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  • STORYTIME #5: Surprise Makeover with Elfa

    STORYTIME #5: Surprise Makeover with Elfa

    Tradução: Head up High, my dear! | Storytime #1#2#3#4


    Como todos vocês sabem, Hannes e eu moramos no interior da Suécia, onde fazemos todo o trabalho ao redor da casa. Por conta disso, temos uma garagem bem grande, mas não a mais arrumada. Nós tivemos uma grande surpresa quando a Elfa se prontificou para arrumar e fazer algo especial com ela. Confiram! Obrigada, Elfa!

    Ω

    Hoje, a Elfa Storage Expert Christine Dalman está indo visitar a família Van Dahl, onde as estrelas do metal Hannes, do Sabaton, e a Floor do Nightwish, precisam de uma ajuda para ajeitar sua garagem.

    “Eu falei com o Hannes algumas vezes por telefone e ele disse que com todas as viagens que ele faz, tudo fica muito bagunçado e a Floor reclama bastante. Atualmente ela está na Finlândia ensaiando, e nós estamos aproveitando a oportunidade para sentar e conversar sobre o que eles precisam de ajuda, quais interesses eles têm e o que eles precisam guardar em sua garagem.”

    Christine: Olá Hannes!
    Hannes: Olá, bem-vinda!

    Christine: Obrigada, é muito bom estar aqui.
    Hannes:  Esse é Fenris, ele é meu bebê!

    Christine: Olá!
    Hannes: Ele tem apenas 16 semanas de idade.

    Christine: Quão grande ele vai ficar quando ele crescer totalmente?
    Hannes: Do mesmo tamanho que seu carro. Talvez não da mesma cor…

    Christine: Quando abriu aqui e tinha um portão, eu quase me senti em Hollywood.
    Hannes: Sim, exceto com os pastos para as vacas.

    Christine: Como que você veio parar aqui?
    Hannes: Bem, essa é uma boa pergunta. Eu sou um baterista, então em todas as casas que eu morei eu tocava. Eu precisava ir aos vizinhos perguntar “eu estou te perturbando?”

    Christine: Não, mas…
    Hannes: Exatamente, esse é o jeito sueco de dizer “Não, mas eu consigo escutar! ”. E isso significa que sim, você está me perturbando, mas eu não tenho coragem de dizer isso. Então eu pensei que aqui é um lugar que eu poderia viver do jeito que eu quero. Nós podemos tocar e cantar e termos cavalos e cachorros. Vou te mostrar! E aqui estamos nós.

    Christine: Que legal. É aqui onde você senta e pratica?
    Hannes: Sim, onde eu pratico e crio. Esse é meu escritório.

    Christine: Mas quanto tempo, dado que você está sempre viajando, você precisa para ensaiar? Quanto tempo você apenas senta aqui e pratica?
    Hannes: Bem, posso dizer que eu fico aqui bastante tempo. É uma ótima diversão.

    Christine: E você toca todos eles?
    Hannes: Eu todo todos eles, o máximo que eu posso. Veja isto, há muitas coisas legais e muitas delas são das nossas memórias, minhas e da minha esposa, então nós constantemente brigamos por conta disso.

    Christine: Do geral, quem tem mais?
    Hannes: Sim, ela coloca uma dela e tira um meu, então eu tiro uma dela e coloco um meu, e assim vai…, mas alguns tem um significado pessoal mais intenso. O primeiro de tudo, esse é quando eu e minha banda esgotamos um show em Wembley. Então temos esse, quando Floor e sua banda esgotou o Wembley, então tem um misturado de coisas muito legais. Ainda é como uma validação do que fazemos… As pessoas gostam, o que é o maior elogio que você pode receber: “Eu amo a sua música!” – nada me deixa mais feliz.

    Christine: Como que você se tornou um rockstar? É algo que você sempre sonhava desde criança e depois falou “é isso que eu quero ser”?
    Hannes: Não, não ser um rockstar…. Apenas tocar era importante para mim.

    Christine: Mas você nunca viveu aquilo de ter festas a noite toda, jogar TVs pela janela do hotel?
    Hannes: Sim, mas você não consegue mais joga-las por elas serem de tela plana – nada acontece com elas!

    Christine: Ah, então você tentou?
    Hannes: Sim! Mas antes era mais legal, porque quando você jogava as TVs de tubo, elas explodiam!

    Christine: Então você entra num personagem? E a Floor também? Quando você está num palco, quando você coloca as suas roupas e toca?
    Hannes: Sim, mas com as roupas de palco, elas são como voltar para casa, onde você está confortável, onde você sabe o que está fazendo, contanto que eu as esteja usando, você pode ter um show – diga que você teve um voo longo e está tão cansado que acha que não consegue fazer o show. Voce coloca a roupa de show e… Pronto! Imediatamente!

    Christine: Voce entra na hora no personagem!
    Hannes: Sem problema nenhum. Então nós tocamos! Aqui é onde eu sento e trabalho, e componho.

    Christine: Quando você está sentado e praticando sozinho, você escuta alguma música? As músicas da sua banda?
    Hannes: Para tocar junto? Sim. Mas diga que Sabaton está indo fazer uma turnê, nós nos juntamos uma semana antes na Alemanha, ou Australia, ou Japão ou em qualquer lugar para ensaiar a produção. Com toda a equipe, todas as pirotecnias e tudo mais. Mas eu preciso praticar em casa primeiro, então eu pratico em casa, então nós nos juntamos para ensaiar e depois saímos em turnê.

    Christine: Voltando para quando você mencionou a Wembley, há outras arenas? Alguma que eu possa ter visitado?
    Hannes: Sim, você já esteve em Wembley?

    Christine: Não! [risos]
    Hannes: Mas você esteve em Scandinavium!

    Christine: Sim! Sim, Disney on Ice.
    Hannes: Sim, exatamente, nós somos um pouco como Disney on Ice, mas com distorção. Veja isto! É de quando tocamos no Scandinavium e no Hovet.

    Christine: Oh wow!
    Hannes: Eles também significam muito, tocar para os nossos conterrâneos.

    Christine: Mas você toca em todo o mundo!
    Hannes: Sim, principalmente ao redor do mundo.

    Christine: E essas são as suas adições recentes? Ahh… Ouro, ouro e ouro de novo.
    Hannes: Muito ouro! Eu peguei eles dia desses, então eles acabaram de sair da caixa. Eles me deixam muito feliz e orgulhoso, obviamente.

    Christine: Eu me sinto um pouco Starstruck!
    Hannes: Sério? Isso é legal de ouvir.

    Hannes: Você quer que eu toque para você? Você vai ter que tampar seus ouvidos, para você não ficar surda.
    Christine: Claro! Voce deve saber fazer aquelas manobras com as baquetas.

    Christine: Eu estava pensando Hannes, você me disse antes que você e Floor viajam pelo mundo por mais ou menos 200 dias no ano, como que funciona a vida em família?
    Hannes: Nós somos muito bons em fazer os malabares com todos os aspectos e muito planejamento, caso contrário não daria certo.

    Christine: A Freja acompanha vocês?
    Hannes: Sim, as vezes ela vem junto. Quando ela tinha 8 meses, ela foi com a Floor numa turnê de 7 semanas pelos EUA, com uma babá – que nós podemos ter. Então funciona muito bem, e bato na madeira, não tivemos muitos incidentes. Mas houveram verões onde a Floor e eu nos encontramos no aeroporto e trocamos a chave do carro.

    Christine: Nossa, e vocês falaram “até mais!”
    Hannes: Sim, por 6 ou 7 semanas.

    Christine: Mas é normal os períodos de turnê serem tão longos?
    Hannes: Sim.

    Christine: Mas vocês não sentem muita falta um do outro?
    Hannes: Sim, claro que sim! Absolutamente.

    Christine: O que vocês fazem quando se encontram? É um tempo em família?
    Hannes: Sim, família, que é tudo, eu apenas quero estar com eles.

    Christine: E o que você faz?
    Hannes: Nós pescamos e montamos quadbikes e motorbikes. Floor e Freja gostam de dirigir muito ali naquela área.

    Christine: Então quando você está aqui, você faz as coisas de uma família comum – você vai as compras e faz coisas que as famílias fazem.
    Hannes: Sim, nós fazemos tudo. Deixamos e buscamos da creche e tudo mais.

    Christine: A vida normal ainda tem que funcionar!
    Hannes: Absolutamente.

    Christine: Hannes, você entrou em contato comigo e me contou sobre a sua garagem e que você chegou num ponto onde você está apenas colecionando mais e mais coisas, se perguntando como que você vai guardar tudo… E que a Floor ficou pegando no seu pé sobre isso?
    Hannes: Sim, e agora que ela está viajando eu acho que seria ótimo se nós pudéssemos…

    Christine: Dar uma olhada no que podemos fazer.
    Hannes: Eu sinto como se a garagem estivesse pedindo ajuda. Há coisas que não conseguimos achar, motorcycles e quads em todos os lugares.

    Christine: Bem, vamos ver primeiro. Para quotar Gunde Svan “Nada é impossível!”
    Hannes: Bem, talvez não, mas você vai ver! Vamos ver o que você tem a dizer até lá.

    [Hannes abre a garagem]

    Hannes: Eu sei! Agora parece que você vai me falar um monte!
    Christine: Eu devo dizer que.. Nossa, você tem muita coisa!

    Hannes: Sim, muita coisa legal!
    Christine: Meu Deus! Uma olhadela já mostra que você tem muita coisa, mas não tem bem um lugar onde por. Está tudo no chão! Coisas de cavalo, snowboards… Voce pensa “ah, eu não preciso mais de uma furadeira”, então você a coloca em cima de uma mala.

    Hannes: O que você acha que podemos fazer aqui? No caso, eu ia viajar com a furadeira.
    Christine: Há tantas coisas no chão, eu quase tropecei. EM sua defesa, Hannes, posso dizer que é exatamente assim que a maioria das garagens são. As coisas tendem a se espalhar no chão e, no final, elas acabam quase te expulsando do cômodo.Você disse que gosta um pouco de “fazer as coisas sozinho”, mas você não tem um local apropriado de trabalho.

    Hannes: Sim, é uma catástrofe, eu realmente não tenho.
    Christine: mas você gosta?

    Hannes: sim, eu realmente gosto!
    Christine: carpintaria, consertar as coisas, eu vejo que você tem as ferramentas.

    Hannes: Sim, toda vez eu penso “ eu preciso disse, sei que tenho, mas não sei onde! ”
    Christine: vamos fazer assim, deixa isso coma gente e não volte aqui por uns dias.

    Hannes: okay…
    Christine: Você está de acordo com isso?

    Hannes: sim, contanto que eu possa levar a moto lá para fora.
    Christine: Certo, você leva a moto mas depois entrega as chaves,ok?

    Hannes: okay…
    Christine: E eu espero que seja uma supressa, não só para a Floor, mas para você também, ok?

    Hannes: Sim, sim, claro!

    Organizar uma garagem é uma tarefa longa. A garagem é um problema no qual as pessoas sempre pensam, mas nunca fazem nada sobre ele. Mas a garagem também é a área com mais coisas. Coisas que ficam desorganizadas se não forem repostas no seu devido lugar. O sistema Elfa é adaptado ao CC60 e, portanto, é um plano simples, montar e colocar no lugar.

    Christine: E aí vem a Floor! Olá, Floor!
    Floor: Olá, Christine?

    Christine: Sim, Christine! Prazer em conhece-la!
    Floor: O prazer é meu!

    Christine: você provavelmente está se perguntando o que estamos fazendo aqui, mas o Hannes pediu ajuda com a garagem! Estou curiosa, o Hannes está no mesmo ramo que você! Como se conheceram?
    Floor: Sim, em turnê. Estávamos em turnê com nossas, bandas. Ele estava lá com o Sabaton, e foi amor à primeira vista, pode-se dizer. Foi adorável.

    Christine: Como você se prepara para um show?
    Floor: Alguns poucos rituais, apenas. Eu me troco, ponho minha maquiagem e não gosto de ser incomodada. Eu entro num mundo só meu. E aí eu gosto de estar um pouquinho em cima da hora, porque então me estresso. “Oh, alguém poderia me ajudar com meu vestido?”. Porque é aí que a adrenalina entra e eu fico ligada! É ótimo, então acho que é isso que eu faço.

    Christine: Nos shows grandes ao redor do mundo, quantas pessoas vão a um show?
    Floor: Nós somos os maiores na Europa.

    Christine: Os maiores na Europa, nossa, devem ser um tesouro nacional na Finlândia.
    Floor: Sim, certamente. Então as Arenas são lotadas, algo entre 10 e 15 mil pessoas. Entretanto, já fizemos um show num estádio para 23 mil pessoas…. foi maravilhoso!

    Christine: Qual a sensação de cantar numa arena enorme dessas e depois voltar para cá?
    Floor: É um contraste maravilhoso, na verdade um contraste muito importante.

    Christine: Quais os seus interesses, o que você faz para se desligar?
    Floor: Temos cavalos, uma das coisas mais legais é cozinhar, comer e tirar um tempo para fazer tudo isso. Comida caseira é algo que sinto falta. E eu preciso de algum tempo pra mim, para estar com os cavalos ou ir à floresta, por exemplo. E então ficar em casa e aproveitar o que temos em casa, não precisa ser nada especial. Brincar com a Freja, trabalhar no jardim, você se apega mais ao seu lar quando você não está nele o tempo todo.

    Christine: Eu entendo…. Você canta no seu tempo livre?
    Floor: Eu amo cantar! Não é só o meu trabalho. Eu sou uma musicista, então mesmo estando em casa eu continuo sendo. Isso está dentro de mim e quando eu não estou criando musica ou não estou cantando, a sensação é diferente…

    (abrem a garagem)

    Floor e Hannes: Oh! Uau!
    Hannes: caramba! Demais, caramba demais!
    Floor: E ali está o cantinho da Freja.
    Hannes: Sim, exatamente. E olha, uau, uma mesa e tudo o mais. Incrível, nem parece o mesmo lugar.
    Floor: que legal, adorei isso. Vai ser o meu espaço. É fantástico! É super luxuoso! Tudo aqui fica úmido tão rapidamente, então da pra por pra secar aqui. E é até prazeroso vir aqui, agora.

    Christine: O que vocês acharam?
    Floor: é incrível.
    Hannes: é fantástico!

    Christine: Fico feliz que gostaram. Vocês tinham muitas coisas e estavam em todos os lugares. Eu pensei que cada coisa deveria ter o seu devido lugar. E então pensei: esse vai ser o seu espaço, Hannes. Pranchas de surf, snowboard, um bom banco de trabalho. Mas principalmente as ferramentas das pranchas e tudo o mais. Então tudo tem o seu lugar. Se você não estiver em casa e a Floor precisar de alguma coisa, ela sabe onde ir buscar.
    Hannes: Sim!
    Floor: excelente! Muito bem colocado.
    Hannes: Vocês são incríveis!

    Christine: E então temos aqui o espaço para a Freja estacionar. Se você estiver no estúdio ou algo do tipo, Freja terá algo com o que se ocupar e brincar. E então temos o centro, com suas roupas e equipamentos de equitação. E o melhor é que é tudo 60 e CC60. Então se você não gostar muito da configuração que está, é fácil de trocar.
    E aqui temos as portas que deslizam. Não possui trilhos porque é uma garagem e é preciso varrer.
    E a caixa do telhado. Sim, é lá que está. Você não usa muito, não é?
    Hannes: Não!

    Christine: E esse é o canto do jardim, para pendurar garfos, facas, estacas, e para que elas possam ser facilmente movidas.
    Floor: tem tanto espaço, é perfeito. E ainda há espaço de sobra…

    Christine: Sim, porque se abrirmos as portas, ainda há muitas prateleiras vazias. Então podem comprar ainda mais coisas.
    Hannes: ah, ok perfeito!

    Christine: O que tentamos criar, foi um quarto para atividades, já que vocês têm tanto acontecendo, e viajam tanto. Então quando vocês vierem para casa, podem aproveitar um tempo de lazer, hobbies, interesses e outras coisas que tem que ser feitas. Então, missão cumprida!
    Floor: definitivamente!

    Christine: então vou deixá-los!
    Hannes: é uma pena que tenha que ir.

    Gostaria de organizar sua garagem e ter mais tempo livre para se divertir?
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  • Interview: Andre Borgman

    Interview: Andre Borgman

    Thank you so much, Andre. ♥ Finally, we did it! Haha

    Ω

    1. It took a while, but we’re here. Tell us a little about Andre Borgman!
    Andre: Yes, considering the last AF show 7dec 2007…yes…damn time goes fast.
    But my name is Andre Borgman, born 13 september 1978. Raised by the parents I could possibly wished for. My mom and dad supported my interested for music from the very beginning. My dad bought me a drumkit at the age of 10 just because I wanted one and he managed my first real band and got us to play many gigs across The Netherlands, Germany and Belgium. My mother was just my biggest fan and loved and still loves every thing I do music wish. Little inside about them. My dad loves Pantera and my mom is big Ozzy fan. Oh man, so many stories to tell. Together with my mom to a Black Sabbath show and she fainted in front of the stage just when I was getting some drinks. One of the people told me what haven’t and I got to pick up my mother at the backstage with security. First thing I said: Mom, you are just doing anything to get backstage aren’t you???…haha, we had a big laugh. My fathers anecdote was when he was managing my band when I was 15 during a show we did a big pogo-pit was going on, and suddenly, from behind my drumkit, I saw a crowd surfer… I thought, this is just getting great. What a party, then I saw who the crowd surfer was. My dad. Hahaha. We we’re laughing so hard. That was just awesome. Just 2 examples of how it started. To many to tell. You’ll get bored haha…
    Right now, I am very relaxed and happy things are going, I took a big break since a year from drumming and only play in 1 band, guitar, the instrument I started with. I am hired at a zoo near my home and have the best and rewarding job I can ever imagine. …and no, I am not feeding the animals, we are responsible for the nice incitement for the visitors and the confined for the animals and nice and suitable stays enjoying live so to speak.

    2. After many years you guys worked together again. We got really happy, besides the huge nostalgia feeling. How was it, to work with Floor again?
    Andre: If you are(and you are;-)) referring to the Northward project that was just after the break-up of After Forever. As you may know by now I guess. But working with Floor and in this case with John Viggo was great and something I regret not taking place when it was written and If I remember right it would have been recorded in 2010. With was called Floor-Inc by then.

    3. Jorn said in an interview, that the ending of “Let Me Out” turned out to be really different from they way it had been thought in the beginning, even though its structure has remained the same. What was your reaction when you listened to its final version? Did you approve its development?
    Andre: Well, the tempo is faster and Jorn changed the main opening riff, the rest is exactly the same as I presented it, I can show you a recording I made in 2006 way before it was recorded. But I think it’s about royalties perhaps… I don’t mind. It’s ok…

    4. How was the creation process and development of “Let Me Out”, before being presented to Floor and Jorn?
    Andre: It was based on the ending riff I wrote in 98. Huge fan of Pantera and the rest came later, over the years you write some stuff that suddenly fits together with old stuff haha.

    5. With Nightwish’s tight schedule, we are aware that a tour for Northward would be something distant- but not impossible. Has there been a chance for you to talk about it so far?
    Andre: No, I am not sure if they will do a tour. If I will be part of it I doubt it. But would love to do it.

    6. How did your passion towards music began and what are your best references and influences?
    Andre: As answer one revealed. From a very young age. My grandma gave me some sort of snare drum when I was a baby haha. (Can I show pics?). When I was 6 years old my a guy in the street we lived in had some guitars at his room. Think he borrowed from his dad. We could play 2 guitar riffs and I nearly managed to do 1. His father one day came home with a snare drum he bought from a flee market. It was clear my friend who could play 2 riffs will stay at the guitar and I was stuck with the snare drum… I still love playing both instruments. The biggest influences on guitar are clearly Zakk Wylde, Dimebag… Drumwise it’s Nick Menza, Randy Castillo, Tommy Aldridge en Vinnie Paul.

    7. Back to the past: we still keep after forever alive in our days, and we believe you do the same since you sometimes post some old performances videos. Which songs are your favorite?
    Andre: Oef, …. hmmm. If I have to choose one. It’ll be Estranged.

    8. Do you still remember the creative process in After Forever? And your personal and professional development as a person and musician, all inside this experience of joining the band. What was it? What changed in you?
    Andre: Nothing really changed in me:-) The creative process was different each album. IC was written all together in one rehearsal room. 2 rehearsals a week in some months. The last A.F. album was mainly written by Joost and Sander at there studio. Totally different way.

    9. After Forever came to a premature end, and according to Floor, she believed that After Forever had much more to offer. Do you agree with it? Or it came to an end in the exact moment? Why?
    Andre: I also think A.F. had more to offer but after the break we took all faces where at other directions and to put it all together again wasn’t easy in a lot of ways. I don’t want to go to much in details but it was clear some bandmembers will leave anyway after we will continue…

    10. Today we know that Floor is an artist engaged in many projects. Have you ever thought about a possible AF reunion?
    Andre: That will never happen…

    11. When it comes about to your relationship with the other AF members, the possibility of a gathering, or even so a nostalgic concert, is still a fan’s dream or something that may be possible in a distant future?
    Andre: If we would do that, all the band members needs to be there. All or nothing!!!

    12. Many years have passed since your discovery for the drums, bands, projects, and others. How do you see your stability, when it comes to keep making a living out of the thing you love doing? What are your new goals, projects, and challenges?
    Andre: I do not live from making music. That is to difficult. Especially for a drummer…..I have a very cool job at the zoo which I like very much! 🙂

    13. In some kind of a “drum clinic” or even a specific drumming festival: Which would be the drummers you’d invite to join you?
    Andre: I am afraid most of them died already.

    14. We fans always try to meet our idols. What about you? What idol would you like to meet?
    Andre: Blackie Lawless, although he seems to be a very unpleasant guy..hahaha… Just to make a pic together would make my collection of WASP stuff complete.

    15. If you could ask something to the fans, what would you like to ask?
    Andre: They are already ding what I hope they would do. Keeping the After Forever Spirit Alive!!! Thank you all for that and will forever be in my memory!!! Cheers!

    Ω

    Português AQUI

  • Entrevista: Andre Borgman

    Entrevista: Andre Borgman

    Demorou, mas saiu. Muito obrigada, Andre!

    Ω

    1. Demorou um pouco, mas aqui estamos nós. Nos diga um pouquinho sobre Andre Borgman!
    Andre: Sim, considerando que k último show do After Forever foi em 7 de dezembro de 2007… Sim… Nossa, como o tempo passa rápido.
    Meu nome é Andre Borgman, nascido em 13 de setembro de 1978. Criado pelos melhores pais que eu poderia ter desejado. Meu pai e minha mãe apoiaram meu interesse pela música desde o início. Meu pai me comprou uma bateria aos 10 anos só porque eu pedi, e ele foi o manager da minha primeira banda, e nos ajudou a tocar em muitos shows pela Holanda, Alemanha e Bélgica. Minha mãe foi a minha maior fã, amava e ainda ama tudo o que eu faço sobre música. Uma curiosidade sobre eles: meu pai ama Pantera e minha mãe uma fanzona do Ozzy. Ah cara, tantas histórias para contar! Juntos, eu e minha mãe, fomos a um show do Black Sabbath e ela desmaiou na frente do palco bem quando eu fui pegar umas bebidas. Alguém me disse o que aconteceu e eu fui buscar a minha mãe no backstage, que estava com o segurança. A primeira coisa que eu disse foi: Mãe, você está fazendo isso só pra poder entrar no backstage, não é???… Hahahahah, nós rimos muito. A história sobre meu pai foi quando ele estava cuidando da minha banda quando eu tinha 15 anos. Durante um show, nos fizemos um grande moshpit, e do nada, por trás da bateria, eu vi uma pessoa surfando na plateia… Eu pensei “isso aqui tá ficando ótimo”. Uma festa enorme, então eu vi quem é que estava surfando na plateia: meu pai. Hahahahah. Nós rimos tanto! Aquilo foi simplesmente incrível. Apenas 2 exemplos de como tudo começou. E tantos outros pra contar. Você ficaria entediado AHHAHA… Agora, eu estou muito tranquilo e feliz com como as coisas estão, eu escolhi ter uma grande pausa de tocar baterias e agora toco só em uma banda como guitarrista, que foi o instrumento que eu comecei. Eu trabalho no zoológico perto da minha casa e eu tenho o melhor e mais recompensador que eu poderia imaginar… E não, eu não alimento os animais, nós somos responsáveis por engajar os visitantes e cuidar dos animais para que eles tenham uma vida agradável e feliz, assim por dizer.

    2. Depois de tantos anos vocês trabalharam juntos de novo. Nós ficamos muito felizes, além do sentimento de nostalgia. Como foi, trabalhar com a Floor novamente?
    Andre: Se você estiver (e você está 😉 ) se referindo ao projeto Northward, foi pouco depois do fim do After Forever, como vocês devem saber agora, imagino. Mas trabalhar com a Floor e nesse caso com o John Viggo foi ótimo e uma coisa que eu me arrependo foi não ter participado do processo de escrita, e se eu me lembro corretamente, seria gravado em 2010. Era chamado de Floor-Inc, na época.

    3. Jorn disse em uma entrevista que o final de “Let me Out” ficou bem diferente de como era pensado no início, apesar da estrutura ter permanecido a mesma. Qual foi a sua reação quando você escutou a versão final? Você aprovou o desenvolvimento da canção?
    Andre: Bem, o tempo é mais rápido e Jorn mudou o riff que abre a música. O resto é exatamente o que eu apresentei, eu posso te mostrar uma gravação que eu fiz em 2006, bem antes da gravação final. Acho que houve a mudança por causa dos royalties, talvez… Eu não me importo, está tudo bem.

    4. Como foi o processo de criação e desenvolvimento de “Let Me Out” antes de ser apresentado para Floor e Jorn?
    Andre: Foi baseada num riff de encerramento que eu escrevi em 98. Eu era um grande fã de Pantera e o resto apareceu depois, com o passar dos anos você escreve algumas coisas que do nada encaixa com as coisas antigas hahaha.

    5. Com o cronograma apertado do Nightwish, nós estamos cientes que uma turnê para o Northward seria algo muito distante – mas não impossível. Há alguma chance de você falar sobre isso?
    Andre: Não, eu não tenho certeza se farão uma tour. Se eles fizerem, eu duvido que eu participarei. Mas eu adoraria!

    6. Como que a sua paixão pela música começou e quais são suas maiores referências e influências?
    Andre: A primeira resposta já foi revelada. Desde muito jovem. Minha avó me deu um tipo de mini bateria quando eu era um bebê hahaha. (Posso mostrar fotos?). Quando eu tinha 6 anos um cara da minha rua tinha algumas guitarras no quarto dele. Acho que era de seu pai. Nós tocavamos 2 riffs na guitarra e eu quase criei um. Meu pai um dia veio pra casa com uma bateria que ele comprou numa loja de usados. Era claro que meu amigo que conseguia tocar dois riffs ficaria na guitarra e eu ficaria nas baterias. Eu ainda amo tocar os dos instrumentos. Minhas maiores influências na guitarra são claramente Zakk Wylde, Dimebag… Sobre as baterias, são Nick Menza, Randy Castillo, Tommy Aldridge a Vinnie Paul.

    7. Voltando ao passado: nós ainda mantemos o After Forever vivo na nossa vida, e imagino que você faça o mesmo, já que as vezes você posta algumas performances nas suas redes. Quais músicas são suas favoritas?
    Andre: Oef,….. Hm…. Se eu tivesse que escolher uma, seria Estranged.

    8. Você ainda se lembra do processo criativo do After Forever? E seu desenvolvimento pessoal e profissional, como músico e pessoa, e toda a experiência de estar numa banda. Como que era? O que mudou em você?
    Andre: Nada me mudou, realmente 🙂 o processo criativo foi diferente em cada álbum. Invisible Circles foi escrito tudo de uma vez em uma sala de ensaios. 2 ensaios por semana por alguns meses. O último álbum foi escrito principalmente pelo Joost e Sander no estúdio. Totalmente diferentes.

    9. O After Forever teve um término prematuro, de acordo com a Floor, ela acredita que o After Forever tinha muito mais a oferecer. Você concorda com isso? Ou a banda chegou ao fim no momento certo? Porque?
    Andre: Eu também acho que o After Forever tinha mais a oferecer mas depois da pausa que tiramos, todas as pessoas estavam em outras direções, e fazer com que todas voltem a ter a mesma direção não foi fácil, em muitas maneiras. Eu não quero entrar muito em detalhes mas era claro que alguns membros sairiam mesmo se tivéssemos continuado.

    10. Hoje nós sabemos que a Floor é uma artista engajada em muitos projetos. Você já considerou a possibilidade de uma reunião After Forever?
    Andre: Isso nunca irá acontecer…

    11. Se tratando sobre seu relacionamento com os outros membros do After Forever, uma possível reunião ou até um concerto nostálgico, ainda é algo que pode ser considerado um sonho de fã ou algo que pode acontecer num futuro distante?
    Andre: Se fôssemos fazer isso, todos os membros precisariam estar lá. Todos ou nada.

    12. Muitos anos passaram desde que você descobriu a bateria, participou de bandas, projetos e outros. Como você vê sua estabilidade, se tratando de conseguir viver de algo que você ama fazer? Quais são seus novos objetivos, projetos e desafios?
    Andre: Eu não sobrevivo fazendo música. Isso é muito difícil. Especialmente pra um baterista… Eu tenho um trabalho muito legal no zoológico que eu gosto muito! 🙂

    13. Supondo um possível evento de “drum clinic” ou outro evento específico para bateristas: Quem você convidaria para participar?
    Andre: Temo que todos os que eu chamaria já tenham morrido.

    14. Nós fãs sempre tentamos conhecer nossos ídolos. E você? Quem você gostaria de conhecer?
    Andre: Blackie Lawless, apesar dele parece ser um cara bem desagradável… HAHAHAH… Apenas uma foto juntos faria a minha coleção de coisas da WASP completa.

    15. Se você pudesse pedir alguma coisa aos fãs, o que seria?
    Andre: Eles já estão fazendo o que eu gostaria que eles fizessem: mantendo o espírito do After Forever vivo!!! Obrigado a todos, vocês estarão para sempre na minha memória!!!! Felicidades.

     

    Ω

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  • Koen Herfst

    Koen Herfst

    Selvagens, tudo bem com vocês? | Hey, wild ones! How’s everything going?

    Revamp_-_ReVamp_artworkVocês sabiam que durante a gravação do primeiro álbum do ReVamp, a parte da bateria foi realizada pelo nosso Matthias Landes, mas pelo baterista Koen Herfst? O mesmo esteve em São Paulo juntamente com o projeto The Gentle Storm, realizado pela conhecida produtora Overload. Koen é conhecido pela sua versatilidade no rock, metal, pop, hip hop e dance. Conhecido pelo seu trabalho com o DJ Armin van Buuren, pela banda de death metal I CHAOS, na banda de trash metal Dew-Scented, entre outros projetos.

    Did you know that, during the recording sessions of ReVamp’s first album, the man behind the kit wasn’t Matthias Landes? It was Koen Herfst! And he was in São Paulo playing drums for the band The Gentle Storm in a concert produced by Overload. Koen is well-known for his musical versatility in rock, metal, pop, hip hop and dance music. Also, his works with DJ Armin van Buuren, the death metal band I CHAOS, the trash metal band Deu-Scented and some other projects have drawn a lot of attention as well.

    Envolveu ReVamp, a fanbase está em cima, é claro. O Head up High teve a oportunidade de conhecê-lo, e claro, ganhar uma cópia do seu álbum de metal Progressivo, entitulado de BACK TO BALANCE. 😉

    ‘Head Up High’ had the opportunity to meet him and get a copy of his progressive metal band BACK TO BALANCE. 😉

    O álbum consta com diversas parcerias, entre elas a Marcela Bovio do Stream of Passion (na faixa 4), e Daniël de Jongh do Textures (na faixa 7).

    The album features several artists, such as Marcela Bovio (Stream of Passion) on Track 4 and Daniël de Jongh (Textures) on Track 7.

     Todas as faixas estão disponíveis AQUI no Spotify | All tracks are available here on Spotify

     koen-b2b-800x800-max-w750Tracklist:

    1. Here I am
    2. Erase Or Rewind
    3. The Kramer
    4. I Don’t Need To Tell You
    5. Total Hate
    6. Back To Balance
    7. Begone
    8. 1916
    9. Ghetto Cornetto
    11. Now Is The Time
    12. Siamese Support
    13. Never Been So Wrong
    12. Attitude Of an Astronaut

    ✓ Destaque para |  Listen closely to these songs:

      I Don’t Need To Tell You, Begone, Ghetto Cornetto,  Now Is The Time,  Never Been So Wrong

    A compra do álbum Back to Balance poderá ser realizada AQUI. E se você quiser adquirir a baqueta personalizada, ela também está disponível  AQUI.

    You can buy the album Back to Balance HERE. Also, you can buy the customized drumstick HERE.

    Trailer

    Koen Herfst – Artistpage | Instagram | Twitter | Youtube

    😉

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    www.koenherfst.com

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  • Matthias Landes – Interview

    Matthias Landes – Interview

    Muito OBRIGADA, Matthias!

      Depois da turnê no Brasil, tivemos a oportunidade de entrevistar o Matthias – o homem por trás da incrível bateria do Revamp!

    1. Por trás da bateria, quem é o Matthias Landes?
    Matthias: Espero que seja o mesmo cara quando não está atrás da bateria, haha. Eu apenas amo tocar bateria, é o que eu faço, e é quem eu sou. Então eu não acho que eu mude muito ou tenha que agir certo “papel” como baterista.

    2. Você realmente gosta da sua barba. Quais os seus cuidados?
    Matthias: Escovando duas vezes no dia, ocasionalmente usando cera de bigode e sussurrando palavras de encorajamento para que ela cresça e seja uma barba feliz.

    3. Bateria como sua paixão, quais foram suas maiores dificuldades?
    Matthias: Não passar fome, haha. É um negócio complicado, e acho que pra mim a parte mais complicada é conseguir empregos fora da cena que eu costumo trabalhar (metal). As pessoas supõem que se você é conhecido por um gênero musical, essa é a única coisa que você faz. Mas já que eu amo a diversidade, eu tento arrumar shows tocando outras músicas também, e isso pode ser bem difícil.

    4. Quais foram suas maiores referências e influências?
    Matthias: Esta é uma pergunta difícil. Como baterista, provavelmente são caras como Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer ou Benny Greb. Mas, é claro, eu também sou muito influenciado pelos meus professores do conservatório de Rotterdam, Hans Eijkenaar e Juan van Emmerloot. E eu também diria que as pessoas com quem eu toco também me influenciam. Então eu tenho várias influências, não só uma.

    5. Como você se uniu a banda? Já conhecia os caras antes, ou foi algo estritamente profissional?
    Matthias: Eu tive contato com a Floor através de um amigo em comum, Stef Broks (baterista da banda holandesa Textures) e ela me perguntou se eu queria fazer uma audição para a nova banda dela. Eu não poderia fazer a audição porque eu estava em turnê com Dark Fortess na época, então eu gravei um vídeo tocando as 3 músicas da audição (Head up High, Here’s my Hell e Kill Me with Silence) antes de sair em turnê. Aparentemente o que eu fiz foi bom, por que eu estou aqui, haha. 

    Além da audição por vídeo, eu encontrei a Floor no primeiro show da turnê com Dark Fortress, então nós pudemos conversar e ver se a gente se dava bem no nível pessoal também. Na verdade, eu nunca tinha visto o resto da banda até o primeiro ensaio e sessão de fotos, o que é meio bizarro, haha. Mas eu confiei na Floor e em suas decisões a respeito dos outros membros da banda, e deu tudo certo, por sorte todo mundo se deu bem com todo mundo… Bem, exceto pelo Ruben obviamente, já que ele toca teclado. Ninguém gosta de tecladistas …  😉

    6. O que você sente durante um show, ao ver os fãs gritando, cantando, se entregando totalmente ao show?
    Matthias: Escutar o quão animado o public está é incrível! Às vezes, como no Rio de Janeiro, é até assustador, porque não conseguia mais nem ouvir o que a gente estava tocando, hahaha.

    Mas para ser honesto, às vezes eu não curto o show mesmo quando o público é bom, simplesmente porque eu estou tendo um dia ruim e toco mal pra cacete. Eu sou meu pior crítico, e às vezes isso acaba com a diversão. Mas bem, c’est la vie, creio eu…

     7. Fora do ReVamp, quais são seus trabalhos/projetos?
    Matthias: Eu toco em uma banda alemã de Black Metal chamada Dark Fortress desde 2001 bem antes do ReVamp. Nós vamos lançar nosso novo album “Venereal Dawn” dia 1º de setembro, então fiquem de olho.

    Além disso, eu trabalho como técnico de bateria para outras bandas, como Rival Sons, Triptykon e também Sabaton ainda esse ano.

    Eu tenho alguns planos para novos projetos e bandas, mas ainda é muito cedo para falar sobre isso.

    8. Sabemos que a criação do Wild Card teve grande participação dos integrantes, representando de fato a união de todos vocês. Qual música é mais importante pra você?
    Matthias: Poderia ser Limbic System ou Neurasthenia. Eu amo a energia e a atmosfera de ambas as canções, e o que Devin Townsend fez em Neurasthenia é simplesmente brilhante.

        9. Como você vê essa “necessidade” de nós fãs de estarmos perto de nossos ídolos (fotografias, autógrafos, contato em si), que vai além de ir apenas em um show?
    Matthias: Eu não tenho problema com isso, eu considero isso como parte do meu trabalho, por assim dizer. Eu particularmente não entendo o que há de tão especial em meu autógrafo, haha, mas é algo que é claramente importante para eles, então eu não me importo de autografar coisas ou tirar fotos. As vezes quando nós temos que correr e não temos tempo de interagir, a gente não consegue fazê-lo e eu espero que os fãs entendam. Nós somos apenas pessoas no fim das contas… 😉

    10. Sobre a turnê do Sul, algo divertido ou até mesmo estranho ocorrido que poderia nos contar?
    Matthias: Eu receio ser a pessoa errada para responder essa questão. Eu sou um dos mais chatos na banda, hahaha. Isso é algo que você deveria perguntar para os “Três Mosqueteiros”, também conhecidos como Arjan, Henk e Sam, nosso cara do som na turnê do Sul… 😉

    11. Qual a maior loucura já feita durante um show?
    Matthias: Durante um show? Nada, eu toco a música. Não existe tempo para palhaçada, isso é sobre entregar uma ótima performance e tocar o melhor que você puder. Pelo menos é como eu vejo isso.

    12. Qual a melhor memória sobre sua passagem pelo Brasil?
    Matthias: Bem, o show no Rio, porque foi o primeiro show do ReVamp na América do Sul e eu não sabia o que esperar, e me surpreendi agradavelmente.
    A recepção calorosa das pessoas que conheci em todos os lugares, isso também foi muito legal.
    E a comida, haha. Eu adoro comer boa comida, então beber uma caipirinha enquanto comia uma boa comida brasileira foi uma experiência muito boa também… 😉

    Matthias Landes – Dark Fortress 

     Video: Dark Fortress – Ylem


     

    ENGLISH

    After Revamp Brazilian Tour, we’ve had the opportunity of interviewing Matthias – the man behind Revamp’s kickass drums!

    1. Who is Matthias Landes behind the drums?
    Matthias: Hopefully the same guy as when not behind the drums, haha. I just love playing drums, that’s what I do, and that’s who I am. So I don’t think I change much, or have to act a certain “role” as a drummer.

    2. How do you take care of your beard?
    Matthias: Brushing twice a day, occasionally using mustache wax, and whispering words of encouragement for it to grow and be a happy beard.

    3. How is the most difficulty of being a professional drummer?
    Matthias: Not starving, haha. It’s a tricky business, and I think for me the trickiest part is to get jobs outside of the scene I usually work in (metal). People assume that if they know you for one genre of music, that’s the only thing you do. But since I love diversity, I try to get gigs playing other music as well, and that can be quite difficult.

    4. Who is you biggest influence in music?
    Matthias: That’s a tough question. As far as drummers go, right now it’s probably guys like Stanton Moore, Steve Jordan, Jojo Mayer or Benny Greb. But of course I also got very influenced by my teachers at the conservatory in Rotterdam, Hans Eijkenaar and Juan van Emmerloot. And the people I play with influence me as well I’d say, so really there are a lot of influences, not just one.

    5. How have you joined the band? Had you met the guys before, or was it strictly professional?
    Matthias: I got in contact with Floor through a mutual friend, Stef Broks (drummer of the Dutch band Textures), and she asked me if I wanted to do an audition for her new band. I couldn’t make the audition, because I was on tour with Dark Fortress at that time, so I recorded a video playing the three audition songs (Head Up High, Here’s My Hell and Kill Me With Silence) before I went on tour. Apparently what I did was good, cause here I am, haha.

    Additionally to the video audition I met Floor at the first show of my tour with Dark Fortress, so we could talk and see if we’d get along on a personal level as well. I had never met the rest of the band before the first rehearsal and photoshoot actually, which was a bit weird, haha.

    But I trusted Floor in her decisions concerning the other band members, and it turned out just fine, luckily everybody got along with everyone… Well, except for Ruben obviously, cause he plays keyboards. Nobody likes keyboarders… 😉

    6. How do you feel during the show? Hearing the fans screaming and singing all the songs?
    Matthias: Hearing how enthusiastic the crowd is is amazing of course. Sometimes, like in Rio de Janeiro, it’s even scary, cause I couldn’t hear what we were playing anymore, hahaha.
    But to be honest, sometimes I don’t enjoy a show even when the crowd is good, just because I’m having a bad day and play like crap. I’m my own worst critic, and sometimes that kills the fun. But well, c’est la vie I guess…

    7. Besides ReVamp, which are your works/projects?
    Matthias: I play in a German black metal band called Dark Fortress, since 2001 already, long before ReVamp. We are going to release our new album “Venereal Dawn” on 1st of September, so check it out.
    Other than that I work as a drumtech for other bands, like Rival Sons, Triptykon, and also Sabaton later this year.
    I have some plans for new projects and bands right now, but it’s too early to talk about that.

    8. We know that the creation of Wild Card has had a great participation of the band members, which has shown the union of all of you. Which of the songs is your favourite?
    Matthias: That would be either Limbic System or Neurasthenia. I love the energy and atmosphere of both songs, and what Devin Townsend did on Neurasthenia is just brilliant.

    9. How do you see this “need” some of us fans have to stay to near our idols (taking pics, getting autographs, having contact in general), which goes beyond attending a concert?
    Matthias: I don’t have a problem with it, I consider it part of my job, so to speak. I personally don’t understand what’s so special about my autograph, haha, but it is something that is clearly important to them, so I don’t mind signing stuff or taking pics. Sometimes when we have to hurry and there is no time to hang out we can’t do it, and I hope that the fans understand that as well. We’re only people as well after all… 😉

    10. About south american tour: was there anything fun or even strange that happened? Could you tell us?
    Matthias: I’m afraid I’m the wrong person to answer that question, I’m the most boring one in the band, haha. That’s something you should ask the “Three Musketeers”, a.k.a. Arjan, Henk and Sam, our soundguy in South America… 😉

    11. What’s the craziest thing you’ve done during a concert?
    Matthias: During a show? Nothing, I play music. There is no time for bullshit, it’s about delivering a great performance, and playing the best you can. At least that’s how I see it.

    12. What’s your best memory regarding your stay in Brasil?
    Matthias: Well, the show in Rio, because it was the first show for ReVamp in South America, and I didn’t know what to expect, and was very pleasantly surprised.
    The warm welcome of the people I met everywhere, that was very cool as well.
    And the food, haha. I love eating good food, so sipping on a caipirinha while eating some nice brazilian food was a very nice experience as well… 😉

    Matthias Landes – Page: Dark Fortress – Video: Ylem


      Muito obrigada por toda ajuda na tradução, organização e afins, Carine & Tamira. 😉