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  • SHE ROCKS: Prevenção do Tráfico Humano

    SHE ROCKS: Prevenção do Tráfico Humano

    Original here | Tradução: Head up High, my dear!

    ALISSA WHITE-GLUZ, FLOOR JANSEN, LZZY HALE E MAIS COLABORANDO COM O SHE ROCKS PARA PREVENIR TRÁFICO HUMANO

    She Rocks é um movimento criado em 2017 que celebra mulheres e artistas femininas do Rock que lutam pela diversidade e inclusão no mundo do Rock, Metal e além.

    Uma chamada para ação não só resultou numa bela colaboração envolvendo Alissa White-Gluz, Lzzy Hale, Floor Jansen e muito mais, mas também em uma campanha influente nas redes sociais que atingiu mais de 15 milhões de pessoas.

    A campanha será anunciada ao publico sexta-feira no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com membros chave da comunidade global de Rock trocando suas fotos de perfil para uma foto delas vestindo um Secret Sari Dress

    O apoio do mundo do Rock e Metal irá aumentar a demanda para a produção desses vestidos ao convidar os fãs à comprar os vestidos. É esperado que esse movimento continue a crescer através do verão pelos festivais de rock e outros shows.

    Secret Projects é um negócio social que trabalha com mulheres na India, treinando elas a costurar produtos úteis, dobráveis, charmosos e com um propósito, que são vendidos na India e internacionalmente. Um desses produtos é o Secret Sari Dress, um simples vestido de festival feito de um Sari que se desdobra de um bolso na parte de trás do vestido. O vestido é feito em West Bengal por uma unidade de costura que emprega jovens garotas que foram ou vítimas do tráfico humano ou possiveis vitimas do mesmo. Resumidamente, se uma jovem garota pode ganhar £20 por mês elas estão bem menos vulneraveis à acabar na complicada teia que as vitimas do trafico humano se encontram.
    No final do verão de 2018, as primas Fritha Vincent, fundadora do Secret Projects e a cantora e compositora Heather Findlay, ambas amantes da cultura Indiana, se sentaram com suas crianças em um campo remote em Cumbrian, centenas de quilômetros distante do terrível tráfico humano de West Bengal. Fritha compartilhou sua história vestindo seu Secret Sari Dress no Hellfest, não só percebendo que esse vestido era perfeito para ocasião, mas também que o mundo feminino do Rock seria a comunidade perfeita para espalhar a palavra de prevenção através da produção

    Fritha nos conta: “Foi assistindo a simpatia e a união dos frequentadores do festival Hellfest que meus olhos se abriram para o poder da comunidade do Metal e do Rock. Eu tive o privilégio de escutar Maria Binks e Alissa White-Gluz e percebi quão empoderador suas músicas e sua presença de palco eram, o que identifiquei elas como mulheres que poderiam espalhar mensagens de empoderamento e principalmente a prevenção ao tráfico humano da forma mais prática. Dinheiro trás uma proteção igual.”

    “Heather disse imediatamente “Eu gostaria de ajudar” e isso deu início a ideia de lançar o She Rocks Secret Sari Dress Collection; com uma ideia de unir o mundo do female fronted rock e metal com Secret Dress, para aumentar o alcance e a dinâmica do Prevention Through Production Programme (Prevenção Através de Programas de Produção) e o empoderamento feminine com o tema #sherocks mais ao leste, indo muito mais longe que jamais foi antes.

    “As primas se reuniram e formaram um plano de alcançar o máximo possível de mulheres com influência pelo gênero, pedindo que elas fossem fotografadas vestindo um dos Secret Sari Dress. O objetivo é que, ao se levantar e mostrar às mulheres como é fácil se envolver em ajudar outras mulheres, cada vez mais conscientização seria trazida à causa.

    Embora Heather tenha sido monumental em reunir um grupo crescente de músicos de rock, ela sabia que o que era necessário para ser verdadeiramente bem sucedida era uma rede, mulheres trabalhando juntas, para criar uma irmandade de mulheres de diversos talentos, gêneros e cultura.

    O primeiro pensamento de Heather foi falar com sua velha amiga Irene Jansen: “Eu amo a franqueza de Irene e sabia que depois de apenas uma conversa com ela eu saberia duas coisas: se ela estaria a bordo, e se isso poderia funcionar. Uma video transmissão depois, havíamos elaborado um plano e Irene estava imediatamente a bordo. Nós rapidamente elaboramos uma lista de mulheres que poderíamos alcançar e começar a trabalhar. “

    Um grupo especial se reuniu no final de janeiro na Holanda para dar o pontapé inicial. As amigas Irene e Heather juntaram-se para realizar uma filmagem em um castelo nos arredores de Amsterdã pelas cantoras Dianne van Giersbergen e Lisette van den Berg, junto com a violoncelista Maaike Peterse, como você pode ver na foto principal acima.

    Representando a bandeira para os EUA são Nik West, baixista de Quincy Jones e Prince; Jess Wolfe e Holly Laessig da banda de Lucius e Roger Walters, e a artista solo e guitarrista de Zepparella, Gretchen Menn entre outras. Heather disse: “Foi muito divertido ver esse começo acontecer e eu fiquei impressionada com a generosidade e entusiasmo das minhas colegas no mundo do rock e do metal. Eu amo a simplicidade da campanha e a sinergia do movimento She Rocks. Me deixa muito animada.

    “Este é apenas o começo, na verdade. Desde a primeira sessão d efotos, todas nós nos afastamos apenas sorrindo com a felicidade de que tudo havia funcionado e com energia enorme por trás disso”.

    Para cada 100 Secret Sari Dress vendidos, cinco jovens mulheres serão convidadas e treinadas para trabalhar na unidade de costura.

    Esta campanha acontecerá durante todo o verão de 2019 e Heather e Fritha convidarão mais músicos para entrar em contato e se inscrever para serem influenciadores da indústria, incluindo homens.

  • Entrevista: Metal Obsession – Jorn Viggo Lofstad

    Entrevista: Metal Obsession – Jorn Viggo Lofstad

    Original HERE | Tradução: Head up High, my dear!

    Ω

    Tempos bem criativos” – Viggo Lofstad (Northward, Pagan’s Mind)Jorn Viggo Lofstad – Northward

    Northward é um projeto que tem sido trabalhado por mais de uma década, começando em 2008 com a colaboração entre Jorn Viggo Lofstad do Pagan’s Mind e com Floor Jansen do Nightwish e do antigo After Forever. Apesar de algumas músicas estarem guardadas há muito tempo, o lançamento do álbum Northward finalmente acontecerá em outubro, desse ano. Eu conversei com Jorn Viggo Lofstad sobre o álbum, o processo e a longa espera para mostrar ao mundo essas músicas.

    Jorn está muito animado para o lançamento do álbum: “Tem sido muito bom lançar este álbum, já era hora. Depois que o projeto entrou em estado de espera no inicio de 2009, eu nunca saberia que levaria 10 anos até que as canções viessem à luz do sol. Mas agora que está sendo lançado e nós dois estamos muito felizes e orgulhosos do resultado. Surpreendentemente, muito pouco mudou nas música com o passar dos anos e eu fiquei impressionado em quão moderna as músicas que foram escritas 10 anos atrás ainda soam. Jorn explica: “O álbum foi escrito na primeira metade de 2008 e pouco depois nós gravamos as baterias e um pouco das guitarras, e então nós paramos…. Quando nós voltamos a gravar em 2017, nós estávamos escutando de novo todas as músicas juntos e pensando “Isso ainda é atual, será que nós precisamos mudar muitas coisas?’ E eu também estava curioso sobre como a Floor estava se sentindo, sabe? Mas conforme nós estávamos escutando, nós estávamos nos sentido muito bem…. Então, a única coisa que mudou foi a letra da canção ‘Northward’… e depois mudamos o refrão da música “I Need”. Mas nada exceto isso foi mudado, soa exatamente como as demos que nós fizemos lá em 2008…. Eu espero que as pessoas gostem tanto da variedade do álbum quanto eu. Eu acho que tem músicas que vão te deixar viciado logo na primeira escuta, mas também há músicas que irão crescer em vocês depois de algum tempo.”

    A coesão das canções parece ter nascido da compatibilidade do processo criativo entre a Floor e o Jorn: “Eu nunca faria parte do processo de enviar alguns arquivos por email, eu não gosto de escrever música desse jeito e não acho que traga o melhor da música… Quando nós começamos a escrever juntos, nós nos encontramos primeiro para ver se nós tínhamos a mesma química em composição, e nós tínhamos, então nós decidimos continuar o projeto… Nós tivemos entre 6 e 7 longos finais de semanas num período de 6 meses, onde a Floor viajava para a Noruega e nos sentávamos no meu apartamento, que tem um pequeno estúdio, ouvindo algumas músicas, jogando idéias um para o outro, curtindo e se divertindo. Foi assim que nós escrevemos todas as músicas, tendo idéias e trazendo elas à vida no mesmo momento. Quando nós tínhamos uma boa idéia, nós gravávamos, e foi assim que escrevemos o álbum, foi um tempo muito criativo…. Nós decidimos que nós não queríamos seguir a mesma linha que as nossas bandas principais seguiam, então essas músicas vieram naturalmente à nós.”

    Parte da diversão veio de adaptar o famoso canto lírico da Floor para um canto com uma vibe mais hard-rock: “Essa foi uma das motivações para mim, porque eu sabia que ela era capaz de fazer esses vocais. Foi muito eletrizante na época de escrever parte das melodias e outras coisas pra ela e empurrá-la em uma direção que ela nunca tinha estado antes. Ela arrasou! – claro que agora ela cresceu como vocalista e os vocais do álbum foram gravados em 2017, mas se você escutar as demos de 2008 você ficaria muito impressionado com o que ela fez naquele tempo… Tirar do heavy metal as partes orquestradas e as pesadas camadas de teclados e corais, apenas focando na bateria, guitarra, vocais e baixo, e ainda conseguir dar o seu melhor. Acho que é uma das coisas mais difíceis que você pode fazer como uma cantora e eu acho que o que ela fez nesse álbum é uma das melhores coisas já vistas.

    Enquanto aos planos de turnê, parecem difíceis de serem organizados com a rotina do Nightwish e do Pagan’s Mind. Jorn não descartou completamente essa possibilidade no futuro: “Do meu ponto de vista, eu acho que, se houver uma possibilidade de poder fazer isso em 2-3 anos, nós deveríamos incrementar essa idéia com um segundo álbum, aí teríamos muitas canções para tocar’. Finalmente, nós discutimos brevemente o que vem à mente de Jorn quando se trata de música australiana: “A primeira coisa que me vem à cabeca é [canta os primeiros acordes de ‘Beds are Burning’do Midnight Oil]… Essa música é a primeira coisa que me vem à cabeca. Mas, claro, AC/DC… AD/DC é como Iron Maiden, do tipo, Top 3 bandas de metal ou hard rock que o mundo já teve. Você não consegue superar isso”.

    Para saber mais, dirijam-se à página oficial do Facebook e pelo site. Pré-encomende a sua cópia digital do lançamento de estréia do Northward aqui. Vários formatos físicos disponíveis aqui.

  • NORTHWARD: Track by Track!

    NORTHWARD: Track by Track!

    O lançamento está marcado para o dia 19 de outubro, sendo assim, Floor Jansen e Jorn Viggo Lofstad decidiram lançar um vídeo para cada dia de contagem regressiva, falando um pouco sobre cada uma das faixas.


    A publicação será atualizada diariamente, conforme os lançamentos. Voltem sempre, bjs.

    Track #1: While Love Died

    “Jorn: Olá e bem vindo ao primeiro dia da contagem regressiva do projeto ‘Northward’ onde todos os dias nós lançaremos um video curto sobre as canções do álbum que está por vir!

    Jorn: A primeira música que nós iremos falar é a ‘While Love Died’. É uma música bem hard rock ‘n roll, e logo de cara você vai perceber que não é nada parecido com o Nightwish nem o Pagan’s Mind. Talvez você possa perceber algumas influêcias de algumas bandas aqui.

    Floor: Essa é a música de abertura do álbum. É um álbum bem diverso, mas nós sentimos que essa é uma boa música para apresentar como o álbum irá soar. Nós fizemos um clipe dessa música, então provavelmente você já ouviu. As letras de fato têm um toque pessoal, mas isso foi um toque pessoal de 10 anos atrás. A letra, e claro, 
    é para a sua própria interpretação e nós esperamos que você goste da música!


    Track #2: Get What You Give

    Floor: Olá e bem vindos, novamente, ao segundo dia da contagem regressiva pro lançamento do Northward, hoje nós falaremos sobre a segunda canção, Get What You Give.

    Jorn: Essa é uma das minhas preferidas no álbum e ela ficou melhor do que nós imaginávamos, e agora serve como a segunda faixa do álbum. Essa também é uma canção de heavy rock, uma guitarra bem fluída e com muitas coisas legais rolando na música.

    Floor: Sim, essa é definitivamente uma das minhas favoritas, tem um pouquinho da vibe de Skunk Anansie, que é uma das minhas bandas favoritas, e é totalmente inspirada pelos vocais da Skin. Sobre a letra, ahm, tudo tem ciclo completo as vezes, então realmente você colhe o que você planta (Get What You Give). Quando eu escrevi a letra, haviam muitos cenários em que isto estava acontecendo, onde eu me sentia insegura no começo da situação e depois eu percebia que você colhe o que você planta: se você foi ruim comigo, eu serei ruim com você. Mas no final das contas, as coisas ficam melhor. Você colhe o que você planta, então tome cuidado com isso!


    Track #3: Storm In A Glass

    “Floor: Sim, nós estamos de volta para o terceiro dia da contagem regressiva para o lançamento do álbum do nosso projeto Northward, e vamos falar sobre Storm in a Glass.

    Jorn: Essa música é mais acelerada, mais pop rock, mais alto astral, é bem focada em melodias, e é bem comercial. Há muitos backing vocals em toda a música.

    Floor: Sim, foi legal poder fazer isso, e é a música favorita da minha filha, é algo legal de mencionar sobre essa música! Sobre as letras, bem, algumas coisas pequenas podem ser transformadas em algo enorme, e podem parecer ser coisas muito importantes na vida; mas com uma boa reflexão, você percebe que tudo isso pode ser uma… Storm In A Glass.


    Track #4: Drifting Islands (feat Irene Jansen)

    Floor: Estamos de volta para o quarto dia da contagem regressiva do lançamento do álbum Northward, e hoje estaremos falando sobre a canção Drifting Islands, que é um dueto com a minha irmã Irene, o que é ótimo, porque isso esteve como meta pessoal minha desde sempre, e nós tivemos muitos muitos pedidos ao passar dos anos, então nós finalmente fizemos.

    Jorn: E deu que foi super legal!

    Floor: Eu concordo, eu estou muito feliz com isso, nossas vozes realmente combinam, mas 10 anos atrás, a idéia era fazer o dueto com o cantor de Alter Bridge, Myles Kennedy. Eu o conheci, perguntei se ele gostaria de fazer o dueto, e ele até falou que sim, mas muitas coisas aconteceram nessa gravadora, obviamente, então o dueto nunca chegou a acontecer. Ao invés disso eu realizei um sonho de gravar com a minha irmã, o que é uma boa história!

    Jorn: Eu me lembro quando escrevemos essa canção e eu te apresentei uma banda norueguesa chamada Animal Alpha, uma banda norueguesa muito boa e eu me lembro que você gostou muito dela, e eu me lembro que o refrão foi criado depois que você escutou a banda. O refrão é bem agressivo, versos e pontes são mais práticos e moderados.

    Floor: A letra é bem literal, ilhas a deriva (Drifting Islands) que ficam cada vez mais distantes uma da outra; você pode tentar se comunicar, mas vocês realmente não se entendem. Isso pode ser aplicado a qualquer relacionamento, felizmente na minha família não é o caso! Não interprete tão literalmente! Minha irmã e eu ainda somos muito próximas, mas é sobre isso que se trata essa canção.


    Track #5: Paragon

    Floor: Bem vindos ao quinto dia da nossa contagem regressiva para o lançamento do álbum Northward. Hoje falaremos sobre a quinta canção do álbum chamada “Paragon”.

    Jorn: Eu acho que o álbum em geral tem uma vibe bem rock ‘n’ roll, enquanto essa é uma canção épica. Há muitos elementos melódicos, enquanto trabalhávamos nela, nós a chamávamos “A música de sete minutos“, então aí você consegue ver algumas referências de uma música progressiva. Para mim o refrão dessa música é super poderoso, e me lembra as canções de heavy metal que a Alanis Morissette nunca fez.

    Floor: Para mim, essa música se tornou uma das minhas favoritas…

    Jorn: Com os acordes menores.

    Floor: Sim, o meio acorde é bem épico e então boom, quando o último refrão chega, me dá arrepios. Eu não sei se você pode dizer isso sobre a própria música, mas…

    Jorn: Nós acabamos de dizer! [Risos]

    Floor: Nós acabamos de dizer, a música de fato dá aquela sensação prazerosa, que eu espero que você também sinta. Sobre a letra, “Paragon” é o ultimato das coisas que você pode alcançar; quando eu ouço eu me pergunto quando meu Paragon acontecerá. Perfeição é bom, ao menos que seja em excesso. Isso vale para muitas pessoas que jogam suas vidas fora [tentando alcançar a perfeição], e “bom” é definitivamente bom para mim. Quando acontecerá meu “Paragon”? Provavelmente nunca. É isso aí!


    Track #6: Let Me Out

    Floor: Olá e bem vindos de volta ao sexto dia da contagem regressiva para o lançamento do Álbum Northward.
    Essa canção é chamada Let Me Out. Um detalhe engraçado é que, diretamente, essa música foi inicialmente co-escrita com Andre Borgman, que tocou bateria no After Forever. Nós começamos a trabalhar um pouco juntos, infelizmente não continuamos trabalhando, mas ele tinha ótimas idéias, e muitas delas acabaram entrando nessa canção. Nós, na verdade, só adicionamos e alteramos, especialmente o tempo da musica, mas há muito dele nessa música.

    Jorn: Eu fico muito feliz com o solo de guitarra dessa música, é bem clássico e…

    Floor: Você foi ótimo.

    Jorn: Obrigado [risos], e sim, essa foi uma das músicas que nós tivemos que trabalhar para trazer o sentimento, e que ficou muito boa no final das contas.

    Floor: Sim, sim, praticamente isso, foi legal que perto do final, eu comecei brincar um pouco com adlibs (improvisação), uma improvisação bem solta, gritando aquela frase ‘Let me Out’. Eu acho que a letra fala por si só. Essa é a música para se escutar, para o final, desde o inicio, bem alta.


    Track #7: Big Boy

    Floor: Já é o sétimo dia, e também é a sétima canção que falaremos hoje na contagem regressiva para o lançamento do álbum Northward. Wssa canção é chamada “Big Boy”.

    Jorn: Sim, e essa é uma canção meio experimental, hard-rock, eu diria. Enquanto nós trabalhávamos nela, nós à chamávamos de “Disco Chugging”, “Chugging”. É tipo quando o guitarrista dá palhetada fortes pra baixo, sabe? E tem muitas influências de discoteca com a batida da música, então nós meio que experimentamos com esses fatores.

    Floor: É a faixa um pouco estranha do álbum; é uma versão diferente do que já tínhamos, e foi um pouco difícil fazer a musica soar certa. Se essa música não é criada com o sentimento certo, seria muito muito estranha. Mas nós conseguimos!
    Sobre as letras, eu as vezes fiquei um pouco frustrada. Há 10 anos, em ser uma mulher num ambiente dominado por homens, toda aquela comoção do #MeToo (onde artistas de Hollywood denunciavam assédios morais e sexuais partidos por homens) tornou tudo mais atual, apesar de eu, felizmente, não ser uma das que precise usar essa hashtag. Mesmo assim, essa situação igualmente já me trouxe frustracão, e me levou a escrever a letra de Big Boy. Eu, entretanto, sinto e penso que 10 anos depois as coisas de fato melhoraram. Há esperança!


    Track #8: Timebomb

    Floor: Bem vindo de volta ao dia 9 (que na verdade é 8) da contagem regressiva do lançamento do álbum Northward, que será lançado em poucos dias agora! Essa canção é chamada “Timebomb”, e foi uma das primeiras que nós escrevemos, e também um das únicas que nós fizemos uma demo inicial.

    Jorn: Sim, essa é a única canção do álbum que tem algumas camadas de teclado, tocadas por Uonni, o tecladista da minha banda Pagan’s Mind. Essa canção é bem melódica, um refrão agressivo e cheio de energia, que ficou super legal, eu acho. Eu preciso dizer, no final da música eu planejei alguns solos de guitarra, para poder me exibir, e a Floor estava no estúdio e eu escutei uma improvisação em notas altas incríveis, e no final eu disse ‘Okay, nós faremos do seu jeito’, e foi assim que aconteceu!

    Floor: A batalha de vocais e guitarras [risos]. 
    Sobre as letras, ‘Timebomb’ literalmente você ouve o barulho do relógio sem parar dentro de você, você só quer terminar de fazer algo, você só quer ir para o próximo dia, a paciência de sentar e esperar por algo. Pessoalmente eu não sou tão boa com a minha paciência, meus níveis de paciência são bem conhecidos àqueles que convivem comigo, eu não tenho nenhum, e essa canção é sobre isso.


    Track #9: Bridle Passion

    Floor: Bem vindos de volta. Nono dia, nona música. Nós temos 11 músicas, isso significa que o álbum Northward está quase lançado. Nós falaremos sobre Briddle Passion.

    Jorn: Sim, essa é uma canção pé-no-chão, calma e acústica, com apenas um violão e voz.
    Eu me lembro que essa foi a primeira música que nós escrevemos juntos, na primeira sessão que tivemos para ver se tínhamos aquela química de composição, e essa música foi uma das primeiras coisas que criamos.

    Floor: Sim, ainda estou super feliz com ela, porque é tão simples e frágil. E sobre as letras, é sobre a comprensão e restrição das emoções, que simplesmente é impossível de manter por muito tempo. Você simplesmente não consegue, você tem que sentir o que você sente. Eu acho que é uma boa pausa no álbum, depois das guitarras pesadas. E é, saiu simples e frágil.


    Track #10: I Need

    Floor: Sim, dia 10 da contagem regressiva para o lançamento do álbum, significa que estamos quase lá, o álbum Northward está quase disponível pra você escutar, hoje nós falaremos sobre a canção “I Need”.

    Jorn: Um up-tempo (música rápida) na sua cara, devassa e hard rock, bem groovy, baterias e riffs muito legais, bem rock n’ roll.

    Floor: Essa é uma das canções que reescrevemos um pouco, comparada ao que era 10 anos atrás. Mudamos o refrão completamente e alteramos alguns versos. Também é uma canção que nós tivemos que ter o sentimento certo para funcionar e agora é muito boa, é bem “na sua cara”.
    As letras você precisa encarar de uma forma diferente, essa é uma canção de rock ‘n’ roll vulgar, então não iremos falar sobre a vida e emoções, é bem explosiva, e eu preciso… “I need” todos os tipos de coisas! [Risos]


    Track #11: Northwards

    Floor: Décimo primeiro dia, nós conseguimos falar de todas as músicas durante a contagem regressiva para o lançamento, agora é o momento do álbum Northward! Na verdade, agora falaremos sobre a música NORTHWARD.

    Jorn: Essa é uma música épica e longa com muitos elementos músicas, essa música é…. é difícil definir o que essa música é, mas há elementos muito legais nessa canção. Eu amo a ponte nessa música, nós temos tudo o que tínhamos e logo depois você tem esse refrão singelo e bonito. Eu acho que foi um ótimo jeito de encerrar o álbum com essa música.

    Floor: Sim, definitivamente. Uma música bem longa, mas muito boa. Há muitas partes experimentais. As letras foram completamente reescritas em comparação ao que eram 10 anos atrás, e foi batizada de “Northward” (Direção ao Norte). Essa parte do nome é sobre como eu fui para o Norte de onde eu nasci, da Holanda para a Escandinávia, esse projeto foi escrito na Escandinávia, eu canto numa banda Escandinava, casei com um homem Escandinavo… Essas coisas são coincidências, mas mesmo assim aconteceu… Você é um homem escandinavo!

    Jorn: Sim! [Risos]

    Floor: Aqui no norte… Essa música é sobre a minha jornada em Direção ao Norte. Essa foi a nossa introdução para o álbum, agora você finalmente vai poder formar a sua opinião, ouvir as músicas e poder curtir o álbum. Mais uma vez, não espere que soe parecido com Pagan’s Mind ou Nightwish ou qualquer coisa que já tenhamos feito antes. Nos diga o que você achou! Obrigado por ter nos acompanhado por esses dias e aproveite o álbum!


    Tracklist:

    01. While Love Died
    02. Get What You Give
    03. Storm In A Glass
    04. Drifting Islands
    05. Paragon
    06. Let Me Out
    07. Big Boy
    08. Timebomb
    09. Bridle Passion
    10. I Need
    11. Northward


    MERCHANDISE

    PRÉ-VENDA | PRE ORDER

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  • Northward: Trailer!

    Northward: Trailer!

    Northward, o projeto de Hardrock idealizado por Floor Jansen e Jorn Viggo Lofstad, lançará seu poderoso primeiro álbum “Northward” no dia 19 de Outubro de 2018. Depois de revelarem seu primeiro clipe da contagiante nova música “While Love Died”, a dupla agora lança o primeiro trailer do álbum, no qual Floor e Jorn Viggo explicam como eles começaram a trabalhar juntos.

    Eu, na época, tinha começado a pensar que eu adoraria escrever um álbum de rock“, Floor diz. “Eu adoraria sair da minha zona de conforto de estar numa banda como o After Forever e ter novas inspirações de diferentes estilos. E com a habilidade de Jorn na guitarra eu pensei imediatamente “Hm, ele é um guitarrista muito bom e diversificado”, e bem, funcionou!

    Jorn Viggo adiciona: “Eu me lembro, nós mantivemos contato e decidimos nos encontrar na Holanda para tocar algo e ver se havia alguma química nas nossas composições, e, digo, foi um *boom* logo de cara, funcionou muito bem“.


    Jorn: Olá, aqui é o Jorn Viggo Lofstad
    Floor: E aqui é a Floor Jansen

    Jorn: Sentados aqui nós falaremos do nosso projeto
    Floor: Sim! Nós formamos um projeto chamado Northward e nós queremos te contar um pouquinho sobre como as coisas aconteceram, a fundação de tudo isso.

    Jorn: Sim! Nós nos conhecemos em 2007 num festival chamado The Prog Power Festival. E eu estava numa banda chamada All Star Jam e nós tocamos 4 músicas juntos. E eu me lembro muito bem de ter gostado da sua voz e nós nos divertimos muito no palco e nós decidimos manter contato para ver se teria algo para trabalharmos juntos.
    Floor: Sim, e foi perfeito, porque na época eu comecei a pensar “eu adoraria escrever um álbum de rock“, eu queria do “conforto” de estar numa banda como o After Forever e ter novas inspiracoes de diferentes generos musicais, e te ouvir tocar eu imediatamente pensei “hm, ele é bem habilidoso, um ótimo guitarrista“, e bem, funcionou, pelo que parece!

    Jorn: Sim, e eu me lembro que mantivémos contato e nós decidimos nos encontrar na Holanda para tocar um pouco, para ver se havia alguma quimica nas nossas composicoes, e foi boom, logo de cara, nós trabalhamos muito bem. Eu me lembro de nós tocando, amando as ideias que nós estavamos tendo pela primeira vez…
    Floor: Sim, e voce nunca sabe se algo vai funcionar ou não, um album todo e não só uma música, então nós continuamos a escrever ao longo de 2008, nos encontrando regularmente, na maioria das vezes no seu apartamento na Noruega e foi muito legal, escutar as influencias musicais um do outro, voce sabia muito mais sobre Rock do que eu na época…


     

    Tracklist:
    01. While Love Died
    02. Get what you give
    03. Storm In A Glass
    04. Drifiting Islands (feat. Irene Jansen)
    05. Paragon
    06. Let Me Out
    07. Big Boy
    08. Bridle Passion
    10. I Need
    11. Northward

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  • Koen Herfst

    Koen Herfst

    Selvagens, tudo bem com vocês? | Hey, wild ones! How’s everything going?

    Revamp_-_ReVamp_artworkVocês sabiam que durante a gravação do primeiro álbum do ReVamp, a parte da bateria foi realizada pelo nosso Matthias Landes, mas pelo baterista Koen Herfst? O mesmo esteve em São Paulo juntamente com o projeto The Gentle Storm, realizado pela conhecida produtora Overload. Koen é conhecido pela sua versatilidade no rock, metal, pop, hip hop e dance. Conhecido pelo seu trabalho com o DJ Armin van Buuren, pela banda de death metal I CHAOS, na banda de trash metal Dew-Scented, entre outros projetos.

    Did you know that, during the recording sessions of ReVamp’s first album, the man behind the kit wasn’t Matthias Landes? It was Koen Herfst! And he was in São Paulo playing drums for the band The Gentle Storm in a concert produced by Overload. Koen is well-known for his musical versatility in rock, metal, pop, hip hop and dance music. Also, his works with DJ Armin van Buuren, the death metal band I CHAOS, the trash metal band Deu-Scented and some other projects have drawn a lot of attention as well.

    Envolveu ReVamp, a fanbase está em cima, é claro. O Head up High teve a oportunidade de conhecê-lo, e claro, ganhar uma cópia do seu álbum de metal Progressivo, entitulado de BACK TO BALANCE. 😉

    ‘Head Up High’ had the opportunity to meet him and get a copy of his progressive metal band BACK TO BALANCE. 😉

    O álbum consta com diversas parcerias, entre elas a Marcela Bovio do Stream of Passion (na faixa 4), e Daniël de Jongh do Textures (na faixa 7).

    The album features several artists, such as Marcela Bovio (Stream of Passion) on Track 4 and Daniël de Jongh (Textures) on Track 7.

     Todas as faixas estão disponíveis AQUI no Spotify | All tracks are available here on Spotify

     koen-b2b-800x800-max-w750Tracklist:

    1. Here I am
    2. Erase Or Rewind
    3. The Kramer
    4. I Don’t Need To Tell You
    5. Total Hate
    6. Back To Balance
    7. Begone
    8. 1916
    9. Ghetto Cornetto
    11. Now Is The Time
    12. Siamese Support
    13. Never Been So Wrong
    12. Attitude Of an Astronaut

    ✓ Destaque para |  Listen closely to these songs:

      I Don’t Need To Tell You, Begone, Ghetto Cornetto,  Now Is The Time,  Never Been So Wrong

    A compra do álbum Back to Balance poderá ser realizada AQUI. E se você quiser adquirir a baqueta personalizada, ela também está disponível  AQUI.

    You can buy the album Back to Balance HERE. Also, you can buy the customized drumstick HERE.

    Trailer

    Koen Herfst – Artistpage | Instagram | Twitter | Youtube

    😉

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    www.koenherfst.com

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  • Interview: Irene Jansen

    Interview: Irene Jansen

    Head up High, my dear

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    Whenever you talk about musical versatility and vocal range, we know those run in this family. And no, we’re not talking about Floor, but her younger sister, Irene Jansen. In case you don’t know, they performed together several times from “The Black Hole“, by Star One (HERE) to the remarkable, well-known performance in “Who I Am“, by After Forever  (HERE) in 2007, 40408447for example. Irene also took part in the production for “The Power of Love” with Stream of Passion (HERE) in 2014. She also is acclaimed by her outstanding part in Ayreon, headed by Arjen Anthony Lucassen, having recently played the character “Passion” tremendously well in concert “The Human Equation” by Ayreon in 2015.

    After many years, Irene surprises us with her return, in this case, in the studio. ‘Head up High’ had the opportunity to chat with her, and the result of this interview, you see now:

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    Ω

    Head up High: You spend quite some time focusing on your studies and your career, with little or no musical activity. Also, more recently you became a mother. How did you make the decision to not make music for a while and focus on these other things in your life? Was it a difficult decision?

    Irene: I really wanted to get a degree and make sure I got educated well. Because I was not doing at all bad in music at that time already, it seemed too hard and time-consuming at some point to do both, and do it both really well. I made a conscious choice at this point to focus on one thing first, realising that singing was something I could do my whole life. The time to study was now. 11215801_944213632308204_106578607604738610_n

    This gave me the opportunity to focus solely on my studies, and my life around it. It was not even that hard to let music be for a bit. I was fully enjoying exploring my other (academic, intellectual and professional) qualities and living life like any other university student. Luckily studying resulted in graduation followed by building a career for myself, and building a life together with my now husband who has been with me and supported me in all those choices from the early beginning.

    Head up High: It’s rather common to see female-fronted bands nowadays and an artist always needs to keep trying new things to be a part of what can be considered as innovating in music. From the moment you joined Alarion, what were your contribution to the album “Waves of Destruction” which tell it from the other albums?

    Irene: I am mostly known for my powerful singing, which is indeed my forté. However, my voice is capable of more than just this. I can sing more sensitive and mellow too (or even jazzy or bluesy), and this is why, I recorded an acoustic version on this album too.

    Head up High: When we talk about your voice, could you tell us a bit more about the techniques you use, your vocals range and what have you been doing to take care of your voice?

    Irene-Jansen-367x500Irene: I try to make sure I am properly warmed up before I start singing anything, and focus on breathing correctly. That is all my techniques I can briefly indicate. Singing is complex and I would be lying if I said I would be able to teach or explain singing techniques at length. But I am definitely doing some of it right.

    I have no idea of my vocal range other than it doesn’t seem to have a lot of boundaries. I don’t really care about the technicalities to be honest. Singing is feeling and singing comes from inside me. I don’t focus heavily on the theory behind it. I tend to be able to sing what I want to sing. Is know I can do a high G at full voice. That’s high, right?… 

    I have really not done much at all to maintain my voice during all these years. I almost feel guilty towards all the people in music who works so hard to maintain and train their instrument continuously, where it seems I don’t have to. On the other hand, we’ll never know what I’d be able to do had I indeed trained and maintained…

    Head up High: We know heavy metal’s history is composed mostly by men. As a woman who is a part of this history, have you ever felt any kind of prejudice or have you seen any kind of behavior which makes you feel bad or even judged by your gender?

    Irene: This is a surprising question to me as a Dutch person maybe. To be brief..NO. I do not recognise this at all.

     

    Once again, we would like to thank you for this opportunity, Irene. We wish you all the best in this new journey.

    Irene JansenAlarion | Crowdfund

     

    Waves-Of-Destruction-500x500Tracklist:

    01. Chains Of The Collective
    02. Waves Of Destruction – I – Rising Tide
    03. Waves of Destruction – II – Struggle For Survival
    04. Estrangement
    05. Turn Of Fate
    06. Colourblind
    07. Clash With Eternity
    08. A Life Less Ordinary
    09. The Whistleblower – I – Devastation
    10. The Whistleblower – II – Vindication
    11. Turn Of Fate (acoustic version)

     Entrevista em Português

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  • Entrevista: Irene Jansen

    Entrevista: Irene Jansen

     Head up High, my dear 😉

    12043131_10156016486090333_7752372765065674529_nQuando pensamos em versatilidade e alcance vocal, sabemos que isso é de família. Não, agora não estamos falando da Floor, mas de sua irmã mais nova, Irene Jansen. Caso você não saiba, as irmãs dividiram os palcos diversas vezes. Desde a performance em Into The Black HoleStar One (AQUI) à mais marcante e também conhecida performance de40408447 Who I AmAfter Forever, (AQUI) no ano de 2007. Participou da apresentação de The Power of Love com o Stream of Passion (AQUI) em 2014, e, claro, conhecida pelo seu excelente trabalho no Ayeron, liderado por Arjen Anthony Lucassen e, recentemente, Irene Jansen realizou uma excelente apresentação em The Human Quantion – Ayeron, interpretando da melhor forma possível, a personagem intitulada de Passion, em 2015.

    Após 10 anos, Irene Jansen nos dá essa “bomba”, sobre o seu retorno em estúdio. O Head up High foi atrás, e o resultado você encontra à seguir:

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    Ω

    1: Durante esses anos de inatividade (de estúdio, no caso), você mencionou ter focado somente em estudos e trabalho. Dentro deste período ocorreu a maternidade também. Como foi sua forma de pensar para conciliar entre o que ocorre dentro da carreira musical, e a maternidade?

    Irene: Eu queria muito ter um diploma e uma boa formação. Como eu estava me saindo bem na carreira musical naquela época, uma hora as coisas me pareceram muito difíceis e muito desgastantes de serem feitas ao mesmo tempo e bem. Eu tomei uma decisão racional de me concentrar em apenas uma coisa, pois eu poderia cantar em qualquer momento da minha vida, mas que a hora de estar era aquela. 11215801_944213632308204_106578607604738610_n

    Essa decisão permitiu que eu me concentrasse apenas nos meus estudos e tudo o que envolvia esse universo. Pra falar a verdade, não foi difícil deixar a música um pouco de lado. Eu aproveitei ao máximo a oportunidade de explorar as minhas outras qualidades (em termos acadêmicos, intelectuais e profissionais) e viver a vida como uma universitária normal.

    Felizmente, eu consegui me formar e construir a minha carreira de maneira sólida, além de construir uma vida junto do meu marido, que esteve comigo e me apoiou nessas decisões todas desde o começo.

    2: Hoje em dia é muito comum as bandas serem lideradas por mulheres. Um artista precisa constantemente se reinventar para permanecer dentro do que é considerado inovador. A partir da sua união ao Alarion, quais elementos você trouxe para que o álbum Waves of Destruction se destaque dos demais?

    Irene: Sou conhecida pelo meu canto intenso, que é o meu ponto forte. No entanto, ainda sou capaz de fazer mais do que isso, pois consigo cantar em tons mais delicados e suaves também (ou até mesmo mais voltados pro jazz ou blues) e é por isso, inclusive, que eu gravei uma versão acústica de uma música neste álbum.

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    3: A respeito de sua voz: Poderia nos falar um pouco sobre sua classificação vocal, técnica, alcance e o que você tem feito para manter sua voz protegida?

    Irene: Eu procuro me aquecer direitinho antes de começar a cantar qualquer coisa, além de me concentrar na respiração. Estas são, basicamente, as técnicas que recomendo. Cantar é algo complexo e eu estaria mentindo se dissesse que sou capaz de ensinar ou explicar os pormenores das técnicas de canto. Mas com certeza estou seguindo na direção certa.

    Não sei o meu alcance vocal, mas parece que não há muitas barreiras para mim. Para ser honesta, não me importo muito com toda a parte técnica. Acho que cantar é sentir e que é algo que vem de dentro de mim mesma, então não costumo me concentrar muito na teoria por trás de tudo isso. Eu costumo conseguir cantar aquilo que quero cantar e sei que consigo alcançar um Sol Maior (G) com toda voz. Isso é um tom alto, certo?

    Eu não fiz muita coisa para cuidar da minha voz ao longo dos anos. Me sinto até meio mal quando vejo todas as pessoas no meio musical que tomam extremo cuidado com os seus instrumentos e treinam sem parar, mas eu sinto que não preciso fazer isso. Por outro lado, nunca saberemos do que sou capaz até que tenha treinado e cuidado da minha voz dessa maneira.

    4: Temos em vista que o “domínio” do metal é, em sua maioria, masculino. Você, mulher, estando envolvida neste universo, sente algum tipo de preconceito ou comportamento do qual te desagrade ou que discrimine?

    Irene: Bom, essa foi uma surpresa pra mim, mas talvez por ser holandesa. De forma resumida: não. Não vejo isso acontecer.

     

    E, novamente, obrigada pela oportunidade, Irene. Desejamos à você, todo o sucesso nesta nova jornada.

    Irene JansenAlarion | Crowdfund

     

    Waves-Of-Destruction-500x500Tracklist:

    01. Chains Of The Collective
    02. Waves Of Destruction – I – Rising Tide
    03. Waves of Destruction – II – Struggle For Survival
    04. Estrangement
    05. Turn Of Fate
    06. Colourblind
    07. Clash With Eternity
    08. A Life Less Ordinary
    09. The Whistleblower – I – Devastation
    10. The Whistleblower – II – Vindication
    11. Turn Of Fate (acoustic version)

     Interview in English

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  • ALARION: Irene Jansen

    ALARION: Irene Jansen

    Source: V i x e n s | Tradução: Head up High, my dear

    ALARIONWaves of Destruction feat Irene Jansen

    Floor_Irene-JansenTodos conhecem Floor Jansen do After Forever, ReVamp e, hoje em dia, pela fama no Nightwish. Mas quantos de vocês sabem que sua irmã Irene pode cantar como ela? De fato, as irmãs Jansen já dividiram o mesmo palco quando ambas estavam na banda chamada Star One, em 2002. Irene também pode ser ouvida em Gary Hughes: Once And Future King part I e part II (2003), The Human Equation do Ayreon (2004), e em 2015, ela fez seu papel como Passion na performance ao vivo do The Human Equation: The Theater Equation. Mas quando o guitarrísta Bas Willemsen, líder do Alarion pediu à Irene que fizesse 2 músicas para o seu projeto solo, o primeiro álbum Waves of Destruction, ela estava relutante, já que estava focando somente nos estudos e no trabalho nos últimos 10 anos. Mas após ouvir sobre o projeto, e ter ouvido a música, Irene embarcou e gravou os vocais elétricos e versão acústica de Turn Of Fate.

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    O Indiegogo, campanha crowdfunding para o Waves Of Destruction está sendo executado por um mês e o álbum será lançado em Junho de 2016 através do FREIA Music. Waves Of Destruction contém uma hora de música melódica, sinfônica e intensa. Ocorrerá a participação de muitos músicos excelentes, cantores como Damina Wilson (Threshold), Paul Glandorf (Arjen Lucassen) e claro, Irene Jansen, do qual será a vocalista líder do Alarion na formação ao vivo no show de lançamento no dia 3 de Junho em De Boeederij, Zoetermeer, em The Netherlands com convidado especial End Of The Dream.

    Embora Waves Of Destruction não seja inteiramente liderado pelo álbum feminino, continua sendo bastante interessante para os fãs de sinfônico e heavy metal, considerando o fato de sua irmã Floor Jansen ser parte disso.

    Confira no vídeo, os comentários de Irene, liderando os vocais aqui:

    Waves-Of-Destruction-500x500

    Tracklist:

    01. Chains Of The Collective
    02. Waves Of Destruction – I – Rising Tide
    03. Waves of Destruction – II – Struggle For Survival
    04. Estrangement
    05. Turn Of Fate
    06. Colourblind
    07. Clash With Eternity
    08. A Life Less Ordinary
    09. The Whistleblower – I – Devastation
    10. The Whistleblower – II – Vindication
    11. Turn Of Fate (acoustic version)

    Indiegogo (crowdfund):

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