Categoria: Entrevistas

  • ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    ICMP: 5 perguntas para Floor Jansen

    
    

    Via The Institute | Tradução: Head up High, my dear!

    Floor Jansen foi recentemente entrevistada pelo  Instituto de Londres . Segue abaixo as perguntas e respostas, e mais abaixo, o vídeo de sua entrevista. 😉

    02

    Ω

    1. Quais bandas ou artistas tem sido sua maior influência?
    Floor: Sempre achei muito difícil responder a esta pergunta porque há tantas pessoas e basicamente tudo o que eu ouço se torna um pouco de influência para mim. Mas alguns momentos chave, há um tempo atrás, foram “The Gathering” com a Anneke van Giesbergen, ouvir sua voz, aquele tipo de vocal numa banda de metal foi tipo… yeah! Eu quero isso também. Eu sempre fui uma grande admiradora de Skunk Nancy , muitos vocais bons em músicas pesadas, coisas bem escritas e um bom som. E,sabe, no metal não há muitas bandas com vocal feminino que me faziam ficar tipo, “WOW”, mas de fato o Nightwish, quando começou na mesma época em que eu estava me tornando um pouco mais profissional também foi um tipo de inspiração.

    2. Você tem algum ritual pré-show para que a sua voz esteja preparada?
    Floor: Sim, tenho. Com certeza tenho meus rituais e geralmente eu começo a cantar antes do show com a checagem de som. Eu geralmente tiro algum tempo para aquecer minhas cordas vocais e estar preparada para cantar, basicamente, porque se fica fazendo outras coisas e eu quero ficar preparada para ter certeza de que a voz não estará tensa em momento nenhum, nem mesmo na checagem de som e, antes do show, eu realmente gosto da minha hora na qual eu sento com minha maquiagem e minhas roupas e tiro um tempo para colocar tudo no lugar e liberar um pouquinho do stress de pensar “Ah, merda, estou em cima da hora” e ter minha adrenalina liberada e a última injeção de adrenalina vem quando a música de abertura começa e tudo isso me deixa preparada para o show!

    3. Quais foram os maiores desafios de sua carreira?
    Floor: Acho que me tornar a vocalista do Nightwish foi meu maior desafio e, também, da maneira como isso aconteceu tão em cima da hora. Aquele foi “O momento” na minha carreira para de alguma forma provar que, sim, eu posso fazer isso. De todas as coisas para as quais eu venho estudado, trabalhado, vivido em direção a este momento sem sequer saber se ele viria e se viesse, de que maneira, eu acho que pra mim foi este momento e, acho que o show ao vivo que fizemos no Wacken Open Air e gravamos um CD e DVD ao vivo na frente de 80.000 pessoas, aquilo foi algo massivo de fazer e também, vocalmente, você realmente quer arrebentar. Você quer ouvir a este álbum daqui a dez anos e pensar “Sim, eu arrebentei” e “Nós fizemos”. Nesse momento eu acho que penso assim e, tomara que em dez anos também. (risos)

    4. Qual tem sido o ponto mais alto de sua carreira até agora?
    Floor: Acho que este mesmo show, Wacken Open Air foi o ponto alto, junto com o processo de fazer funcionar com o Nightwish no geral, e esta também seria o minha ambição para o resto dos meus anos como uma musicista bem sucedida e feliz… Sim, e manter o equilibrio com o Nightwish e continuar fazendo músicas lindas.

    5. Qual conselho você daria para as pessoas que estão começando agora na indústria?
    Floor: Bem, não é um negócio fácil, realmente não é. E você não pode simplesmente estagnar e pensar: “ Eu consegui”, pois há muitas coisas sempre a serem feitas, desafios para serem aceitos e lições a serem aprendidas. Então é bom ter a atitude certa desde o ínicio. Ter um bom network, especialmente numa escola. Se você começa com um network implícito, você vai acabar chamando seus antigos alunos em 10 anos também e é bom mantê-los, sabe, por perto e ser leal a si mesmo e reconhecer seus limites, aprender onde eles estão e não ultrapassá-los e continuar amando a música , pois a indústria em si, não é bonita, mas a música é o melhor de tudo e sempre será, então mantenha o foco nisso.

    Entrevista em vídeo

     

    Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen
    www.floorjansen.com | www.revampmusic.com | www.nightwish.com
  • Blabbermouth: Floor Jansen

    Blabbermouth: Floor Jansen

    Fonte:  Blabbermouth  | Tradução: Diego Muniz - Head up High

    floorjansenteam2015_638

    Ω

    Floor Jansen, da banda Nightwish: “Já era tempo das pessoas pararem de se referirem às bandas como “Bandas com vocal feminino.

    O apresentador da Metal Nation radio, também editor chefe Owais “Vitek” Nabi recentemente conduziu uma entrevista com a cantora do Nightwish, Floor Jansen. Você pode ouvir a conversa no vídeo do youtube abaixo.

    Questionada acerca de sua opinião sobre bandas como Nightwish serem atiradas à categoria de “Metal sinfônico com vocal feminino”, Floor diz: “Agora já há o “Metal sinfônico” por trás do nome, o que já restringe, já fala um pouco mais sobre que tipo de música realmente é.”
    Ela continua: “Às vezes parece que há todo um gênero chamado “Metal com vocal feminino”.’Oh, então você está numa banda com vocal feminino” ‘Ah, sim, estou?“O que isso quer dizer? Porque até então Revamp (Trabalho paralelo da Floor) é uma banda de vocal feminino e também assim é o Nightwish. Mas estas bandas não soam similar, de forma alguma. Arch Enemy é uma banda de metal com vocal feminino, mas o Delain também é. Elas não soam parecido em nada. A única coisa que ambas têm em comum é serem bandas de metal, mas o estilo por dentro do metal é tão monumentalmente diferente que não diz muito o fato de ter uma garota cantando ou não. Então isso não é tão importante. Ainda mais, para enfatizar a diferença sexual entre homem e mulher, acho que já ultrapassamos isso.

    Jansen acrescentou: Não é tão surpreendente que há mais mulheres em bandas de metal. E elas não estão apenas cantando à frente das bandas. Há bateristas, guitarristas, baixistas…Então…eu diria, passe por cima disso e simplesmente chame de “Metal sinfônico”. Não importa, realmente, quem está cantando.

     Ouça a entrevista no vídeo abaixo:

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com

    Floor Jansen – Head up High: Sua melhor referência – Official BR

  • Entrevista: Lords of Metal

    Entrevista: Lords of Metal

    Fonte: Lords of Metal | Tradução: Head up High

    Recentemente Floor Jansen e Tuomas Holopainen foram entrevistados pelo Lords of Metal. Segue abaixo a tradução relacionada a Floor Jansen!

    Ω

    Lords of Metal: Qual foi a pior pergunta que você ouviu nos últimos dias?
    Floor: Foi a “Bom, sobre o álbum, você pode nos falar a respeito dele?” Digo, não foi nem uma pergunta ruim, só não foi específica. O nível das perguntas foi bom, então eu diria que a maioria das entrevistas foram muito divertidas.

    Lords of Metal: Os últimos dias foram cheios de entrevistas atrás de entrevistas, inúmeras viagens e muita espera. Como você lida com períodos assim?
    Floor: Não foi nem um pouco difícil. Eu gosto de falar sobre música e, talvez por causa do meu ego, também gosto de falar sobre mim mesma (ela começa a rir em voz alta). Agora, é sério. É claro que tudo isso exige muita energia porque o que se quer é manter o foco no seguinte: todos os jornalistas devem receber atenção. Mas eu adorei fâze-lo e estou tão orgulhosa do que produzimos neste álbum e é algo ainda muito novo para mim poder falar sobre o primeiro álbum do Nightwish em que eu sou a vocalista. Digo isso porque as pessoas tiveram a chance de ouvir ao álbum antes de uma entrevista, então isso os ajudou a formar uma opinião e nos deu a oportunidade de falar detalhadamente sobre tudo. Além das entrevistas, também é ótimo conhecer todas as cidades pelas quais temos o privilégio de passar, além das culturas diferentes e toda a experiência ao conhecê-las melhor. Eu me diverti muito!

    Lords of Metal: Você pode nos contar mais sobre como foi o período entre o final da turnê Imaginaerum e o momento em que você se tornou um membro fixo do Nightwish? Você havia saído de uma fase turbulenta da sua vida e teve de aprender as letras em 48hrs, além de se ver em uma montanha-russa quando, de repente, a turnê havia acabado e você estava lá, de volta a sua casa.
    Floor: Na verdade, o segundo álbum do ReVamp foi lançado dois dias após o último show do Nightwish, então eu passei a trabalhar para divulgar o álbum, além de fazer shows com o ReVamp. De um trabalho para outro. No entanto, eu já sabia que o Troy e eu tínhamos nos tornado membros do Nightwish. Antes de me convidarem a ser a nova vocalista, eu tinha decidido que iria apenas aproveitar a turnê o máximo possível e a via como uma ótima experiência. E claro que houveram momentos muito difíceis, mas, quando percebíamos como as coisas estavam indo, conseguimos aproveitar melhor e perceber que o fim da turnê estava logo ali. Foi aí que participamos dos nosso primeiro festival na FInlândia e, após o show, fomos beber um pouco no hotel com outros amigos. O pessoal da banda perguntou se eu e o Troy teríamos um minuto e foi então que ouvimos a frase: “gostaríamos que vocês se tornassem membros fixos da banda”. Foi um momento muito emocionante e lá estava eu, sem palavras e sem saber como reagir. Eu fiquei tão, mas tão feliz que me senti como se fosse a rainha do mundo. E, sim, o anúncio oficial veio meses depois.

    nightwish2Lords of Metal: O que mudou na forma com que vocês compõem as músicas?
    Floor: O Tuomas compõe a maior parte. Todos os membros compartilham suas ideias, sugestões de riffs e até de trechos de alguma música. É aí que a banda se reúne ou, por exemplo, que o Tuomas se sente com o Marco para conversar e ouvir algumas das sugestões que um tem a mostrar ao outro. As ideias boas acabam no produto final. O Tuomas é um compositos incrível capaz de produzir letras lindas, então faz sentido que ele tome a dianteira na parte criativa do álbum. Eu nunca senti a necessidade de levar as minhas próprias letras, porque eu adoro as que o Tuomas produz. É uma sensação muito boa a ele gera ao dar liberdade a todos os membros para trabalharem em suas próprias sugestões e composições. Por essa razão, eu me senti capaz de experimentar diversos tipos de canto. Nós conversamos sobre isso ao ponto de debatermos sobre como cantar uma determinada sílaba, o que gera uma sensação de plenitude muito boa ao trabalhar por meio de um processo criativo como esse. Nós já haviamos feito isso durante a turnê. Eu ganhei espaço para mudar algumas formas de cantar e adaptá-las à minha voz, e confesso que eu precisava delas. As antigas vocalistas eram fantásticas, mas eu não sou uma cantora de karaokê. O fato de que pudemos passar um grande período ensaiando nos ajudou a juntar tudo o que havíamos produzido.

    Lords of Metal: O que você acha dos temas tratados no álbum?
    Floor: É quase o oposto do álbum anterior, que era um pouco mais surreal e fantástico. Este álbum tem uma abordagem muito mais científica, pois ele da evolução e de qual é o objetivo da humanidade e da terra em si após terem resistido por tanto tempo. Vivemos em um mundo impaciente e que muda muito rapidamente. O Tuomas lê bastante e ele adora os livros do Richard Dawkins, do Carl Sagan, dentre outros. Ele acredita que, quando se deseja fugir deste mundo, é melhor analisá-lo antes. Isso me ajudou a me recuperar da minha crise de burnout: ousar observar a forma com que uma colmeia, um formigueiro ou qualquer colônia de seres vivos pensa e funciona. É incrível e me traz muita calma. Vá viver a vida e não fique achando que as coisas simplesmente acontecerão. Você se lembra de quando era mais novo e ficava esperando, economizando os trocados para o novo disco daquele seu artista favorito? Hoje em dia, as coisas simplesmente são lançadas no Spotify. Estas coisas trouxeram grandes inovações, mas nem tudo é bom. Eu apoio a ideia contrária ao aumento das vendas dos vinis. Nós tentamos fazer com que vocês aproveitem mais e melhor a vida de vocês.

    Lords of Metal: A presença de dois membros não finlandeses teve algo a ver com a mudança na sonoridade e nas músicas em comparação aos discos anteriores?
    Floor: Eu não acredito que isso tenha a ver com a cultura. Somos todos seres individuais. Eu acho que o Imaginaerum foi composto em grande parte por uma sonoridade de orquestra. O novo álbum tem um feeling mais forte de banda que surgiu como resultado do período que passamos juntos nos ensaios trabalhando em cada detalhe que gostaríamos de produzir da melhor forma possível. Além disso, o Nightwish nunca compôs uma música de 24 minutos!

    10428008_1060430263973090_4711041271484128301_n

    Lords of Metal: Ser um membro de uma nova banda talvez traga novos objetivos, novos desejos e novos sonhos. Isso é verdade?
    Floor: Pra ser honesta, eu não vejo as coisas dessa forma. Já é difícil o suficiente manter o ritmo com tudo o que tem mudado na minha vida. Felizmente, eu ainda tenho os meus pais e a minha irmã comigo. No entanto, ela se casou e, agora, eu sou tia. Isso é ótimo! Eu ainda tenho os meus amigos na Holanda e tudo isso me dá a sensação de ter uma base boa e muito positiva. Por outro lado, basta analisar os últimos dois anos e meio da minha vida: eu fui convidada a ser a vocalista temporária do Nightwish logo após a minha recuperação da minha crise de burnout e tentar retomar o controle das coisas na minha vida, além de estar tentando entender como eu lidaria com tudo o que aconteceu na minha vida naquela época. Eu me apresentei com eles por todo o mundo, incluindo em festivais, e acabei me mudando pra Finlândia, lancei o segundo disco do ReVamp, gravei o novo disco do Nightwish e por aí vai. Eu só quero aproveitar esse momento e não achar que as coisas simplesmente vão acontecer do nada.

    Lords of Metal: Floor, você saiu da Holanda e se mudou para a Finlândia. Qual é a diferença cultural entre estes países?
    Floor: A diferença está nos detalhes. Se começar a fazer muito frio ou nevar, a população recebe um alerta vermelho na Holanda. Um finlandês comum, no entanto, não se deixa impressionar se os trens não andam por causa da quantidade absurda de neve nos trilhos. Eles estão acostumados com isso e não se aborrecem. A alimentação é diferente, porque eles preferem refeições mais saudáveis e acho que o que eu mais gosto é o hábito de ir à sauna. Os estabelecimentos não estão sempre abertos, como na Holanda, mas eles são mais diretos no diálogo e mostram um humor mais negro e sarcástico. Além disso, eles não ficam bêbados, eles ficam MUITO bêbados (ri alto). Mas, no geral, eu me sinto muito em casa aqui, na Finlândia.

    Lords of Metal: Como foram as masterclasses até agora?
    Floor: Foram legais! Eu ainda amo ser professora de canto e ajudar as pessoas a melhorar suas técnicas vocais. Eu não tenho mais a disponibilidade para ser uma professora em tempo integral, então as masterclasses são uma ótima oportunidade pra exercer a funlão. As turmas são divididas em duas: as pessoas que começaram a aprender canto agora e as que já são cantoras e cantores experientes. Eu gosto de saber, pelo bem do próprio desenvolvimento artístico deles, a qual grupo cada um pertence e isso funciona na maioria das vezes. A partir desse momento, só há um objetivo para mim: após a aula, os alunos tem de sentir que aprenderam algo que os inspirará a progredir por bastante tempo. Foi assim que eu comecei; Eu dei essas aulas na Holanda, na Inglaterra e na Finlândia, também, mas também tenho mais algumas planejadas. Até agora, todas as vagas para qualquer uma das masterclasses se esgotaram em menos de dois dias. Fica claro que é divertido, mas que também é muito trabalhoso porque eu produto todo o conteúdo da aula sozinha. Eu alugo o local das aulas, cuido da parte financeira, me certifico de que os alunos me enviem uma música etc. Então, talvez seja bom encontrar alguém que me ajude nesse aspecto organizacional.

    Ω

    Head up High: Sua melhor referência sobre Floor Jansen! 😉

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com

  • Nightwish em Praga! Fotos e Vídeo

    Nightwish em Praga! Fotos e Vídeo

    Fonte: Spark Magazine | Tradução: Head up High

    Ω

    Tuomas, Marco, Floor – parte da grande banda finlandesa de sinfônico NIGHTWISH trouxe a Praga o novo álbum “Endless Forms Most Beautiful” (que será lançado no dia 27 de Março). Até o momento, poucos jornalistas tiveram acesso ao álbum. Bom, nada melhor e mais conveniente do que o Café Hard Rock de Praga, não é? a SPARK Magazine estava lá!

    www.spark-rockmagazine.cz

    Assim como aconteceu em Helsinki, foi um evento fechado à jornalistas. Estes, por razões de segurança, tiveram seus celulares recolhidos para só então poderem ouvir a todas as onze faixas, incluindo o final monumental construído com “The Greatest Show On Earth”, que parece tentar ser a música mais ambiciosa de toda a história do Nightwish. Preparamos todo o material com base no que ouvimos e elaboramos um texto para que você possa saber tudo sobre esta experiência na atual edição da SPARK Magazine em que trazemos um relato de estúdio completo direto da Finnvox Studios. Deem só uma olhada. A nova vocalista da banda, Floor Jansen, estava bastante tranquila e firme. Parecia confiante no seu trabalho, o que se confirma pelo que disse logo em seguida:

    O NIGHTWISH chegou ao Café Hard Rock de Praga à tarde. Havia uma pequena coletiva de imprensa agendada, além de várias entrevistas individuais. Como é possível ver nas fotos, a presença de grandes emissoras reforçam a chegada destas grandes estrelas. Ah, a Floor amou a cerveja tcheca!

    [image_sliders]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://headuphigh.com.br/wp-content/uploads/2015/02/cfce0c0f60cc2cc481d58faf0c6d439a.jpg”] David Havlena [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://headuphigh.com.br/wp-content/uploads/2015/02/a60fc0b9e2bff5b960c020b220ae550d.jpg”] David Havlena [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://headuphigh.com.br/wp-content/uploads/2015/02/63d38f01e13d1457042815cf990a8e22.jpg”] David Havlena [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://headuphigh.com.br/wp-content/uploads/2015/02/d3c3b5c3a581af25d4646ede2b2ff676.jpg”] David Havlena [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”http://headuphigh.com.br/wp-content/uploads/2015/02/63d38f01e13d1457042815cf990a8e22.jpg”] David Havlena [/image_slider]
    [/image_sliders]

    A equipe da SPARK Magazine se reuniu para recolher informações sobre o lançamento bombástico do novo álbum do NIGHTWISH. Toda essa tensão acumulada por meses será desfeita no festival Masters of Rock, em Vizovice, onde a banda irá se apresentar com o baterista Kai Hatonem. Fiquem atentos ao site. A história escrita pelo NIGHTWISH continua.

    Foto | Vídeo | Texto: David Havlena

    Head up High: Your best reference about Floor Jansen
  • YLE Areena: Floor Jansen

    YLE Areena: Floor Jansen

    [image_sliders]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”https://scontent-a-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/v/t1.0-9/10430828_860889587287117_3900673057897203706_n.jpg?oh=5daf4e68e356701f187d8dcc297077af&oe=55313035″] YLE Areena [/image_slider]
    [image_slider link=”full_url_link” source=”https://scontent-b-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xfa1/v/t1.0-9/15221_855253117850764_188174957696551128_n.png?oh=b750fb15d59d478641e12752c29f2df6&oe=556F024D”] YLE Areena [/image_slider]
    [/image_sliders]

    Assista AQUI | Watch HERE

    Segue abaixo a tradução da entrevista em vídeo realizada pela tv finlandesa: YLE Areena

    Ω

     

    YLE — Qual a sua palavra favorita em finlandês?

    Floor: Não é bem uma palavra, haha. É a primeira palavra que eu aprendi, eu acho, porque você sempre aprende primeiro os palavrões. Estava em turnê com o Nightwish há 11 ou 12 anos atrás, em 2003. Foram 3 semanas, uma banda holandesa com duas bandas finlandesas, e a única palavra do qual me lembro é Perkele. E até hoje eu ainda acredito que seja fantástica a maneira como se escuta. (Perkele: O diabo)

    YLE — Você tem vivido na Finlândia desde julho, e como tem sido?

    Floor: Infelizmente eu não tenho estado muito em casa, eu tenho viajado bastante, mas tem sido muito bom ver este lado da Finlândia. Em Joensuu estávamos gravando o novo álbum do Nightwish, e eu vi três estações até agora. O verão, as cores do outono e agora no inverno, temos um pouco de neve. Eu estou apaixonada pela Finlândia, pela forma como as coisas acontecem por aqui, o espaço na natureza. Quando eu decidi que me mudaria para a Finlândia, eu gostei de Joensuu, porque não é uma cidade grande, e mesmo assim, você tem o conforto de uma cidade grande, tudo que você precisa, você tem, como ir ao restaurante, e mesmo se você quiser ir beber alguma coisa, os bares por lá são o suficiente para mim. Eu não preciso estar em uma cidade grande o tempo inteiro, porque quando eu viajo e retorno para casa, eu quero apenas tranquilidade.

    YLE — Vamos falar sobre o novo álbum que será lançado no ano que vem, e lançará seu primeiro single em fevereiro. O quanto está emocionada sobre este novo álbum?

    Floor: Muito! Realmente não posso esperar, já que estávamos esperando por este momento por tanto tempo, e claro, Tuomas e Marco tem esperado muito mais do que eu. É como uma pintura ou escultura, do qual está agrega coisas pouco a pouco, e termina com um resultado interessante; e agora está aqui. Nós sabemos como soará e isso é emocionante. Gostaríamos de compartilhá-lo, mas devemos ser pacientes. Estou pronta para a turnê. Nós levamos muito tempo ensaiando, as demos nos foram enviadas, e nos empenhamos em ensaiar juntos como uma banda. Foi super agradável, correu tudo bem. Para mim, colocar a parte vocal, as melodias vocais e em seguida a letra, é como poder jogar com este estilo vocal, conseguimos encaixar e buscamos este metal que encanta. Foi agradável poder trabalhar com isso e deixar que todas as coisas aconteçam, porque tem que crescer primeiramente em você. É agradável ter esse tempo antes de iniciar a gravação.

    Floor Jansen – Head up High, Your best reference. Official BR.

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com
  • (Português) Revista – SOUNDI

    (Português) Revista – SOUNDI

    Floor Jansen para a revista finlandesa SOUNDI de dezembro.

    http://www.soundi.fi

    Tradução: Head up High, sua melhor referência sobre a Floor e o Nightwish  😉

    Nos últimos anos, houve muito drama na vida de Floor Jansen, a cantora que recebeu um chamado urgente para assumir os vocais do Nightwish. Agora, felizmente, a fase turbulenta das mudanças dentro da banda ficou para trás e a cantora holandesa passou a se sentir confortável tanto nos arredores de Joensuu como no Nightwish em si. Floor não aparecerá muito na Karelia do Norte nos próximos meses e a agenda apertada do Nightwish confirma isso.

    É meio-dia e Floor Jansen caminha em direção ao saguão do hotel, em Helsinki. “Bom dia! Como vai?”, ela nos com seu finlandês fluente. Realizamos nosso compromisso exatamente ao meio-dia, conforme a vontade da cantora, o que indica o quão rígido seu trabalho é. Ela passou a última noite em uma poltrona, sobre asas de um avião branco e azul, em sua viagem dos Estados Unidos para a Finlândia.

    Hoje, Floor sabe os limites de sua resistência, mas, há alguns anos, a situação era muito diferente. Ela sofreu uma crise de esgotamento físico devido à imensa carga de trabalho com que lidava. Sua recuperação, por outro lado, levou bastante tempo, sendo que o tratamento não havia sido concluído quando o Nightwish entrou em contato.

    O caminho percorrido por Floor como a principal figura de uma das bandas finlandesa mais populares dos últimos tempos foi desafiador, agitado e intrigante.  Floor já era conhecida ao lançamento de 5 álbuns de estúdio, pela banda After Forever, que se separou há 5 anos. Mas ela não permaneceu inativa: fundou a banda ReVamp à qual passou a se dedicar em tempo integral. Eis que, em um belo dia de outono, a banda finlandesa entrou em contato…

    Ω

    Soundi: Durante a sua infância e adolescência, a sua família se mudou muitas vezes. Que tipo de memórias você tem desses anos?

    Floor: As memórias mais fortes estão relacionadas às mudanças frequentes entre as cidades em que já morei. Conhecer novas pessoas nunca foi algo fácil pra mim, então eu me sentia desconfortável. Quando eu conseguia fazer novos amigos, nós tínhamos de embalar as coisas e ir embora. Quando eu era mais nova, eu estava por conta própria, ainda que a minha irmãzinha e os meus pais estivessem sempre por perto. As mudanças também tiveram um lado positivo. Eu aprendi logo cedo a me adaptar a novos lugares e percebi que a sua casa pode ser qualquer lugar. Quando você se sente confortável e seguro, qualquer lugar do mundo é a sua casa.

    Soundi: Há uma foto no seu site, de 1983, na qual você está posando com fones de ouvido. A música parecia ser uma parte da sua vida desde cedo.

    Floor: Meus pais não eram músicos, mas o meu pai gostava muito de música. Cantores e bandas como Santana, Sting e os Beatles, por exemplo, acabaram se tornando figuras conhecidas para mim. Eu também me lembro claramente dos cafés-da-manhã longos aos domingos e da música clássica que sempre tocava ao fundo. O ambiente em que cresci sempre me estimulou à música e o meu pai, inclusive, chegou a me ensinar o básico para tocar guitarra.

     Soundi: Quais instrumentos você sabe tocar? 

    Floor: Eu toquei flauta por muitos anos, então esse é o meu forte. De certa forma, eu consigo produzir arranjos mais delicados com a guitarra, o baixo e o piano.

    Soundi: E o canto? Como e quando você se viu interessada nisso?

    Floor: Por causa de um musical escolar baseado na adaptação feita por Andrew Lloyd Webber. Quando eu fui à escola, eles estavam à procura de pessoas dispostas a criar um projeto musical e eu decidi participar de um teste de canto. Eu fui selecionada para o projeto de dois anos e eu aprendi bastantes coisas coisas durante esse período. Ao mesmo tempo, eu me juntei à banda da escola e estive um estúdio de verdade pela primeira vez.

    Soundi: Foi sua primeira performance para uma plateia grande?

    Floor: Sim, foi! Gostei bastante de estar no palco e percebi que tinha encontrado algo que gostava e sabia fazer. Nós praticamos bastante durante muito tempo, mas, ainda assim, muitos outros artistas chegaram a vomitar devido à ansiedade causada pela simples ideia de pisar no palco. Eu não estava nervosa de forma alguma. Muito pelo contrário, meu corpo estava cheio de adrenalina e eu queria mostrar a todos o que eu sabia fazer. A respeito disso, eu não mudei em tudo, porque sempre gostei de aproveitar as performances. Foi um ótimo momento, eu tinha bons amigos – e depois nos mudamos! Telefones celulares e a internet estavam caminhando ainda, então a comunicação virtual com meus amigos músicos era impossível.

    Naqueles dias, eu comecei a ouvir música alternativa, e eu encontrei ótimos artistas como The Doors, Janis Joplin, Nirvana e Pearl Jam. Eu senti que todos os estudantes na minha nova escola ouviam um pouco de House e vestiam roupas horríveis. Eu tinha Doc Martens, (marca inglesa criada na Alemanha em 1946) calças camufladas, camiseta de banda, e eu também pintei meu cabelo com tons difeferentes. Eu parecia insanamente diferente dos outros.

    Soundi: Existiam lojas de gravações com seus amigos? Antes da era da internet, encontrar novas músicas poderia ter sido um desafio.

    Floor: Felizmente, havia uma boa loja de discos nas proximidades, e eu passava meu tempo ouvindo várias bandas. Um dia eu conheci uma pessoa que gostava consideravelmente de bandas mais pesadas. Carcass e Slayer, eu senti um pouco áspero também, então por exemplo, Machine Head, Pantera, Moonspell and Paradise Lost afetou fortemente. Então eu ouvi Mandylion e do fundo do meu coração, eu fiquei apaixonada pelo álbum. Anneke van Giersbergen com seus vocais, guitarras pesadas criaram uma identidade incrível  na minha mente. Se eu tivesse que escolher, o mais impressionante para mim, seria de longe o Mandylion.

    Soundi: Você disse também que estava intimidada na escola.

    Floor: Foi um bullying mental – Bullying físico ou até mesmo violência eram coisas dos meninos. O Bullying foi algo muito difícil, ao todo durou 7 anos. Memórias tristes ainda permanecem, embora eu não me importasse com as reuniões de classe. E claro, eu tentei discutir o assunto com o meu professor, mas infelizmente foi algo com espinhos. Era desagradável ir para a escola pela manhã: Quando eu fechava a porta de casa atrás de mim, eu estava por mim mesma.

    Soundi: Foi em 1997, com 16 anos de idade, que você se juntou ao After Forever. Como aconteceu? 

    Floor: Eu ouvi um intrigante rumor do bairro, que uma banda de Metal estava à procura de uma vocalista feminina. Naqueles dias, After Forever sempre tocava death metal, mas o vocalista masculino se separou da banda semanas depois, e ao mesmo tempo, a banda tinha feito algumas mudanças para seu estilo musical. Então eu me tornei a vocalista. O início do AF foi difícil. Escola e trabalho na semana, encerrava no final de semana totalmente esgotada, mas ía ensaiar com a banda. Os líderes da banda, Sander Gommans e Mark Jansen estavam extremamente sérios com a banda, e eu me sentia um pouco estranha, de como eu poderia dar tudo pela banda. Em 1999, meus planos mudaram: Eu tive uma admissão na recém fundada The Rock Academy em Tilburg e o After Forever teve um contrato de gravação. De repente, a música se tornou o ponto central da minha vida, e eu decidi fazer disso, a minha profissão.

    Soundi: Como você se sente hoje, quando ouve o primeiro álbum do After Forever – Prison of Desire, lançado em 2000?

    Floor: Eu era uma cantora inexperiente e todos da banda foram inexperientes, então é inútil ouvir de forma crítica ou comparar ao presente estado. O album foi a imagem daqueles dias, e é uma parte muito importante da minha história musical. Devemos manter em mente que cantoras femininas em banda de metal eram raras na época, e eu sou muito orgulhosa do meu status pioneiro. Depois da gravação do Prison of Desire, minha primeira aula de canto não aconteceu tão cedo. Minha professora perguntou: ‘O que você quer aprender exatamente?’ Bem, eu disse: ‘Eu quero aprender a cantar’. Eu não estava realmente apta a descrever aquilo. Depois, até ganhar habilidade, eu entendi o que eu deveria aprender.

     Soundi: O que você gostaria de aprender agora?

    Floor: No mínimo ainda há muito o que treinar e digerir dos dois lados. Por exemplo, eu posso cantar de maneira operática, mais alguém entendido no assunto repara que eu não sou uma cantora de opera de verdade. Seria, também, muito interessante um olhar mais profundo nos segredos de cantar o estilo “death metal”.

    Soundi: Do ponto de vista de quem está do lado de fora, parece que a carreira do After Forever acabou de repente, em 2009.

    Floor: Nós tínhamos um contrato com a Nuclear Blast e a banda estava decolando. Como se não bastasse, Sander Gommans, que havia trabalhado duro pela banda teve “burnout”. Nós ponderamos entre diferentes alternativas: continuaríamos após um hiato ou a banda teria futuro sem o Sander? Mais ou menos um ano depois, percebemos que a chama coletiva não mais ardia. After Forever não parecia algo que pertencia aos nossos corações 100% como antes.  A decisão de descontinuar foi dolorosa, mas em contrapartida, eu estaria errada em relação à ambos os fãs e a nós mesmos, se continuasse de maneira forçada.

    Soundi: After Forever estava em hiato, você fundou um projeto “Sinth” com o guitarrista Norueguês Jørn Viggo Lofstad (Pagan’s Mind), embora o Sinth nunca tenha lançado nada.

    Floor: Eu estava pra baixo naquele momento, pois 10 anos após o contrato de um primeiro cd, eu estava numa mesa vazia novamente. Eu comecei a trabalhar numa livraria pois estava sem dinheiro. Depois de algum tempo eu decidi criar uma nova banda mesmo sabendo que isso me causaria problemas pois levantar o dinheiro que fosse pelo menos num nível tolerável requeria enormes recursos. Eu fundei o ReVamp no outono de 2009, e comecei trabalhando também, como gerente da banda. Eu consegui fazer isso também por algum tempo, mas em 2011 minhas forças simplesmente acabaram e eu tive um Burnout. Eu gostava de fazer tudo relacionado ao Revamp, mas não percebia que estava trabalhando demais, por muito tempo. Finalmente, tive que admitir a mim mesma que figurativamente eu havia sido atropelada por um trem. Eu percebi que estava totalmente exausta e queria fazer nada além de ficar deitada em casa. Por exemplo, ir ao mercado demandava um grande esforço. Meu Deus, eu estava nos 30, e me sentia como se tivesse 100 anos de idade.

    Soundi: Como sua recuperação começou? Quando você começou a se sentir melhor?

    Floor: Eu não queria tomar remédios. O que você faz quando está se sentindo cansado? Você descansa. Eu estava tentando descansar esperando que o próximo dia fosse melhor do que o presente. Um pouco depois, eu fui a um terapeuta, já que queria respostas para perguntas, tais como ‘Como eu fui parar nessa situação?’ e ‘O que eu posso fazer para evitar isso no futuro?‘. Aos poucos, eu comecei a me sentir melhor e comecei a pensar num possível futuro com a música. Será que eu poderia trabalhar integralmente como uma professora de música e continuar uma carreira com uma banda como hobby? Eu pensei, pensei…e então recebi uma ligação, que eu nunca poderia esperar receber.

    Soundi: Você disse antes que adora se apresentar e não se sente nervosa mesmo numa situação difícil. O Nightwish colocou você num grande teste instantâneo.

    Floor: A proposta do Nightwish foi completamente inacreditável: “Oi!, você gostaria de ser nossa vocalista numa tour? Quando? AGORA!” Pareceu ousado, mas eu nem consideraria dizer não. Primeiramente, o momento era excelente, como eu havia dito, eu estava procurando uma direção na vida. O mais desafiador era que eu tinha que correr para Seattle imediatamente e aprender estruturas, letras e melodias vocais do Nw num avião a caminho dos EUA. Felizmente, eu era familiarizada com algumas músicas antigas do Nw pois eu costumava treinar com músicas de álbuns como “Oceanborn” e “Century Child”. Em contrapartida, eu não conhecia muito bem o “Imaginaerum”, então eu o baixei imediatamente. A propósito esses mais ou menos 10 Euros foram os melhores investimentos da minha vida!

    Soundi: Como você se sentiu logo antes da primeira apresentação com o Nightwish?

    Floor: Como vai ser isso? Eu nem sei, o que eu estou fazendo? Quando a introdução começou a soar, eu percebi o meu horror, e sequer lembrava como a primeira música começava. Por sorte, a letra voltou à minha mente a tempo… então o show transcorreu música por música e em algum instante, ele terminou, e eu tenho uma lembrança muito fraca disso. Cabe lembrar que eu ainda estava em recuperação do burnout quando o Nw me contratou. Os dois primeiros shows com o Nw foram dois grandes testes de resistência, então quando eu suportei a enorme pressão sem desabar, eu reconheci que a minha recuperação estava em boa forma. Foi um sentimento fantástico.

    Soundi: E você teve boas notícias na postagem do Nightwish após o show do festival Saunda Open Air, em 2013.

    Floor: Nós nos unimos no bar do lobby do hotel e os outros membros da banda perguntaram se eu e o Troy estaríamos interessados em nos juntar permanentemente ao grupo. Certamente, eu tinha um pressentimento que o Nw poderia perguntar isso, mas eu não queria tanta pressão em cima disso. Eu ficaria triste se pensasse, durante os shows que “ah, não, vou tentar curtir agora o máximo que puder, pois em breve será o fim”. E também entendia que o Nw ponderava a situação precisamente, já que uma banda não pode mudar de vocaslita constantemente.

    Soundi: Agora, você deixou para trás uma dúzia de grandes shows, como o lançamente “Showtime, Storytime”. As gravações para o oitavo álbum de estúdio também já terminaram.

    Floor: Eu nem tento ser objetiva: O novo álbum do Nw é a maior coisa que já fiz em música. Espera, é o melhor álbum de todos! Eu tenho certeza que este álbum levanta o Nw em um novo degrau novamente, já que é algo.. bem, maior e mais especial. Eu sonhei, antes do processo de construção do álbum, que com respeito às linhas vocais, Tuomas me desafiaria ao extremo e eu poderia usar minha voz de maneira tão versátil quanto possível. Bem, eu não poderia ter recebido mais em resposta aos meus desejos. Tuomas introduz as linhas vocais que ele pensou através de demos de teclado, de maneira que sempre haja espaço para interpretações da vocalista e ideias. Nós passamos o verão passado em Röskö, Kitee e gravamos e arranjamos as músicas e examinamos diferentes abordagens. A banda toda estava lá frequentemente e todos podiam dar uma resposta imediata sobre o funcionamento das ideias.

    Soundi: O cientista evolucionista Richard Dawkins é um dos convidados do álbum. Esta parte da notícia gerou uma grande tempestade de comentários.

    Floor: As mais ferozes opiniões – Tais como ‘Eu vou queimar meus discos do Nw‘ inegavelmente vieram como uma surpresa. Na internet é fácil gritar duras declarações sem pensar intimamente, que não vale a pena parar por um momento antes de pressionar a tecla. Isto deveria ficar claro para todos que o Nw não quer pregar uma ou outra opinião. Se nós queremos algo, é para despertar pensamentos – pensar e pesar coisas, e então formar a sua opinião.

    Soundi: Você bem sabe que as pessoas tiram conclusões drásticas rapidamente.

    Floor: É realmente estranho de como alguém se preocupa em criar páginas de ódio na internet só porque eu não tenho tempo para conversar ou tirar fotos com ele ou ela depois de um show, por exemplo. Algumas pessoas parecem não entender que de alguma maneira, as vezes não há tempo para isso.

    Soundi: Você se mudou para Joensuu no último verão. Como você tomou esta decisão?

    Floor: Eu comecei a aprender finlandês na primavera de 2013. E durante o mesmo ano, eu visitei a Finlândia várias vezes, ambos para trabalhar e por estar de férias. Por exemplo, o outono natural, as cores das árvores, etc … Me impressionou muito, e ainda impressiona. Eu também gosto de inverno e neve, embora uma estrada nevada traga desafios para quem que só dirige na Holanda. Então, a primavera deste ano chegou, e eu tive que me mudar de qualquer forma. Eu estava pensando se eu procuraria uma nova casa na Holanda, ou arrumaria minhas coisas e partiria para a Finlândia. Todas as minhas visitas para a Finlândia foram ótimas, e a decisão foi realmente fácil. Eu também quero aprender a falar finlandês fluentemente. Eu não sou finlandesa, mas eu estou me tornando finlandesa rapidamente, e isso é ótimo.

    Soundi: Quais coisas finlandesas vieram como uma surpresa?

    Floor: Prisma é um grande supermercado! Na Holanda não existem lojas do qual você possa comprar tudo que é possível. Não sei se é uma verdadeira surpresa, mas muitos finlandeses gostam de cozinhar em casa. Por exemplo, nos Estados Unidos, as pessoas estão sempre comendo fora – E eles os chamam de restaurante McDonald’s. Você pode viver na Finlândia sem gostar de sauna, mas é um pouco difícil. Felizmente eu amei a sauna durante o acampamento de verão com o Nw. Uma sauna quente à beira do lago, verão noturno, água morna no crepúsculo …. Há alguma coisa nisso.

    Soundi: Existe algum plano pro futuro do ReVamp?

    Floor: Naturalmente não existem planos para o ReVamp. Nightwish tem toda minha atenção e eu não quero me comprometer com nada mais. E seria injusto também, para com os outros membros do ReVamp, estabecelermos intenções que não iriam se realizar. Se existe algo importante que aprendi nos últimos anos, é que eu não quero fazer muitas coisas ao mesmo tempo novamente. Eu realmente não quero tudo isso. Quero dizer, começar um novo álbum do ReVamp e planejar uma turnê logo após a turnê mundial do Nightwish. Eu Amo o ReVamp, mas para continuar com a banda, nós precisamos encontrar um tempo adequado.

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com

    Head up High: Sua fonte mais completa sobre Floor Jansen e Nightwish.

  • (English) Magazine – SOUNDI

    (English) Magazine – SOUNDI

    Floor Jansen to Soundi Magazine.

    12_14_a

    Head up High, your best reference about Floor  😉

    There has been no lack of drama in Floor Jansen’s recent years, the singer who got an urgent call for Nightwish’s vocalist. Now, the turbulent phase is luckily behind her and the Dutch singer has found peace on the outskirts of Joensuu and in Nightwish’s line-up. Jansen won’t be seen much in North Karelia in the future, NW’s tight schedule will make sure of that.

    It is 12 o’clock and Floor Jansen walks to the lobby of a hotel in Helsinki. “Good morning, how are you?”, she greets with fluent Finnish. According to Jansen’s wish, we have made an appointment exactly at noon, which aptly indicates her rigid work morale to say the least. Singer’s last night was spent on blue-white wings on the trip from the US to Finland.

    Today Jansen knows the limits of her strength, but still a few years ago the situation was pretty different. She burned herself out under heavy workload and recovery took time – in fact, the recovery process was not completed when Nightwish contacted her.

    Jansen’s road into the limelight as the front-figure of the most popular Finnish band of all time has been challenging, eventfull and intriguing. At times, her belief in music has been put to the test, but always the right path has found. Jansen’s first well-known line-up, having released five studio albums, After Forever disbanded about five years ago, but Jansen did not remain idle: her own ReVamp band engaged her full-time, even too full-time. Then, on a bright autumn day, a Finnish band contacted her …

    Ω

    Soundi: When you were a child and a teenager, your family moved many times. What kind of memories do you have of those early years?

    Floor:  The foremost memories are related to the frequent change of the places of living. Getting to know new people has never been the easiest thing for me, so moving felt unpleasant: just when I got new friends, we packed up our stuff and pulled up stakes. When I was young, I was on my own a lot, although my little sister and parents were always close. Moving had good sides too. I learned already as a child to adapt to new places and I realized that a home can be anywhere. When you feel comfortable and safe, you are at home anywhere in the world.

    Soundi: There is a photo on your website from 1983, where you pose with headphones. Music seemed to be a part of your life already at early stage. 

    Floor: My parents were not musicians, but especially my father liked really much music. Santana, Sting, the Beatles and many others became familiar. I also remember vividly long breakfasts on Sunday mornings and classical music in the backround. My environment was absolutely positive towards music and my father also taught me some basics of guitar playing later.

    Soundi: What instruments can you play? 

    Floor: I played flute for many years, so it is my strongest instrument. In some way sensible sounds I manage to produce with guitar, bass and piano.

    Soundi: And singing – How and when did you get interested in it? 

    Floor: With a school musical based on Andrey Lloyd Webber’s production. When I went to high school, they were searching willing people to implement a music project and I decided to participate in a singing test. I was selected for the two-year project and I learned quite a few new things during that period. At the same time I joined a school band and I also got to a real studio for the first time.

    Soundi: Was the premiere of the musical your first performance in front of a big audience? 

    Floor: Yes, it was. I enjoyed enormously being on stage and I realized I found my thing. We had been practising hard for a long time, but still many other performers were vomitting due to anxiety before stepping on the stage. I wasn’t nervous at all – on the contrary, my body was full of adrenaline and I wanted to show everyone what I could do. In this respect, I haven’t changed at all, because I have always enjoyed performing. It was a really great time, since I had real, good friends, and then we moved! Mobile phones and the Internet were still making their way at the time, so communication with my musician friends was virtually impossible. In those days, I started to listen to more alternative music and I found artists such as The Doors, Janis Joplin, Nirvana and Pearl Jam. I felt that all students at my new school listen to some sort of house music and wear horrid clothes. I had Doc Martens’, combat trousers, a band shirt and I dyed my hair with different shades. I looked insanely different from the others.

    Soundi: Did your friends have records? Before the Internet era, finding new music might have been challenging.

    Floor: Fortunately, there was a good record shop nearby and I spent often hours there listening to various bands. One day I met a person who liked considerably heavier bands. Carcass and Slayer felt a bit too rough then, but for instance Machine Head, Pantera, Moonspell and Paradise Lost hit hard. Then, I heard The Gathering’s Mandylion and I fell in love with the album from the bottom of my heart. Anneke van Giersbergen’s brisk vocals and heavy guitars made a mind-boggling entity. If I had to choose the most impressive long-play to me, Mandylion would be it by far.

    Soundi: You have also told you were bullied at school. 

    Floor: It was mental bullying – physical bullying or even violence are more boys’ issue. Bullying was very tough at times and it took seven years in all. So sad memories still remain that I haven’t called for class reunions much. Of course, I tried to discuss the matter with my teacher but s/he was unfortunately a spineless instance. It was unpleasant to go to school in the morning: when I shut the home door behind me, I was on my own.

    Soundi: It was 1997, when you joined the line-up of After Forever as sixteen years old. How did it happen? 

    Floor: I heard an intriguing rumour that a metal band from my neighbourhood seeks a backing female vocalist. In those days, After Forever played death metal, but the male vocalist separated from the band only after a few weeks and at the same time the band made some checks for their music style. Then, I became the lead singer. AF’s beginning was hard. I had an apprenticeship at a horse stall in another district. School and work week ended on Saturday afternoon, and then being totally exhausted I went to the band practice sessions. The band leaders, Sander Gommans and Mark Jansen, were extremely serious with the band, and I felt myself a bit outsider as I couldn’t give everything for the band. In 1999, my plans changed: I got an admission to newly founded The Rock Academy in Tilburg and AF got a record deal. Suddenly, music became the center point in my life and I decided to make it my profession.

    Soundi: How do you feel today when listening to AF’s first album ‘Prison of Desire’ released in 2000?

    Floor: I was an inexperienced singer and everyone in the band were inexperienced, so it is useless to listen to it with too critical ears or comparing it with the present state. The album was the image of those days and as such a very important part of my musical history. We should keep in mind that female singers in metal bands were quite rare at the time, and I am very proud of my pioneering status. I took my first singing lessons no earlier than after the recordings of ‘Prison of Desire’. My teacher asked: “What do you want to learn exactly?”. Well, I said: “I want to learn to sing”. I wasn’t really able to describe it more specifically. Until after gaining singing skills, I understood, what I should learn next.

    Soundi: What would you like to learn next?

    Floor: At least there is a lot to train and to digest at both extreme ends. For example, I am able to sing in an operatic way, but an expert certainly notices that I am not a real opera singer. It would be also very interesting to have deeper insight into the secrets of the death metal singing style.

    Soundi: From outsider’s point of view, it seems that AF’s career ended a bit suddenly in 2009.

    Floor: We had got a deal with Nuclear Blast and the band was taking off. Enough was eventually enough, and Sander Gommans who worked hard for the band had burnout. We weighted different alternatives: would we continue after a break or does the band have a future without Sander? About a year later, we realized that a collective flame was not blazing anymore. AF didn’t feel the same 100 percent matter of the heart as before. The decision to discontinue was painful, but on the other hand, it would have been wrong both towards the fans and towards us to continue forcibly.

    Soundi: When AF was on hiatus, you founded a new project ‘Sinh’ with Norwegian guitarist Jørn Viggo Lofstad (Pagan’s Mind), though Sinh never released anything.

    Floor: I was feeling down at the time, because after ten years from the first record deal I was at the empty table again. I started working at a bookstore, because I needed money. After a while I decided to create a new band even though I knew it would put me to trouble, since raising a newcomer at least to a tolerable level needs enormous resources. I founded ReVamp in autumn 2009 and I started working also as a band manager. I was able to do it for some time, but in 2011 my strenght finally ran out and I had burnout. I liked to do everything related to ReVamp, but I didn’t realize working too much, way too long. Finally, I had to admit to myself that figuratively I had been run over by a train. I noticed I was totally exhausted and I wanted to do nothing but lying at home. For example going to a grocery store was a big effort. I slept, slept, slept more, walked the dog, ate a bit, went to the bed again. Goddam, I was in the thirties, and I felt myself like a hundred years old.

    Soundi: How did your recovery start? How did you start to feel better? 

    Floor: I didn’t want to take medicine. What do you do when feeling tired? You rest. I tried to rest and was hoping the next day will be better than this. Little later I went to the therapist, since I wanted answers to the questions: ‘how did I end up to this situation?’ and ‘what can I do to avoid this in the future?’ Slowly, I started to feel better and I began to think a possible future with music. Could I work as a full-time singing teacher and carry on a band career as a hobby? I was thinking and thinking… And then, I got a call, which I couldn’t really expect.

    Soundi: You told before you enjoy performing and you don’t feel nervous even in a hard situation. NW put you to quite a test instantly. 

    Floor: NW’s offer felt completely unbelievable: ‘Hi, would you like be our touring vocalist?’ When? Now!’ It sounded wild, but for sure, I wasn’t even considering saying no. Firstly, the timing was excelent, since as I said, I was seeking a new direction for my life. The most challenging was that I had to set off practically immediately for Seattle and learn structures, lyrics and vocal melodies of the NW songs in a plane on the way to the US. Fortunately I was familiar with some old NW songs, because I used to train myself among others with Oceanborn and Century Child albums. Instead, I was more unfamiliar with Imaginaerum, so I downloaded it in the first place – by the way, this about ten euro purchase from iTunes might have been the best investment in my life!

    Soundi: How did you feel just before the first performance with Nightwish? 

    Floor: What’s this gonna be? I don’t even know, what I am doing! When the intro started pealing, I noticed to my horror, I didn’t remember even that how the first song begins. Luckily it came back to mind on time… So the concert proceeded a song after song and at some instant it ended – I have pretty weak memory in this. It should be kept in mind that I was still recovering from burnout, when NW contacted me.  The first couple of NW gigs were extreme tests of resilience then… When I withstood the enormous pressure without breaking down, I recognized my healing was in good shape. It was a fantastic feeling.

    Soundi: You got glad tidings about the permanent post in NW after the Sauna Open Air festival gig in summer 2013.

    Floor: We gathered in the hotel lobby bar and the other band members asked me and Troy, if we were interested in joining the group permanently. Surely I had a presentiment that NW might ask such a question, but I didn’t want to take any pressure from it. I would have become sad if had thought between the gigs that ‘oh no, I try to enjoy now as much as possible, since soon this will end’. I also understood that NW must weight the matter precisely, since the band cannot change the vocalist constantly.

    Soundi: Now, you have left behind dozens of big gigs as well as the live packet Showtime, Storytime. Also, the recordings of the eight studio album have finished.

    Floor: I don’t even try to be objective: NW’s next album is the greatest I have ever done in music. Wait, actually it is the best album ever! I am sure the album raises NW to a new step again, as it is something… well, bigger and more special. I dreamt before the making of the album that with respect the to vocal lines, Tuomas would challenge me to the extremes and I would be allowed to use my voice as versatilely as possible. Well, I couldn’t have received more in return to my wishes. Tuomas introduces the vocal lines he has thought by means of keyboard demos, so there is always room for vocalist’s interpretation and ideas. We spent last summer in Röskö, Kitee recording and arranging the songs and we examined different approaches. The whole band was often there and everyone could give an immediate response about the functioning of the ideas.

    Soundi: Evolutionary scientist Richard Dawkins is one of the guests on the album. This piece of news raised quite a storm of comments.

    Floor: The fiercest opinions – such as ‘I will burn my NW discs’ – came undeniably as a surprise. In the Internet, it’s easy to shout harsh statements without thinking closely, but isn’t it worth stopping for a moment before pressing the enter key. It should be clear to everyone that NW doesn’t want to preach for one or another opinion. If we want something, it is to arouse thoughts – think and weight things and then form your opinion.

    Soundi: You know well that people draw drastic conclusions quickly.

    Floor: It is strange indeed that someone bothers to create a hate page in the Internet, because I don’t have time to chat or take photos just with him or her after a concert, for example. Some people don’t seem to understand in any way that sometimes there is no time for it.

    Soundi: You moved to Joensuu last summer. How did this decision arise?

    Floor: I started learning Finnish in spring 2013. During the same year, I visited to Finland several times for both working and vacationing. For example, autumn nature, colours of the trees etc. impressed me greatly then, and they still do. I also like winter and snow, although a snowy road brings challenges to someone who is used to drive a car in the Netherlands. Then, this year’s spring came and I had to move in any case. I was thinking if I search for a new house in the Netherlands or pack my stuff and set off for Finland. Since all my visits to Finland had been very nice, the decision was finally easy. I also want to learn to speak Finnish fluently. I am not Finnish but I am becoming Finnish quickly. And it is great.

    Soundi: Which Finnish things have come as a surprise?

    Floor: At least Prisma and such big supermarkets! In the Netherlands, there are no shops where you can buy everything possible. I don’t know if it is a real surprise but many Finns like to cook at home. For example, in the US, people are always eating out – and they call McDonald’s a restaurant. You can live in Finland without liking to sauna, but it is a little difficult. Fortunately I love saunaing and during the NW summer camp I saunaed a lot. A hot lakeside sauna, a twilight summer night, warm water… There is something in it.

    Soundi: What ReVamp’s future looks like?

    Floor:  There are no plans with ReVamp. Naturally, NW gets all my attention and I don’t want be engaged to anything else. I would be also unfair towards the other members of ReVamp if we established intentions that won’t come true. If there is something I have learned in recent years, it is that the most important thing is that I won’t crave too much anymore. I don’t really know if I want straight to a new rat race again – I mean, to start making a new ReVamp album and plan a tour – after NW’s next world tour. I love ReVamp but to continue with the band, we must find a suitable time. Despite, we have to remember in the midst of all this awesomeness, there is more in life than the recording sessions and tours.

    English by nightwishforum.com

    Português

    www.floorjansen.com | www.nightwish.com | www.revampmusic.com
    www.headuphigh.com.br, Your best reference about Floor.
  • Interview – Myglobalmind

    Interview – Myglobalmind

    Recentemente Floor Jansen realizou uma entrevista para o  MYGLOBALMIND.  Segue abaixo a tradução de alguns pontos importantes:

    ReVampInterview-Main

    Ao estar em duas bandas, qual é a melhor forma de cuidar da sua voz?

    Floor: A coisa mais importante é dormir o suficiente e se alimentar saudavelmente. Isso é uma grande preocupação que eu tenho. Em segundo lugar, e igualmente importante, é não ficar estressado com coisas que você não pode evitar de qualquer jeito. Já presenciei vocalistas completamente estressados com o pensamento em turnês e shows, e isso acaba atrapalhando e interferindo na sua voz. Não consumo álcool antes dos shows, o máximo que me permito é um copo de vinho, até atingir uma afinação perfeita, e evito os alimentos gordurosos.

    Qual é o cronograma para o novo álbum do ReVamp?

    Floor: Eu não sei. Eu realmente não quero dizer nada porque eu vou estar excursionando por dois anos com o Nightwish e, talvez, durante esse tempo eu posso começartrabalhar nisso ou talvez não. Acho muito difícil criar uma banda durante a turnê com outra. Teria que ser depois de terminar a turnê e desde então, eu realmente não posso prever quando isso será. Eu não posso dizer muito. Nightwish é uma banda grande, então vem em primeiro lugar.

    Seu segundo álbum Wild Card foi bem pesado … Houve algum tipo de instinto primitivo que contribuiu para isso?

    Floor: Eu estava apenas pensando de como seria bom fazer algo pesado como fizemos. Os ingredientes trabalhados desta forma, especialmente com nosso guitarrista Jord Otto, do qual veio com um monte destas coisas pesadas que foi voltado para o que tínhamos em mente.

    Me diga: as letras ainda são feitas principalmente por você, ou mais de um esforço em grupo?

    Floor: A gravação definitivamente não é apenas o meu bebê, é da banda, principalmente pelo Jord Otto, Ruben Wijga, o tecladista, e eu. E eu imagino que continuará no futuro também.

    Olhe em sua bola de cristal e me diga: o que esperar de novidades do Revamp neste período de inatividade?

    Floor: Acho que será extremamente difícil ter alguma novidade, porque eu nunca estive em uma situação em que eu tenha me unido em uma das maiores bandas do planeta, fazendo turnês e trabalhando por quase três anos seguidos. Depois de tudo isso nem consigo dizer nada, porque só quero que as coisas venham quando for o momento.

    Quando você não está trabalhando com as bandas, o que você faz para relaxar longe da música?

    Floor: A música é uma grande parte da minha vida e nunca estou muito distante, mas há outras atividades que me fazem bem, gosto de levar os meus cães para uma caminhada na mata, e de fazer Yoga. Eu descobri isso há alguns meses e eu me sinto muito bem. Eu faço yoga e é bastante intenso para a mente e o corpo. Gosto também de ler e assistir séries como Game of Thrones.

    Sim !! A estréia da 4ª temporada será em poucos dias aqui nos EUA. Quem é seu personagem favorito?

    Floor: Oh, eu não sei . Essa é uma pergunta difícil! Season 4?? Poxa cara, isso é foda porque estou a uma temporada atrás de você, eu só comecei a assistir na terceira Temporada. Então não me diga nada (risos) !

    Quais bandas têm tido sua atenção atualmente?

    Floor: Tenho ouvido muito material do Soilwork, Eu sou um grande fã e eu estou realmente cantando com eles durante a gravação do DVD em um show em Helsink. Eu adoro Karnivool, tenho cantado muito.

    ReVamp

    Website | Facebook | Twitter | Youtube

    ORIGINAL INTERVIEW

    Tradução: Jess & Thomasz
  • Interview – Richard Stark

    Interview – Richard Stark

    Tivemos a oportunidade de entrevistar o Richard Stark. Responsável por ambas as artes dos álbuns (ReVamp, lançado em 2010 e Wild Card, lançado em 2013) do ReVamp, inclusive as fotos promocionais do Wild Card. Segue abaixo algumas curiosidades não somente sobre o ReVamp, mas sobre seu trabalho como fotógrafo e designer gráfico.

    Muito obrigada, Stark!

     1. Para começar, quais são as suas maiores influências de design no mundo do entretenimento (música, cinema, TV, livros, etc.) e como essas influências ajudaram a melhorar seus trabalhos?
    Stark: Basicamente, tudo o que já existe é uma influência. Como designer, eu continuo tentando misturar essas coisas para criar algo a partir disso. Uma coisa que eu sempre amei é a arte fotográfica do fotógrafo holandês Anton Corbijn. Algumas das maiores capas de álbum do U2 e Depeche Mode são seu trabalho.

    2. Como você relaciona a ilustração e fotografia à tipografia em seus trabalhos com música?
    Stark: Bem, depende do tipo de música música e da messagem que se deseja passar. O mais importante é que os sentimentos que a música e a imagem passam têm de ser os mesmos. Então, isso também permite que o designer decida que tipo de mídia utilizar a fim de passar a mensagem da forma mais clara possível.

     3. Dentre todas as suas criações gráficas e fotográficas, qual delas é a mais importante para você?
    Stark:  Eu abri a minha própria empresa Stark Artworks no ramo de design gráfico e fotografia, em setembro de 2013. Desde então, meu trabalho favorito é uma fotografia do prefeito de Masstricht bebendo chá pela manhã e lendo o jornal em seu enorme escritório. Uma cena simples com algo épico acontecendo. Esse ensaio fotográfico foi realizado em poucos minutos e, parte dele, se tornou a imagem-chave para a Stark Artworks.
    Ambos os álbuns do ReVamp com certeza foram dois dos meus projetos favoritos no estúdio NI I, em que trabalhei durante sete anos. Especialmente no segundo album, o “Wild Card”. Eles me deixaram tomar conta do projeto do início ao fim. Com certeza foi algo muito divertido!

    Mas, como fotógrafo e designer, eu estou sempre à procura de algo novo. Os meus melhores trabalhos ainda estão por vir!

    4. Como foi criar a arte gráfica e fotográfica dos álbuns do ReVamp e quais os maiores desafios e/ou dificuldades que eles apresentaram?
    Stark: Bom, a princípio, a arte da capa era muito diferente. Uma capa para o album foi finalizada antes que o ensaio fotográfico ocorresse. Uma imagem que passava uma sensação de serenidade e abandono, além de não ter a Floor ou a própria banda nela. Essa capa não foi cativante o bastante, e percebemos que os fãs adorariam ter “sua Floor” na capa. Nós elaboramos um conceito completamente novo durante o ensaio fotográfico para o material promocional.
    Ainda assim, a imagem antiga ainda pode ser vista no meio do encarte. O quarto vazio com o coração na balança. Originalmente, essa imagem deveria ser a capa.

    5. Que tipo de material você pode utilizar quando você estava criando as imagens do Wild Card? Entregaram-lhe somente a idéia inicial, mostraram as músicas como forma de inspirá-lo ou deixaram tudo nas suas mãos?
    Stark:  Durante o processo de criação da arte, eu não ouvi nenhuma das músicas. A Floor descreveu o conceito do álbum durante o nosso ensaio fotográfico. Eu captei toda a ideia rapidamente. No entanto, o coração sangrando foi a parte mais difícil. Não foi fácil obter ou fazer um. Eu liguei para diversos matadouros procurando por um coração de porco porque eles se parecem muito com o coração humano. Mas, por alguma razão, eles não estavam dispostos a nos fornecer um e não tínhamos muito tempo sobrando por termos tido de mudar o conceito da capa. Então, eu encontrei algumas imagens de corações humanos e juntei vários pedaços destas imagens a fim de criar um coração que parecesse um pouco aberto. Para as partes que sangravam, eu usei apenas geléia de cereja e de morango que eu ainda tinha na geladeira! Você pode imaginar que isso foi divertido.

    6. Sobre as imagens promocionais da Floor para o Wild Card: Você teve total liberdade de imaginação ao criar as poses ou todas elas foram indicadas pela Floor?
    Stark: Até onde me lembro, nós gastamos um dia trabalhando nas fotos do album e nas fotos promocionais, além de vários figurinos. A Floor é uma profissional, então ela improvisou nas poses a maior parte do tempo. Então, para mim, como um fotógrafo, foi incrível. O que eu adorei é o fato da imagem mais espontânea que surgiu ter sido a do dedo, no CD. (Espero que não tenha sido especialmente para mim.)

    7. Você já teve algum conflito criativo com alguma banda com que trabalhou por causa de algum “choque” entre o seu conceito e o conceito da música?
    Stark: Eu não fiz muitas artes de album no decorrer dos anos. Mas não houve qualquer problema durante aquele período. Eu acho que sou capaz de captar a essência da ideia de cada um rapidamente. Eu acho, inclusive, que isso é crucial para esse tipo de trabalho. É tudo uma questão de prazos. Então, é melhor não disperdiçar o tempo de ninguém!

    8. Como foi o primeiro contato com a Floor e o que ela tem de diferente no trabalho dela?
    Stark:  Conheci a Floor pela primeira vez em um corredor, quando chegava na empresa em que eu trabalhava. Ela estava conversando com um colega de trabalho e eu pensei que ela fosse uma amiga dele. Eu disse “Bom dia” e segui reto. Mais tarde, eu soube quem ela era e me lembrei que já a havia visto na TV com o After Forever. Acho que foi mais cedo, naquele dia. (Risos)

    Como você sabe, o encanto dela como cantora, de forma geral, é bem enérgico e incrivelmente forte. Mas eu adoro os momentos em que ela é apenas a Floor, agindo naturalmente e sem salto alto. Talvez seja porque, nesses momentos, ela não é mais alta do que eu! (Risos)

    9. Sendo o Design e a fotografia as suas paixões, quais foram as suas maiores dificuldades no início da carreira?
    Stark: Acredito que, antes de mais nada, conhecer todos os softwares que ajudam a converter as suas idéias e visões em arte digital. Isso se torna uma ferramenta cuja prática tem de se tornar tão natural quando andar de bicicleta. Mas isso leva tempo, anos e, acima de tudo, experiência. E experiência traz confiança. Eu tenho de ser confiante. Por que como posso criar ou visualizar a imagem de alguém se eu não tenho certeza sobre a minha? Eu acho que é isso.

    10. Olhando o seu site, é vísivel que você não trabalha exclusivamente com o mundo da música. Sobre essa vasta área, existe algum tipo de trabalho ainda não realizado, mas que você realmente almeja realizar?
    Stark: Eu amo os projetos relacionados à música, mas eles surgem com menos frequência do que os relacionados ao design gráfico ou outras ensaios fotográficos. Geralmente, eu faço alguns trabalhos de retoque para fotógrafos que trabalham com música ou para revistas de Metal. Ainda assim, eu adoraria fazer mais alguns trabalhos de arte como o que fiz para o ReVamp! E o metal é uma cena musical em que, como designer, eu tenho liberdade para agir como desejo. Nessas horas, aquele meu lado negro surge. 😉

    11. Com quais outras bandas que você já trabalhou e de que trabalho específico você mais se orgulha do resultado?
    Stark: Já trabalhei, sim. Mas, a maioria eram artistas holandeses de fama local. Uma vez, eu criei a capa de um álbum mostrando a banda sentada em um foguete feito de ferro-velho e máquinas de lavar que decolava em um campo com uma ovelha. Esse trabalho foi algo bem diferente de uma mulher com um olhar maligno segurando em sua mão um coração recém arrancado e que ainda sangrava, não é mesmo?

    12. Você é o tipo de pessoa que viaja bastante. Qual a melhor lembrança de um país desconhecido e que país você planeja visitar um dia?
    Stark: O Brazil, é claro! Será que alguém aí tem um sofá em que eu possa dormir? 😉 Parece que eu tenho alguns fãs por lá! (Risos) Na minha opinião, as melhores viagens são aquelas que ocorrem fora da sua zona de conforto. Para mim, o Japão, a China e a Islândia são parte desse grupo de lugares. Você vai encontrar um novo mundo fora daqui e, de certa forma, também encontrará uma nova versão de você mesmo, porque você acaba em situações que você nunca imaginaria que fosse estar. Uma das viagens mais memoráveis foi a que fiz ao Japão. Eu viajei por lá durante um mês com um amigo. Nós viajamos por todo o país planejando as coisas a cada dia que passava. Foi a aminha primeira experiência na Ásia. O fato de você não conseguir ler os símbolos, não conseguir entender as pessoas ou não saber que tipo de comida você acabou de pedir faz disso tudo algo surreal. O contato com outras pessoas chega a outro nível pelo fato de você não poder bater um papo nessas horas, o que torna tudo mais direto em todos os aspectos.

    13. Para encerrar, qual é a sua música favorita dentre todas na carreira da Floor Jansen?
    Stark: A “Kill me with Silence”, do disco “ReVamp”, é uma música que chamou a minha atenção e que ficou na minha cabeça por algum tempo. Eu amo o início instrumental e o fato de eu ser apaixonado pela voz da Floor quando ela canta de forma suave. A voz dela é uma das melhores aqui, nos Países Baixos. Tenho certeza disso. O alcance da voz dela de primeira linha! Eu espero muito que nós nos encontremos por aí novamente!

    Obrigado pela entrevista!

    E obrigado a você, Jess, e aos fãs do ReVamp por ainda estarem interessados em mim após tanto tempo. Fico muito feliz por isso!

    Saudações dos Países Baixos,
    Richard Stark.

     

    Page | Twitter | Website

    English

    We had the opportunity to interview Richard Stark, the man behind the artworks used in ReVamp’s albuns (ReVamp, in 2010, and Wild Card, in 2013) and the promo album art for the “Wild Card” album. In the following part, there is some trivia about Richard’s work not only with ReVamp, but as a photographer and graphic designer.

     Thank you, Richard!

    1. Let’s start this interview with this question: What are your major influences on design in the entertainment business (music, cinema, television, literature, etc.) and how did they help you improve your art?
    Stark: Basically everything that already exists is an influence. As a designer I keep trying mixing these things up to get something new out of it. Something I’ve always loved is the artwork photography of the Dutch photographer Anton Corbijn. Some of the greatest album covers of U2 and Depeche Mode are his work.

    2. When you work with music-related art, how do you link illustration, photography, and typography and incorporate these elements into your art?
    Stark: Well, it depends on the Music and what message you want to tell. The main thing is that the feeling of the artwork has to be the same as the music it has to visualize. So that also let’s you decide, as a designer, what media you’re going to use in order to make that message clear in the most effective way.

    3.  Among your works (photographies and artworks, for example), which one of them is the most important to you?
    Stark: I started my own company Stark Artworks in graphic design and photography in september 2013. Since then my favorite work is a photograph of the mayor of Maastricht, drinking his tea in the early morning and reading the paper at his huge office room. A simpel scene with something epic going on. This photo-shoot was realized in just a couple of minutes. It became a key-image for Stark Artworks.

    Both ReVamp albums were definitely two of my favorite projects at Studio NI I worked there for seven years. Especially the second album Wild Card. They let me go all the way. It was definitely a fun ride!

    But as a photographer and designer I always keep looking forward. My best work is still in front of me!

    4.  How was the process of creating the art for ReVamp’s albums? What has been the greatest challenges you have faced to create these arts?
    Stark: Well, the cover artwork looked very different at first. An album cover was finished before the photoshoot took place. An image that was more sereen and abandoned, without even Floor or the band on it. That wasn’t catchy enough, and we realized that the fans would love to have „their Floor” on that cover. We made up a complete new concept during the photo-shoot for the promo-material.

    The old image can still be seen in the middle of the booklet though. The empty room with the heart on the scale. It was originally made for the cover.

    5. When you were creating the art for the “Wild Card” album, what kind of material did you have available? Was there a main idea? Did they present you some of the songs so you could get some inspiration or did they let you work on your own ideas?
    Stark: During the artwork process I haven’t heard the music at all. Floor described it during our photo-shoot. I had it all in mind very quickly. The bleeding heart was the hardest part though. It was not that easy to get or make one. I called up several slaughter houses for a pig heart. Because they seem to look very similar to human hearts. But it was in some way a big deal for them to give one away and there wasn’t that much time left because of the fact we had to switch the cover concept. So eventually I found some stock footage of human hearts and pasted parts of them together to create a new heart that seem to be torn open a bit. For the bleeding parts I just used cherry and strawberry jam I had left in the fridge! You can guess that this was fun.

    6 – About the promo album art of Floor for “Wild Card”: did you have artistic freedom when suggesting poses? Or were they made by Floor herself?
    Stark: As I remember we spend a day on the fotoshoot for the album and promo pictures. Including various outfits. Floor is a pro, so she improvised her poses mostly all the way. So for me as a photographer that was amazing. What I love is that the most spontaneous picture went up on the disc itself. The finger.(I Hope it wasn’t meant personally towards me)

    7. Have you ever had a conflict of ideas with any band you worked with? If so, did it happen because of a difference in interpreting a concept?
    Stark: I haven’t done that much album artwork over the years. But there weren’t any problems during those times. I think, i’m able to catch the essence of someone’s idea quite quickly. I think that’s also crucial for this job. It’s all about deadlines. So I better don’t waste anybody’s time!

    8. How was your first contact with Floor? In which aspect do you think her work stands out?
    Stark: The first time I met Floor was in a hallway when I arrived at work. She was talking to my college and I thought she was a friend. I said „Goodmorning” and walked just past her. Later on I heard who she was and I realized that I have seen her on TV with After Forever before. I guess it was very early that day. (laughing)

    As you know her overall appeal is very energetic and amazingly strong as a singer. But I love the moments when she’s just the natural Floor and without heels. Maybe this is only because, in those moments, she’s not taller than me! (laughing)

    9. Since design and photography are your greatest passions, we have a question about it: what were the greatest obstacles you had to overcome in the beginning of your career?
    Stark:  I guess first of all; learning all the computer programs that help to convert your idea’s and visions into digital art. It has to become a tool that’s has to be as normal as your tooth brush. But it takes time, years and most of all experience. And experience brings confidence. I have to be confident. Because how can I create or visualize someone else’s image if i’m not sure about my own? I guess.

    10. By taking a look at your website, it is clear that you don’t work exclusively with the music business. Do you have any kind of project you’d like to work on?
    Stark: I love the music projects but they come in less then graphic designs or various other photo-shoots. On regularly basis I do some retouch work for Music photographers and Metal Magazines though. I would love to do more album artwork like I did for Revamp! And Metal music is a scene where I can go crazy as a designer. It’s that dark side deep inside of me that comes out at these moments. 😉

    11. Have you worked with other bands? If so, is there any project you are proud of?
    Stark:  Yes I have, but mostly local Dutch music. I once created an album cover showing a band taking off on a rocket made of junk and washing-machines in a field with sheep. That’s quite different than a evil looking woman holding a fresh torn-out bleeding heart in her hand, right?

    12. You’re the kind of person who travels a lot. What is the greatest memory you have from travelling to a country you’ve never been to before? Is there any country you’d like to visit someday?
    Stark: Brasil someday of course! Does somebody have a spare couch left? 😉 Seems like I have fans myself down there! (laughing) In my opinion the best travels are those out of your comfort zone. Japan, China and Iceland are for me some of those places. You’ll find a new world out there and, in a way, also a new version of yourself. Because you end up in situations you could never think of in the first place. One of the most memorable trips was Japan. I went there for a month with a friend. We travelled through the whole country planning it day by day. It was my first Asian experience. The fact that you can’t read signs, can’t understand people or not knowing what food you just ordered makes it a kind of surreal. The contact with people is on another level because of the fact that you can’t chit-chat at those moments what makes it very direct in all kinds of ways.

    13. Just to finish: which song is your favorite from Floor Jansen’s career?
    Stark: “Kill me with Silence” of the ReVamp debut Album is a song that caught my attention and didn’t let me go for a while. I love the instrumental beginning. And the fact that I’m a sucker for Floor’s voice when she’s singing in a gentle way. Her singing voice is one of the best here in the Netherlands, i’m sure of that. The variousity of her voice is world class! I surely hope we’ll run into each other some day!

    Thank all of you for this interview!
    And thank you Jess and the ReVamp fans for being still interested in me after all this time! Appreciate it a lot!

    Greetings from the Netherlands,
    Richard Stark.

    Page | Twitter Website

  • Ruben Wijga – Interview

    Ruben Wijga – Interview

    Muito obrigada, Ruben!

    1. Antes de tudo: O que as músicas Sweet Curse e Distorted Lullabies representam pra você? Existe algum tipo de relação entre as duas? E como você se sentiu tocando novamente I Lost Myself?

    Ruben Wijga: Ambas as músicas são baladas tocadas no piano. Mas, para mim, essa é a única ligação entre estas duas músicas. Antes de compormos “Distorted Lullabies”, já tínhamos a ideia de uma balada tocada no piano que tivesse uma espécie de “mudança brusca”. A “mudança brusca” acabou se tornando uma balada tocada no piano que, levemente, tornava-se uma música pesada e intensa.

    Tocar “I Lost Myself” ao vivo é sempre algo especial. É a única música do ReVamp em que os outros membros não participam. Então, há apenas os vocais e o piano. Toda vez que tocamos essa música, surge uma atmosfera única no palco, assim como entre o pessoal da plateia.

    2. Wild Card é um album concentual. Se comparado ao primeiro album, possui um peso bem maior. Como você ve o amadurecimento e a evolução do ReVamp, principalmente na sua participação nas mudanças tão visíveis em cada uma das músicas?
    Ruben Wijga: Todos nós queríamos que o segundo álbum fosse mais pesado do que primeiro. Antes de começarmos a compor, nóz fizemos um painel semântico com as músicas que gostávamos. Ao ouvir as músicas do painel, eu percebi que tinha de criar uma sonoridade “própria” para este álbum no que dizia respeito aos arranjos de teclado a fim de torná-lo único e interessante. Já que eu gosto muito de música eletrônica, decidi utilizar esse tipo de som e arranjos de sintetizador no “Wild Card”.

    3. Anos atrás, como foi o processo de integração ao ReVamp? Algo profissional, ou você já conhecia a Floor?
    Ruben Wijga: Eu não conhecia a Floor ou o pessoal da banda pessoalmente quanto entrei para o ReVamp, com a exceção do Jord. Eu o conheço desde o colegial. Nós dirigíamos juntos para os testes e, no caso, ambos conseguimos entrar.

    4. Quando você não está trabalhando com o ReVamp, quais são os tipos de projetos que você se dedica?
    Ruben Wijga: Atualmente, trabalho com Joost van den Broek com uma certa frequência. Ele é produtor de diversas bandas e projetos bacanas e, geralmente, não tem tempo de fazer tudo por conta própria. O meu trabalho é escrever as partituras musicais para os músicos que estão gravando baseado na préprodução do Joost.
    No ano passado, eu me juntei ao Christmas Metal Symphony. Neste ano, eu também farei algumas coisas nos bastidores, como a organização da orquestra.

    5. Além do teclado e violino, que outro tipo de instrumento você toca, ou agrade, ou tenha vontade de aprender?
    Ruben Wijga: Eu sei fazer algumas coisas simples no violão. 🙂 Antigamente, eu tocava baixo em alguns projetos. Até cheguei a tentar tocar baixo sem trastes por algum tempo.
    Eu gostaria de aprender a tocar gaita cromática, assim como Stevie Wondero e Toots Thielemans. Eu adoro o som daquele instrumento. Eu também gostaria de aprender a tocar triângulo, mas acho que é aí já é demais pra mim. 😉

    6. Poderia nos contar um pouco sobre sua rotina em turnê? Sabe-se que é difícil manter uma vida digamos que saudável quando se está na estrada. O que você faz para se cuidar, especialmente durante mudanças drásticas de tempo de um país para o outro?
    Ruben Wijga: Eu como e bebo até me satisfazer, de forma moderada. Procuro me exercitar sempre que posso, durmo bem e procuro relaxar sempre que preciso. Então, não é nada muito especial, mas algo bem simples e dinâmico.

    7. De repente, você começou a usar esse bigode peculiar e é visível a dedicação que você tem por ele. Quais são seus cuidados? hahaha’
    Ruben Wijga: Eu o penteio algumas vezes ao dia (com um pente que ganhei de presente de certos fãs incríveis. Obrigado! haha) e passo um pouco de cera modeladora para preservar a forma.

    8. Sobre os seus desenhos (que são lindos): Você os vê como uma paixão também ou apenas hobby?
    Ruben Wijga: Obrigado! Eu comecei a desenhar há pouco tempo, então, por enquanto, eu os vejo apenas como um hobby ainda que eu seja apaixonado por eles. Eu adoraria passar mais tempo praticando a fim de melhorar, mas o dia só tem 24 horas…

    9. Ainda sobre os seus desenhos: Já pensou na possibilidade de trabalhar na artwork do terceiro álbum do ReVamp?
    Ruben Wijga: Na verdade, não. Há muitas pessoas que podem fazer artworks fantásticas e eu não sou uma delas. Eu gosto de desenhar, mas produzir uma artwork é algo completamente diferente. Eu acho que, por enquanto, vou continuar com o lápis (preto ou cinza) e o papel. 🙂

    10. Qual é a sua melhor memória? Algo divertido ou até mesmo estranho sobre sua primeira vinda ao Brasil.
    Ruben Wijga: As turnês norte-americana e sul-americana foram fantásticas! Foi a minha primeira vez fora da Europa, então só isso já foi algo especial. Eu adorei ver as Cataratas do Niágara, o Cristo Redentor e a cidade maia de Chichén Itzá.

    BONUS

    (…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…”  Diga alguma coisa em defesa contra o baterista Matthias Landes 😛
    Ruben Wijga: Ele está coberto de razão. 😉

    Facebook | Twitter | Youtube | Google+

    ENGLISH

    Thank you, Ruben!

    1. Before anything: What do the songs “Sweet Curse” and “Distorted Lullabies” represent to you? Are they related somehow? How did you feel playing “I Lost Myself” again?
    Ruben Wijga: They’re both piano ballads of course, but for me that’s the only connection between these two songs. Before we wrote Distorted Lullabies we already had the idea of a piano ballad with a twist somehow. The twist turned out to be a piano ballad that smoothly develops into a heavy and massive song.
    Playing I Lost Myself live is always special. It’s the only ReVamp song where the other guys don’t play. So only vocals and piano. Every time we play this song there’s an unique atmosphere on stage as well as in the audience.

    2. WildCard is a concept album. When compared to the first album, we notice it is a lot heavier. How do you see ReVamp’s coming of age and evolution, specially when it comes to your musical contribution in the change of style we can clearly notice in each of the songs?
    Ruben Wijga: Everyone of us wanted the second album to be heavier than the first album. Before we started the songwriting process we made a mood board with songs we liked. Listening to this mood board I realized I had to create an ‘own’ sound for this album concerning the keyboard parts to make it an interesting and unique album . Since I like electronic music a lot, I decided to use that kind of sounds and synth parts for the Wild Card album.
    For the orchestration part I didn’t want to make it too stereotype. I Like contemporary classical music a lot, and thought the tension, almost craziness, and atmosphere would suit some songs we wrote as well. For me, this was the perfect opportunity to make some interesting orchestra arrangements! Luckily the other guys and girl liked it as well 🙂

    3. How what the process of joining members for ReVamp years ago? Was it something strictly professional or did you already know Floor?
    Ruben Wijga: I didn’t know Floor and the guys personally when I joined ReVamp, except for Jord. I know him since high school. We drove together to the auditions, and both got the job.

    4 . On which projects do you focus when you’re not working with ReVamp?
    Ruben Wijga: I regularly work for Joost van den Broek these days. He produces a lot of cool bands and projects, and hasn’t always the time to do everything himself. My job is to make sheet music for the recording artists based on his preproduction.
    Last year I joined the Christmas Metal Symphony. For this year I will also do some things behind the scenes, like the organization of the orchestra.

    5. Besides playing violing and keyboard, is there any other instrument you play, enjoy or would like to learn how to play?
    Ruben Wijga: I can do some basic stuff on an acoustic guitar 🙂 I played bass guitar for some projects in the past. I even had a fretless bass for a while.
    I would like to learn to play a chromatic harmonica, like Stevie Wonder and Toots Thielemans. I love the sound of that instrument. I also would love to learn to play the triangle, but I think that’s far out of my league 😉

    6. Could you tell us a bit more about your tour routine? It’s known that it’s hard to keep healty when you’re on the road. What do you do to take care of your health specially during a sudden change in the weather when you’re going from one country to another?
    Ruben Wijga: Eat and drink decently and enough. Try to exercise when possible. Get enough sleep. And try to relax when possible. So nothing special, pretty straight forward.

    7. All from sudden, you started using this peculiar moustache and it’s noticeable how caring you are about it. How do you take care of it? hahaha’
    Ruben Wijga: I comb it a couple of times a day (with a comb I got as a present from some awesome fans, thanks!), and I put some wax / pomade in it to preserve the shape.

    8. About your drawings and paintings (which are beautiful, by the way): do you seem them as a passion or are they just a hobby?
    Ruben Wijga: Thanks! I just started to draw, so for now I see it just as a hobby, although I am very passionate about it. I would love to spend more time into it to get better. But there are only 24 hours in a day…

    9. Still about your drawings and paintings: have you ever thought about the possibility of working on the artwork for the third ReVamp’s album?
    Ruben Wijga: No, not at all. There are enough people who can make great artwork. And I’m not one of them. I like to draw, making artwork is a completely different thing. I think I will stick with graphite (black, grey) and paper for now 🙂

    10. Do you have any memory you consider the best? Could it be anything funny, weird or related to the first time you’ve been to Brasil?
    Ruben Wijga: The whole North and South America tour was a blast! It was my first time out of Europa, so that felt already special. I loved seeing the Niagara Falls, Christ the redeemer and the Chichen Itza Mayan temple city.

    BONUS

    “(…) Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders…” Say something in your defense against the drummer Matthias Landes, hahaha 😛
    Ruben Wijga: He’s totally right 😉