, acording to the fans there, the band overcame the problems and kept with the nice interaction at the show.

    Setlist: On the Sideline – The Limbic System – All Goodbyes – Wild Card – Kill me with Silence – Precibus – Sweet Curse – Amendatory – Million – Distorted Lullabies – I Lost yself – Here’s my Hell – Head up High – Neurasthenia – Misery’s no Crime – Disdain – Wolf and Dog.


    Após um dia de descanso, a turnê seguiu para Belo Horizonte, dia 23 de maio. Infelizmente onde alguns dos problemas começaram, especialmente sobre os flashes, e/ou até mesmo sobre o M&G, mas não iremos entrar neste assunto, não novamente. Alguns fãs tiveram a oportunidade de conhecer os membros da banda no M&G que ocorreu pouco antes do show. De qualquer forma, foi um show marcante afinal, além do setlist impecável, muitos fãs tiveram a chance de ouvir um clássico do After Forever, o eterno Energize-me. A platéia realmente foi a loucura, e interação também ocorreu como nos shows anteriores. Um destaque pessoal para a empolgação da maioria dos fãs em Here’s My Hell (Hear the time… tick, tick, tick.. Let me try, HERE’S MY HELL! ). E mesmo sem grade, o respeito dos fãs para com o ReVamp foi forte, assim como a interação dos membros para com os fãs!

    After a day of rest, the band went to Belo Horizonte on day 23rd. Unfortunately, this is were some of the problems start, specially regarding the flashes and/or the M&G. however, we are not getting into that subject. Not again.Some fans had the oportunity of getting to know the band at the M&G right before the show. Anyway, it was a remarkable show because, besides the flawless setlist, the fans had the chance of listening to an After Forever classic: the eternal “Energize-Me”. The audience got literally crazy and interacted like the other shows. A personal highlight goes to the excitement of the fans during “Here’s My Hell” (Hear the time… tick, tick, tick.. Let me try, HERE’S MY HELL! ) And even right next to the stage, the respect from the fans to ReVamp was as strong as the great interaction between them and the band!

    Setlist: On the Sideline 0 The Limbic System – All Goodbyes – Wild Card – Kill Me With Silence – Precibus – Sweet Curse – Amendatory – Million – Distorted Lullabies – I Lost Myself – Here’s my Hell – Head up High – Neurasthenia – Misery’s no Crime – Disdain – Wolf and Dog  – Energize-me – Disgraced.


    A penúltima parada do ReVamp, no dia 24 de maio, em Curitiba. (Que lugar frio, devo dizer, HAHA) Inúmeros fãs apenas aguardando o show do ReVamp (ahvá), com abertura de uma excelente banda nacional: Semblant! Não fizeram por menos e fizeram um excelente show de abertura, compartilhando uma energia incrível, devo dizer. Logo após o ReVamp subiu ao palco, já avisando sobre os flashes. Em momento algum filmagens e/ou fotografias foram proibidas, exceto se fosse filmar o show completo, e fotografias sem flash para não atrapalhar o desenvolvimento da banda. Alguns problemas ocorreram, resultando numa crítica bem negativa sobre o ReVamp. Mas apesar dê, o show foi excelente com interação de ambos os lados, com direito também a Energize-me. Depois do show ocorreu o M&G também, do qual fora um tanto que positivo também. Ao menos muitos fãs tiveram a chance de tirar uma foto junto da banda. E claro, durante o dia, não podemos esquecer que alguns membros da banda também atenderam do lado de fora da casa. O show terminou com a típica foto que nós fãs realmente adoramos: A banda e a platéia. Sem esquecer que durante o show, Floor filmou partes do show para o vlog que foi divulgado posteriormente.

    The next stop from ReVamp was on may 24th, in Curitiba – what a cold place! Brrrrr The fans waited for the show with an astonishing presentation from a Nacional band – Semblant! It was such an excelent opening show, sharing that amazing energy of them! Right after that, Revamp entered the stage, warning the audience about the flashes – the pictures/recordings were never forbidden – only recording the whole show, and pics with flashes would disturb the performance f the band. There were some problems, which resulted in an extremely negative picture of the band. However, besides these problems, the show was great with interaction from both sides and another great performance of “Energize-Me”. The show ended with the traditional picture that we – fans – love most: the band with the audience. After the show there was another M&G – which was pretty positive as well – at least sme fans could have their pictures taken with the band members. And, of course, during the day some band members interacted with the fan outside the showhouse. We also can’t forget that Floor also recorded some parts of the shows to the vlog that would be released later.

    Setlist: On the Sideline – The Limbic System – All Goodbyes are Said – Wild Card – Kill Me With Silence – Precibus – Sweet Curse – Amendatory – Million – Distorted Lullabies – I Lost Myself – Here’s My Hell – Head up High – Neurasthenia – Misery’s no Crime – Disdain – Wolf and Dog – Energize-me – Disgraced.


    Última parada, ReVamp em Porto Alegre, dia 25 de maio. Todos já cientes sobre os problemas dos flashes, todos os fãs respeitaram o pedido, se é que foi necessário, destacando a surpresa para a banda, de levantarem folhas com os dizeres: ♪ Let your demons dance! ♪ na música Neurasthenia. Uma idéia bem criativa da parte dos fãs e realmente marcante para os fãs. Quem estava lá, pode conferir a surpresa especialmente da parte da Floor, e só devemos agradecê-los por isso. Ocorreu também um M&G, mas por alguma razão, o jantar com algum fã sortudo fora cancelado. E se alguém tem alguma dúvida sobre o show de Porto Alegre, segue a foto divulgada pela Floor em seu instagram.

    Last stop: Revamp in Porto Alegre on may 25th! s they all knew about the problems regarding flashes, all the fans respected the request. It’s important to highlight the surprise they made to the band, when they lifted some sheets of paper saying: “Let your demons dance” during the song “Neurasthenia”. It was a really creative idea from the fans, and extremely remarcable for the band. Theones who were here cold see their surprise – specially Floor’s. There was a M&G as well, but for some reason, the dinner with the “lucky” fan was cancelled. If you have any doubt about Porto Alegre’s show, just check the pic Floor has posted in her instagram:

    Setlist: On the Sideline – The Limbic System – All Goodbyes – Wild Card – Kill Me with Silence – Precibus – Sweet Curse – Million – Distorted Lullabies – Amendatory – Head up High – Neurasthenia – Disdain – Wolf and Dog – Here’s my Hell – Disgraced – Energize-me.


     

    De qualquer forma, ReVamp encerrou a turnê tão esperada, e só nos resta as lembranças  -boas e ruins-, e esperar para que um dia eles voltem. MUITO OBRIGADA, ReVamp por essa VAST RANGE OF INTENSE EMOTIONS.

    E claro, muitíssimo obrigada, Eric de Haas (DYNAMO), OVERLOAD, EV7LIVESUÍÇA BAHIANA COLETIVODAMAR PRODUCTIONS e CRONOS ENTERTAINMENT!

     Anyway, Revamp has ended this tour which we ere expecting so much and all we have left are the memories – the good ones and the bad ones – and the hope that they come back soon. MUITO OBRIGADA, ReVamp, for this Vast range of intense emotions!

    And of course, thanks A LOT to Eric de Haas (DYNAMO), OVERLOAD, EV7LIVE, SUÍÇA BAHIANA COLETIVO, DAMAR PRODUCTIONS and CRONOS ENTERTAINMENT!

     

    Review by Jess Castro  – Translation: Carine Ribeiro.

     

  • Ingressos: São Paulo

    Já se encontram disponíveis para compra, os ingressos de São Paulo, pela Ticket Brasil.

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    Local: Clash ClubRua Barra Funda, 969

    Horário: 19:30

    Pista Promocional Antecipado: R$90,00

    Pista Meia: R$90,00

    Pista Inteira: R$180,00

    Camarote Promocional Antecipado: R$150,00

    Camarote Meia: R$150,00

    Camarote Inteira: R$300,00

    Maiores informações acesse Ticket Brasil

    Evento realizado pela OVERLOAD